A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, fevereiro 03, 2009
CONGRESSO/PMDB: ALIANÇAS, ELOS, ''RING" (ringue?)
O voto, por secreto, não é admitido por todos os senadores
Candidato derrotado do PT à presidência do Senado, Tião Viana (AC) obteve 32 votos. Nove a menos do que precisava para mudar a crônica da eleição.
A planilha de votos do alto comando da vitoriosa campanha de José Sarney (PMDB-AP) indica que Tião foi apunhalado por Silvérios de aparência insuspeita.
Numa sessão à qual compareceram todos os 81 senadores, quem obtivesse 41 votos estaria eleito. Sarney amealhou 49.
O blog teve acesso ao mapa de votação elaborado pelo comando da campanha de Sarney. O voto foi secreto. Nem todos os senadores revelam a opção que fizeram.
Portanto, o repórter não pode atestar a fidelidade da lista. Afirma apenas que ela retrata a aferição feita pela equipe de Sarney.
A relação contém nomes surpreendentes. Um exemplo: Delcídio Amaral (PT-MS). Outro: Inácio Arruda (PCdoB-CE).
A suposta traição de um petista era coisa inimaginável nos arredores da campanha de Tião.
Agora, o petismo mostra-se surpreso com o interesse do PMDB em acomodar Delcídio na segunda vice-presidência do Senado.
Quanto ao comunista Inácio, sabia-se que flertava com Sarney. Mas Renato Rabelo, presidente do PCdoB, dissera a líderes do PT que ele votaria em Tião.
O quadro com os supostos votos de Sarney anota também os nomes de dois senadores do PSDB: Papaleo Paes (AP) e Marconi Perillo (GO).
A traição de Papaleo, por anunciada, era previsível. A de Perillo, nem tanto. Apostava-se muito mais noutra infidelidade tucana, a de Álvaro Dias (PR), que não se materializou.
Sarney teria amealhado também os sete votos do PTB. Tião esperava colecionar pelo menos três: João Claudino (RR), Mozarildo Cavalcanti (RR) e Sérgio Zambiazi (RR).
No PR, Sarney teria feito, segundo a planilha de sua equipe, outro arrastão: levou todos os quatro votos da bancada.
Exceto por Magno Malta (ES), fechado com Sarney desde sempre, Tião esperava que os outros senadores do PR fossem atraídos pelo ministro Alfredo Nascimento (Transportes).
Filiado ao PR, Nascimento chegou a reunir a bancada no domingo (1), véspera da eleição.
Antes, Renan Calheiros acenara com a hipótese de entregar à legenda do ministro a quarta secretaria do Senado. Parece ter soado mais sedutor.
No PMDB, a equipe de Sarney contabilizou duas escassas baixas. Dos 20 senadores, apenas Jarbas Vasconcelos (PE) e Pedro Simon (RS) teriam votado em Tião.
No DEM, Tião esperava beliscar ao menos dois votos: Jayme Campos (MT) e Adelmir Santana (DF). Apertada pelo líder José Agripino Maia (RN), a dupla refluiu.
Vão abaixo os nomes dos supostos eleitores de Sarney:
PMDB (18 votos): Almeida Lima (PB), Garibaldi Alves (RN), Geraldo Mesquita (AC), Gerson Camata (ES), Gilvam Borges (AP), José Maranhão (PB), José Sarney (AP), Leomar Quintanilha (TO), Lobão Filho (MA), Mão Santa (PI), Neuto de Conto (SC), Paulo Duque (RJ), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Rosena Sarney (MA), Valdir Raupp (RO), Valter Pereira (MS) e Wellington Salgado (MG).
DEM (14 votos): Adelmir Santana (DF), ACM Jr. (BA), Demóstenes Torres (GO), Efraim Morais (PB), Eliseu Resende (MG), Gilberto Goellner (MT), Heráclito Fortes (PI), Jayme Campos (MT), José Agripino Maia (RN), Kátia Abreu (TO), Marco Maicel (PE), Maria do Carmo (SE), Raimundo Colombo (SC) e Rosalba Ciarlini (RN).
PC do B (um voto): Inácio Arruda (CE).
PP (um voto): Francisco Dornelles (RJ);
PR (quatro votos): César Borges (BA), Expedito Jr. (RO), João Ribeiro (TO), Magno Malta (ES).
PSB: (um voto): Antonio Carlos Valadares (SE).
PSDB (dois votos): Papaleo Paes (AP) e Marconi Perillo (GO).
PT (um voto): Delcídio Amaral (MS).
PTB: (sete votos): Epitácio Cafeteira (MA), Fernando Collor (AL), Gim Argello (DF), João Claudino (RR), Mozarildo Cavalcanti (RR), Romeu Tuma (SP) e Sérgio Zambiazi (RS).
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http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/
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ELEIÇÕES 2010: PMDB ("BRANCA E RADIANTE...")
A vitória de seus dois candidatos nas eleições para a presidência da Câmara e do Senado, na tarde de segunda-feira, deu ao PMDB um peso ainda maior nos preparativos para a sucessão presidencial de 2010. Com as vitórias do senador José Sarney (AP) e do deputado Michel Temer (SP), líderes do partido começaram a falar abertamente nos possíveis cenários para a próxima eleição nacional. Apesar dos discursos em defesa de uma candidatura própria, a legenda deve mesmo tentar garantir a vaga de vice.
Os resultados de segunda aumentam a possibilidade de formação de uma chapa encabeçada pelo candidato escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva - até agora, tudo indica que seja a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff - com um peemedebista na vice-presidência. Publicamente, no entanto, integra
ntes do partido que agora domina o Congresso falam em ser protagonistas da disputa. "Temos nomes e condições de deixar de ser a noiva para passar à condição de noivo", disse Eunício Oliveira.
Como o partido tem graves divisões internas, a chance de emplacar um candidato de consenso é reduzida. Por isso, a possibilidade de indicação de um vice na chapa de Dilma ou até na do governador José Serra, cotado para ser o candidato do PSDB, é vista como real. De acordo com o deputado Eunício, que deve assumir a presidência do partido, nomes como o de Sérgio Cabral, governador do Rio, Geddel Vieira Lima, minist
ro da Integração Nacional, e do próprio Temer são citados como possíveis escolhas.
O desfecho das eleições de segunda no Congresso abalaram o PT. De acordo com reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal O Estado de S. Paulo, integrantes do partido não conseguiram esconder sua preocupação. "Foi muito ruim para o PT. Com as duas Casas, o PMDB vai mandar na sucessão", disse o deputado Walter Pinheiro (BA), vice-líder do governo no Congresso. "Vamos acabar ficando nas mãos deles nas próximas eleições", admite o petista, temeroso com a influência reforçada do PMDB.
Já o presidente do PT, deputado Ricardo Berzoini (SP), disse que é preciso cautela na hora de avaliar o resultado. Depois, reconheceu: "A força do PMDB é grande. E hoje está com o presidente Lula, mas pode vir a apoiar outro candidato." Na eleição no Senado, José Sarney derrotou o petista Tião Viana por 49 votos contra 32. Na Câmara, o peemedebista Temer venceu com 304 votos de seus colegas - superando Ciro Nogueira (PP-PI) e Aldo Rebelo (PC do B-SP), que tiveram 129 e 76 votos, respectivamente.
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>(Chargista: Mariosan).
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http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/vitorioso-congresso-pmdb-ja-pensa-2010-419264.shtml-----------------
GOVERNO LULA/''LULISMO'' [In:] POR QUEM OS SINOS "DOBRAM"
A estratégia de Lula na Câmara foi clara: operou para ajudar Temer, na Câmara, exigindo fidelidade dos petistas, e liberando os ministros de outras legendas para fazer a campanha em seus partidos. No Senado, bastou deixar que o novo líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), coordenasse a candidatura de José Sarney.
Sarney e Temer foram eleitos com folga e sem sustos. No Senado, não foi possível executar a estratégia em favor de Sarney sem tornar ostensivo ao abandono ao candidato do PT, Tião Viana (AC). Quem sustentou a candidatura de Tião, durante longo tempo, foi o dissidente peemedebista Jarbas Vasconcelos (PE). O ministro das Relações Institucionais, José Múcio, do PTB, que participou de todas as reuniões pró Temer realizadas no domingo, cuidou apenas de produzir frases burocráticas dizendo acreditar nas chances de Viana. E os governadores petistas do Nordeste - Marcelo Déda (Sergipe), Jaques Wagner (Bahia) e Wellington Dias (Piauí) - viajaram para Brasília para fazer campanha para Temer, mantendo-se indiferentes ao candidato do PT no Senado. Este, que contabilizava 43 votos, teve 11 a menos e perdeu.
Tanto Sarney quanto Temer anunciaram, em seus discursos, que vão montar uma agenda que ajude a combater a crise financeira global. Disseram ainda que vão votar todos os projetos apresentados pelo governo contra a crise, pela manutenção do emprego e do crescimento econômico e maior distribuição de renda.
Prevaleceu na eleição das duas Casas do Congresso o que o mundo político já chama de ‘‘lulismo’’, que se caracteriza pelo apoio ao palácio, independentemente do que pense o PT. Desde que o presidente iniciou o segundo mandato, em janeiro de 2007, o ‘‘lulismo’’ prevalece sobre o ‘‘petismo’’. O que gera reações preocupadas e, algumas vezes, indignadas, de petistas.
‘‘O que aconteceu foi muito ruim para o PT. Com as duas Casas, o PMDB vai mandar na sucessão do presidente Lula’’, declarou alarmado o deputado Walter Pinheiro (BA), um dos petistas vice-líderes do governo no Congresso. ‘‘Vamos acabar ficando nas mãos deles nas próximas eleições para a Presidência.’’
Pinheiro lembrou que em 2010 será a primeira vez que o presidente Lula não participará da disputa, desde 1989, devendo apoiar a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). Isso, de acordo com ele, torna o PMDB força fundamental para a vitória de quem quer que seja - governo ou oposição.
Já o presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), também concordou que o PMDB se fortaleceu muito. Mas ele disse que é preciso esperar um pouco para ver aonde os peemedebistas vão. ‘‘A força do PMDB é grande. Hoje está com o presidente Lula, mas pode vir a apoiar outro candidato. Temos de esperar. Ainda é cedo. É preciso saber como o governo estará daqui a alguns meses.’’
De olho em 2010
Fortalecido, o PMDB já fala abertamente na sucessão presidencial de 2010. Dizem seus líderes que se cansaram de serem coadjuvantes; querem ser os protagonistas. ‘‘Temos nomes e condições de deixar de ser a noiva para passar à condição de noivo’’, disse o deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE), futuro presidente do partido, que deverá substituir Temer numa eleição que ocorrerá em abril ou maio.
Mas, como sempre acontece com o PMDB, não existe consenso sobre a candidatura própria, porque o partido possui duas alas distintas. Uma é a que atua na Câmara e que tem o comando partidário, com Michel Temer, Eunício Oliveira e Geddel Vieira Lima (ministro da Integração Nacional); a outra é a que foi montada no Senado, e que tem, entre outros líderes, Sarney, Renan Calheiros, Hélio Costa (ministro das Comunicações), Edison Lobão (ministro de Minas e Energia) e Sérgio Cabral (governador do Rio de Janeiro).
Desse modo dividido - e desse modo transformado em dois a fazer cobranças ao governo -, o PMDB fala também em apresentar um candidato a vice-presidente, tanto na chapa do governo, provavelmente com a candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), ou da oposição, com o tucano José Serra (governador de São Paulo). Nomes há. O próprio Eunício enumerou alguns deles: Sérgio Cabral, Geddel Vieira Lima, Michel Temer e Edison Lobão.
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SARNEY, TEMER, RENAN, COLLOR, QUÉRCIA [In:] SESSÃO DA TARDE (REPRISE)
Lula Marques/Folha Imagem![]() |
Na Câmara, venceu o deputado Michel Temer (PMDB-SP). Ele teve 304 votos e superou seus dois adversários -Ciro Nogueira (PP-PI), que teve 129 apoios, e Aldo Rebelo (PC do B-SP), com 76 votos. A Câmara tem 513 deputados e o quórum ontem foi de 509.
No Senado, o vitorioso foi José Sarney (PMDB-AP). Ele havia passado os últimos dois meses tentando ser o candidato único. A estratégia não deu certo. Ele teve de ir para a disputa contra Tião Viana (PT-AC) -venceu por 49 a 32, totalizando as 81 cadeiras do Senado.
Essas vitórias de Temer e de Sarney conferem aos dois grande poder para influir no governo Lula, em especial na sucessão de 2010. A presidenciável Dilma Rousseff, ministra da Casa Civil, tentou desconversar ao comentar a eleição. "A base do governo foi vitoriosa", disse.
Questionada sobre uma vaga de vice em sua eventual chapa, afirmou: "Estamos falando de 2009. E essa vitória é em 2009 e tem que ser vista como uma contribuição à governabilidade". Sob a ótica da oposição, o presidenciável José Serra (PSDB-SP) tem em Temer um aliado potencial e em Sarney um desafeto.
Apesar desse poder, nem Sarney nem Temer tiveram os apoios que alardeavam.
No caso da Câmara, a aliança formada pelo peemedebista tinha 15 partidos e um total de 425 deputados -o maior bloco já criado dentro do Congresso. Desses, 121 (28,3%) acabaram traindo Temer na hora do voto.
No Senado, sarneyzistas começaram contando 58 votos, e o número final foi desidratado para 49. Muito da redução do apoio se deu em decorrência de uma decisão inusitada do PSDB, cujo apoio oficial foi para Viana. Como a votação é secreta, não se pode mapear com precisão as defecções.
A conquista de Temer se cristalizou apenas nas 72 horas anteriores à disputa. O peemedebista teve grande ajuda com a saída de Osmar Serraglio (PMDB-PR) do páreo, anteontem à noite. Primeiro, quase todos os seus votos migraram para Temer. Segundo, propagou-se um desânimo nas campanhas de Ciro e Aldo.
Temer, 68, e Sarney, 78, são veteranos no comando do Congresso. Ambos começaram ontem o seus terceiros mandatos nas presidências de Câmara e Senado. O deputado foi eleito pela primeira vez em 1997 e reeleito em 1999. O maranhense, que agora se elege pelo Amapá, teve sua primeira eleição para presidir o Senado em 1995 e a segunda em 2003.
O PMDB é descendente direto do MDB (Movimento Democrático Brasileiro), partido de oposição consentida durante a ditadura militar (1964-1985). Na volta do país à democracia, a sigla comandou o Congresso inteiro por vários anos seguidos. Na década de 90, começou a entrar em decadência.
A última vez que dois peemedebistas estiveram à frente de Câmara e Senado, no biênio 1991-1992, o país passou por uma de suas maiores crises políticas. O então presidente da República, Fernando Collor de Mello, sofreu um processo de impeachment. No Congresso, o chamado escândalo dos anões do Orçamento provocou a perda de vários mandatos.
Agora, o PMDB assumirá o poder no Congresso em meio a uma crise econômica e assediado pelo PT e pelo PSDB para formar uma aliança nas eleições de 2010. A sigla também continua fracionada.
Ao tomar posse, Sarney anunciou um corte linear de 10% do orçamento do Senado (de R$ 2,7 bilhões neste ano). Também prometeu criar uma comissão para discutir a crise.
"Não me chamem de um homem retrógrado, como se eu fosse um velho que está chegando aqui, querendo, como um macróbio [aquele que vive muito], não renovar o Senado", disse ele. Ex-presidente da República (1985-1990) e com 33 anos de mandato de senador, Sarney será o 63º presidente do Senado. O posto também lhe confere o comando da presidência do Congresso Nacional, formado por todos os senadores e deputados.
O principal articulador sarneyzista foi o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que reassumiu a liderança da bancada do PMDB. Além do seu partido, Sarney contou com o apoio oficial de DEM, PTB, PP e PR. Os aliados do derrotado Tião Viana foram PT, PSOL, PRB, PDT, PSB e PSDB -este último teria lhe dado 12 votos.
Na Câmara, a primeira promessa de Temer foi a de regulamentar a Constituição. Também anunciou a criação de uma procuradoria parlamentar feminina -para garantir às 44 deputadas direito de voz e voto nas reuniões de líderes.
Ele tentará dar maior visibilidade ao trabalho dos congressistas nos Estados, em especial nos finais de semana. "Me insurgirei àqueles que disserem que nós só trabalhamos de terça a quinta. Temos que lembrar que Brasília é o Brasil formal e que o Brasil real está lá fora, nas nossas bases", discursou.
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(FERNANDO RODRIGUES, LETÍCIA SANDER, MARIA CLARA CABRAL, FERNANDA ODILLA E ADRIANO CEOLIN);
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0302200902.htm
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
03 de fevereiro de 2009
O Globo
Manchete: Com Sarney e Temer, PMDB comanda Congresso até 2011
No túnel do tempo
O ex-governador de São Paulo, Orestes Quércia, cujo grupo apoiou a candidatura de Michel Temer, fortalece a parte do PMDB que não apóia o presidente Lula. Quércia se cacifa para ser candidato ao Senado por São Paulo, com apoio do PMDB. (pág. 1)
Atrasado para votar, PSOL vai de jatinho
MEC: federais formam mais que particulares
Déficit comercial volta após oito anos
'Banco podre' ganha força na Europa
Em 2008, o Bradesco lucrou R$ 7,6 bilhões, 4,9% menos. (págs. 1, 17 e 18)
Chávez festeja uma década com feriado
Paes revoga aumento de salários
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Folha de S. Paulo
Manchete: PMDB vence na Câmara e no Senado
Eliane Cantanhêde: Resultado eleitoral no Congresso não incomoda Lula
Balança comercial tem 1º déficit em 8 anos
BNDES responde por 14% de todo o investimento feito no Brasil
Cursos para formação de professores perdem alunos
Editoriais: Leia “Dose dupla”, sobre vitórias do PMDB no Congresso; e “Violência em baixa”, acerca de homicídios. (Págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: PMDB domina Congresso e quer vaga de vice para 2010
Frases
Presidente do Senado
Michel Temer
Presidente da Câmara
Análise- Dora Krammer -Partido manda, seja qual for o governo
Senadores veem traição na base governista
Balança comercial tem lº déficit desde 2001
Após corte de IPI, venda de veículos cresce 1,5% em janeiro
Ensino privado superior sofre desaceleração após dez anos
Fórum de Belém
Colômbia - Confusão adia soltura de reféns
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Jornal do Brasil
Manchete: Eles estão de volta
Lula exige ousadia contra a crise
Estado assume o Dona Marta
Inadimplência e crédito preocupam
Sociedade Aberta – Eleição no Congresso
Sociedade Aberta – Roberto Wider
Sociedade Aberta – Allan Kardec Duailibe
Sapatada até no premier chinês
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Correio Braziliense
Manchete: Eis os generais da marcha para 2010
Temer, por seu lado, ainda não fala abertamente sobre o assunto. Mas comanda o diretório nacional do PMDB e terá papel decisivo na construção das futuras alianças. Político muito próximo do governador paulista José Serra (PSDB), contraiu uma dívida de gratidão com Lula, que garantiu o apoio irrestrito do PT e assim ajudou a conduzi-lo ao topo da Câmara. A sorte está lançada. (págs. 1 e 2 a 10)
Alívio no Palácio do Planalto: disputa acaba sem grandes rusgas com alas do partido vitorioso (págs. 1 e 2 a 10)
Deputados licenciados retomam vagas e botam R$ 16,5 mil no bolso por um dia de trabalho (págs. 1 e 2 a 10)
Exportações desabaram (págs. 1 e 16)
P53, o gene que vence o câncer (págs. 1 e 22)
Mundial de 2014 - Brasília “à disposição” para a Copa
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Valor Econômico
Manchete: Empresas têm custo cada vez mais alto em captações
A emissão da Bradespar, de R$ 610 milhões em debêntures aprovada na semana passada, saiu por 125% do CDI para papéis de apenas três anos. A taxa foi ainda maior para as notas promissórias de 180 dias lançadas pelas cinco concessionárias da OHL Brasil, que captaram R$ 200 milhões a 136% do CDI.
Antes da crise, empresas de primeira linha emitiam papéis de até sete anos oferecendo menos de 108% do CDI. Com a rentabilidade elevada, a demanda cresce. A procura pelos papéis da Bradespar chegou a dez vezes o volume ofertado e somou R$ 6 bilhões. Mas a rentabilidade não caiu porque boa parte dos investidores se dispôs a ficar com os papéis desde que saíssem com a taxa no teto previsto no início da oferta.
A crise afastou os investidores em debêntures, Em cinco meses, foram apenas três emissões. Outra alternativa ao crédito escasso, a securitização também teve o custo elevado. Neste ano, só duas operações de FIDC foram a mercado, com taxas de 120% e 125% do CDI. Antes da crise,giravam em tomo de 108% do CDI.
Um alento para as grandes empresas pode ser a demanda dos fundos de pensão por papéis privados. Com a perspectiva de queda dos juros, eles já buscam retornos maiores, As emissões de debêntures e títulos de direito creditório despertam o interesse das fundações. A Sabesprev ficou com R$ 50 milhões em debêntures na última emissão da Sabesp (de R$ 220 milhões). A Funcef, dos funcionários da Caixa Econômica Federal, investiu R$ 400 milhões em títulos de crédito corporativo no fim de 2008. (págs. 1, C1 e C2)
PMDB comanda o Legislativo
Receita aperta o cerco contra paraíso fiscal
Barreiras à exportação
Resultados do Bradesco
Azul vai à Justiça para pousar no Rio
China reduz importações do Brasil
Ideias
Ideias
Governos dos EUA e da Europa terão de captar US$ 4 tri para bancar pacotes econômicos (págs. 1 e C5)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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