A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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segunda-feira, julho 22, 2013
'' O QUE SERÁ/ QUE SERÁ/ QUE ANDAM COMBINANDO/ NO BREU DAS TOCAS..." (Chico Buarque)
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RENOVAR O ''IRRENOVÁVEL''! (Falcão não é ''Phoenix'')
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HIPÓCRATES E HIPÓCRITAS
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CFM entra na Justiça contra Mais Médicos
O Conselho Federal de Medicina entrou com ação civil pública na Justiça Federal contra o programa Mais Médicos, do governo. A entidade questiona os critérios para a vinda de médicos estrangeiros e a criação de "subcategorias de médicos, com limitação territorial". O CFM diz que a medida é "oportunista".
Conselho tenta barrar mais médicos
Conselho Federal de Medicina (CFM) ingressou com ação civil pública na Justiça Federal contra o programa Mais Médicos do governo, federal. O CFM questiona a vinda de médicos estrangeiros sem validação de diplomas, a falta de comprovação do domínio da língua portuguesa e a criação do que chamou de "subcategorias de médicos, com limitação territorial".
Para o conselho, esses médicos serão "jogados" na periferia das cidades ou em locais longínquos do País, "sem nenhum controle de sua capacidade técnica", advertindo que essa "é uma atitude, no mínimo, temerária, para não dizer criminosa".
A entidade, que promete novas ações contra o programa, classifica a medida provisória que trata do Mais Médicos como "oportunista", justificando que o governo anuncia o programa "se aproveitando do clamor público oriundo das ruas para editar uma legislação simplesmente populista".
O conselho aponta também para "os riscos" do não domínio do português pelos médicos estrangeiros, o que "afetaria a comunicação verbal nas consultase escrita, no momento da prescrição de receitas", e diz que "essas gritantes incongruências" exigem uma medida suspensiva do programa por "precaução", para que se "evite a perpetração de danos à saúde dos destinatários".
A entidade pede à Justiça que "os Conselhos Regionais de Medicina não sejam obrigados a efetuar o registro provisório dos médicos intercambistas que aderirem ao projeto Mais Médicos para o Brasil, sem a comprovação documental da revalidação dos diplomas emitidos por universidades estrangeiras, bem como da apresentação de certificado Celpe/Bras (de proficiência na Língua portuguesa) para os estrangeiros até que o mérito desta questão possa ser analisado pelo Poder Judiciário".
O CFM ressalva, no entanto, "que ação nao é contra a presença de médicos estrangeiros em território brasileiro, mas pelo ; cumprimento da exigência legal de que demonstrem efetivamente sua capacidade técnica para o exercício da profissão médica, nos termos do arcabouço legislativo já existente."
A ação foi apresentada à Justiça na sexta-feira. O Estado não conseguiu ontem contato coxn o Ministério da Saúde.
Para lembrar
Programa quer médico no SUS
Oprograma Mais Médicos foilançado pelo Ministério da Saúde há duas semanas rim o objetivo de atrair médicos - incluindo é strangeiros - para atuar na rede pública de saúde em regiões distantes, especialmente em cidades no interior do País.
O governo federal lançou um edital oferecendo um salário de 10 mil para os médicos cm contrato temporário de três anos. O valor será pago pelo ministério.
O programa gerou reação da classe médica porque o governo dispensou a necessidade de o médico estrangeiro fazer a revalidação do diploma de Medicina aqui no Brasil Também eximiu a necessidade de comprovação de proficiência na língua portuguesa.
adicionada no sistema em: 22/07/2013 04:18
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''POMBO CORREIO, VOA LIGEIRO'' (Moraes Moreira)
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Congresso não vota projetos anticorrupção
Apesar do ritmo frenético adotado nos últimos dias para votar questões de apelo popular, mais de uma centena de projetos de lei que fecham o cerco à corrupção estão parados no Congresso, colocando em dúvida a real disposição dos parlamentares em atender às ruas.
Ao menos 145 propostas estavam congeladas na Câmara dos Deputados ou no Senado até o dia 26 de junho, segundo a Frente Parlamentar de Combate à Corrupção. Elas buscam endurecer regras contra o nepotismo, tipificar crimes contra o erário e aumentar o controle sobre organizações não governamentais que recebem dinheiro da União, entre outras medidas. Desde então, houve avanços em algumas propostas, mas a maioria dos projetos de lei continua exatamente como estava antes: sem sair do lugar. Há casos de proposições paradas há mais de dez anos. Nem foram aprovadas, nem arquivadas.
Correios monta equipe de 250 auditores
Por Daniel Rittner | De Brasília
Estopim da maior crise política do governo Lula e alvo de operações da Polícia Federal que levaram à cadeia um de seus diretores, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) ganhou um programa de prevenção à fraude, inédito na administração pública federal. O gaúcho José Luis Boll, funcionário de carreira da Controladoria-Geral da União (CGU) e nomeado recentemente chefe da auditoria interna dos Correios, está à frente do projeto.
Um dos pilares do programa é a identificação de cada etapa dos processos "críticos" e de quem são os funcionários responsáveis por eles: licitações, contratos, convênios, patrocínios, informática. A ideia é aumentar o rigor no monitoramento dessas ações.
"Os problemas encontrados nos Correios tiveram origem nas falhas dos controles internos", diz Boll, referindo-se a escândalos que a estatal protagonizou na década passada. "Onde há possibilidade de fraudes, o programa propõe maior controle para mitigar esses riscos", acrescenta.
A prevenção inclui, por exemplo, orientações a servidores que atuam em comissões de licitação a fim de identificar antecipadamente práticas como o conluio entre fornecedores. Estão sendo fechadas parcerias com órgãos como a Polícia Federal e o Tribunal de Contas da União (TCU) para aperfeiçoar a apuração de suspeitas de irregularidades, bem agilizar investigações no primeiro indício de irregularidades.
A auditoria interna dos Correios, formada por uma equipe de aproximadamente 250 profissionais, está sendo dividida em núcleos especializados, como o de contratos e o de licitações. Isso permitirá, segundo Boll, uma vigilância mais atenta sobre procedimentos que merecem cuidado especial. "A ideia é que tenhamos, com esse projeto-piloto, uma referência para toda a administração federal", comenta.
Foi na estatal que teve início a maior crise política do governo Lula - o mensalão. Um vídeo, que mostra o então funcionário Maurício Marinho recebendo dinheiro de empresários, esteve na origem da CPI dos Correios. No vídeo, Marinho dizia ter autorização do ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB-RJ), que acabou denunciando o esquema de pagamentos conhecido como mensalão.
Depois, em 2008, uma operação da Polícia Federal desmontou um esquema de fraudes em agências franqueadas da ECT. Por ter ocorrido no mesmo alvo do escândalo anterior de corrupção, ficou conhecida como Operação Déjà Vu. Foram presos empresários e servidores, entre os quais o diretor comercial dos Correios.
adicionada no sistema em: 22/07/2013 01:21
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''ANDAR COM FÉ EU VOU...'' (Gilberto Gil)
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BOLSA FAMÍLIA. NADA A TEMER
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''DI MENOR''
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JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE. ''O QUE SERÁ, QUE SERÁ?''
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