A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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segunda-feira, junho 14, 2010
ELEIÇÕES 2O1O [In:] ''CASH'' IDEOLÓGICO...
"Dilma é candidata por falta de OPÇÃO"
Direto da Fonte - Sônia Racy |
O Estado de S. Paulo - 14/06/2010 |
Para ex-integrante do governo e amigo de Lula, o PT continua sendo o partido dos pobres mas não da ética. Frei Betto lutou, foi preso, rezou em passeatas e chegou ao poder com o Lula em Brasília. Agora, ele se define como um "feliz indivíduo não governamental". Depois de correr o mundo, está de volta para onde tudo começou. Vive no convento dos frades dominicanos, uma construção moderna, em Perdizes. De lá, reflete sobre sua trajetória, os caminhos e descaminhos do PT que ajudou a construir. Sem deixar de ser crítico, fala sobre avanços do governo Lula: "Hoje não há uma pessoa que diga que o PT se destaca pela sua integridade". Sobre a indicação de Dilma Rousseff para disputar a sucessão de Lula, diz que se não fosse o mensalão o candidato certamente seria outro. Frei Betto gosta de temperos fortes. Também é assim quando cozinha para os amigos. Faz "bacalhau espiritual" à base de muito leite de coco.
O que mudou para que o Brasil viesse a ter uma candidata oriunda da esquerda armada? É fantástico que, enquanto os torturadores se escondem envergonhados e não conseguem nem votos de seus companheiros de farda, uma pessoa como a Dilma seja hoje a candidata preferencial à Presidência. Acho que ela está preparada, conhece profundamente a administração pública e foi ótima ministra. Lula fez uma boa escolha? Lula fez a escolha possível porque as outras se queimaram. Dilma é candidata por falta de opção. Se não fosse o caso mensalão quem seria o candidato? José Dirceu teria chance? Só Lula pode responder, mas, na minha opinião, certamente não seria a Dilma. O PT é um antes do mensalão e outro depois? Sem dúvida alguma. O PT tinha dois trunfos simbólicos para garantir a sua credibilidade: ser o partido dos mais pobres e da defesa da ética. De certa maneira, ele ainda é o partido dos desfavorecidos. O apoio popular do presidente Lula vem das políticas sociais que governo desenvolveu. Entretanto, não há hoje ninguém que diga que o PT se destaca por sua integridade. O caráter da militância mudou? Com certeza. Nas eleições dos anos 80 e 90 existiam militantes que voluntariamente se dedicavam a fazer panfletagem, que davam o sangue nas campanhas. Hoje os cabos eleitorais do PT são pagos. Isso é triste. Por que o governo Lula não deu continuidade ao Fome Zero? Porque quem controlava o cadastro eram representantes eleitos em assembleias populares. Isso provocou gritaria dos prefeitos, pois o dinheiro não passava por eles. Saía da Caixa Econômica direto para as famílias beneficiadas. O prefeitos ameaçaram sabotar e o governo federal decidiu erradicar os comitês gestores formados em mais de 2 mil municípios. O governo deu aos prefeitos o controle do cadastro, permitindo que famílias fossem incluídas ou retiradas do programa, estimulando a corrupção. Isso criou uma relação de clientelismo político no País. Por que deixou o governo? Descobri que não era minha vocação. Fui convocado para fazer o Fome Zero que tinha um caráter emancipatório. O governo matou o programa e o substituiu pelo Bolsa Família, que é usado como cacife eleitoral. Até agora nenhum gênio achou a porta de saída. Você guarda mágoas? Não, ao contrário. Minha experiência no governo expus em dois livros: A Mosca Azul e Calendário do Poder. Tenho bons amigos lá e espero que tudo tenha continuidade. Queria voltar a escrever, pois é minha verdadeira vocação. Quais são os problemas do governo Lula na sua opinião? O governo Lula, apesar de muitos méritos, ainda deve à Nação reformas básicas, como a agrária, tributária, política, da saúde e da educação. O principal defeito do governo atual é não ter mexido na estrutura. O presidente Lula o consulta? Não, o presidente é meu amigo. Nunca fui consultor, guru. Isso que falam é bobagem. Tem falado com Fidel Castro? Tenho. Quando vou a Cuba, ele me recebe na casa dele. A última vez foi no dia 3 de março, quando fui comemorar os 25 anos do livro Fidel e a Religião. Acredita em abertura do governo de Cuba com Raúl Castro?Raúl está empenhado em reduzir o paternalismo estatal e permitir o aumento dos salários. Mas o retorno do capitalismo está fora de cogitação. O que acha do Lula intermediar acordo para que o Irã desenvolva seu programa nuclear? Lula é um grande negociador. Ele provoca enorme ciumeira no cenário internacional porque não precisa pedir licença a ninguém para desempenhar seu papel de agenciador da paz. Não importam os argumentos de que o Irã tem um governo teocrático e de que não respeita os direitos humanos? Mas os EUA também não respeitam. Quem deu a eles o direito de ocupar o Vietnã, de matar mais de 600 mil civis no Iraque e outros tantos no Afeganistão?Que moral têm para falar de um país como Irã? É possível, então, ignorar a falta de liberdade de expressão e a pena de morte? E nos EUA não tem? É legítimo se os dois países se comportam da mesma forma? Nós queremos a paz no mundo e não haverá paz se não tiver justiça. Enquanto não vem, o melhor caminho é dialogar. Isso o Lula faz muito bem. Como vê o comportamento da igreja em relação à pedofilia? A igreja tardou a tomar providências efetivas. Primeiro internas, com a suspensão dessas pessoas, depois respondendo pelos crimes cometidos perante a legislação vigente. O que está por trás disso? A ideia de que todo sacerdote precisa ter vocação para o celibato. Esse não era o ponto de vista de Jesus. E como sei disso? Porque está no primeiro capítulo do Evangelho de Marcos, que fala que Jesus curou a sogra de Pedro. Agora, se Pedro tinha sogra, qual é a conclusão? E o interessante é que não só Jesus incorpora ao grupo de apóstolos um homem notoriamente casado como o escolhe para ser o primeiro Papa. O celibato foi uma medida tardia na história da igreja católica. E o celibato leva à pedofilia? Isso acontece por dois motivos: a obrigatoriedade do celibato e a má formação afetiva dos seminaristas. Acho um crime colocar no seminário um jovem antes dos 15 anos, que não tem claro ainda o seu perfil sexual, e depois jogá-lo sozinho em uma paróquia sem qualquer relação familiar. Essa carência leva, às vezes, a aberrações. Você é celibatário? Sim. Para quem vive numa comunidade religiosa como eu, não faz o menor sentido casar porque você partilha os seus bens, a sua vida. Agora, para os sacerdotes diocesanos não há nenhuma razão. Se há nesses escândalos de pedofilia algo aproveitável é a possibilidade da igreja voltar a discutir a obrigatoriedade do celibato e a ordenação das mulheres. Qual é a explicação para as mulheres não sejam ordenadas? A igreja considera ainda hoje a mulher um ser inferior ao homem. No período medieval, a instituição abraçou o princípio de São Tomás de Aquino que, entre grandes luzes, disse essa bobagem. Como era o Frei Betto de 30 anos atrás e como é o de hoje? Continuo um cigano de Deus, viajando a bordo de um paradoxo. Há 30 anos eu acreditava que o meu tempo pessoal coincidiria com o meu tempo histórico. Hoje, sei que não participarei da colheita, mas faço questão de morrer semente. |
PREVIDÊNCIA/JORGINA [In:] R$1,2 bilhão - R$200 mi = LUCRO PURO (O crime compensa???)
Jorgina livre da cadeia
Correio Braziliense - 14/06/2010 |
Uma das maiores fraudadoras da Previdência volta às ruas depois de cumprir pena de 14 anos, mas ainda tem de devolver R$ 200 milhões |
ELEIÇÕES 2O1O [In:] AO SOM DAS '' VUVUZELAS''...
Brasil
Empatados:
Um junho como nunca se viu
A pouco mais de 100 dias da eleição, José Serra e Dilma Rousseff estão em equilíbrio absoluto nas pesquisas. É a primeira vez que se vê no Brasil uma disputa tão renhida. Com a ajuda dos principais especialistas em pesquisas eleitorais do país, VEJA mostra o que pode ser determinante para decidi-la
Fotos Fernando Donasci/Folha Imagem e Sergio Lima/Folha Press![]() | ||
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José Serra e Dilma Rousseff protagonizam hoje a campanha presidencial mais apertada que o Brasil já viu. A pouco mais de três meses do dia da eleição, o tucano e a petista estão rigorosamente empatados nas disputas de intenção de voto. Cada um conta com 37% da preferência dos brasileiros, segundo o Ibope e o Datafolha. Esse quadro de equilíbrio entre os dois candidatos principais no mês de junho é uma tremenda novidade na política nacional. Em quatro das últimas cinco disputas presidenciais, o nome que saiu vitorioso ao final do pleito foi o que liderava as pesquisas neste período do ano. A única exceção se deu em 1994. Naquela eleição, Fernando Henrique Cardoso estava atrás de Lula em junho, mas chegou à frente em outubro. A disputa, no entanto, teve um fato atípico, além de histórico: o Plano Real, um tiro fatal contra a hiperinflação que atraiu milhões de votos para o tucano. Mesmo assim, FHC já apresentava uma curva ascendente em junho, indicador de que sua candidatura logo chegaria à liderança. Desta vez, contudo, os índices estão parados, o que faz da evolução do quadro eleitoral um enigma até o momento. VEJA analisou, com a ajuda de quatro especialistas em pesquisas, os cinco últimos pleitos para presidente da República (veja o quadro sobre os mitos e as verdades das campanhas abaixo). Com base nessa análise, é possível afirmar apenas que, a se repetir a dinâmica registrada em todas as disputas anteriores, os próximos dois meses serão decisivos para o resultado da eleição. Se um dos favoritos tomar a dianteira até julho, e conseguir mantê-la em agosto, suas chances de vitória serão altíssimas. Não há um único caso na história recente do Brasil de uma virada conquistada depois do mês de agosto, quando começa o horário eleitoral gratuito.
Na semana passada, as principais candidaturas oficializaram sua entrada na campanha. José Serra chega a esse período crucial com pelo menos dois bons motivos para se preocupar e outros tantos para se sentir aliviado. O assunto mais incômodo para o tucano é a (in) definição do nome de seu companheiro de chapa. Depois que Aécio Neves desistiu de vez de ocupar o posto, o PSDB deparou com a falta de um nome consensual – e chegou à sua convenção com a chapa incompleta. O crescimento de Dilma nas pesquisas também ocorreu num ritmo mais rápido do que esperavam os tucanos. Nas previsões do PSDB, o empate entre os candidatos se daria apenas no início de agosto. Mas as pesquisas também revelam dados animadores para Serra. O primeiro é que, desde dezembro, ele se mantém na faixa de 40 pontos porcentuais, com pouquíssima oscilação. Isso significa que não perdeu eleitores para Dilma: a petista cresceu sobre outras faixas do eleitorado. Outro dado animador para o PSDB é que a maioria dos eleitores que pretendem votar no tucano diz que o conhece bem. Isso reduz o risco de que eles troquem de candidato até a eleição. Serra, portanto, está firmemente assentado sobre uma montanha de 49 milhões de votos – um capital eleitoral que, creem os tucanos, vai crescer agora, com o início dos debates, sabatinas e aparições em programas de TV. "É a fase de comparar os candidatos, um terreno em que levamos larga vantagem", diz Sérgio Guerra, presidente do PSDB. "Tanto assim que o PT já começou a esconder a Dilma, que cancelou a participação em vários debates."
O fato de ter conseguido chegar em junho cabeça a cabeça com o rival tucano aumentou a confiança da candidata do PT. Ela estaria mais satisfeita, porém, se não tivesse tido de gastar as
Com reportagem de Otávio Cabral, Ronaldo Soares, Gabriele jimenez e Marina Yamaoka
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VEJA.
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
14 de junho de 2010
O Globo
Manchete: Lula: oposição faz 'jogo rasteiro' com dossiês
Ao discursar ontem na convenção do PT que oficializou a candidatura à Presidência de Dilma Rousseff, o presidente Lula atacou a oposição e disse esperar que seus adversários "não façam jogo rasteiro, inventando dossiês todo dia". A cúpula do PSDB vem cobrando explicações do PT sobre a elaboração de um dossiê contra seu candidato à Presidência, José Serra. Dirigentes tucanos chegaram a classificar o episódio como uma quebra do estado de direito. Na festa petista, cujo lema foi "a continuidade da mudança", Dilma acabou ofuscada pela desenvoltura do presidente no palanque e, em seu discurso, citou o nome de Lula mais de vinte vezes. Militantes do movimento de mulheres vaiaram o trecho de um dos jingles do PT, que chama Dilma de "coroa", e também exigiram que a candidata fosse chamada de presidenta. (Págs. 1 e 3 a 10)
Foto legenda: Sombra: Dilma e Temer, candidatos oficiais da aliança PT-PMDB, ouvem discurso de Lula
Petrobras faz no país 75% de suas compras
O governo americano quer que a BP crie uma conta para pagar os pedidos de indenização com o vazamento de óleo. (Págs. 1 e 18)
Jorgina sai da cadeia após 13 anos
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Folha de S. Paulo
Manchete: À sombra de Lula, Dilma promete 'alma de mulher'
A candidatura de Dilma Rousseff à Presidência, oficializada ontem em Brasília, reforçou a aposta no presidente como cabo eleitoral.
"Mudei de nome e vou colocar Dilma", disse Lula.
A ex-ministra, menos popular no eleitorado feminino, pregou um governo com "alma de mulher". Na convenção do PT, vídeos citavam brasileiras ilustres, e um espaço nobre foi reservado ao público feminino.
"O tabu que derrubamos foi o de que era impossível governar para todos", discursou Dilma. "A continuidade que o Brasil deseja é a continuidade da mudança."
Em 51 minutos, a candidata prometeu campanha de "alto nível", com o confronto de projetos. "Sei estimular o debate sério, e não o envenenamento." (Págs. 1 e A4)
ANÁLISE: O presidente Lula sabe que sua criatura está longe de empolgar, escreve Valdo Cruz. (Págs. 1 e A7)
Foto legenda: O presidente Lula discursa na convenção nacional do PT, em Brasília, à frente de Dilma
Oposição inventou dossiê, diz presidente
O presidente Lula afirmou em discurso na convenção do PT esperar que os seus adversários “não façam jogo rasteiro, inventando dossiê todo dia".
Disse que sabe como a oposição funciona e pediu tranquilidade a Dilma "porque o bicho vai pegar".
A Folha revelou que há um dossiê com dados fiscais sigilosos de Eduardo Jorge, vice-presidente do PSDB.
Lula levantou suspeitas sobre a neutralidade da imprensa nas eleições. (Págs. 1 e A6)
Na convenção tucana que oficializou sua candidatura ao governo, Geraldo Alckmin atacou Dilma. (Págs. 1 e A8)
Boa notícia: Programa de TV ajuda a recuperar detentas em SP
A seção "Boa Notícia" volta a ser publicada na Primeira Página.
Dentista fatura R$ 120 mi com clínicas para as classes C, D e E
A Sorridents, que já atendeu mais de 1 milhão de pacientes, nasceu em 1995 com uma cadeira de dentista alugada na zona leste de São Paulo. A clientela paga em até 12 meses. (Págs. 1 e B6)
Ruy Castro: Simon iguala-se em oportunismo aos que atacava
Agora Simon se iguala em marotice e oportunismo aos políticos que já atacou e, com isso, se despede dos que um dia o admiraram. (Págs. 1 e A2)
Afeganistão tem US$ 1 trilhão em minérios, diz jornal dos EUA (Págs. 1 e A13)
OAB vai apurar se homicídio de advogada tem elo com clientes (Págs. 1 e C4)
Entrevista da 2ª: Abdias Nascimento
O pintor, dramaturgo e poeta negro Abdias Nascimento, 96, indicado ao Prêmio Nobel da Paz, diz que o governo Lula é "pouco ousado", defende com restrições Marina Silva (PV) e afirma que o discurso da miscigenação é "para ajudar o Brasil a continuar racista".
Abdias vê com ceticismo a possibilidade de ganhar o Nobel: "Não acredito em vitória. O meu estrato social é de gente humilde, sem essa auréola de astro". (Págs. 1 e A16)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Ao lado de Lula, Dilma diz que rivais usam 'veneno'
Na convenção do PT que oficializou sua candidatura à Presidência em Brasília, Dilma Rousseff prometeu ontem fazer um governo de “união de forças" e vestiu o figurino de herdeira do presidente Lula. Ela disse que, se eleita, continuará o "Brasil de Lula", com alma e coração de mulher. "Sei como estimular o debate político sério e não o envenenamento, que não serve a ninguém", afirmou. Foi um recado ao adversário do PSDB, José Serra, para quem o governo do PT joga
"pobres contra ricos" e quer dividir o País. Os petistas prepararam um mega espetáculo para Dilma, mas a estrela da festa foi mesmo Lula, de longe o mais aplaudido. "Vai haver um vazio na cédula e, para que esse vazio seja preenchido, eu mudei de nome e vou colocar Dilma lá. Ai o povo poderá votar", afirmou o presidente. (Págs. 1 e Nacional A4)
A escolha possível
Para Frei Betto, ex-integrante do governo e amigo do presidente Lula, "Clima é a candidata do PT por falta de opção". (Págs. 1 e Direto da Fonte D2)
Passaportes brasileiros terão chip eletrônico
Consumidor ficou mais tempo sem luzem 2009
Colômbia resgata mais dois reféns das Farc (Págs. 1 e Internacional A14)
Falta de leitos impede transplantes de medula (Págs. 1 e Vida A18)
Carlos A. Sardenberg: Copa e economia
Visão Global: Israel deve mudar seu discurso
Notas & Informações: A ameaça da Inflação
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Valor Econômico
Manchete: Brasil vai puxar produção agrícola
O país se firmará como grande celeiro do mundo, segundo as projeções de produção, consumo, estoque, comércio e preços para 2010/19 analisadas no estudo, ao qual o Valor teve acesso. Nesse período, a FAO e a OCDE esperam maior crescimento econômico global, com aumento da demanda e do comércio, além de preços elevados para os produtos agrícolas no médio prazo. (Págs. 1 e B16)
Renner aposta em decoração e moda jovem
Como outras empresas do setor, a Renner trabalha com vários formatos de lojas e já anunciou para o segundo semestre a abertura de duas unidades compactas. Ao flexibilizar o tamanho dos pontos de venda, a varejista abre oportunidades para lojas de rua (atualmente são apenas oito) localizadas em cidades menores, com cerca de 250 mil habitantes. (Págs. 1 e B4)
Foto legenda: Na trilha do cobre
País perde apoio em Washington
Segundo o Valor apurou, o governo americano buscará pontos de acordo com o Brasil e acredita que o próximo governo no país reduzirá a importância do Irã na política externa brasileira. Acredita-se, em Washington, que a aproximação com o Irã foi uma decisão pessoal do presidente Luis Inácio Lula da Silva, mais que o interesse da diplomacia ou das forças políticas no Brasil. (Págs. 1 e A3)
Alianças do PT e do PSDB em crise
Na convenção do PT, a agora candidata Dilma Rousseff fez um discurso focado em genéricas propostas de "continuidade da mudança". Coube ao presidente Lula as tarefas de atacar a oposição e rebater os discursos da véspera feitos na convenção que formalizou a candidatura de José Serra. O tucano também fez promessas - como a de elevar investimentos e cortar juros e a carga tributária - sem detalhar como pretende atingir as metas. As convenções foram organizadas de forma a privilegiar a gravação das cenas que serão usadas nas campanhas de televisão. (Págs. 1 e A6 a A9)
Reunião de Bonn debate fundo mundial de patentes. (Págs. 1 e A10)
Cientistas apostam na clonagem para salvar espécies ameaçadas de extinção (Págs. 1 e B2)
Reduzir a pobreza é meta de Echeverry, provável futuro ministro da Colômbia (Págs. 1 e A16)
Fundos se acertam em Belo Monte
Cisco reorganiza o negócio
China se rende aos Zegna
CSA inicia produção
Uniformidade acelera negócios
Ações sob controle
Estratégia segmentada
Mercado automático
Caça aos talentos
TJ do Paraná ajuda devedores
Ideias
O futuro fez sua aparição nesta sucessão presidencial com o discurso com que Marina Silva lançou-se pelo PV. (Págs. 1 e A9)
Ideias
Agravamento da crise europeia pode interromper a recuperação nos EUA e golpear a economia mundial. (Págs. 1 e A15)
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RADIOBRAS.