A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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terça-feira, setembro 01, 2009
PARABÉNS ''UEM'' !!!
UEM é a melhor universidade do Paraná
Universidade Estadual de Maringá subiu 10 posições no Índice Geral de Cursos do MEC. Em ranking espanhol, a instituição aparece como a 40ª melhor universidade da América Latina
A Universidade Estadual de Maringá (UEM) subiu dez posições e ocupa a 53ª lugar no ranking do Índice Geral de Cursos (IGC), das instituições de ensino superior públicas e privadas do País avaliadas pelo Ministério da Educação (MEC). Entre as universidades, a instituição maringaense é a 21ª mais bem colocada no País e a primeira do Paraná.
O índice, divulgado nesta segunda-feira (31) e com base em dados de 2008, avalia a qualidade dos cursos de graduação e divide as instituições por totais contínuos que vão de 0 a 500 pontos e em faixas que vão de 1 a 5. A UEM obteve 343 pontos, ficando em 2º lugar no geral, no Estado. No ranking de 2007, a UEM aparecia em 63º lugar no País, com 341 pontos.
A instituição paranaense melhor colocada no IGC é a Faculdade Estadual de Direito do Norte Pioneiro (Fundinopi), vinculada à Universidade Estadual do Norte do Paraná, com índice de 355 — 36ª posição do País. No ranking de 2007, ela ocupava o 49º lugar. A Universidade Estadual de Londrina (UEL) obteve 328 pontos, ficando em 5º lugar no Paraná e 67º no País, nove posições a mais que em 2007. A Universidade Federal do Paraná (UFPR), com 326 pontos, ficou em 6º no Estado e subiu da posição 97 para a 65 no ranking nacional.
A instituição que obteve o maior índice contínuo (469) é o Centro de Educação Superior (Unica), instituição privada do Rio de Janeiro, vinculada à Fundação Getúlio Vargas (FGV). Na segunda colocação ficou o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), com 468 pontos. Participaram da avaliação 2.001 universidades, centros universitários e faculdades do País. Do Paraná, 156 instituições constam do ranking.
O IGC é uma síntese da qualidade dos cursos de graduação, mestrado e doutorado, calculado por meio dos Conceitos Preliminares de Curso (CPC) para graduação, ou pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) para a pós-graduação.
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http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/224792/
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ILHA DE VERA CRUZ [In:] ''MARINA, MORENA MARINA..."
Marina e sua agenda
Folha de S. Paulo - 01/09/2009 |
A REPERCUSSÃO da entrada da senadora Marina Silva na corrida eleitoral deixa a impressão de um descasamento entre realidade e expectativas. Embora a aspirante ao Planalto, agora no Partido Verde, ainda tenha de provar-se viável eleitoralmente, setores da opinião pública tratam-na como se já representasse reviravolta no quadro sucessório. Não é difícil explicar o paradoxo. Marina Silva granjeou respeito e admiração num conjunto de temas -o desenvolvimento sustentável- cujo apelo, apesar de crescente, ainda se concentra nas classes médias mais bem informadas, fração pequena, mas influente, do eleitorado. > > O desafio da ex-ministra de Lula será, assim, alargar sua plataforma tradicional. A comparação entre seu histórico de sóbria retidão na vida pública e o descalabro ético de seu ex-partido, o PT, já rende à senadora um ativo eleitoral, mas isso não basta. Marina Silva precisa mostrar-se capaz de intervir em outros grandes debates, da economia à política social, da Previdência aos gastos públicos, do aborto às drogas. Uma oportunidade lhe foi oferecida ontem: a aspirante do PV, como os outros políticos que almejam o Planalto, está convidada a expor o que pensa do modelo, proposto pelo governo petista, para a exploração de petróleo no chamado pré-sal. |
GOVERNO LULA [In:] PRÉ-SAL; O ''SAL'' DAS URNAS ...
Por ora, poço não rende óleo, só voto
A segunda independência e o dividendo eleitoral |
Autor(es): João Bosco Rabello |
O Estado de S. Paulo - 01/09/2009 |
O trocadilho é tão simplório quanto real: a Petrobrás será a plataforma da campanha eleitoral de 2010, com a qual o presidente Lula pretende eleger sua sucessora, Dilma Rousseff. A proposta de marco regulatório para exploração do pré-sal, apresentada ontem, inaugura a campanha e deixa explícita a meta de resgatar a empresa como o grande orgulho nacional que a gestão de seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso, "sepultou" nos ventos do "neoliberalismo entreguista". No papel e no discurso, na explicação técnica de Dilma e na fala política de Lula, a fase privatista do País na era tucana foi um erro de fundo ideológico que a recente crise mundial cuidou de corrigir. A exposição técnica da ministra referencia o ano de 1997 como aquele que marcou a redução do papel do Estado na vida do País e o de 2009 como o que faz a revisão do papel do Estado. O presidente, trocando em miúdos - e traduzindo para ruas e palanques -, diz que seu governo, popular e social, vai resgatar para o Brasil aquilo que os governos da elite entregaram ao estrangeiro. O tom está dado é não há qualquer sutileza ou constrangimento, nem mesmo quando a fotografia de 2009 com que a ministra celebra a gestão Lula aparece vazia de números e repleta de perspectivas. A exposição em power point descreve um contexto em que o País tinha baixa rentabilidade e risco elevado, era importador de petróleo e carente em investimentos. A Petrobrás não tinha captação externa, enfrentava elevado custo de capital e o preço do petróleo por barril era de US$ 19. Em 2009, no contexto revisionista do governo Lula, o país "descobriu" uma das maiores províncias petrolíferas do mundo, tem parque industrial diversificado e uma perspectiva de aumento da capacidade de exportação. E o preço do barril é de US$ 65. O pré-sal não foi "descoberto" agora, o Brasil continua importando petróleo, a solidez da Petrobrás não foi desenvolvida no governo Lula nem na sua fase estatal, como o Presidente sintetizou em seu discurso. Mas o oportunismo eleitoral determina que importa a eficiência da estratégia evidenciada ontem e não a precisão histórica. Assim como a reação dos governadores dos Estados produtores - Rio, São Paulo e Espírito Santo - é contornável. O que importa ao governo é sair na frente como "descobridor" do pré-sal (que "nunca antes se viu neste País"), com a apresentação (mais que a aprovação imediata) do marco regulatório e sua discussão pelo Congresso. A retirada da urgência da tramitação, admitida por Lula como uma concessão aos governadores e empresários, seria mais uma ajuda do que um problema: serviria para tirar de cena a CPI da Petrobrás, além de dar ao governo algo mais que o PAC para levar ao eleitor, que já percebeu sua fragilidade como programa de governo. Além disso, com a entrada em cena da candidata Marina Silva, a guerra intestina, que opôs ambientalistas e desenvolvimentistas no governo Lula, vai para as ruas com razoável poder de reduzir a força eleitoral do PAC. Assim, o discurso de condenação quase criminal das privatizações, que embaraçou o candidato Alckmin na campanha eleitoral, voltará forte. O pré-sal ditará o discurso nacionalista e se constituirá em poderosa arma contra a oposição. Não por outra razão, o presidente Lula cunhou frases bem ao gosto do melhor populismo, comparando o marco regulatório a uma "segunda independência" do Brasil e os privatizadores de ontem a "exterminadores do futuro". E, claro, não faltou a menção a Getúlio Vargas nem o slogan dos anos 50 - "O Petróleo é Nosso". São frases típicas de marqueteiros, entre os quais um dos mais competentes é o próprio presidente da República. Com resultados previstos para 2020, o Pré-sal só renderá dividendos políticos aos sucessores de Lula. Hoje, só rende eleitoralmente. É o que basta. |
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
01 de setembro de 2009
O Globo
Manchete: Regras estatizantes para pré-sal assustam mercado
O lançamento das novas regras para a exploração do pré-sal foi marcado por um tom nacionalista. Depois de 14 anos da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que quebrou o monopólio do petróleo, o Brasil entrou ontem num novo ciclo de investimento estatal. Nos projetos de lei enviados ao Congresso, o governo cria a PetroSal, empresa que terá o papel de fiscalizar e ditar o ritmo de produção e exploração das reservas. A Petrobras, que no regime atual de concessão disputa os leilões como qualquer outra empresa, passaria a ser operadora de todos os campos e teria 30% de todos os blocos. A concepção estatizante e as dúvidas em relação à capitalização da Petrobras (que pode receber US$ 50 bilhões) deixaram o mercado apreensivo. Empresários disseram que podem reduzir investimentos. Em Nova York e em São Paulo, os papéis da empresa caíram 4,4%. (págs. 1, 19 a 24 e editorial "Delírio estatista")
Perguntas e respostas
Por que é importante explorar o pré-sal?
Na maior parte do mundo, os campos de petróleo têm produção em queda hoje. Por isso, é preciso buscar novas áreas. Mas o pré-sal exige um grande investimento por ser mais caro tirar do mar
Só tem pré-sal no Brasil?
Não. Existe na África, entre Nigéria e Angola, jazidas entre EUA e México, e no Mar do Norte
Por que esta riqueza não pode ser explorada com as mesmas regras de hoje?
O governo justifica que são reservas muito grandes, estratégicas e que é preciso concentrar a maior parte de dinheiro oriundo dessas riquezas na mão do Estado para investir depois em combate à pobreza, educação, etc.
Quem vai ficar com essa riqueza?
A idéia é que todos os estados recebam recursos. Hoje, só estados produtores recebem royalties
Qual o temor dos empresários?
Muitos falam do modelo muito concentrado no Estado e outros apontam uso político do pré-sal
Greenpeace, sem convite, invade a festa
Especialistas em meio ambiente criticaram a ausência de medidas para atenuar a poluição gerada pela exploração no pré-sal. O Greenpeace invadiu a festa de Lula com faixas "Pré-sal e poluição: não dá pra falar de um, sem falar do outro". (págs. 1 e 20)
Estados produtores vão à luta no Congresso
Apesar do discurso público de vitória feito pelos governadores Sérgio Cabral, Paulo Hartung e José Serra, parlamentares dos estados de Rio, Espírito Santo e São Paulo agora vão ter que brigar no Congresso para ficar com uma fatia maior na divisão dos recursos do pré-sal. (págs. 1 e 22)
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Foto legenda: O presidente Lula, ao lado de Dilma Rousseff e do presidente do Senado, José Sarney, durante o anúncio do novo modelo do pré-sal
Um palanque para Dilma
Para 3 mil convidados, metade dos pretendidos, e 16 de 27 governadores, o presidente Lula comandou uma festa de cunho nacionalista, procurando colar na ministra Dilma, virtual candidata à Presidência, a imagem da "mulher que faz". Coincidentemente, também lançou o Blog do Planalto, em que os internautas ainda não podem fazer comentários. Ontem, só fez propaganda do pré-sal. (págs. 1 e 23)
Negócios & Cia
Propostas para pré-sal e "áreas estratégicas" põem todos os estados no debate. (págs. 1 e Flávia Oliveira, páginas 24 e 25)
Charge Chico
Mais essa: Blog Lula da Silva!
- Enfim, descobri o Cesar Maia que há em mim...
MEC reprova 36,4% das instituições de nível superior
Uso do Santos Dumont após 22h dará multa
Itaboraí e Rio, rotas opostas na tuberculose
Algodão: Brasil poderá retaliar Estados Unidos
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Folha de S. Paulo
Manchete: Governo lança pré-sal e anuncia megacapitalização da Petrobras
Em tom nacionalista e estatizante, o presidente Lula anunciou as propostas do marco regulatório para a exploração do pré-sal. Confirmou ainda a capitalização da Petrobras em operação estimada em R$ l00 bilhões.
Deve ser a maior injeção de recursos já feita no país. Foi oficializada ainda a proposta de criar a Petro-Sal, que administrará a riqueza. O governo decidiu manter a urgência constitucional para a tramitação dos projetos.
O presidente criticou o "enfraquecimento" da Petrobras nos anos 90 e defendeu maior participação da União na exploração das riquezas como ocorrerá se o Congresso aprovar o modelo de partilha de produção.
Lula disse que governo e Congresso devem tomar decisões corretas para a riqueza, não virar "maldição". Ele deu ao presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), amostras de petróleo, nafta, gasolina e óleo diesel.
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Opinião/pré-sal
Vinicius T. Freire:
Governo pode ganhar ou perder com operação. (págs. 1 e B4)
Janio De Freitas:
Após 1 ano e meio, Lula agora quer urgência. (págs. 1 e A7)
Julio G. de Almeida e Luiz G. Belluzzo:
Futuro brilhante ou empobrecimento? (págs. 1 e A3)
Como é a proposta
1.Modelo de exploração
O óleo extraído será dividido entre União e grupos vencedores de leilão
2.Quem vai operar
A Petrobras será a única responsável por perfurar poços e extrair o óleo
3.Petrobras nos consórcios
A estatal terá participação mínima garantida de 30% em cada consórcio
4.Divisão dos royalties
Estados produtores mantêm benefícios
Foto legenda: Lula com amostra de nafta produzida a partir do petróleo do pré-sal; ele sugeriu que os congressistas dessem 'uma cheiradinha'
BB terá pacote de R$ 14,5 bi para pequena empresa
O Orçamento federal para 2010 reserva R$ 10 bilhões para o programa Minha Casa, Minha Vida. (págs. 1, B7 e A4)
Outro secretário de Serra tem a casa assaltada em São Paulo
O roubo ocorreu dois dias antes do assalto à residência de outro secretário do governador José Serra (PSDB), Guilherme Afif Domingos (Emprego e Relações do Trabalho).
Um grupo armado assaltou anteontem à noite uma casa onde moram parentes do deputado estadual Salim Curiati (PP-SP). (págs. 1 e C8)
737 mil universitários estão em escolas ruins
O crescimento ocorreu porque mais instituições foram classificadas como 1 e 2 no IGC (Índice Geral de Cursos), que vai de 1 a 5.
Na avaliação anterior, 31% das instituições tinham nota 1 ou 2, ante 36% hoje. A má qualidade se concentra nas instituições municipais e privadas. A escola de economia e finanças da FGV do Rio foi a melhor faculdade. Entre as universidades, a Unifesp obteve a maior nota USP e Unicamp não participam da avaliação. (págs. 1 e C1)
TCU contesta gastos de festa da 2ª posse de Lula
Segundo relatório, despesas de R$ 759 mil pagas pelo Ministério da Cultura não foram comprovadas. Nem a pasta nem a empresa que realizou o serviço comentaram a investigação. (págs. 1 e A6)
Futuro premiê do Japão ataca burocracia e quer gabinete jovem
Após a vitória oposicionista, a Bolsa japonesa abriu a semana em forte alta. (págs. 1 e A15)
Cotidiano: Cobrança de lanche em voo da Gol gera tumulto entre passageiros (págs. 1 e C6)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Regras do pré-sal ampliam poder do Estado na exploração do petróleo
O presidente Lula lançou ontem as regras para a exploração do petróleo da camada pré-sal, numa cerimônia cujo tom lembrou o nacionalismo da campanha "O petróleo é nosso", dos anos 40. O governo enviou ao Congresso, em regime de urgência, um marco regulatório em que a presença do Estado é a essência. Ele estabelece o sistema de partilha, no qual a União será dona de todo o petróleo do pré-sal. Nas áreas em que a União permitir a participação de empresas privadas, a estatal terá parcela de ao menos 30% no consórcio vencedor. “Diziam que a Petrobrás era o último dinossauro a ser desmantelado no País. Foram tempos de pensamentos subalternos", disse Lula, referindo-se ao governo FHC. Ele chamou o pré-sal de "bilhete premiado" e "dádiva de Deus". Ao lado da ministra Dilma Rousseff, pré-candidata à sua sucessão, Lula disse: "O petróleo pertence ao povo e ao Estado, ou seja, a todo o povo brasileiro". (págs. 1, B1 e B3 a B9)
Análise - João Bosco Rabello
Por ora, poço não rende óleo, só voto
O pré-sal ditará o discurso nacionalista e se constituirá em poderosa arma contra a oposição. Com resultado previsto para 2020, no entanto, o pré-sal só renderá dividendos políticos aos sucessores de Lula. Hoje, só rende eleitoralmente. É o que basta. (págs. 1 e B7)
Celso Ming
Choro por royalty é político, não técnico
Os royalties indenizam os Estados por causa da exploração de recursos naturais. Não está clara a extensão dessa mamata. A aceitação das razões dos governadores a esse respeito não se baseou em critérios técnicos, mas em conveniências políticas. (págs. 1 e B6)
Foto legenda: Saia-justa - Sob o olhar de Dilma e Sarney, ativista do Greenpeace entrega faixa de protesto a Lula, durante anúncio das regras do pré-sal
Os quatro projetos apresentados
Presença forte do governo
1. Dona do petróleo, a União poderá contratar a Petrobras ou empresas privadas para retirá-lo, mas ficará com a maior parte do óleo.
2. Uma nova estatal, a Petrosal, será a representante do governo nos consórcios de exploração. Ela vai acompanhar os custos de produção.
3. A União vai aplicar o dinheiro obtido em um Fundo Social. Os rendimentos serão revertidos para áreas como educação e combate à pobreza.
4. Para permitir investimentos no pré-sal, a União vai ampliar a participação no capital da Petrobras no valor equivalente a 5 bilhões de barris.
Serra quer mais tempo para debater
Censura ao 'Estado' é citada pelo 'NY Times'
'Estado' sob censura há 32 dias
Número de faculdades ruins cresce, mostra MEC
Afeganistão: Comandante pede nova estratégia
Notas e Informações: Desunião na Unasul
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Jornal do Brasil
Manchete: Regras do pré-sal favorecem Petrobras
Com um tom nacionalista, o governo anunciou ontem que o novo modelo de exploração de petróleo valerá não apenas para o pré-sal mas para outras áreas consideradas valiosas pelo Estado. Além do sistema de partilha de produção, da criação de um fundo social e da nova estatal que atuará nas licitações, a proposta a ser encaminhada hoje ao Congresso dará superpoderes à Petrobras e permitirá à companhia capitalizar-se com recursos da ordem de US$ 50 bilhões. A discussão sobre a distribuição dos royalties ficará para depois. (págs. 1 e Tema do Dia, A2 a A4)
Foto legenda: Vizinhos do inferno
MEC ameaça faculdade de Valença mas exalta Ebape
Luta contra agrotóxicos ganha apoio de São Paulo
Editorial
Informe JB
Anna Ramalho
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Correio Braziliense
Manchete: Triplo assassinato na 113 Sul choca Brasília
Um crime bárbaro, sem sinais de arrombamento nem uso de armas de fogo. Assim é descrito o assassinato de Villela, ex-ministro do TSE. A tragédia foi descoberta pela neta, que pediu ajuda a um chaveiro para abrir a porta do 601/602 no bloco C. Polícia acredita que os homicídios ocorreram no fim de semana por causa do estado dos corpos das vítimas. Casal era obcecado por segurança. (págs. 1 e 27)
Lula diz que pré-sal é o passaporte para o futuro do Brasil
Orçamento 2010: Reajuste mantido para servidores. Mínimo sobe 8,8%
33.012 vagas
Faculdades do DF longe da excelência
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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