A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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segunda-feira, setembro 13, 2010
XÔ! ESTRESSE [In:] CORSÁRIO NEGRO *
GOVERNO LULA/CASA CIVIL [In:] DOSSIÊS E ''LOBBY''
13/09/2010
às 13:14Assessor da Casa Civil pede demissão após denúncias
A Casa Civil sofreu a primeira baixa após escândalo envolvendo Israel Guerra, filho da ministra da pasta, Erenice Guerra. O assessor jurídico da Casa Civil, Vinícius Castro, pediu demissão na manhã desta segunda-feira – resultado da repercussão negativa do caso levado à tona em reportagem de VEJA desta semana.
Castro é parceiro de Israel Guerra na empresa Capital Assessoria e Consultoria. Era ele quem recebia – em encontros com empresários – a propina de 6% sobre o valor de negócios fechados com o governo federal. No papel, a mãe do assessor, Sônia Castro, aparece como sócia da consultoria. Na realidade, ela seria laranja do filho, já que reside no interior de Minas Gerais e trabalha com venda de queijos.
Investigação - A ministra Erenice Guerra encaminhou, nesta segunda, à Comissão de Ética Pública da Presidência um ofício solicitando que as denúncias apontadas por VEJA sejam apuradas e que ela mesma seja investigada.
No documento, Erenice diz que ela e seu filho abrem mão do sigilo de informações bancárias, fiscais e telefônicas. A ministra afirma ainda estar disposta a dar mais esclarecimentos sobre o episódio.
Aparelhamento – Não é só o filho de Erenice Guerra que possui influência política sobre negócios milionários do governo. A irmã dela, Maria Euriza Alves Carvalho, também utilizou o cargo de confiança que tem no Ministério de Minas e Energia para contratar sem licitação o escritório de advocacia do próprio irmão delas. A denúncia foi apontada em matéria desta segunda-feira do jornal O Estado de S. Paulo,
A funcionária contratou por 80.000 reais, em setembro de 2009, o escritório Trajano e Silva Advogados – cujo sócio era Antônio Alves Carvalho, irmão de Maria Euriza e de Erenice. Reportagem de VEJA mostrou que o escritório é o mesmo utilizado por Israel Guerra e Vinícius Castro para despachar com clientes. O advogado da campanha de Dilma Rousseff Márcio Silva também trabalha no local, mas nega qualquer envolvimento com o caso.
(Luciana Marques)/VEJA. Foto imagem matéria.
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GOVERNO LULA [In:] ABSENTEÍSMO (Hã ???)
11/09/2010
Se a Constituição valesse para todos, o presidente da República já teria sido demitido por abandono de emprego
Na semana de 30 de agosto a 5 de setembro, o presidente da República foi chefe de governo durante 6 horas e chefe de campanha eleitoral nas 162 restantes. No primeiro dia do mês, uma quarta-feira, Lula surpreendeu os porteiros, ascensoristas e secretárias do Palácio do Planalto ao aparecer por lá perto das 10 da manhã. Despachou até as 11 com a chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, almoçou com o presidente colombiano Juan Manuel Santos até as 3 da tarde, conversou por 30 minutos com o presidente da Telefonica e, às 4, deu por encerrado o expediente. Livrou-se do terno e da gravata, vestiu o uniforme de animador de comício, seguiu para o aeroporto e voou para longe de Brasília.
Como fizera nos três dias anteriores, manteve-se distante da capital nos três seguintes. No domingo, o balanço da semana avisou que o Primeiro Passageiro havia ficado mais seis dias a muitas milhas do local de trabalho. Nunca antes na história desta República um presidente frequentou tão pouco o gabinete e suou tanto a camisa no palanque. E nunca antes neste país um governante viajou com tamanha animação quanto Lula, comprovou o levantamento divulgado nesta sexta-feira pela Folha de S. Paulo.
Entre janeiro de 2003 e agosto de 2010, Lula ficou fora de Brasília 1.103 dias. São três anos. Os passeios internacionais engoliram 1 ano e 3 meses. Fernando Henrique Cardoso provocava chiliques no chefe da oposição a cada decolagem. Perto do sucessor, as horas de voo FHC lembram um piloto de monomotor diante de um comandante de Boeing. Só os giros pelo país consumiram mais 1 ano e 9 meses.
A milhagem doméstica tem crescido extraordinariamente depois que o dono do Aerolula descobriu que “a maior obra de um presidente é eleger o sucessor”. Desde o começo da campanha eleitoral, aparece no serviço de vez em quando. Para fazer um comício por dia, inaugura obras concluídas há muitos governos, esqueletos de prédios, até pedras fundamentais. A sede do Poder Executivo é um palanque em trânsito. Não existem mais assuntos de Estado nem pendências administrativas. Todas as questões se tornaram políticas.
Os números do PNAD aconselharam o chefe de governo a investir em saneamento básico e intensificar o combate ao analfabetismo. O chefe de campanha continua fingindo que o Brasil está pronto e logo vai virar superpotência. O escândalo da Receita Federal aconselhou o chefe de governo a exonerar o ministro da Fazenda e seus subordinados que colocaram o Fisco a serviço de quadrilheiros. O chefe de campanha, em cada parada da interminável excursão financiada por quem paga imposto, discursou para socorrer os bandidos e acusar as vítimas. Vale tudo para eleger Dilma Rousseff.
Escolher a sucessora não é uma das 29 atribuições do ocupante do cargo, fixadas pelo artigo 84 da Constituição. Governar o Brasil é: de acordo com o capítulo II, compete privativamente ao presidente “exercer, com o auxílio dos Ministros de Estado, a direção superior da administração federal”. Os registros na agenda atestam que Lula (sempre sem abrir mão dos incontáveis privilégios que escoltam o salário, como casa, comida e avião de graça) delegou a Erenice Guerra a tarefa que já dividiu com José Dirceu e Dilma Rousseff.
Lula e Dilma acham Erenice uma executiva e tanto. Os brasileiros ajuizados acham que Erenice é a prova de que o país sobrevive a tudo. Até a uma presidente interina comprovadamente especializada em fabricar dossiês malandros, acobertar passos em falso da comandante Dilma e facilitar parcerias que enriquecem o filho espertalhão, como revela a edição de VEJA desta semana.
Se a República fosse uma empresa moderna e o presidente estivesse submetido a mecanismos de controle, Lula seria afastado já no primeiro mandato por absenteísmo contagioso e incitação à vadiagem. Só vai chegar ao fim do segundo porque foi promovido a inimputável pelo Poder Judiciário. Depois de desafiar a legislação eleitoral, desdenhar do Código Penal e revogar todos os códigos morais, Lula está provando que a Constituição não vale para todos.
Se valesse, o presidente que deixou de presidir o Brasil para presidir um conglomerado político de alta periculosidade já teria sido enquadrado por desrespeito à nação e demitido por abandono de emprego.
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Augusto Nunes/VEJA.
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RELIGIÃO [In:] ISLÃ À BRASILEIRA
Jovens negros tornam-se ativistas islâmicos como resposta à desigualdade racial. O que pensam e o que querem os muçulmanos do gueto.

Cinco vezes ao dia, os olhos ultrapassam o concreto de ruas irregulares, carentes de esgoto e de cidadania, e buscam Meca, no outro lado do mundo. É longe e, para a maioria dos brasileiros, exótico. Para homens como Honerê, Malik e Sharif, é o mais perto que conseguiram chegar de si mesmos. Eles já foram Carlos, Paulo e Ridson. Converteram-se ao islã e forjaram uma nova identidade. São pobres, são negros e, agora, são muçulmanos. Quando buscam o coração islâmico do mundo com a mente, acreditam que o Alcorão é a resposta para o que definem como um projeto de extermínio da juventude afro-brasileira: nas mãos da polícia, na guerra do tráfico, na falta de acesso à educação e à saúde. Homens como eles têm divulgado o islã nas periferias do país, especialmente em São Paulo, como instrumento de transformação política. E preparam-se para levar a mensagem do profeta Maomé aos presos nas cadeias. Ao cravar a bandeira do islã no alto da laje, vislumbram um estado muçulmano no horizonte do Brasil. E, ao explicar sua escolha, repetem uma frase com o queixo contraído e o orgulho no olhar: “Um muçulmano só baixa a cabeça para Alá – e para mais ninguém”.
Honerê, da periferia de São Bernardo do Campo, converteu Malik, da periferia de Francisco Morato, que converteu Sharif, da periferia de Taboão, que vem convertendo outros tantos. É assim que o islã cresce no anel periférico da Grande São Paulo. Os novos muçulmanos não são numerosos, mas sua presença é forte e cada vez mais constante. Nos eventos culturais ou políticos dos guetos, há sempre algumas takiahs cobrindo a cabeça de filhos do islã cheios de atitude. Há brancos, mas a maioria é negra. “O islã não cresce de baciada, mas com qualidade e com pessoas que sabem o que estão fazendo”, diz o rapper Honerê Al-Amin Oadq, na carteira de identidade Carlos Soares Correia, de 31 anos. “Em cada quebrada, alguém me aborda: ‘Já ouvi falar de você e quero conhecer o islã’. É nossa postura que divulga a religião. O islã cresce pela consciência e pelo exemplo.”
Em São Paulo, estima-se em centenas o número de brasileiros convertidos nas periferias nos últimos anos. No país, chegariam aos milhares. O número total de muçulmanos no Brasil é confuso. Pelo censo de 2000, haveria pouco mais de 27 mil adeptos. Pelas entidades islâmicas, o número varia entre 700 mil e 3 milhões. A diferença é um abismo que torna a presença do islã no Brasil uma incógnita. A verdade é que, até esta década, não havia interesse em estender uma lupa sobre uma religião que despertava mais atenção em novelas como O clone que no noticiário.
O muçulmano Feres Fares, divulgador fervoroso do islamismo, tem viajado pelo Brasil para fazer um levantamento das mesquitas e mussalas (espécie de capela). Ele apresenta dados impressionantes. Nos últimos oito anos, o número de locais de oração teria quase quadruplicado no país: de 32, em 2000, para 127, em 2008. Surgiram mesquitas até mesmo em Estados do Norte, como Amapá, Amazonas e Roraima.
Autor do livro Os muçulmanos no Brasil, o xeque iraquiano Ishan Mohammad Ali Kalandar afirma que, depois do 11 de setembro, aumentou muito o número de conversões. “Os brasileiros tomaram conhecimento da religião”, diz. “E o islã sempre foi acolhido primeiro pelos mais pobres.”
Na interpretação de Ali Hussein El Zoghbi, diretor da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil e conselheiro da União Nacional das Entidades Islâmicas, três fatores são fundamentais para entender o fenômeno: o cruzamento de ícones do islamismo com personalidades importantes da história do movimento negro, o acesso a informações instantâneas garantido pela internet e a melhoria na estrutura das entidades brasileiras. “Os filhos dos árabes que chegaram ao Brasil no pós-guerra reuniram mais condições e conhecimento. Isso permitiu nos últimos anos o aumento do proselitismo e uma aproximação maior com a cultura brasileira”, afirma.
A presença do islã na mídia desde a derrubada das torres gêmeas, reforçada pela invasão americana do Afeganistão e do Iraque, teria causado um duplo efeito. Por um lado, fortalecer a identidade muçulmana de descendentes de árabes afastados da religião, ao se sentir perseguidos e difamados. Por outro, atrair brasileiros sem ligações com o islamismo, mas com forte sentimento de marginalidade. Esse último fenômeno despertou a atenção da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, que citou no Relatório de Liberdade Religiosa de 2008: “As conversões ao islamismo aumentaram recentemente entre os cidadãos não-árabes”.
Os jovens convertidos trazem ao islã a atitude do hip-hop e uma formação política forjada no movimento negro. Ao prostrar-se diante de Alá, acreditam voltar para casa depois de um longo exílio, pois as raízes do islã negro estão fincadas no Brasil escravocrata. E para aflorar no Brasil contemporâneo, percorreram um caminho intrincado. O novo islã negro foi influenciado pela luta dos direitos civis dos afro-americanos, nos anos 60 e, curiosamente, por Hollywood. Cruzou então com o hip-hop do metrô São Bento, em São Paulo, nos anos 80 e 90. E ganhou impulso no 11 de setembro de 2001.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA''
13 de setembro de 2010
------------------------------------------------------------------Folha de S. Paulo
Em debate Folha/RedeTV!, tucano culpa petista por dossiê que traz violação de sigilo fiscal
A candidata Dilma Rousseff (PT) tentou se distanciar da ministra Erenice Guerra (Casa Civil) no debate Folha/RedeTV! ao dizer que não aceita ser julgada pelo comportamento do filho de sua principal auxiliar. Um dos filhos da ministra é acusado de fazer lobby para empresa aérea no governo.
Ela não respondeu se colocaria a mão no fogo pelo comportamento de Erenice.
Dilma chamou José Serra (PSDB) de caluniador quando ele acusou a campanha petista de ter produzido dossiês contra tucanos.
Já Serra disse que Dilma usa o aparato do governo para proteger petistas e perseguir adversários.
Marina Silva (PV) disse que a violação de sigilo fiscal virou um ato banal a ponto de o governo admitir que o crime é rotineiro.
Plinio de Arruda Sampaio (PSOL) arrancou risos com brincadeiras. (Págs. 1 e Eleições)
Marina venceu, avalia grupo que analisou evento
Na opinião de eleitores que analisaram o debate, Marina Silva (PV) se saiu melhor, seguida por Dilma (PT). O pior desempenho foi atribuído a Plinio de Arruda Sampaio (PSOL).
Segundo a segundo, o grupo deu notas para cada resposta e avaliou os melhores ao final. (Págs.1 e Eleições Pág. 6)
Fernando Canzian
Debate na TV foi um festival de pegadinhas
Ainda bem que existem no Brasil meta de inflação, câmbio flutuante e superavit primário. É isso o que nos sustenta. Digam o que digam os candidatos. Mas o debate foi um festival de pegadinhas e banalidades e pouco serviu para esclarecer coisa alguma. (Págs. 1 e Eleições Pág. 5)
Foto legenda: Os candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), que protagonizaram o maior duelo da campanha, em debate ontem
Família de ministra teve empregos no governo
Um dos filhos, Israel, é apontado como lobista que intermediou contrato de empresa com os Correios.
Ele trabalhou na Agência Nacional de Aviação Civil de 2006 a 2007. Em 2009, ajudou a empresa a apressar uma licença. Erenice diz que não assinou nomeações. Para Dilma, é "assunto do governo". (Págs. 1 e Eleições Pág. 3)
Servidora diz que acessou dados fiscais por amizade (Págs. 1 e Eleições Pág. 3)
Autoescolas vão ter de aprovar 60% de alunos ou irão fechar
A regra, fixada pelo Contran (Conselho Nacional de Trãnsito), visa melhorar o nível dos cursos e inibir a indústria da reprovação.
Mas especialistas temem que, num ambiente historicamente marcado por corrupção, a exigência estimule acordos entre instrutores e examinadores para aprovações automáticas. (Págs. 1 e C1)
Só 11% dos que acabam ensino médio sabem matemática
Um quinto dos que terminam o ensino médio não sabe em matemática o que se espera de um estudante do 5° ano do fundamental, a antiga 4ª série. Os resultados, obtidos pela Folha, aparecem em avaliações do Ministério da Educação: Prova Brasil e Saeb. (Págs. 1 e C6)
Vermelhos de raiva
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Irmã de ministra deu aval a contrato sem licitação com governo
Consultora jurídica da Empresa de Pesquisa Energética, Maria Euriza Alves Carvalho, irmã da ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, autorizou a contratação sem licitação, em setembro de 2009, do escritório Trajano e Silva Advogados. Entre os advogados do escritório está Antônio Alves Carvalho, irmão da ministra. No centro do contrato está a pasta de Minas e Energia, setor que tem influência de Erenice e Dilma Rousseff. Reportagem da revista Veja informa que o escritório é usado por Israel Guerra, filho de Erenice, para fazer lobby com empresários que buscam negócios com o governo. (Págs. 1 e Nacional A4)
Márcio Silva
Do escritório Trajano e Silva Advogados
"Você até pode achar que há algo antiético, mas não houve nenhuma ilegalidade"
Caderno Especial: Desafios do novo presidente: Democracia à brasileira
Sobrepreço no Amapá chega a 2.763%
BCs fecham acordo para blindar bancos
Henrique Meirelles
Presidente do Banco Central
“Com a aplicação das normas de Basileia 3, algumas Instituições financeiras vão reduzir bastante as distribuições de lucro até 2019"
Israel libera obras em assentamentos
Explorar biodiversidade depende de parcerias (Págs. 1 e Vida A18)
Barra Funda 'explode', sem infraestrutura (Págs. 1 e Cidades C1)
Denis Lerrer Rosenfield: A democracia e as oposições
Notas & Informações: A nova fronteira marítima
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Valor EconômicoManchete: Atraso em linhões afeta geradoras e consumidor
A situação deve ficar pior porque os linhões do Madeira, que vão ligar Porto Velho (RO) a Araraquara (SP) e foram licitados em 2008, ainda não saíram do papel. O cronograma para a entrada em operação comercial dessas linhas é registrado como "normal" pela Aneel, mas as datas previstas para os licenciamentos já tem uma defasagem de pelo menos três meses. Se essas linhas entrarem no rol dos atrasos, subirá de 40% para 65% o percentual das linhas licitadas desde 2006 com registro de atraso. O problema maior será para os donos das usinas de Jirau e Santo Antônio, que trabalham com a antecipação dos empreendimentos para escoar a energia e dependem dessas linhas. O plano B seria usar uma rede de baixa capacidade que interliga Porto Velho ao Acre. (págs. 1 e A10)
Japoneses compram mais bônus
País cresce e o brasileiro trabalha menos
Foto legenda: Mais produção
Construtoras criticam as novas regras do Rodoanel
A construção do trecho Leste é estimada pelo governo em R$4 bilhões, ficando R$ 1,1 bilhão para os gastos com as desapropriações. As empresas alegam que esse custo é aproximado e pode ficar muito maior. Além disso, não é coberto pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que só financia a obra. Como a margem de retomo é arbitrada pelo governo em 8%, as construtoras argumentam que o negócio não se paga. Para Mauro Arce, secretário de Transportes de São Paulo, o risco é parte do negócio e não ameaça a licitação. (Págs. 1 e B8)
STJ aumenta valores de honorários
Dilma planeja ajuste 'sem alarde'
Nessa hipótese, integrantes da campanha dizem que, logo após a posse, Dilma também poderá oficializar a meta de redução da dívida pública líquida para 30% do PIB em 2014. Segundo fontes ouvidas pelo Valor, o anúncio seria uma forma de sinalizar o compromisso do novo governo com o equilíbrio fiscal. (Págs. 1 e A12)
Candidatos à presidência fazem debate acirrado (Págs. 1 e A13)
Bancos terão que aumentar capital e criar provisões para períodos de estresse (Págs. 1 e A16)
Importados mais baratos
Adidas gera polêmica em Manaus
Rio perde sua 'Meca do luxo'
Varejo regional contra-ataca
Catalisador certificado
Praga 'aprende' com transgênico
Servidão florestal
Cultura Inflacionária
Mão de obra chinesa
Devedores do Simples
Ideias
Proposta para Agência Brasileira de Garantias se equivoca ao reunir no mesmo órgão apoio às exportações e infraestrutura. (Págs. 1 e A18)
Ideias
É tempo de aprender que existe uma restrição tributária e que não é possível aumentar a carga tributária indefinidamente. (Págs. 1 e A19)
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