A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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sexta-feira, junho 01, 2007
CÂMARA & SENADO vs HUGO CHÁVEZ: "DÁ O PÉ, LOURO!"
RENAN CALHEIROS "BY" MÔNICA VELOSO

- Por que se recusa a dar entrevista sobre o assunto? - Eu virei o foco, o personagem principal.
- Qual é o foco a ser seguido? Por exemplo, a Mendes Júnior? Não sei, mas talvez seja mais fácil investigar [a empreiteira] do que falar da minha vida pessoal. Talvez seja mais rentável [investigar], né.
- Sofreu ameaças? Eu não posso dizer, sinceramente eu não posso.
- Não pensa em dar entrevista para esclarecer tudo? Vamos esperar o processo acabar, eu não posso falar agora. Se eu falar vai voltar para a mesma história que eu estou te dizendo. Começou segunda de um jeito, aí veio no percurso de uma forma, botaram todos os holofotes em cima de mim, e esqueceram o que a [revista] "Veja" tinha trabalhado, agora parece que estão voltando de novo para uma outra situação. Se eu falar, vão querer que eu fale sobre meus hobbies. (...) Eu preciso esperar passar o processo com o pai da minha filha (...) Aí então tá, vamos ver o que estava certo e o que é errado.
- No Congresso se fala muito sobre o caso... Sabe qual é a idéia daí [do Congresso]? É que se fale muito, que vocês me procurem, que eu fique atacadíssima e comece a falar. Aí pronto, vamos virar para lá porque agora ela resolveu falar, quem sabe ela conta alguma coisa.
- Mas tem o que contar? [Risos]
- Há que temer Mônica Veloso? Não, não sou ameaça para ninguém, não tem nada disso. Agora que tem o que contar, né, eu tive uma relação de três anos, você imagina.
- Foi publicado que a sra. recebeu ameaças da mulher de Renan, chegou a registrar três ocorrências policiais. Isso ocorreu? Sobre isso eu não posso falar, é recomendação do meu advogado, e eu não vou me meter mais em confusão não.
PS.: A jornalista, não há quem duvide, tornou-se, por assim dizer, um valioso arquivo ambulante. A dúvida é se há em Brasília alguma autoridade interessada em ouvir o que ela tem para reportar. Tome-se o exemplo do corregedor Romeu 'Quero Absolver o Renan' Tuma. Sua Excelência já informou que tomará o depoimento do lobista Cláudio 'Amigo' Gontijo, da Mendes Júnior. Não lhe passa pela cabeça, porém, inquirir Mônica 'Encrenca' Veloso. Sua Excelência inaugura um novo tipo de investigação: a correição saci-pererê, de uma perna só. Escrito por Josias de Souza, Folha Online. Foto Lula Marques/Folha.
RENAN CALHEIROS & "ACORDÃO"
Apesar de o Conselho de Ética ainda não ter se reunido para analisar o caso do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), politicamente ele já foi absolvido previamente pelos colegas. Renan é hoje um dos políticos mais influentes no Congresso e com essa força de articulação garantiu a montagem de uma eficiente blindagem política em todos os partidos para proteger seu mandato de senador e o posto de presidente do Congresso. Nas últimas 24 horas, Renan tem conversado seguidamente com seus principais aliados para checar a temperatura política e também se colocar à disposição para prestar qualquer esclarecimento. Embora neguem a existência de um "acordão" político para pré-absolver Renan, os senadores repetem diariamente que consideram consistentes as explicação oferecidas pelo presidente do Senado. "Não existe nenhum tipo de acordo para proteger ninguém", afirma o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). "Ninguém está acima da lei, mas a mesma Justiça presume também a inocência das pessoas quando não há culpa. E, para mim, as explicações dele são convincentes", diz o senador, justamente um dos principais aliados de Renan. "Politicamente, acho que esse caso já está encerrado", acrescenta o líder do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), outro aliado. A blindagem em torno de Renan começou a ser montada no sábado, numa reunião com aliados, feita em sua residência, quando foi decidido como seria seu discurso de explicação, na segunda-feira passada. Essa operação continuou a ser amarrada num almoço realizado na terça-feira, na casa do presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), reunindo alguns dos principais senadores. Jereissati também nega que haja um acordo, mas também se dá por satisfeito com explicações apresentadas. As informações são de O Estado de S.Paulo. AE, noticias.br.ms.
LULA: VIAGEM AO EXTERIOR
HUGO CHÁVEZ vs SENADO: "QUE TRISTE PARA O POVO BRASILEIRO!"

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
MANGABEIRA & LULA: "AÇÕES DE LONGO PRAZO"
Com a ressalva de que falava "em tese" sobre o tema, o ministro Walfrido Mares Guia, Relações Institucionais, sugeriu nesta quinta-feira que o professor Roberto Mangabeira Unger cogite da desistência de assumir a nova Secretaria Especial de Ações de Longo Prazo. Convidado para o cargo em abril, Mangabeira acionou judicialmente, nos Estados Unidos, a Brasil Telecom (que tem entre os controladores fundos de pensão de estatais brasileiras), o que foi reprovado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Se isto (a ação contra a empresa) for um empecilho legal, ou ele retira a ação ou ele desiste do cargo", disse Mares Guia a jornalistas depois de reunir-se com Lula no Palácio da Alvorada. Lula já avalia a hipótese de retirar o convite ao professor, o que será decidido na volta da viagem de dez dias a Inglaterra, Índia e Alemanha, que começa nesta quinta, segundo uma fonte graduada do Planalto. De acordo com esta fonte, o presidente esperava que o próprio Mangabeira desistisse do cargo depois de ser informado sobre o descontentamento de Lula com o fato de ter aberto a ação judicial já na condição de ministro convidado. Mangabeira Unger prestou serviços como advogado à Brasil Telecom quando a empresa era controlada pelo banqueiro de investimentos Daniel Dantas. Na ação judicial, ele estaria exigindo dos novos controladores pagamento por aqueles serviços. Ainda segundo a fonte do Planalto, Mangabeira fez chegar a Lula nesta quinta-feira a notícia de que teria retirado a ação e fechado um acordo com a Brasil Telecom, mas uma fonte credenciada da empresa informou à Reuters que a ação continuava existindo e que não houve acordo formal ou verbal com Mangabeira Unger. Mangabeira teria sido escolhido por Lula, aceitando uma indicação do vice-presidente José Alencar. Os dois são do mesmo partido, o PR. O presidente justificou a aliados que o cobraram pela escolha que Alencar nunca havia lhe pedido nada, e que não havia como negar. Além disso, Mangabeira Unger é do PR e Lula entende que todos os partidos que compõem a base precisam estar representados no Ministério e esta seria a forma de cumprir isso. Na vice-presidência, já há sinais de que esta indicação não seja tão importante. Colaboradores de Alencar chegam a negar que tenha partido dele a indicação de Mangabeira.
O professor de Direito da Universidade de Harvard "converteu-se" durante a campanha eleitoral de 2006, quando apoiou Lula. Mangabeira Unger foi um ácido crítico de Lula durante a crise do mensalão. Em 2005, publicou artigo afirmando que o governo Lula era "o mais corrupto da história". (Colaborou Tânia Monteiro), Reuters e AE.
OPERAÇÃO FURACÃO: CÃO QUE "LADRA" NÃO FALA!
O policial civil do Rio de Janeiro, Marco Antônio Bretas, acusado pela Procuradoria Geral da República de ser um dos responsáveis pelo repasse de propinas que a máfia dos jogos pagava a policiais civis, militares e federais, recusou-se a prestar depoimento na tarde desta quinta-feira, 31. Bretas e mais três funcionários públicos denunciados no processo da Operação Hurricane (Furacão, em inglês) foram interrogados pela juíza Ana Paula Viera de Carvalho, da 6ª Vara Federal. Documentos encontrados pela Polícia Federal nas buscas e apreensões realizadas em 13 de abril mostraram, como relatou a juíza em um despacho seu, que a máfia dos jogos, pagava mensalmente às três polícias R$ 1.138.000. Segundo a denúncia, a máfia é comandada pelos bicheiros Antônio Petrus Kalil, o Turcão, Aniz Abrahão David, o Anísio da Beija Flor, e Ailton Guimarães Junior, o Capitão Guimarães. O pagamento mensal apareceu em um documento encontrado na casa de Luciano Andrade do Nascimento, o Boca, homem de confiança de Júlio Cérsar Guimarães Sobreira, o sobrinho do Capitão Guimarães, apontado como responsável pelo pagamento de propinas. Em uma das casas de Júlio a polícia recolheu R$ 1.931.099,00 em espécie. Marcos Bretas trabalhava com Júlio, servindo de intermediário entre ele e os policiais, como consta da denúncia. Segundo o relatório do delegado federal Élzio Vicente da Silva, responsável pela investigação, a folha de papel encontrada na casa de Boca revela os “gastos fixos que são destinados a Polícia Civil (R$ 848.600,00) Polícia Militar (R$ 51.500,00), Polícia Federal (R$ 240.000,00), Políticos (R$ 23.000,00), Escritório (R$ 45.000,00), Folha de Pagamento de Funcionários (R$ 61.300,00)”. Há ainda referências a “Prefeit. ( - R$ 60.000,00) e Publi. (R$ 9.000,00)” que o delegado questiona se seriam Prefeitura e Publicidade. Uma outra descoberta da polícia é que a máfia trabalhava com um código próprio para se referir às proprinas pagas a determinadas delegacias. Usavam as letras da palavra “Mosqueiral”, em que cada uma delas correspondia a um número de 1 a zero. Na relação, DH apareceu com a letra “e”, DRE “u” e DAS “us”. Na Polícia DH é Delegacia de Homicídio, DRE, Delegacia de Repressão a Entorpecentes e DAS, Delegacia Anti-seqüestro. Na tabela, a letra “e” corresponde a 6, a letra “u” ao número 5 e o “s” a 3. Estes valores, segundo estudo feito pelos policiais, multiplicados por mil reais corresponderiam ao dinheiro pago. O interrogatório de ontem seria dos policiais denunciados que, por serem funcionários públicos têm, direito à defesda prévia antes do juiz se pronunciar sobre a denúncia. Somente no dia 24 de maio a juíza Ana Paula recebeu a denúncia contra os delegados federais Carlos Pereira da Silve e Susie Pinheiro de Mattos, o agente da Polícia Militar Francisco Martins e o policial civil Marco0s Bretas. Os quatro, que estavam em Brasília, vieram ontem para o Rio. Até o início da noite os depoimentos dos três que falaram não tinham sido liberados. O advogado de Pereira, Pedro Teixeira, denunciou que seu cliente apanhou de policiais civis dentro do presídio da Papuda em Brasília e garantiu que não há provas que os incrimines. “Ele está sofrendo uma antecipação de pena”, garantiu. Estadão, Marcelo Auler.
JOSÉ ROBERTO ARRUDA: GOVERNADOR DE BRASÍLIA (Entrevista) 1a. parte
