A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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sexta-feira, dezembro 21, 2012
XÔ! ESTRESSE [In:] MAIA, NOSTRADAMUS, "MÃE DINADA'', ... ''Perdeu, playboy!!!''
MENSALÃO e AÇÃO PENAL 470: STF vs. CONGRESSO.
'Receber condenados no Congresso é grave violação à Carta da República'
O Globo - 21/12/2012 |
Joaquim diz que petista mostra "desconhecimento puro do funcionamento das instituições", e que não há espaço para ameaças;
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, criticou duramente a hipótese de o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), oferecer abrigo aos três deputados condenados no processo do mensalão. Como a Polícia Federal não pode entrar no Congresso, os parlamentares escapariam de eventual prisão que pode ser determinada hoje por Joaquim.
- Em primeiro lugar, eu acredito que o deputado Marco Maia não será a autoridade do Poder Legislativo que terá a incumbência de dar cumprimento à decisão do Supremo. Portanto, o que ele diz hoje não terá nenhuma repercussão no futuro, ou no momento adequado da execução das penas. Mas a proposição de uma medida dessa natureza, de receber condenados numa das casas do Congresso, é uma violações mais graves à Carta da República - afirmou o ministro.
O pedido de prisão imediata dos condenados foi feito pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, na quarta-feira. Joaquim disse que decidirá hoje. O ministro não quis adiantar sua posição. Embora ao fazer seu comentário sobre Marco Maia ele tenha dado a entender que não seria o momento da execução, em seguida ele apontou para o lado oposto.
Ministros do STF têm dito que a jurisprudência da Corte é clara no sentido de só determinar uma prisão depois de julgados todos os recursos contra a condenação. Joaquim afirmou que os pedidos de prisão julgados pelo STF foram relativos a decisões de outros tribunais, não sobre uma prisão determinada pela própria Corte.
- O Supremo decidiu que não é viável o encarceramento antes do trânsito em julgado. O Supremo decidiu sobre casos que tramitaram em instâncias inferiores. É a primeira vez que o Supremo tem que se debruçar sobre um pedido de execução dada pelo próprio Supremo. Temos uma situação nova. À luz de não haver precedente que se encaixe precisamente nessa situação posta pelo procurador-geral da República, vou examinar esse quadro - disse Joaquim.
O ministro também enfatizou que o fato de os passaportes dos condenados terem sido recolhidos diminui a possibilidade de fuga do país:
- Com o recolhimento dos passaportes, eu creio que esse risco diminuiu sensivelmente.
Durante o recesso do STF, Joaquim ficará de plantão para tomar decisões urgentes. Se ele decretar a prisão dos condenados, o vice-presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, poderá revogá-la na segunda metade do recesso, quando será dele a responsabilidade pelo plantão. Para Joaquim, as decisões judiciais devem ser tomadas com responsabilidade, para evitar o desgaste da instituição:
- Nós exercemos essa função, corremos todos os riscos. Por essa razão, ministro de Suprema Corte tem que exercer seu mister com total responsabilidade. Tem que sopesar todos os efeitos das suas decisões. E cada um assume o risco que acha necessário e possível assumir.
Joaquim também comentou ameaça feita por Marco Maia no sentido de que caberia ao Congresso a nomeação de ministros do STF, bem como conduzir impeachment contra eles:
- Não há espaço para qualquer tipo de ameaça. Eu acho que se trata, na verdade, de desconhecimento puro do funcionamento das instituições. Não é o Parlamento que nomeia, é o presidente a República, que ouve o Senado.
Sobre as críticas dos réus às condenações, Joaquim foi lacônico:
- Eu não discuto com réus meus.
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'DURA LEX; SED LEX'
Apurar acusações de Valério é dever, afirma ministro
O Estado de S. Paulo - 21/12/2012 |
O presidente do Supremo Tribunal Federai e relator do processa do mensalão, Joaquim Barbosa, afirmou ontem que o Ministério Público tem o dever de investigar as acusações feitas pelo empresário Marcos Valério Fernandes de Souza em novo depoimento à Procuradoria-Geral da República. Ressaltou não ser prerrogativa do MP "escolher" o que quer investigar nem ser possível fazer "sopesamento político".
No depoimento, cujo teor foi revelado pelo Estado na semana passada, Valério diz que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu o "ok" para o mensalão e teve despesas pessoais pagas pelo esquema. "O Ministério Público, em matéria penal, no Brasil, no nosso sistema, não goza da prerrogativa de escolher quais os casos que deve levar adiante e vai conduzir. Ele é regido pelo princípio da obrigatoriedade, tem o dever de fazê-lo, não pode fazer balanço e sopesamento (ponderação) politico de suas ações, cumpri-lhe agir", afirmou. Barbosa disse ainda que as novas acusações feitas por Valério não deverão ter qualquer efeito sobre o processo do mensalão que o condenou a mais de 40 anos de prisão. "A Ação Penal 470 está encerrada e nela só cabem eventuais tentativas de recurso." A defesa de Valério tinha a esperança que a pena do empresário pudesse ser atenuada com a proposta de delação. O depoimento foi prestado no dia 24 de setembro, em Brasília, quando o empresário mineiro já havia sofrido condenações, mas sua pena não havia sido estipulada. Na visão de Barbosa, o depoimento pode levar à abertura de um novo inquérito e ser utilizado em outros desdobramentos do mensalão que estiverem em fase de instrução no Judiciário. "Caso o Ministério Público entenda que tem consistência vai pedir abertura de um inquérito e pode determinar a abertura de um inquérito. Eventualmente, em processos já em curso, pode ser que o juiz da causa queira ouvir o Marcos Valério, isso é possível. E esse depoimento vai se transformar em uma peça probatória daquele caso", afirmou. Além do empresário, assinam o documento seu advogado, Marcelo Leonardo, a subprocuradora da República Cláudia Sampaio e a procuradora Raquel Branquinho. Valério entregou ainda alguns documentos para tentar comprovar as acusações que fez. Barbosa teve conhecimento do depoimento antes dele vir apúblico, mas de maneira extraoficial. Foro
"O procurador Roberto Gurgel ainda está analisando o material. Gurgel já ressalvou que eventual investigação do ex-presidente Lula não lhe caberia por ele não ter mais foro privilegiado. Entre as novas acusações de Valério, porém, há a menção ao senador Humberto Costa (PT-PE) como beneficiário do esquema. Neste caso, a decisão sobre a abertura de inquérito é exclusiva da procuradoria-geral.
Nos bastidores do Ministério Público Federal há desconfiança sobre as novas acusações. Valério já foi descrito como "jogador" e há o temor de que seu interesse seja apenas tumultuar os processos a que responde e conseguir benefícios para escapar da pena de prisão.
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CIRCO DOS HORRORES* (a qualquer momento armado em tua cidade)
O grande circo místico
Nelson Motta - Nelson Motta |
Autor(es): Nelson Motta |
O Estado de S. Paulo - 21/12/2012 |
No Brasil, golpistas tentam derrubar ex-presidente. A piada é boa, mas a coisa está feia. O ministro Gilberto Carvalho já avisou que o bicho vai pegar e Zé Dirceu quer a militância nas ruas para defender Lula e o PT. De Paris, Lula já rosnou que vai voltar a percorrer o Brasil com suas Caravanas da Cidadania, como fez nos anos 90, para falar direto com o povo sobre o país maravilhoso que construiu e a herança maldita que recebeu, para satanizar as elites, a direita, a mídia e a Justiça. Ou para desmentir que protegeu Rose Noronha e os irmãos Vieira? Qual será a motivação da caravana, seu apelo ao público, seus slogans e palavras de ordem? Com alguma ironia, talvez possa se chamar Caravana da Verdade, e sirva para dizer que são mentiras todas as acusações. O mais difícil é imaginar multidões lotando as praças, sem um show de graça de um artista popular ou sorteio de um carro, só para ver Lula falar bem dele mesmo e mal de seus adversários. Lula ama o palanque, é seu habitat natural, seu altar, onde se sente melhor do que nos gabinetes, nos palácios ou nos parlamentos, porque só tem que falar, esbravejar e gritar - o que ele mais sabe e mais gosta de fazer. Para um ser mitológico metade homem, metade palanque, diante da multidão amestrada, não há compromisso com a lógica e a verdade, todas as bravatas são bem-vindas, todas as demagogias são aplaudidas, sem responsabilidades nem consequências. Sem estar em campanha por algum cargo, ou causa, a não ser ele mesmo, Lula vai precisar da "mídia golpista" para dar dimensão nacional à sua luta contra... a "mídia golpista". Porque se depender só da TV Brasil e dos blogueiros estatizados, só a militância vai ficar sabendo. As velhas elites já estão acostumadas a apanhar de Lula, a doar para suas campanhas, e a se dar bem nos seus governos, mas as novas elites sindicais e partidárias não estão preocupadas com as velhas, são progressistas, estão ocupadas com seu próprio progresso. À direita, como se sabe, ou não existe no Brasil, ou então é tudo que contraria qualquer opinião do Zé Dirceu.
O maior perigo da caravana é virar circo.
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(*) Título de filme, 1960.
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A INCOMpEtÊNCIA É GENERALIZADA
BC faz "recal" de moedas
Autor(es): Eduardo Cucolo |
O Estado de S. Paulo - 21/12/2012 |
Moedas de R$ 0,50 exibem registro de R$ 0,05;
O Banco Central anunciou ontem um recall de moedas de cinquenta centavos que foram impressas com erro. Elas exibem valor de cinco centavos, mas todas as demais características são da moeda de maior valor: elas são prateadas e têm no reverso a figura do Barão de Rio; Branco. A Casa da Moeda estima que tenham sido fabricadas até 40.000 unidades defeituosas. O volume corresponde a duas horas de produção de um único equipamento. O problema foi descoberto depois que um exemplar de cinquenta centavos foi recebido como troco na cidade do Rio de Janeiro com o reverso estampado com a denominação de cinco centavos. Exame pericial concluiu tratar-se de defeito de fabricação. De acordo com o Banco Central, essas moedas com defeito, não têm valor. Mas elas podem ser trocadas em qualquer banco. "Por falha de produção fabril na Casa da Moeda do Brasil, podem ter entrado em circulação moedas de R$ 0,50 (cinquenta centavos) que apresentam, no reverso, a denominação 5 centavos", diz a instituição. "Em razão desse problema de fabricação, essas moedas não têm curso legal." Segundo o BC, as instituições financeiras deverão efetuar a troca dessas moedas de imediato, quando solicitado por qualquer pessoa, por valor equivalente a R$ 0,50 por unidade. Os bancos devem encaminhá-las, posteriormente, ao Departamento do Meio Circulante do BC para fins de ressarcimento. |
A NATA DA MALANDRAGEM *
Rouba, mas...
Autor(es): Plácido Fernandes Vieira |
Correio Braziliense - 21/12/2012 |
Depois de a direita protagonizar o reinado nefasto e quase interminável do “rouba, mas faz”, o Brasil vive hoje em lua de mel com outra turma: a do “rouba, mas distribui”. Antes, a elite endinheirada se encantava com os “gestores” que afanavam dinheiro dos cofres públicos a rodo, “porém” enchiam as cidades e o país de obras. Agora, a maioria que sempre viveu à margem de tudo celebra os “novos heróis” da série do “rouba, mas...”
Sobretudo nas redes sociais — e mesmo nos grandes jornais, que essa estranha esquerda hoje chama de “golpistas” —, mensaleiros e até gente flagrada com dólar na cueca são cultuados como “guerreiros do povo brasileiro”. O discurso da ética foi atirado na lata do lixo. A decência também. Quem ousa denunciar alguma maracutaia dos valentes logo é tachado de reacionário, udenista, lacerdista e “assassinado” na internet. Maluf, cuja íntegra carreira política o Brasil bem conhece, foi alçado à condição de farol da humanidade. Com a notória sapiência no trato com a coisa pública, certamente vai iluminar a gestão do prefeito eleito de São Paulo. Lembram-se de Collor, o inimigo número um dos atuais donos do poder? Também acabou redimido e ingressou no time dos bons companheiros. E não o critique. “Mexeu com ele, mexeu comigo”, reagirão os bravos. Às vezes, sinto-me um completo idiota por ter acreditado no novo Brasil que essa gente pregava. Havia tantos amigos e conhecidos, céticos, apontando os indícios da pilantragem e alertando para o golpe. Mas o que fazer se, então, não havia de fato outra “esperança” de mudança no horizonte — assim como hoje também não se vislumbra saída para essa arapuca do “rouba, mas distribui”? Como não creio que o mundo acabará nesta sexta-feira, temo pelo que espera o Brasil no futuro. Um regresso ao “rouba, mas faz” ou a consolidação de que toda a rapinagem de esquerda deve ser louvada? Se tivesse de decidir hoje, anularia meu voto. Minha impressão é a de que ficaremos cada vez mais parecidos com a Argentina dos Kirchners e com a Venezuela à moda Chávez. Um triste destino. |
''... EU FUI À LAPA E PERDI A VIAGEM" *
Calendário maia astrofísico
Ari Cunha - Visto, Lido e Ouvido - Ari Cunha |
Correio Braziliense - 21/12/2012 |
Dizem que hoje o mundo acaba. Pelo menos oficialmente. O Sol nasceu como todos os dias. Mas um cataclismo vai funcionar como mente doentia que entra em uma escola para matar crianças e matará a todos nós. O alinhamento no centro da galáxia deixará a vida em cinzas, como deixou em cidades afegãs, sírias ou africanas. O apocalipse viria, virá ou já veio em ondas gigantes, terremotos, tornados, deslizamentos, enchentes e apagões. Fez ou faz ferver vulcões. Secar rios e matar os mares. Continentes despedaçados pela indústria armamentista cada vez mais rica em mortes. O fim da vida na Terra se aproxima. A massa coronal atingida em seu campo magnético trará distúrbios à rede de satélites. A magnetosfera encantadora das auroras boreais será uma ameaça. O mundo perderá o GPS. Ficará sem norte. Indústrias agrícolas produzirão sementes que espalharão o câncer. Dirão que, por falta de pesquisa, podem causar doença. Laboratórios farmacêuticos lucrarão com enfermidades para as quais a cura teria sido encontrada. Mundo desnorteado. Drogas, tráfico de órgãos, de pessoas, álcool, tabagismo faturarão tantos bilhões que controlarão governos. Pastores recolherão ouro dos fiéis para salvar almas. Muitos virão, mas enganarão. Nação contra nação, reino contra reino, filhos contra pais, pais contra filhos. Mas, se você estiver lendo essa coluna, esqueça. Foi alarme falso...Ou não. (Circe Cunha) A frase que não foi pronunciada “Agora sei que votar é aprender a perder.” Petista pensando triste em tudo em que acreditou; Comida de Natal » Recebo atenciosa mensagem do meu sobrinho comandante Jorge Farah. Sempre uma pergunta: “Por que no Natal quem morre é peru, e a missa cantada é a Missa é do Galo?” Brasil produz » Era das melhores empresas internacionais a Votorantim Celulose de Eucalipto, com sede em São Paulo. Foi multada pela Receita Federal em mais de um bilhão e meio de reais. Alega estar recebendo punição, quando existia outra empresa que se chamava Votorantim Celulose e papel, ou VCP. Diz que a Votorantim estava em construção, isso no começo de 2009. Essa informação é transferida para a Receita Federal ou demais participantes do alto movimento financeiro. Nada legal » Um absurdo que o povo candango engoliu sem protestos. Há um mês foi oficializada a redução em 70% do crédito ao consumidor que participa do programa Nota Legal. A ideia do deputado federal Reguffe era uma sociedade entre o contribuinte e o governo. As notas fariam parte de um sistema que acompanharia os tributos devidos pelas empresas. Mas logo o secretário de Fazenda, Adonias dos Reis Santiago, assumiu que a arrecadação tributária não acompanhou o acúmulo de créditos. O bem comum ficou entre empresas e o governo do DF. A população silenciosa consentiu. Processo » Aeroporto de Recife não conta com o apoio da Anac, Procon ou Juizado Especial. Ao partir 15 minutos antes da hora marcada para Fernando de Noronha, o avião da Gol deixou passageiros de conexão de fora. Erasmo, o responsável, já tinha em mãos o kit cala boca. Eram vouches de reservas em hotel e transporte para quem ficou. Nada poderia ser feito além disso. Pelo menos para a Gol. Bastidores » Ao ler a notícia de que existe um projeto de lei aprovado no Senado que cria o Fundo Nacional de Amparo a Mulheres Agredidas, o brasileiro típico disse: “Vou dar uma taca na minha mulher pra ver se a gente melhora o orçamento”. Que coisa! Sério » É bom registrar que metade dos assassinatos do Brasil acontecem por impulso de raiva e motivos fúteis. O Conselho Nacional do Ministério Público busca apoio para incrementar a campanha Conte até 10, capitaneada por Taís Schilling Ferraz. Apontadores » Provas não faltaram para a condenação dos mensaleiros. O presidente da Câmara, Marco Maia, alimenta o desrespeito entre poderes quando afirma que não vai acatar a decisão da perda de mandato dos deputados condenados no processo julgado no STF. Falta um espelho interno para o PT conhecer a si mesmo. Pelota » Paulo Davim, do Partido Verde, falou em plenário sobre patrocínios para clubes de futebol. Clubes famosos recebem até R$ 1 bilhão de apoio publicitário. Os outros recebem até 3% disso, o que também é muito. E a educação, nada. Bom e alegre » Celso Kaufman, dono do Stela Grill Sete é bom amigo. De bom humor, está sempre pronto para conversa alegre. Essa a razão de encher a mesa de amigos. Antecipa o fim do mundo. Se o mundo não acabar, outra vez vai juntar amigos. Aí aparece a melhor carne do Stela Grill e outras guloseimas. História de Brasília O ministro Brígido Tinoco está se dando ao luxo de chamar ao Rio o seu chefe de gabinete, para despachar na Guanabara. Enquanto isso, a sede do ministério, que deveria ser em Brasília, fica acéfala. (Publicado em 6/6/1961).
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(*) ÓPERA DO MALANDRO (Chico Buarque).
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PRODUTO INTERNO BRUTO menor QUE A META FIXADA (Simples assim...)*
BC vê Pibinho de 1%
Autor(es): VÂNIA CRISTINO » ANTONIO TEMÓTEO |
Correio Braziliense - 21/12/2012 |
O Banco Central finalmente se curvou à realidade e assinou embaixo o que já anteviam os analistas: a economia brasileira terá um crescimento pífio em 2012. A autoridade monetária reduziu de 1,6% para 1% o avanço do Produto Interno Bruto (PIB). A nova projeção consta do Relatório de Inflação divulgado ontem. Para 2013, a autoridade monetária não apresentou uma estimativa fechada, mas ressaltou que, nos 12 meses terminados em setembro próximo, a variação acumulada chegará a 3,3%.
Ao mesmo tempo em que admitiu crescimento, o BC reajustou para cima a expectativa de inflação deste ano. A taxa esperada agora é de 5,7%, ante os 5,2% anteriores, com a taxa básica de juros (Selic) constante em 7,25% e o dólar a R$ 2,05. Em 2013, destacou a instituição, a inflação começará pressionada, até chegar ao fim de dezembro em 4,8%, ligeiramente acima do centro da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Mas a alegria durará pouco: os preços voltarão a passar dos 5% ao longo de 2014. Segundo o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton Araújo, mesmo com o quadro adverso, a instituição sempre persegue o centro da meta da inflação. “A estabilidade das condições monetárias por um período de tempo suficientemente prolongado é a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta, ainda que de forma não linear”, disse. Apesar de declarar que o BC não está confortável com o atual nível da inflação, bem como a expectativa futura, ele listou os motivos que fizeram os preços dispararem neste ano, mesmo diante da fragilidade da atividade. Um deles, a forte seca nos Estados Unidos. Mesmo acima do desejado, os números de inflação anunciados pelo BC não levam em consideração o aumento da gasolina e do diesel em 2013 confirmando pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. A autoridade monetária também não contabiliza o não cumprimento da meta de superavit primário (economia para o pagamento de juros da dívida), de 3,1% do PIB. No Orçamento de 2013 em tramitação no Congresso, o Ministério do Planejamento admitiu a possibilidade de abatimento de até R$ 45 bilhões da meta fiscal. O BC já disse que o superavit cheio é vital para o controle dos preço e para a manutenção dos juros em 7,25%. Na avaliação de Hamilton e do chefe do Departamento Econômico do BC, Túlio Maciel, mais do que a questão fiscal, é a pressão dos salários que atormenta a autoridade monetária. Como os reajustes têm sido elevados, mas a produtividade no chão da fábrica é baixa, as empresas estão repassando os custos com a mão de obra para os consumidores. Os dois deixaram claro ainda que o BC não permitirá o dólar ir além de R$ 2,10, pois, a cada 10% de desvalorização do real, a inflação sobe 0,6 ponto percentual ao longo de 12 meses. Apesar das explicações do Banco Central, os analistas definiram as projeções como otimistas demais. Para Flávio Serrano, do BES Investimento, além de o governo não cumprir integralmente a meta fiscal, a inflação não cederá para menos de 5% tão cedo. » Energia compensará O economista-chefe do ABC Brasil, Luís Otávio de Souza Leal, disse que o documento do BC nasceu defasado. Segundo ele, não é surpresa para o mercado a instituição não incluir qualquer previsão de reajuste da gasolina e do diesel. “Apenas uma vez o BC estimou reajuste, e deu uma confusão danada”, observou. A seu ver, o encarecimento dos combustíveis poderá ser compensado quase que integralmente pela prometida redução das tarifas de energia. Ele disse ainda que o PIB deverá ficar abaixo de 4% em 2013. PAÍS DE CONTRADIÇÕESContas apresentadas pelo BC causam estranheza » Superavit primário A autoridade monetária assegura que o governo cumprirá a meta cheia de ajuste fiscal em 2013, para manter a inflação sob controle e os juros em 7,25% ao ano. Mas, no Orçamento de 2013 enviado ao Congresso, o Ministério do Planejamentoprevê abatimento de até R$ 45 bilhões na economia necessária para o pagamento da dívida pública. » Combustíveis O Banco Central não prevê reajuste da gasolina e do diesel no ano que vem, apesar de o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ter avisado, publicamente, que os combustíveis ficarão mais caros muito em breve. Esse aumento não está previsto na estimativa do BC de inflação de 4,8% em 2013. » Evolução do IPCA (Em %) O principal indicador de preços da economia ficará sempre distante do centro da meta, de 4,5% 4º tri/12 5,7 1º tri/13 5,7 2º tri/13 5,5 3º tri/13 4,9 4º tri/13 4,8 1º tri/14 5,1 2º tri/14 5,1 3º tri/14 5,1 4º tri/14 4,9 » Atividade fraca PIB vai demorar para reagir, atingindo apenas 3,3% dos 12 meses terminados em setembro Indicadores 2012 3º tri de 2013 PIB 1,0 3,3 Agropecuária -1,0 4,8 Indústria -0,5 2,8 Serviços 1,6 3,2 Consumo das famílias 3,0 4,0 Consumo do governo 3,2 2,9 Investimentos -3,5 3,1 Exportação 0,3 3,2 Importação 0,3 4,8
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(*) N.B.: Economicamente explicado e linguisticamente correto.
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VERBETE INFELIZ e INAPROPRIADO *
Dilma quer “Pibão grandão” em 2013
Dilma quer "Pibão grandão" |
Autor(es): VERA BATISTA |
Correio Braziliense - 21/12/2012 |
A chefe do Executivo renovou a promessa de diminuir a carga tributária no país e convocou os empresários a contribuir em para o aumento do PIB em 2013, depois do decepcionante desempenho de 2012
Presidente diz esperar que o crescimento da economia em 2013 seja muito maior do que o previsto para este ano
No mesmo dia em que o Banco Central enterrou as estimativas de crescimento mais forte para a economia, ao prever expansão de 1% em 2012 e de 3,3% no acumulado dos 12 meses terminados em setembro de 2013, a presidente Dilma Rousseff disse querer um “Pibão grandão” para o Brasil no ano que vem. A breve frase foi dita depois do lançamento de mais um pacote de privatização dos aeroportos. A meta do governo é que o Produto Interno Bruto (PIB) de 2013 — quando a campanha eleitoral para a Presidência da República já estará esquentando — avance pelo menos 4%, resultado considerado quase impossível de ser alcançado pelos analistas, devido à fragilidade dos investimentos produtivos. O empresariado não está se animando em atender os apelos de Dilma para que tirem das gavetas projetos de expansão de fábricas e empregos, por terem dúvidas sobre até onde vai a postura intervencionista do Palácio do Planalto na economia. Na tentativa de reforçar que está amigável ao capital, a presidente ressaltou que seu governo tem trabalhado para melhorar o ambiente de negócios no Brasil, visando desencadear um avanço significativo nos investimentos. Ela listou uma série de medidas já anunciadas, como a redução da taxa básica de juros (Selic) para 7,25% ao ano, o menor nível da história, e a diminuição de impostos sobre a folha de salários de 42 setores produtivos. Dilma destacou ainda a taxa de câmbio “mais realista”, com o dólar cotado acima de R$ 2, que favorece as exportações. “Tenho dito que um dos maiores desafios da economia brasileira é o aumento da competitividade, da taxa de investimento”, afirmou. “Nós estamos melhorando o ambiente de negócios do Brasil. Temos dedesencadear um imenso avanço nos investimentos produtivos, que, durante muito tempo, tiveram alguns entraves para a nossa competitividade”, emendou. Para a presidente, é preciso ficar claro o compromisso do governo no sentido de reduzir a carga tributária do país. “Agora, com os juros caindo, eu queria reafirmar aqui o nosso objetivo de tornar a carga tributária muito menor no Brasil. Nós queremos eliminar a logística cara, ineficiente. Queremos que haja uma estabilidade para que as pessoas invistam”, frisou. Desigualdades Ao mesmo tempo em que convocou os empresários a contribuírem para o “Pibão grandão”, Dilma reconheceu que, para o Brasil ser considerado um país desenvolvido, precisará “dobrar a sua renda per capita”. Contudo, ela não se comprometeu com um prazo para atingir tal meta. “Se quisermos ter uma meta ambiciosa, não vou dizer a data, temos que dobrar a nossa renda per capita. Nós seremos um país desenvolvido se dobrarmos a renda per capita”, discursou. O salário médio do brasileiro está estimado, hoje, em torno de US$ 15 mil — nível considerado médio. No topo da lista mundial estão os australianos, com US$ 60,6 mil, segundo cálculos da Faculdade de Economia da Pontifícia Universidade Católica (PUC) o Rio Grande do Sul. Nos Estados Unidos, o indicador está em US$ 48,4 mil. Para os analistas, mais do que aumentar a renda per capita, o Brasil precisa, urgentemente, reduzir a desigualdade social.
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(*) N.B.: É lamentável observar situações nas quais o populismo e o desespero por má gestão atropelam o léxico e a postura linguística que um Estadista deve ter.
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(...de ontem). 'LIXÃO DO DIVINO' *. TÔ FORA! (não estou em campanha...)
Lula recusa despedidas em
evento com catadores
em São Paulo
Ao lado de Dilma, ele participou de celebração de Natal com categoria.
Governo Lula gerou mais de 1,8 milhões de empregos por ano.

Veja o site do Jornal Nacional
Trabalho, emprego e carteira assinada. Essas eram mais que palavras no discurso de posse do operário que virou presidente em 1º de janeiro de 2003. "Já disse e repito: criar empregos será a minha obsessão."
Foram muitas as vezes em que Lula defendeu que o emprego fosse prioridade, como em dezembro de 2004. "Vamos investir todos os centavos possíveis em coisas produtivas, em coisas que possam gerar empregos, em coisas que possam gerar distribuição de renda, salário e poder de compra do povo brasileiro."
A CATAR OS CACOS e CAVACOS...
Lula não vai a evento dos catadores com Dilma
A assessoria de Lula informou que o ex-presidente foi convidado pelos catadores, mas não irá.
Foi lembrado ainda que, em novembro, Lula esteve na abertura da ExpoCatadores dos catadores, no Anhembi.
ALBERGADOS
PRESIDENTE DA CÂMARA INTIMIDA MINISTROS DO STF
CONFLITO ACIRRADO |
Autor(es): Fernanda Krakovics, André de Souza e Carolina Brígido |
O Globo - 21/12/2012 |
O presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa, confirmou que anuncia hoje se decretará a prisão dos condenados no mensalão, como pediu o procurador-geral da República. O presidente de Câmara, Marco Maia (PT-RS), que já havia contestado a cassação pelo STF do mandato dos deputados condenados, ontem afirmou que parlamentares só podem ser presos em flagrante delito ou após o processo transitar em julgado. E ainda ameaçou os ministros do STF ao afirmar que eles são nomeados e podem ser cassados pelo Parlamento. Joaquim respondeu que dar abrigo aos deputados seria "uma das violações mais graves à Carta da República". E afirmou que a ameaça de Maia revela desconhecimento da Constituição: "Não é o Parlamento que nomeia, é o presidente da República, que ouve o Senado."
Um dia antes da decisão do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, sobre a prisão imediata dos condenados no julgamento do mensalão, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), voltou a contestar o Judiciário, afirmando que deputados só podem ser presos em flagrante delito ou depois de o processo transitar em julgado. Ou seja, somente quando não houver mais possibilidade de recurso e o acórdão for publicado.
Maia não descartou também a possibilidade de dar abrigo na Câmara aos três deputados condenados -João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT) -, para evitar que eles sejam presos.
O abrigo também chegou a ser cogitado por alguns parlamentares no jantar de confraternização da Câmara, anteontem. As declarações de Maia foram respondidas à tarde por Joaquim. Ele disse que o abrigo aos deputados seria "uma das violações mais graves à Carta da República".
Mais que um balanço de fim de ano, essa tradicional entrevista dos dois presidentes virou uma troca de farpas, de críticas e de recados de um Poder para o outro. E cada um, a seu modo, fez a defesa de sua instituição, acirrando ainda mais a crise entre o Judiciário e o Legislativo.
Os dois Poderes passaram os últimos dias em confronto direto por causa do julgamento do mensalão e suas consequências - perda de mandato e prisão dos deputados condenados -, e também em função da polêmica votação dos vetos presidenciais à nova lei dos royalties do petróleo, que foi barrada por liminar do ministro Luiz Fux, do Supremo.
- Não estamos protegendo ninguém, mas discutindo prerrogativas do Parlamento - disse Marco Maia, que chegou a fazer uma ameaça velada a ministros do Supremo: - Não acredito que nenhum ministro tenha vontade de intimidar o presidente da Câmara com qualquer tipo de ameaça, até porque quem nomeia e cassa ministro do Supremo é o Parlamento, o Senado.
Horas mais tarde, em sua entrevista, Joaquim também respondeu de pronto a essa declaração:
- Não há espaço para qualquer tipo de ameaça. Eu acho que se trata na verdade de desconhecimento puro do funcionamento das instituições. Não é o Parlamento que nomeia. É o presidente da República, que ouve o Senado.
Sobre a possibilidade de Marco Maia dar abrigo aos deputados condenados, para que eles não sejam presos, caso seja esta sua decisão de hoje, Joaquim Barbosa reagiu:
- A proposição de uma medida dessa natureza, de receber condenados numa das Casas do Congresso, é uma das violações mais graves da Carta da República.
O nervosismo no meio político, especialmente no PT, diante do pedido de prisão imediata dos condenados pelo Supremo feito pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, tem acirrado posições nos últimos dias. E hoje é o dia D. Joaquim, ontem, deu sinais contraditórios sobre o rumo de sua decisão: ora sugeriu que poderá não decidir sozinho hoje, transferindo a decisão para o plenário (quando afirmou que poderia não caber a Marco Maia, que deixa a presidência no fim de janeiro, a decisão de acatar a determinação de prisão); ora insinuou que poderá, sim, decidir hoje, sozinho, se os condenados passarão ou não o Natal na prisão, ao lembrar que é tradição, nas instâncias inferiores, que a prisão seja decidida monocraticamente por todos os juízes.
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QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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'Quem nomeia e cassa ministro do STF é o Parlamento', adverte Marco Maia, que não descarta sequer oferecer abrigo no Congresso para impedir que deputados sejam presos; Joaquim Barbosa responde
O presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa, confirmou que anuncia hoje se decretará a prisão dos condenados no mensalão, como pediu o procurador-geral da República. O presidente de Câmara, Marco Maia (PT-RS), que já havia contestado a cassação pelo STF do mandato dos deputados condenados, ontem afirmou que parlamentares só podem ser presos em flagrante delito ou após o processo transitar em julgado. E ainda ameaçou os ministros do STF ao afirmar que eles são nomeados e podem ser cassados pelo Parlamento. Joaquim respondeu que dar abrigo aos deputados seria "uma das violações mais graves à Carta da República". E afirmou que a ameaça de Maia revela desconhecimento da Constituição: "Não é o Parlamento que nomeia, é o presidente da República, que ouve o Senado." (Págs. 1, 3 e 4)
O governo anunciou a concessão dos aeroportos do Galeão e de Confins (MG) ao setor privado e a criação da estatal Infraero Serviços, que cuidará da aviação regional. Os editais sairão em agosto de 2013, e o leilão será em setembro, a nove meses da Copa. Os novos concessionários investirão R$ 11,4 bi, sendo R$ 6,6 bi no Galeão. Já a aviação regional terá R$ 7,3 bi em 270 aeroportos, e o governo poderá bancar 50% das passagens. (Págs. 1, 39 e 40)
Malfeito será refeito
Em 2013, Aeroporto Santos Dumont terá de refazer obras realizadas em 2007 e 2009 numa pista de taxiamento e no pátio de estacionamento de aviões. (Págs. 1 e 12)
A possibilidade de a Câmara dar abrigo a deputados condenados no mensalão para evitar prisões foi classificada ontem como “uma violação das mais graves à Constituição” pelo presidente do STF e relator do processo, Joaquim Barbosa. Mais cedo, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), não descartou a hipótese de acolher os deputados condenados - como a Polícia Federal, que executa as prisões, não tem autorização para entrar no Parlamento, eles estariam “a salvo” da cadeia no fim de ano. Barbosa fez ainda outras críticas ao Legislativo, onde, para ele, há uma “tirania inconsequente, ignorante, sem noção, como se diz por aí”. Hoje Barbosa decidirá sobre o pedido do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para a prisão imediata dos condenados. Ele emitiu sinais contraditórios sobre qual posição vai adotar. (Págs. 1 e Nacional A4)
‘MP tem o dever de investigar acusações’
Joaquim Barbosa disse ontem que o Ministério Público tem o dever de investigar as acusações feitas no novo depoimento do empresário Marcos Valério, revelado pelo 'Estado' na semana passada. Ressaltou não ser prerrogativa do MP "escolher" o que quer investigar nem ser possível fazer "sopesamento político". No depoimento, Valério diz que o ex-presidente Lula deu o “ok" para o mensalão e teve despesas pessoais pagas pelo esquema. (Págs. 1 e A5)
Dilma Rousseff
Presidente da República
"Um pibão grandão"
(Respondendo a jornalistas sobre o que gostaria de ganhar de presente em 2013)
Fotolegenda: Demanda
A presidente Dilma assinou um decreto com normas para a criação de aeroportos civis: ‘Esse setor é um ótimo negócio comercial'.
Debate: Você é a favor das cotas nas universidades?
SIM - NinaRanieri, professora associada da Faculdade de Direito da USP, diz que as cotas garantem acesso e permanência na escola a todos aqueles em situação de desvantagem educacional.
NÃO – José Goldemberg, ex-reitor da USP, diz que ações afirmativas podem ser introduzidas no ensino médio, sobretudo para os mais carentes, mas não nas universidades.
A fraternidade dos intocáveis é uma construção mental que rebaixa as conquistas do movimento pela democratização no Brasil. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Sem estar em campanha por cargo, Lula vai precisar da “mídia golpista” para dar dimensão nacional à sua luta contra... a “mídia golpista”. (Págs. 1 e Nacional A8)
Guido Mantega apresentou esse cardápio ao revelar seus planos para promover o crescimento. (Págs. 1 e A3)
Começa de novo! (Págs. 1, 23 e 24)
Na prática, a barreira de entrada definida para esse segundo lote de privatizações restringirá a participação a cerca de 13 operadoras internacionais. Os grupos formados para disputar Galeão e Confins devem ter obrigatoriamente uma empresa com experiência em administrar aeroportos de pelo menos 35 milhões de passageiros/ano. Essa operadora estrangeira deverá participar com um mínimo de 25% no capital dos consórcios. (Págs. 1 e A3)
A iniciativa integra um projeto-piloto internacional que reúne no Brasil oito empresas de grande porte para a calibragem de uma nova ferramenta de gestão testada no exterior por mais de 300 corporações nos últimos quatro anos. Em território brasileiro, o foco é a Amazônia. Problemas no acesso aos serviços vitais dos ecossistemas, como água e fixação de carbono, podem gerar riscos e impactos nos lucros operacionais, diz Francisco Almendra, coordenador de clima e energia do World Resources Institute (WRI). Segundo ele, "no mundo de hoje é estratégia de sobrevivência para os negócios avaliar o impacto e a dependência em relação a esses ativos". (Págs. 1 e Caderno Especial/Negócios Sustentáveis)
A descoberta de rombos bilionários em bancos como PanAmericano e Cruzeiro do Sul acabou encobrindo centenas de liquidações, cancelamentos de registros e incorporações de outras entidades não bancárias dentro de um projeto batizado de "Sanea" pelo BC. (Págs. 1 e C1)
Mas os fãs de Chávez não mostraram o mesmo entusiasmo pelo homem que ele escolheu como seu sucessor, o vice-presidente Nicolas Maduro, que assumirá se o presidente populista sucumbir ao câncer ou tiver de renunciar. (Págs. 1 e A11)
André Lara Resende aborda o crescimento além da conjuntura de curto prazo. (Págs. 1 e Eu & Fim de semana)
Dilma sabe que 2013 é o último ano para seu governo apresentar resultados melhores. 2014 será dedicado à reeleição. (Págs. 1 e A2)
Maria Cristina Fernandes
Não basta que os condenados paguem por seus crimes. A magistratura tem de se abrir mais ao escrutínio da sociedade. (Págs. 1 e A6)