A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quarta-feira, agosto 26, 2009
PT [In:] A SACOLINHA DO DÍZIMO...
PT cobra R$ 66 mil para deixar Arns sair
R$ 66 mil para poder sair do PT |
Autor(es): Gerson Camarotti e Isabel Braga |
O Globo - 26/08/2009 |
BRASÍLIA. Diferentemente do comportamento que teve com a desfiliação da senadora Marina Silva (AC), a direção do PT deve dificultar muito a saída do partido do senador Flávio Arns (PR), que ficou “envergonhado”, como disse, com o fato de o PT ter ajudado a livrar o presidente Sarney das investigações. ----------------- |
TERRA BRASILIS: EM SE PLANTANDO TUDO DÁ...
PRÉ-SAL: CABRAL E HARTUNG RECUSAM CONVITE DE LULA
FOGO NO PRÉ-SAL |
Panorama Político - Ilimar Franco |
O Globo - 26/08/2009 |
Fogo no pré-sal O ministro Edison Lobão esteve no Rio em missão de paz, semana passada, e ontem à noite foi a Vitória. A missão Lobão Nas conversas com os governadores, o discurso de Lobão é o de que os estados produtores não vão perder. Argumentou que “30% do pré-sal já foram licitados pelas regras em vigor, favorecendo os estados produtores”. Temos os governadores dos maiores estados produtores (RJ e ES) e somos a maior bancada” — Henrique Alves, líder do PMDB (ES) na Câmara, dizendo à bancada que o partido vai indicar o relator da medida provisória que vai definir o marco regulatório do pré-sal BAMBAMBÃ. Embarcou ontem para a França o ministro Celso Amorim (Relações Exteriores). Fará palestra para os embaixadores da França no mundo sobre o tema "Agir para uma melhor governança mundial". Amorim vai defender a democratização dos organismos de governança global. Pela primeira vez, o governo francês convida para falar, nesta reunião anual, um chanceler de um país de fora da União Européia Vanguarda Quando o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), propôs a saída do Conselho de Ética, não foi ouvido. Em 28 de julho, disse: “Os conselhos de ética deixaram de ser sérios, e não faremos papel de babacas”. Ontem, a ficha caiu no Senado. Cuca fresca A audiência na Câmara sobre a redução da jornada de trabalho foi um Fla-Flu. PSDB e Lula: duas avaliações sobre 2010 O PSDB faz festa para as candidaturas de Marina Silva (PV) e de Ciro Gomes (PSB), e proclama o fim da eleição plebiscitária. Os tucanos também especulam sobre a estagnação de Dilma Rousseff e um plano B petista. Na conversa com o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), o presidente Lula avaliou: 1. a oposição está hipervalorizando a Marina; 2. o discurso verde é mais forte nos eleitores de José Serra; 3. Dilma está num patamar competitivo; 4. Quércia veta candidatura Skaf O presidente do PMDB paulista, Orestes Quércia, não quer nem ouvir falar da candidatura do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, para o governo estadual. “Só se for por outro partido, pelo PMDB, não”, disse Quércia. PRESIDENTE da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), em defesa da votação da redução da jornada de trabalho: “O deputado pode decidir ficar com quem paga a eleição, os empresários; ou ficar com quem vota, os trabalhadores”. NO LANÇAMENTO da candidatura de José Eduardo Dutra para a presidência do PT, ontem, houve farta distribuição da revista “Companheiro Delúbio”. ILIMAR FRANCO com Fernanda Krakovics, sucursais e correspondentes ------------------- |
PMDB [In:] ''COM A FACA, O QUEIJO'' E OS RATOS...
PMDB COBRA AINDA MAIS DO GOVERNO E PARALISA CÂMARA
PMDB TRAVA CÂMARA PARA ARRANCAR LIBERAÇÃO DE EMENDAS DO PLANALTO |
Autor(es): Denise Madueño |
O Estado de S. Paulo - 26/08/2009 |
Depois de enterrar as 11 representações contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), no Conselho de Ética, exigindo os votos dos três senadores petistas, e de cobrar o apoio do Planalto e do PT aos candidatos peemedebistas nos Estados para, em troca, ficar ao lado da pré-candidatura da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), o PMDB aumentou ontem a pressão sobre o governo. O partido lidera agora a ofensiva para que a equipe econômica libere logo o dinheiro das emendas dos parlamentares previsto no Orçamento deste ano. ![]() O partido conduziu ontem a obstrução das votações na Câmara e anunciou a disposição de manter a paralisação até que o governo apresente o cronograma de liberação das emendas, com as datas de desembolso do dinheiro para as obras nos municípios que são base eleitoral dos deputados. "Não pode a área econômica ficar se fazendo de surda e muda. Se é assim, aqui nós ficamos surdos e mudos também", afirmou o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN). O vice-líder do governo, deputado Ricardo Barros (PP-PR), informou que dos R$ 6 bilhões referentes às emendas apenas R$ 1 bilhão foi liberado. Henrique Alves argumentou que, desde a semana passada, o Ministério do Planejamento ficou de apresentar as datas para liberação das emendas. Ele contou que, na quinta-feira passada, em viagem ao Rio Grande do Norte, o presidente Lula fixou o prazo até ontem para que o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, apresentasse esse cronograma. "Estamos esperando", disse Henrique Alves. PEQUENOS A disposição do PMDB em parar as votações reforçou a rebelião dos partidos menores da base - PR, PTB e PP -, que já vinham defendendo a obstrução. O PMDB é o maior partido aliado do governo e seu comportamento altera o quadro na condução dos trabalhos na Casa. Na semana passada, os partidos que ameaçaram obstrução concordaram em votar a Medida Provisória 462 apenas porque beneficiava os municípios, com reforço no caixa das prefeituras. "A ordem no PR é não votar mais nada", afirmou o deputado Luciano Castro (RR). O deputado argumentou que os prefeitos perderam arrecadação, receberam repasses menores do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e precisam do dinheiro destinado pelas emendas para iniciar as obras. "Os prefeitos pressionam a gente" , argumentou Castro. Os deputados vão precisar do apoio dos prefeitos na eleição do próximo ano. O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), disse que a liberação de emendas é uma negociação usual e a dificuldade é provocada pela queda na arrecadação da União. "Meu papel é buscar uma solução, o diálogo", afirmou Fontana. REQUERIMENTOS Para engrossar a paralisação, os partidos de oposição apresentaram uma enxurrada de requerimentos de convocação e de informações ao governo e, paralelamente, anunciaram obstrução. "Obstrução quem faz é a oposição. A base faz greve", ironizou o deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP). A justificativa que a oposição apresentou para não votar foi o temor da volta ao plenário do projeto que institui a Contribuição Social para a Saúde (CSS) - a ressurreição da antiga Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF). A proposta não está na pauta, mas a discussão foi retomada depois que a bancada do PMDB em reunião com o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, manifestou apoio para a aprovação do projeto. "Foi uma sinalização. Eles estão acertando para votar a proposta e nós não podemos ser pegos de surpresa. Temos de indicar as dificuldades que o governo vai ter para votar essa proposta", afirmou o líder do PPS, Fernando Coruja (SC). O DEM puxou a obstrução também nas comissões. O partido usou de manobras regimentais para atrasar os trabalhos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). ''ESPUMA'' "A oposição fez obstrução por espuma. O projeto nem está na pauta", afirmou o deputado José Genoino (PT-SP), que tentou manter a sessão na CCJ. "Essa matéria (a CSS) só entra na pauta se houver divisão da arrecadação entre a União, os Estados e os municípios, e os governadores colocarem suas bancadas para votar no plenário." PAUTA OBSTRUÍDA A paralisia na Câmara impede a votação dos seguintes temas: Lei Complementar que pode ressuscitar a CPMF Acordo Brasil-Vaticano (que é do interesse do governo) Reajuste dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Emenda constitucional que libera parte do dinheiro da educação, que é retido pela Desvinculação de receitas da União (DRU) Convênio pelo qual o Brasil aumenta a sua particIpação como cotista no FMI MP que libera créditos para a exportação e permite a participação da União em fundo garantidor de crédito |
SENADO: ''COM QUE ROUPA EU VOU..."
SENADO EM CRISE AMPLIA REGALIAS
CABOS ELEITORAIS NA FOLHA DO SENADO | ||||||||||||||
Autor(es): Tiago Pariz | ||||||||||||||
Correio Braziliense - 26/08/2009 | ||||||||||||||
Parlamentares oficializam a abertura de escritórios políticos nos municípios a um ano do início da campanha à reeleição
O primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), explicou que a decisão saiu para regulamentar uma prática sem regras claras. Antes, os senadores não podiam abrir mais de uma representação em suas bases eleitorais. Agora, o parlamentar poderá escolher municípios estratégicos para o mandato, contratar funcionários comissionados pagos pelo Senado e deixar esses escritórios tocarem sua agenda político-eleitoral. “Antes não tinha nada e os senadores faziam gambiarras. Agora o que pode está escrito, o que não pode não está escrito”, sustentou Fortes. Ele inclusive afirmou que os escritórios podem se dedicar à campanha eleitoral, sem problema nenhum. “Não há nada que impeça, é um escritório político que faz parte de campanha”, emendou o senador pelo Piauí. Para o senador Pedro Simon (PMDB-RS), os gabinetes estaduais são uma excrescência no Senado. “Não tem como fazer a diferença entre o que é campanha e o que é trabalho do mandato. Por isso, não deveria ter”, afirmou o peemedebista. Raimundo Colombo (DEM-SC) classificou a eleição como algo apaixonante que mexe com os militantes, inclusive os do escritório político. “A tendência é misturar as coisas porque todo mundo se envolve na campanha. Por isso, é preciso regras claras”, disse. Demóstenes Torres (DEM-GO) alertou que quem for pego usando a estrutura do Senado, com dinheiro dos contribuintes, na campanha pode ser cassado. “Quem insistir nisso perde o mandato”, disse o goiano. Apesar disso, os senadores gostaram da possibilidade de ter mais de um escritório em suas bases, até quem representa o Distrito Federal. “Aqui no DF, nada impediria de ter um escritório em cada uma das cidades-satélites”, disse o senador Adelmir Santana (DEM), que tem o apoio de um gabinete montado na Asa Norte e pretende colocar funcionários para cuidar de regiões do quadrilátero. Inversão A medida da Mesa Diretora foi concebida para ser moralizadora. Ela estabelece que um funcionário ficará responsável por atestar a frequência dos outros, para coibir fantasmas, e proibir que servidores do quadro do Senado sejam utilizados nos estados, limitando a atuação apenas para os comissionados. É aí que mora o problema que pode acarretar em aumento das despesas trabalhistas do Senado, indo na contramão das recomendações da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A decisão abre a possibilidade de funcionários que dão expediente no gabinete de um município exercerem a mesma atividade em outra cidade que também tenha um escritório de apoio. “Bastando a concordância dos titulares das unidades envolvidas”, consta da medida.
A faxina do equilibrista
Benefício próprio
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RECEITA FEDERAL: A ''RECEITA'' DA CRISE
Cerca de 60 deixam cargos de chefia da Receita e crise se agrava
JB Online
BRASÍLIA - Num agravamento da crise na Receita Federal, cerca de 60 pessoas em postos de chefia, distribuídas em cinco das 10 superintendências regionais, avisaram nesta terça-feira seus superiores que deixarão suas funções, informa reportagem do jornal Folha de S. Paulo desta quarta-feira.
Somente no estado de São Paulo, que concentra 42% da arrecadação nacional, foram cerca de 30 demissionários, entre os quais Clair Hickman, responsável pela fiscalização do setor bancário no estado, maior praça financeira do país.
O principal motivo do pedido de desligamento citado pelos demissionários em São Paulo é a provável mudança de foco na fiscalização.
Na avaliação dos servidores, a Receita não vai mais priorizar a fiscalização dos grandes contribuintes, mas sim será feita, nas palavras desses funcionários do fisco, sob "recibos médicos". Isso quer dizer que a Receita pode voltar a mirar pequenos contribuintes, trabalhadores assalariados e profissionais liberais.
05:47 - 26/08/2009
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
26 de agosto de 2009
O Globo
Manchete: Pré-sal: Cabral e Hartung recusam convite de Lula
Os governadores do Rio, Sérgio Cabral, e do Espírito Santo, Paulo Hartung, ambos do PMDB, recusaram o convite do presidente Lula para participar, na próxima segunda-feira, em Brasília, da festa política de lançamento do marco regulatório do pré-sal, informa Ancelmo Gois. "Não posso participar de uma coisa que não sei do que trata", disse Cabral, forte aliado de Lula. A decisão de Cabral foi tomada um dia após ter dito, em seminário no GLOBO, que iria lutar "com todos os instrumentos democráticos" contra eventuais mudanças na arrecadação de royalties. Responsável, junto com o Espírito Santo, por quase 90% da produção nacional de petróleo, o Rio poderá deixar de receber, pelas regras previstas, até R$ 14 bi por ano. O ministro Edison Lobão foi enviado por Lula em missão de paz ao Rio e a Vitória, informa Ilimar Franco, no Panorama Político. (págs. 1, 2, 14 e 20)
Governo nega crise e Lina diz que houve 'perigoso recuo'
Foto legenda: Terceiro tempo
PT cobra R$ 66 mil para deixar Arns sair
O senador Flávio Arns (PR), que deixou o PT depois que o partido ajudou a absolver José Sarney no Senado, deve à antiga legenda R$ 66 mil. O PT está cobrando a dívida e deve pedir também o mandato dele. (págs. 1 e 10)
Marina: empresários estão à frente do governo
A senadora Marina Silva disse que os empresários avançaram mais que o governo no debate sobre o meio ambiente. (págs. 1 e 11)
Charge Chico: Entreouvido naquele salão azul
- Cartão vermelho só agora? Demorou, Suplicy!
- Mercadantes tarde do que nunca, Sarney...
Furnas: diretor se demite e critica aparelhamento
Colunas e artigos
Há os que saem, como os 12 da Receita; há os que ficam, como Mercadante (págs. 1 e 7)
Míriam Leitão
Ingerência na Receita segue padrão de Lula adotado no Itamaraty e no Ipea
(págs. 1 e Economia 20)
Petrobras pagou mais 1.490% por obra parada
Aposentado terá 6,2% de aumento
Maconha sem castigo
A Suprema Corte argentina declarou ser inconstitucional a criminalização do consumo de maconha no país. A decisão, em sintonia com a posição da presidente Cristina Kirchner, criou um precedente histórico e acentuou uma tendência cada vez mais forte no continente. Este mês, o governo mexicano sancionou lei permitindo a posse de pequenas quantidades de drogas para uso pessoal. (págs. 1 e 25)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Mais demissões pioram crise na Receita
Num agravamento da crise na Receita Federal, cerca de 60 funcionários em postos de chefia em 5 de 10 superintendências regionais avisaram a seus superiores que deixarão suas funções.
A Receita diz que há cerca de 300 cargos de confiança.
Apenas no Estado de São Paulo, com 42% da arrecadação nacional, foram aproximadamente 30 demissões. A debandada ameaça paralisar fiscalizações, autuações e liberações nas alfândegas. (págs. 1 e Brasil)
Elio Gaspari
Quem sai e quem fica irrevogavelmente
Numa época em que o Planalto prefere se desmoralizar nas cavalariças do Senado, servidores da Receita defendem seus nomes e os interesses do Estado.
Há os que saem, como os "12 da Receita", Marina Silva e Flávio Arns. E há os que, irrevogavelmente, ficam, como o senador do PT Aloizio Mercadante. (págs. 1 e A8)
Foto legenda: Efeito retardado
Seis dias depois de o PT salvar José Sarney, o senador Eduardo Suplicy sobe à tribuna do Senado e mostra cartão vermelho para o presidente da Casa; Heráclito Fortes (DEM-PI) questionou se o petista mostraria o cartão também ao presidente Lula (págs. 1 e A9)
Oposição renuncia às vagas no Conselho de Ética do Senado
Retomada econômica agrava contas externas
É o dobro do que o governo previa e o triplo do valor verificado em junho.
Segundo o BC, com a retomada do crescimento econômico, importações e remessas de lucros ao exterior têm subido mais que o esperado. Já os investimentos estrangeiros caíram em julho pelo terceiro mês seguido, no pior resultado desde fevereiro de 2008. (págs. 1 e B4)
Acordo restringe publicidade para crianças na TV
A medida pode ser inócua, já que a TV aberta comercial e os canais pagos infantis não se enquadram nos critérios propostos. (págs. 1 e C1)
Verba pública banca evento contra aborto
O evento recebeu R$ 143 mil de um fundo do Ministério da Cultura.
A pasta informou que o projeto aprovado não fazia menção ao termo "aborto". (págs. 1 e C3)
Pacto concede "estabilidade" para quem vai se aposentar
Aviso prévio e seguro-desemprego serão computados para aposentadoria. O Congresso precisa aprovar. (págs. 1 e B1)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: PMDB cobra ainda mais do governo e paralisa Câmara
O PMDB aumentou ainda mais a pressão sobre o governo, depois de ter exigido o voto do PT para livrar o senador José Sarney e de cobrar o apoio a candidatos peemedebistas nos Estados para sustentar a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência. O partido agora lidera o movimento para que a equipe econômica acelere a liberação dos R$ 6 bilhões previstos no Orçamento para emendas dos parlamentares. O PMDB conduziu ontem a obstrução das votações na Câmara, com apoio de outros partidos da base aliada, e anunciou a disposição de manter a paralisia até que o governo libere verbas para obras nas bases eleitorais dos deputados. Com isso, foi adiada a análise de propostas de interesse do governo, como a medida provisória que garante crédito para a exportação e o projeto que recria a CPMF, rebatizada de Contribuição Social para a Saúde (CSS). (págs. 1 e A4)
Foto legenda: Abraço protocolar - Lula cumprimenta Mercadante durante evento em São Bernardo. (págs. 1 e A9)
Receita exonera mais seis e amplia expurgo
Damatta
Você não vale nada, mas eu gosto de você
Música é a mais perfeita fórmula para este Brasil que nos irrita, mas enreda, e que, apesar de tudo, jamais tiramos do coração. (págs. 1 e D12)
Oposição sai do Conselho de Ética
Tucanos e democratas decidiram deixar o Conselho de Ética do Senado e defenderam sua reformulação, após a absolvição de José Sarney (PMDB-AP). O conselho continua aberto porque os governistas são maioria. (págs. 1 e A8)
EUA elevam previsão de déficit para US$ 9 trilhões
Análise
Celso Ming
Bombeiro Bernanke
Não há ainda certeza de que esta crise tenha sido vencida. Mesmo depois de apagado o fogo, outros focos podem voltar. Não convém trocar o chefe dos bombeiros. (págs. 1 e B2)
Contas externas têm rombo de US$ 1,6 bilhão
Foto legenda: Santa Casa: medicina e arte
Anúncio de alimento terá alerta igual ao de remédio
Drogas: Justiça argentina libera maconha
Religião: Católicos criticam acordo com Vaticano
Notas e Informações: Rebelião na Receita
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Jornal do Brasil
Manchete: Voltam as obras na Cidade da Música
O relatório da auditoria que investiga os gastos nas obras da Cidade da Música será conhecido somente na próxima semana, mas o prefeito do Rio, Eduardo Paes, já autorizou o reinício dos trabalhos do polêmico projeto do ex-prefeito Cesar Maia. Em decreto publicado no Diário Oficial, Paes prevê que a sala de espetáculos estará pronta em 60 dias – prazo considerado difícil pelo arquiteto Christian de Portzamparc, responsável pela concepção do projeto. O prefeito determinou que outro orçamento seja elaborado pela Empresa Municipal de Urbanização (Riourbe) e os custos, reavaliados. Segundo a prefeitura, já foram gastos cerca de R$ 500 milhões. (págs. 1 e Cidade A12)
Aneel aprova TV a cabo e internet por rede elétrica
Antipatia contra volta da CPMF
Mais R$ 8 bi com 13° antecipado
Triste recorde em mortes pela gripe
Manchete: Voltam as obras na Cidade da Música
O relatório da auditoria que investiga os gastos nas obras da Cidade da Música será conhecido somente na próxima semana, mas o prefeito do Rio, Eduardo Paes, já autorizou o reinício dos trabalhos do polêmico projeto do ex-prefeito Cesar Maia. Em decreto publicado no Diário Oficial, Paes prevê que a sala de espetáculos estará pronta em 60 dias – prazo considerado difícil pelo arquiteto Christian de Portzamparc, responsável pela concepção do projeto. O prefeito determinou que outro orçamento seja elaborado pela Empresa Municipal de Urbanização (Riourbe) e os custos, reavaliados. Segundo a prefeitura, já foram gastos cerca de R$ 500 milhões. (págs. 1 e Cidade A12)
Aneel aprova TV a cabo e internet por rede elétrica
Antipatia contra volta da CPMF
Mais R$ 8 bi com 13° antecipado
Triste recorde em mortes pela gripe
Coisas da Política
Informe JB
Anna Ramalho
Editorial
Sociedade Aberta
Advogado
Acordo não privilegia a Igreja Católica. (págs. 1 e A9)
Sociedade Aberta
Economista
O tempo só agiganta a força de Vargas. (págs. 1 e A9)
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Correio Braziliense
Manchete: Senado em crise amplia regalias
Detran proíbe daltônicos de tirar a carteira
O Detran-DF suspendeu a carteira do motorista, habilitado há 21 anos, após concluir que ele é daltônico. A proibição atende a uma resolução que estabelece critérios mais rigorosos nos exames oftalmológicos. Brasilienses pretendem ir à Justiça para garantir o direito de conduzir um veículo motorizado. (págs. 1 e 27)
Estelionato: Golpista prometia emprego na Câmara
Pensões: Aposentado terá reajuste real em 2010 e 2011 (págs. 1 e 7)
Seu bolso: Conta de luz no DF fica 11,5% mais cara
Receita: Auditores preparam dossiês contra o PT
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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