A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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quinta-feira, julho 12, 2007
BOLÍVIA, BRASIL & PAC: O IM[PAC]TO DA HIDRELÉTRICA
LA PAZ - A Bolívia informou ao Brasil que não concorda com a recente concessão de uma licença ambiental para a construção de duas grandes usinas hidrelétricas no rio Madeira e pediu uma reunião urgente, a fim de analisar o impacto desses projetos, disseram nesta quinta-feira, 12, meios de comunicação bolivianos. O governo boliviano manifestou-se a respeito do assunto na última quarta-feira, por meio de uma carta enviada pelo chanceler daquele país, David Choquehuanca, ao ministro brasileiro das Relações Exteriores, Celso Amorim, poucas horas depois de o Brasil ter dito que havia autorizado a construção das polêmicas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau. O embate a respeito dos megaprojetos, que juntos teriam uma potência de 6.450 megawatts, acontece depois de uma áspera troca de declarações entre os governos dos presidentes Evo Morales e Luiz Inácio Lula da Silva, em virtude das conseqüências para a Petrobras da nacionalização do setor petrolífero boliviano. "Lamentamos e expressamos nossa insatisfação com o fato de ter havido a expedição da licença ambiental para a licitação dessas duas hidrelétricas" a serem construídas perto da fronteira com a Bolívia, afirmou Choquehuanca na carta enviada a Amorim e reproduzida em alguns jornais. O governo de Morales reclama porque a licença saiu antes de "ter sido realizada uma análise dos impactos ambientais, sociais e econômicos considerando os afluentes do rio Madeira que se encontram no território boliviano", segundo a carta. O Madeira, um afluente do rio Amazonas, concentra quase todas as águas da metade Norte da Bolívia e é apontado como uma importante via de transporte ligando a cordilheira dos Andes ao oceano Atlântico. Segundo Choquehuanca, a Bolívia espera "realizar, o mais breve possível, um encontro político de alto escalão para tratar da problemática." O chanceler boliviano disse que o Brasil não cumpriu um compromisso firmado no ano passado, de informar permanentemente a Bolívia a respeito dos estudos sobre as duas hidrelétricas e, em especial, a respeito dos impactos sobre a flora, a fauna, a saúde e a sedimentação a serem provocados pela formação das represas. Os projetos de Jirau e Santo Antônio, cidades localizadas a 84 e a 190 quilômetros da fronteira boliviana, respectivamente, inundariam um total de 529 quilômetros quadrados de área, segundo informações dos meios de comunicação bolivianos. Procurada pela Reuters, o Ministério de Relações Exteriores brasileiro não tinha ninguém disponível para comentar a notícia. Reuters, Estadão.
CONSELHO DE ÉTICA & RENAN CALHEIROS
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
OPERAÇÃO ÁGUAS PROFUNDAS/PF: PETROBRÁS & LICITAÇÕES FRAUDULENTAS

BRASÍLIA - A Polícia Federal apurou que a Angraporto, empresa pivô do esquema de fraudes em licitações da Petrobras, teria desviado R$ 60 milhões em apenas três contratos auditados. O ganho ilícito, segundo a polícia, foi gerado mediante superfaturamento de preços e recebimento por serviços não realizados e "calçados" (justificados) com notas fiscais frias fornecidas por empresas fantasmas. A PF diz que essas empresas que fornecem as notas são "um verdadeiro laranjal". A Operação Águas Profundas foi desencadeada na última terça-feira e aponta a participação de três executivos da Petrobras, já presos. Nesta quarta-feira, a Polícia Federal prendeu mais um acusado de envolvimento nas fraudes. Ricardo Moritz, suspeito de atuar como ´laranja´ no esquema, foi preso em Santa Catarina. Quatro ainda estão foragidos de um total de 18 pessoas com prisão decretada. Também nesta quarta, o juiz Flávio Lucas de Oliveira, da 4ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, aceitou a denúncia do Ministério Público contra os 26 suspeitos. Os contratos, orçados em R$ 150 milhões no total, foram para reforma das plataformas P-10, P-14 e P-22, que tiveram as licitações vencidas pela Angraporto de forma fraudulenta, conforme sustenta o relatório da operação. Segundo a PF, as licitações embutiam exigências que só a Agroporto podia atender, direcionando assim a contratação. Como o rombo pode ter sido acima dos R$ 60 milhões, por recomendação da PF e do Ministério Público, a Petrobras vai realizar uma ampla auditoria em todos os seus contratos fechados nos últimos anos. A ordem é verificar se houve interferência da Agraporto e de outras empresas associadas para fraudar mais licitações. Só neste ano, a Petrobras já investiu R$ 14 bilhões em obras, serviços e compras, segundo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do governo federal (Siafi). Segundo a PF, a estatal, principal financiadora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estava apenas aguardando a conclusão da operação para começar o pente-fino nos contratos. As fraudes na Petrobras incluíam o repasse, por servidores da Petrobrás com nível de gerência, de informações privilegiadas para a quadrilha, que assim fraudavam as licitações. Os demais são empresários, servidores da Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema), um deles ex-presidente do órgão, lobistas e um ex-deputado estadual do Rio. A PF também constatou um esquema de desvio de recursos da estatal em favor de um grupo de organizações não governamentais (ONGs). Essas entidades prestavam contas de forma fraudulenta de recursos recebidos por serviços não realizados. Segundo a PF, as ONGs são as mesmas de um esquema semelhante de desvio de recursos públicos praticado no governo passado, comandado pela governadora Rosinha Matheus e seu marido, Anthony Garotinho, que negam a acusação. Durante as mais de 60 buscas realizadas nas casas e escritórios das empresas e pessoas investigadas, chamou a atenção o arsenal encontrado na casa do empresário Arnaldo Araújo Mattos. Foram apreendidas três espingardas calibre 12, duas metralhadoras USI, uma carabina 22, duas pistolas (Colt e Bereta), vários revólveres, um silencioso de metralhadora e até uma mira a laser, além de farta munição e material de reposição bélico. As armas estavam municiadas. Vannildo Mendes, do Estadão. Chargista MValle.
OPERAÇÃO ÁGUAS PROFUNDAS/PF: "NO FUNDO, NO FUNDO..."
Ricardo Brandt, Estadão. Chargista Mvalle.
TECNOLOGIA: PRESO ATÉ QUE UM "CRAC" OS SEPARE!

CONGRESSO NACIONAL: LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS
