A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************
“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
----
''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
=========valor ...ria...nine
folha gmail df1lkrha
***
sexta-feira, junho 04, 2010
FUTEBOL/SELEÇÃO [In:] DUNGA (de Vilão a Herói será um pulo... ou uma paradinha)
"A seleção é minha", diz Dunga, que vê imprensa como inimiga
DOS ENVIADOS A JOHANNESBURGO
...
Dunga disse ser o dono da seleção e aumentou sua lista de inimigos. Além de declarar que a maioria dos "300 jornalistas" gostará de ver o time eliminado do Mundial-2010, ele censurou até o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke.
"A seleção não tem titulares. Se vocês observarem a nossa seleção, ou a minha, não é? Porque a seleção é minha, não a da maioria de vocês [jornalistas]. Quem entra resolve", afirmou o técnico.
Dunga disse crer que a imprensa aguarda a eliminação do Brasil. "São 300 jornalistas aqui e, se perder, muitos vão dizer: 'Eu tinha razão'. Não só comigo, foi com todos os treinadores que passaram por aqui", disse o técnico.
"Não pense que eu tenho alguma coisa contra [jornalistas]. Cada um pergunta o que quer. E pode ouvir o que não quer", disse ele.
O secretário-geral da Fifa também não foi poupado. O francês tinha dito que as críticas feitas à bola da Copa eram desculpa para quem quer perder o Mundial --os brasileiros reclamaram.
"Se ele jogar e testar a bola, vai ter opinião diferente. Ele não entrou em campo, só sabe falar. E não foi só o Brasil que reclamou, foram jogadores acostumados na Europa", disse.
--------------------->
>
Numeração de camisas não determina time titular, diz Dunga
DE SÃO PAULO
A seleção definiu a numeração da camisa dos jogadores que disputarão a Copa do Mundo-2010, e os prováveis titulares de Dunga ficam entre 1 e 11. No entanto, o treinador garante que a formação ainda não está definida para a estreia no torneio, no dia 15 de junho, contra a Coreia do Norte.
No amistoso de quarta-feira, contra o Zimbábue, começaram jogando Júlio César (camisa 1), Maicon (2), Lúcio (3), Thiago Silva (15), Michel Bastos (6), Gilberto Silva (8), Felipe Melo (5), Elano (7), Kaká (10), Robinho (11) e Luis Fabiano (9) --o único fora foi Juan, camisa 4, poupado.
"Vocês [imprensa] falam que o futebol brasileiro tem que se modernizar, mas se apegam a coisas do passado. Os números [das camisas] não querem dizer nada. É lógico que já tenho uma equipe na minha cabeça, o que é normal depois de três anos e oito meses. Mas temos que esperar até o início da Copa e ver as condições de cada atleta", falou Dunga.
Veja a numeração
1 - Julio César
2 - Maicon
3 - Lúcio
4 - Juan
5 - Felipe Melo
6 - Michel Bastos
7 - Elano
8 - Gilberto Silva
9 - Luis Fabiano
10 - Kaká
11 - Robinho
12 - Gomes
13 - Daniel Alves
14 - Luisão
15 - Thiago Silva
16 - Gilberto
17 - Josué
18 - Ramires
19 - Julio Baptista
20 - Kleberson
21 - Nilmar
22 - Doni
23 - Grafite
------------
ELEIÇÕES 2O1O [In:] BARGANHAS E BRAGUILHAS... (Ajoelhou, tem que ''rezar'')
No reino de todas as barganhas
Autor(es): Josie Jerônimo | ||||
Correio Braziliense - 04/06/2010 | ||||
Votações de interesse do Planalto estão em xeque por causa da baixa liberação de emendas a governistas e oposicionistas. Apoio a Dilma teria favorecido o PMDB e o PSB.
Base aliada e oposição estão indóceis com o governo pelo atraso na liberação de recursos para emendas parlamentares. A menos de um mês do fim do prazo para empenho e pagamento das emendas, a pressão pela liberação dos recursos aumenta e os líderes das bancadas tentam contornar possível “bomba-relógio” às vésperas da votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias e de propostas de impacto, como a que estabelece piso na remuneração de policiais e bombeiros. A volta de projetos do pré-sal, em análise no Senado, também poderia funcionar como barganha para a liberação das emendas. A legislação eleitoral estipula que o empenho de recursos para beneficiar prefeituras e projetos estaduais só pode ocorrer até 2 de julho. O Executivo prometeu liberar as emendas até o último mês de maio. O governo abriu o cofre para o PMDB e para o PSB, em períodos que coincidiram com a confirmação da pré-candidatura de Michel Temer (PMDB-SP) como vice de Dilma Rousseff (PT) na corrida presidencial e do veto à candidatura de Ciro Gomes (PSB-CE), mas mesmo assim a base reclama do atraso na liberação das emendas. O líder do PT na Câmara, deputado Fernando Ferro (PE), afirma que o governo ainda tenta cumprir o prazo, mas há problemas. “Há reclamações das bancadas de problemas de liberação de emendas. Líderes da base têm reclamado, houve atrasos, problema na Caixa Econômica Federal, prefeituras inadimplentes. Estamos realmente com dificuldade.” O líder do PDT, deputado Dagoberto (MS), afirma que a bancada pressiona, mas ainda não demonstra sinais de rebeldia. “Está atrasado, prometeram que liberariam antes de junho, mas não foi liberado, mas ninguém está brigando.” A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 300, a LDO e a volta de projetos do pré-sal que podem sofrer modificações no Senado tornam-se pontos sensíveis para o governo se os parlamentares decidirem demonstrar a insatisfação com o governo repetindo o motim da base durante a votação do reajuste dos aposentados e do fim do fator previdenciário. O deputado Nelson Meurer (PP-PR) afirma que as coisas estão calmas “por enquanto”, pois, se a base já estivesse rebelada, a Casa já teria colocado a PEC 300 em votação. “Está muito devagar (a liberação das emendas). O governo até agora só empenhou um terço. O governo, pelo que eu vejo, vai segurar isso (votação da PEC 300) até as eleições. Daqui para frente vai ser um pouco complicado, está apertando cada vez mais. Não sei qual vai ser a atitude do presidente. O governo está sinalizando que vai atender, mas todos os partidos estão reclamando dos restos a pagar e dos empenhos.” O líder do PSC, deputado Hugo Leal (RJ), conta que tem acompanhado o processo de liberação das emendas e que, além do empecilho político, o sistema de processamento da Caixa Econômica também tem prejudicado algumas prefeituras, que não conseguem se adaptar ao trâmite burocrático. Base aliada Se nem mesmo a base sente-se contemplada pelo sistema de liberação de emendas do governo Lula, a oposição reclama ainda mais. Levantamento da liderança do DEM na Câmara mostra que PMDB e PSB teriam sido favorecidos por emendas depois de situações decisivas na formação de alianças com o PT. O PMDB teve R$ 44 milhões em emendas empenhadas depois de anunciar apoio à candidatura de Dilma e indicação de Temer a vice, e o governo pagou quase R$ 9 milhões em restos de 2009 ao PSB depois de o partido desistir de disputar a Presidência, segundo dados do Sistema Integrado de Controle Financeiro (Siafi). “Eles seguram as emendas, não liberam o Orçamento, de acordo com o que vai sendo liberado, de acordo com os acordos, as alianças, as coligações. Todos os deputados estão pagando duramente. Os partidos de oposição estão sendo desidratados. Colocam esse dinheiro todo na mão da base, é algo seletivo, uma coisa direcionada”, disse Ronaldo Caiado (DEM-GO). Na lista dos partidos e parlamentares que tiveram mais emendas empenhadas, o PMDB lidera, com R$ 45,5 milhões, o PT vem em segundo, com R$ 23,5 milhões, seguido do PSB, com R$ 11,4 milhões. Nas emendas individuais, o presidente da comissão de orçamento, deputado Waldermir Moka (PMDB-MS), é o parlamentar mais contemplado, com R$ 9,5 milhões em empenho. Em segundo lugar, vem o presidente do Congresso, senador José Sarney (PMDB-AP), com registro de R$ 8,2 milhões em emendas empenhadas. ![]() ![]() Há reclamações das bancadas de problemas de liberação de emendas. Líderes da base têm reclamado, houve atraso e estamos realmente com dificuldade” Fernando Ferro (PT-PE), líder do governo na Câmara
------------- |
ELEIÇÕES 2O1O [In:] SE NÃO EXISTE, POR QUE ''PARAR'' ???
PT recorre à Justiça para que Serra confirme acusações contra Dilma
Autor(es): Raquel Ulhôa, de Brasília |
Valor Econômico - 04/06/2010 |
O PT decidiu interpelar judicialmente o pré-candidato do PSDB a presidente, José Serra, para que ele confirme ou não declarações - divulgadas pela imprensa - responsabilizando a candidata do PT, Dilma Rousseff, por suposta confecção de um dossiê contra ele. Serra também deverá confirmar ou não acusações ao senador Aloizio Mercadante (SP) e ao ex-presidente do partido Ricardo Berzoini de envolvimento com a produção de outros dossiês, em campanhas passadas. De acordo com o presidente do PT, José Eduardo Dutra, se assumir a acusação, Serra será alvo de uma ação, civil ou penal, a ser proposta pelos advogados do partido. O presidenciável será interpelado para dizer se fez as declarações, em que contexto e o que quis dizer. "Interpelação é o primeiro passo para um processo", disse o presidente do PT. Dutra afirmou que Dilma "foi informada" da decisão, tomada ontem, para que a campanha não se transforme num "ao Deus dará", com troca da acusações sem consequência. "São acusações graves. Um candidato à Presidência da República, o posto mais alto do país, tem que ter segurança e prova do que diz, para fazer acusação contra alguém." O presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), não quis comentar a interpelação, mas reforçou os argumentos de Serra. "Quem introduziu dossiês e crimes na campanha passada não foi o PSDB não. Os aloprados não eram filiados ao nosso partido", disse. Segundo Guerra, o partido vai aguardar a interpelação - que deve ser apresentada hoje, segundo Dutra - para se pronunciar. Mas observou: "O mais importante é saber quem pagava, quem sustentava e quem desenvolvia o trabalho de um bando de irresponsáveis e conspiradores aos quais coube produzir dossiês. O resto é conversa fiada." A notícia da montagem de um suposto dossiê contra Serra por pessoas contratadas para trabalhar na campanha presidencial de Dilma Rousseff foi publicada pela revista "Veja". A própria reportagem afirma que Dilma, ao ser informada, deu ordens para que a atividade fosse encerrada e ameaçou demitir os envolvidos. A revista não entrou em detalhes sobre o que existiria contra Serra. Segundo informações de bastidores, o alvo seria a filha do tucano, Verônica. Dilma Rousseff afirmou tratar-se de "uma falsidade" e que não iria comentar o assunto. A reação dos tucanos e aliados à notícia do suposto dossiê foi imediata. O PPS protocolou, na quarta-feira, na Procuradoria Geral da República (PGR), pedido de investigação contra o núcleo central da campanha de Dilma, para apurar a denúncia de elaboração de dossiê contra Serra. "Trata-se de um tema criminal de extrema gravidade", afirmou o deputado Raul Jungmann (PPS-PE), que protocolou o pedido na PRG. O DEM divulgou nota condenando o episódio. "Há nomes e sobrenomes dos autores do esquema de espionagem e, na avaliação do Democratas, tais personagens devem ser afastados imediatamente do universo da disputa eleitoral", diz a nota. Na quarta-feira, o presidenciável falou publicamente sobre o assunto. "A principal responsabilidade por esse novo dossiê é da candidata Dilma Rousseff. Disso eu não tenho dúvida, assim como o principal responsável pelo dossiê dos aloprados foi o Aloizio Mercadante e como a principal responsabilidade por dossiês em 2002 foi do Ricardo Berzoini", afirmou Serra, segundo noticiário. De acordo com o dirigente petista, a decisão de interpelar Serra foi tomada ontem por ele e o secretário-geral do PT, deputado José Eduardo Cardozo. Será uma ação partidária, já que o pré-candidato tucano fez acusações a três petistas e ao partido em geral, quando falou em "tradição" do partido em fazer dossiês - também segundo noticiário. "É uma ação partidária para que ele esclareça acusações feitas ao partido e a membros do partido", afirmou Dutra, atribuindo a declaração de Serra ao "grau de estresse a quem chegaram" por causa dos resultados das pesquisas de intenção de voto, que registram crescimento de Dilma. O presidente do PSDB cobrou explicações do PT e de Dilma sobre o que chamou de "arapongagem petista". Iniciou-se uma guerra entre Guerra e Dutra por meio de suas páginas no Twitter. O dirigente petista considerou a entrevista de Guerra uma "patifaria". O tucano reagiu dizendo que Dutra "deveria partir para cima dos aloprados dele" e estranhando a "agressão" contra ele. Também considerou "vergonhoso" uma campanha "organizar dossiê contra uma outra". Com a interpelação de Serra pelo PT, a troca de ações judiciais que marca a atual pré-campanha presidencial sai da esfera da Justiça Eleitoral e passa para a criminal. Por enquanto, os dois partidos vinham se acusando de propaganda eleitoral irregular. |
ELEIÇÕES 2O1O [In:] ''MÃOS DE TESOURA..."
Mesmo condenado, tesoureiro de Dilma é mantido
Autor(es): Agencia o Globo |
O Globo - 04/06/2010 |
Após se reunir com a pré-candidata, Filippi já monta plano de trabalho Mesmo tendo sido condenado pela Justiça a devolver dinheiro à prefeitura de Diadema, por ter contratado ilegalmente o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, o ex-prefeito José de Filippi Júnior (PT) disse ontem que será mantido nas funções de tesoureiro da précandidata Dilma Rousseff. Antes de desembarcar em São Paulo, após dez meses de estudo na Universidade de Harvard, Filippi esteve em Brasília, onde se reuniu terçafeira com Dilma e com o deputado Antonio Palocci. ------------- |
ELEIÇÕES 2O1O [In:] ''A NÍVEL DE...'' (''Sorry", Camões!!!)
A caminho da baixeza
O Estado de S. Paulo - 04/06/2010 |
Uma briga de poder no comando da campanha da candidata Dilma Rousseff, a comprovada atração do PT pelo vale-tudo contra os adversários e uma declaração estabanada do oposicionista José Serra acabam de produzir um escândalo político sem lastro. O seu único efeito previsível a esta altura será o de degradar o que tem sido uma contenda relativamente civilizada entre eles numa sucessão de baixezas. É tudo o que o eleitorado não precisa para tomar uma decisão o quanto possível racional nas urnas de outubro. Já basta o reiterado intento do presidente Lula de transformar a disputa num falso plebiscito entre o seu governo e o do antecessor Fernando Henrique; o uso dos recursos de poder do Executivo em favor da apadrinhada do seu titular; e o confinamento da campanha à simplória antinomia entre a "continuidade" e o "fazer mais", prometidos por dois presidenciáveis que, por enquanto, vêm se destacando pela falta de carisma matéria-prima da liderança política nas democracias de massa e a mesma propensão para tropeços de forma e conteúdo nas suas falas à imprensa. O escândalo inaugural da temporada (não fossem escandalosas as recorrentes transgressões da legislação eleitoral da dupla Lula-Dilma) começou com uma reportagem da revista Veja sobre a alegada tentativa de uma das alas rivais envolvidas com a campanha da ex-ministra de montar um "grupo de inteligência". Os arapongas, além de bisbilhotar o outro lado de dentro do bunker dilmista situado na QI (quadra interna) 5, em Brasília, teriam preparado, ou iriam preparar, um dossiê contra Serra, com referências a atividades de sua filha Verônica. O chamado pivô da história seria um jornalista, Luiz Lanzetta, contratado pela direção da campanha para fornecer mão de obra na área de comunicação. Ele é amigo do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, por sua vez amigo de longa data de Dilma. Pimentel disputa espaço na coordenação da campanha com dois pesos pesados, o presidente petista José Eduardo Dutra e o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci este, uma espécie de delegado residente de Lula. Atribui-se a essa facção a iniciativa de expor o esquema, para abortá-lo. Se o dossiê chegou a ser montado, não apareceu, salvo citações na internet, sem comprovação de autenticidade, como chega a ser rotina na blogosfera. Ainda assim, Serra se permitiu dizer que "a principal responsabilidade por esse novo dossiê é da candidata Dilma Rousseff. Disso eu não tenho dúvida". Inicialmente, quando abordado sobre o assunto numa visita à Associação Comercial de São Paulo, na quarta-feira, ele teve a sensata reação de dar tempo ao tempo: disse que preferia se manifestar no dia seguinte, à espera de uma manifestação do PT. Instado mais uma vez, no entanto, disparou a acusação, dando a deixa para que tucanos e demistas investissem contra a candidata e a sua gente. "Vamos para a briga", prometeu o senador pernambucano Sérgio Guerra, do PSDB, coordenador da campanha serrista. Dilma retrucou que se tratava de uma "falsidade" e que não iria "bater boca sobre isso". O fato é que o passado condena o PT e é razoável supor que petistas desse ou daquele escalão e seus companheiros de viagem tenham querido partir para o jogo sujo. A ameaça pode ter ficado na intenção, pode ter se concretizado à revelia de Dilma, pode ter sido repudiada por companheiros escaldados. Mas, à parte a imputação de Serra à candidata, sem provas, a sua percepção de que houve uma ameaça tem fundamento. Em 2006, no grotesco episódio dos aloprados, Hamilton Lacerda, um assessor direto do então candidato petista ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante, participou da frustrada compra de um dossiê antitucano. Na campanha presidencial de 2002, o petista Ricardo Berzoini se interessou por um dossiê sobre finanças da candidatura Serra. "O PT tem uma longa tradição nessa matéria", lembrou o tucano. Mas vem de longe a prática de confeccionar e vender prontuários políticos, em que fatos, versões, insinuações e mentiras formam um mingau repulsivo. Está mais do que na hora de a palavra dossiê, ora para intimidar, ora para acusar, deixar de poluir as campanhas eleitorais brasileiras. |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
O Globo
Manchete: Governo privilegia aliados na liberação de emendas
Um balanço das emendas parlamentares empenhadas pelo governo Lula até o fim de maio mostra que os partidos aliados estão recebendo tratamento privilegiado em relação à oposição. O PMDB foi o que mais obteve liberações, com R$ 45,5 milhões este ano, o que representa 10,2% do total autorizado no Orçamento de 2010 (R$ 445,9 milhões) para o partido. O PT aparece em segundo, e o PSB, em terceiro. Para a oposição, o contingenciamento das emendas tem sido muito mais rigoroso. O PSDB do pré-candidato José Serra só conseguiu liberar i,8% do aprovado por seus parlamentares no Orçamento (R$ 6,1 milhões), percentual parecido com o do DEM. Políticos aliados, como o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), têm recebido tratamento especial. Foram empenhados 72% do valor das emendas de Sarney, uma das quais, de R$ 7,3 milhões, é maior que o total liberado para os 70 parlamentares tucanos que apresentaram emendas. Das propostas feitas pelo petista Delcídio Amaral (MS), foram empenhados 96% . (Págs. 1 e 3)
Tucano diz que imposto alto não resulta em bons serviços públicos (Págs. 1 e 9)
Dossiê: PT vai interpelar Serra para que ele explique acusação a Dilma (Págs. 1 e 4)
Petista Marta Suplicy comanda ato de campanha antecipada em SP (Págs. 1 e 3)
País terá mais energia de termelétricas
Israel vai barrar outro barco para Gaza
O barco irlandês Rachel Corrie, que tentará chegar hoje à noite à Faixa de Gaza com uma carga de 500 toneladas de ajuda humanitária, será barrado, decidiu o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em reunião com seu gabinete de segurança. O navio fazia parte da frota que foi interceptada à força na segunda-feira, com nove mortes. Desta vez, o premier pediu aos militares cautela na abordagem. Netanyahu estuda flexibilizar o bloqueio marítimo, adotando "meios criativos" para permitir a entrada de ajuda em Gaza. Na Turquia, os corpos de oito mortos foram enterrados em clima de comoção e revolta. (Págs. 1, 26 e 27)
Foto legenda: Multidão reza em Istambul diante dos caixões, enrolados com bandeiras turcas, dos ativistas mortos por militares israelenses em alto-mar
Em área de tráfico, escola é autoridade
------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo
Manchete: PT interpela Serra na Justiça
O PT anunciou que irá interpelar (intimar a dar esclarecimentos) na Justiça o pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, para que confirme a declaração que atribuiu à rival petista, Dilma Rousseff, a responsabilidade pela confecção de um dossiê contra os tucanos.
Caso Serra reafirme, será processado por danos morais, disse o presidente do PT, José Eduardo Dutra. "Ele terá de provar o que falou", afirmou José Eduardo Cardozo, secretário-geral petista. A sigla nega que tenha investigado o tucano.
Em resposta, o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, disse que Dilma deveria explicar "quem fez o dossiê", "Querem transformar o Serra, vítima de uma política nefasta, em réu." (Págs. 1 e A4)ernando de Barros e Silva
É certo que Serra está mais azedo e apimentado. Mais "ele mesmo", talvez. (Págs. 1 e A2)
China retalha mercadorias para fugir de taxa brasileira
A estratégia é enviar as peças separadamente: elas não sofrem as mesmas punições aplicadas às mercadorias completas porque a lei antielisão, ainda não foi regulamentada. (Págs. 1 e B1)
Na contramão do mundo, Brasil hoje importa mais
Maioria não aceita adoção por casal gay
Pesquisa Datafolha feita entre 20 e 21 de maio revela que os jovens de 16 a 24 anos (58%) e as mulheres (44%) são mais tolerantes à adoção. Entre os idosos, o apoio cai a apenas 19%. (Págs. 1 e C1)
Gráfico: A adoção de crianças por homossexuais
Maioria da população é contra
Foto legenda: Em Istambul
Editoriais
------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo estuda zerar taxa para importar aço
O governo voltou a estudar a hipótese de zerar as tarifas de importação de aço, para conter o impacto da alta do preço do produto na inflação. Depois de elevar os preços entre 10% e 15% em abril, as siderúrgicas negociam com os clientes um novo reajuste de 10% para junho ou julho. A justificativa é o aumento do preço do minério de ferro promovido pela Vale. Após dobrar os preços em abril, a mineradora aplicará mais um aumento de 35% a partir de julho. O aço é um insumo importante para a produção de bens como carros e eletrodomésticos e para a construção civil. Setores do governo vão tentar incluir o tema na próxima reunião da Câmara de Comércio Exterior (Camex), que deve ocorrer na primeira quinzena deste mês. A avaliação oficial é que as siderúrgicas teriam espaço para absorver parte dos reajustes do minério. Em abril, o governo já havia ameaçado zerar as tarifas. (Págs. 1 e Economia B1)
Brasil pode ter montadora nacional de carro elétrico
Israel agora avalia reduzir bloqueio à Faixa de Gaza
Queimada anula ganho com queda no desmatamento
7.464 km² foi a área desmatada na Amazônia entre 2009 e 2010
Domingo no Estadão: Sucessão presidencial
Planalto pretende mudar regra para restringir TCU (Págs. 1 e Nacional A4)
OMS mantém alerta de pandemia de gripe suína (Págs. 1 e Vida A13)
Dora Kramer: Agenda negativa
Notas e Informações: A caminho da baixeza
----------------------------------
Valor Econômico
Manchete: BNDES chancela a política industrial com mais crédito
O crescimento da aplicação de recursos do BNDES para outras áreas que são pilares da política industrial mostra a prioridade do programa. Os desembolsos com inovação, por exemplo, ficaram em R$ 563 milhões em 2009. De janeiro a março deste ano já atingiram R$ 353 milhões, valor 366% maior do que do mesmo período do ano passado. A previsão da instituição é chegar a R$ 2,41 bilhões até o fim do ano. As operações voltadas para micro e pequenas empresas ficaram em R$ 31,3 bilhões nos últimos doze meses terminados em abril. Nos doze meses anteriores, atingiram R$ 22,4 bilhões. (Págs. 1 e A3)
Copom deve elevar o juro em 0,75 ponto
O argumento é que, ainda que a inflação tenha se desacelerado e a produção industrial tenha recuado 0,7% em abril em relação a março, o ambiente continua sendo de forte crescimento. Os analistas consideram que os principais pilares desse cenário são o mercado de trabalho vigoroso e o crédito em expansão. Bancos, corretoras e consultorias divergem quanto ao nível do juro básico em dezembro, mas poucos são os que esperam Selic abaixo dos 12% ao ano. (Págs. 1 e C1)
Lulismo comanda a disputa no Amazonas
O Amazonas é uma das maiores dores de cabeça do candidato José Serra (PSDB). Sua promessa de perenizar os incentivos à ZFM não foi suficiente para viabilizar um palanque local. Seu principal aliado no Estado, o senador Arthur Virgílio (PSDB), que tem votos na base de ambos os candidatos governistas na sua tentativa de reeleição, não é um beneficiário de um palanque próprio. As pesquisas indicam um empate local entre Serra e Marina Silva (AC), com metade das intenções de voto de Dilma. (Págs. 1 e A10)
Foto legenda: Por mar ou por terra
Bancos ganham tempo em nova regulação
Está emergindo um consenso de que é preciso haver uma implementação mais gradual, que pode demorar vários anos além de 2012. Os bancos e alguns governos, especialmente os do Japão, Alemanha e França, argumentam que o prazo atual pode causar uma escassez multibilionária de recursos. (Págs. 1 e C3)
Falta de gás volta a afligir a Argentina
Diferentemente do que ocorreu em 2007 e em 2008, quando faltava capacidade aos gasodutos, o desabastecimento desta vez é atribuído à redução da oferta. A produção doméstica ruma para o quinto ano consecutivo de queda. Nos três primeiros meses de 2010, diminuiu mais 4,1%. (Págs. 1 e A7)
A velha governança mundial agoniza
O Brasil é um ator incontornável nas negociações comerciais e de combate à mudança climática, por exemplo. O país não é tem peso suficiente para fechar um acordo, mas sem ele tampouco há decisão. Na parte política, sua influência é mais limitada. É o único dos Bric que não tem poder nuclear. (Págs. 1 e Eu& Fim de Semana)
Petrobras define os bancos que vão coordenar emissão de ações de US$ 25 bi (Págs. 1 e D9)
Ações de construção, teles e alimentos sobem durante a crise (Págs. 1 e D1)
Banif vende corretora e investe mais no país, diz Fernandes (Págs. 1 e C8)
Cooperação espacial
Diebold na berlinda
Vossa mira o mercado paulista
Allianz foca energias renováveis
Alimentos mais caros
Retomada da suinocultura
Caixa avalia a Cetelem
Aposta no curto prazo
Formulário de Referência
Recuperação de impostos
Ideias: Claudia Safatle
Ideias: Armando Castelar
--------------------------------