A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, junho 19, 2007
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
RENAN CALHEIROS [In:] "SE CORRER, ... "
Apesar do apoio maciço e algumas defesas acaloradas no Conselho de Ética, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não escapou ontem de novo desgaste. Em depoimento, o advogado Pedro Calmon Filho, defensor de Mônica Veloso, peça-chave do caso, declarou que o cacique alagoano pagou “por fora” R$ 9 mil mensais à jornalista, em 2006, fruto de um acordo para completar a pensão da filha. Mas não parou aí: contou que Mônica recebeu duas sacolas de dinheiro vivo de Renan, totalizando R$ 100 mil. A tropa de choque do presidente do Senado, na ânsia de rebater as declarações do advogado, revelou trechos do processo envolvendo Mônica e Renan, que corria em segredo de Justiça. O advogado da jornalista, irritado, usou outro trecho do processo para reforçar as suas acusações. “É mentira”, bradou o advogado de Renan, Eduardo Ferrão, do fundo do plenário. Renan também reagiu, chamando Calmon de “Pinóquio”. Após o fogo cruzado, prestou depoimento Cláudio Gontijo, da Construtora Mendes Júnior, acusado de cobrir despesas do parlamentar. Não gostou de ser chamado de lobista e defendeu o senador. Pela temperatura política, porém, a situação do peemedebista piorou. O relator do caso no Conselho de Ética, Epitácio Cafeteira (PTB-MA), que na semana passada tentou arquivar o caso sem ouvir as testemunhas, se afastou. O presidente, Sibá Machado (PT-AC), não conseguiu um substituto e teve de fazer as vezes de relator. Da Câmara, Onyx Lorenzoni (DEM-RS) e Fernando Gabeira (PV-RJ) cobraram o afastamento de Renan - não querem mais desgaste para o Congresso. Com a nova acusação, pressionado e sem um relator, Sibá adiou para amanhã a sessão que decidirá o futuro de Renan.
SP, SERRA & PAC: LOCOMOTIVA SANTISTA
O governo de São Paulo enviou ontem ao Ministério das Cidades a lista das obras escolhidas para receber verbas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O governador José Serra (PSDB) pede R$ 2,9 bilhões para os próximos quatro anos. Na sexta-feira, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se reunir com ele em São Paulo para anunciar as que foram eleitas pelo governo federal. O pacote paulista prevê 39 obras nas áreas de habitação e saneamento em 23 municípios e intervenções menores em mais de 100 cidades. Considerando o aporte do Estado, da União e das prefeituras, o investimento chega a R$ 4,3 bilhões, com a maior fatia destinada a habitação, cerca de R$ 3 bilhões. O governo Lula reservou R$ 12 bilhões para investir no PAC nos próximos quatro anos em todo o País nas duas áreas. Na primeira etapa, dará prioridade à liberação de verbas para o eixo São Paulo, Minas Gerais e Rio, a fim de favorecer uma aproximação com governadores e prefeitos de oposição. A Secretaria Estadual da Habitação deve receber hoje uma resposta do ministro das Cidades, Márcio Fortes. “Espero que nossas prioridades sejam coincidentes com as deles. Essa lista foi debatida à exaustão com a Secretaria Nacional de Habitação e o próprio ministro”, afirmou o secretário da Habitação, Lair Krähenbühl. O foco da lista de Serra são a região metropolitana e a baixada santista, pontos de consenso com o governo federal, segundo Krähenbühl. São Paulo tenta, entretanto, convencer o ministério a incluir no PAC os municípios de Sorocaba, Jundiaí, Ribeirão Preto e Carapicuíba.“O critério foi escolher obras que ajudem a viabilizar projetos estratégicos para o Estado, como a continuação do Rodoanel e a recuperação da Represa Guarapiranga”, disse o secretário. A lista foi definida, segundo o governo, após negociações com os prefeitos e não impede que outras cidades acertem investimentos diretamente com a União.O maior investimento será para novas unidades habitacionais. São quase R$ 2 bilhões para construir 51.450 moradias até 2010. O déficit habitacional no Estado é estimado em 879 mil moradias.Para urbanização de favelas, serão aplicados R$ 739,3 milhões, beneficiando 200 mil famílias. O plano contempla as maiores favelas do Estado, como Heliópolis e Paraisópolis, na capital, e México 70, em São Vicente. Na parte de saneamento, a maior obra é a recuperação das Represas Billings e Guarapiranga.As primeiras obras do PAC no Estado devem começar só no fim do ano. Isso porque a maioria está em fase de projeto. O governo não descarta a hipótese de atrasos, uma vez que os funcionários do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) estão em greve e muitas obras precisam do licenciamento ambiental.Silvia Amorim
RENAN CALHEIROS [In:] "DÁ-NADA-NÃO, MANU..."

MÁQUINAS DE CAÇA-NÍQUEIS: "QUE PAÍS É ESTE?" *
A Polícia Federal decidiu abrir inquérito para apurar o suposto envolvimento de seus agentes com a máfia dos caça-níqueis. Os nomes de pelos menos dois deles estariam na agenda telefônica do advogado Jamil Chokr, investigado pela Corregedoria da Polícia Civil e pelo Ministério Público Estadual (MPE) sob suspeita de manter um esquema de corrupção que pagava propina a 84 dos 93 distritos policiais de São Paulo. A decisão de instaurar o inquérito foi tomada pelo superintendente da PF em São Paulo, delegado Geraldo José de Araújo. “Já requisitei cópia desse material e, se houver provas, esses policiais serão afastados e processados.” Por enquanto, são dois os suspeitos que integram os quadros da PF. Eles foram identificados apenas como Sanches e Júlio César. “Temos quatro pessoas chamadas Júlio César trabalhando na superintendência e um Sanches”, reconheceu Araújo. O superintendente da PF em São Paulo comentou que, há poucos meses, um agente também chamado Sanches foi afastado das funções, processado e exonerado da instituição por suborno. “Se for a mesma pessoa, já nem pode mais ser considerado um policial federal”, ressaltou Araújo. Na contabilidade apreendida no dia 25 com Chokr aparece a sigla PF-SP como destinatária de um pagamento de R$ 35 mil em abril. A Corregedoria-Geral da PF tem 30 dias para concluir as investigações, mas, como não há ninguém preso, o prazo pode ser prorrogado. Além dos federais, foram encontrados os nomes de 52 policiais civis na agenda e nos documentos de Chokr. A Corregedoria da Polícia Civil identificou 27 policiais, 20 dos quais eram investigadores-chefes, homens de confiança de delegados titulares de distritos policiais. Todos os 20 foram afastados de seus cargos. “Já estamos ouvindo os depoimentos desses homens”, afirmou o diretor da corregedoria, delegado Francisco Alberto Campos. A corregedoria espera concluir esse trabalho na próxima terça-feira. Apesar de o órgão ter anunciado que enviaria à Justiça pedidos de quebra de sigilos telefônico, bancário e fiscal dos suspeitos, até ontem eles não haviam chegado ao Departamento de Inquéritos Policiais do Tribunal de Justiça. Estadão, Bruno Tavares e Marcelo Godoy.
CONSELHO NACIONAL DO MP: [... É DE FAZER "BABÁ", ALI, Aqui ou Alhures, CORAR!!!]
RENAN CALHEIROS & OLAVO CALHEIROS [In:] MILHAGRE DOS PEIXES

As declarações de Imposto de Renda do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e de seu irmão, deputado Olavo Calheiros (PMDB-AL), referentes aos anos de 2003 a 2006, revelam que os dois políticos são verdadeiros homens de negócios que costumam realizar transações entre si, em uma simbiose que pode causar confusão nos desavisados. Obtidas pelo Estado, as declarações demonstram que, quando se trata de adquirir patrimônio, os dois são a mesma entidade. De acordo com as declarações, pelo valor de R$ 300 mil, Renan comprou a Fazenda Furquilha, localizada em Murici, município natal dos Calheiros. Os vendedores foram o próprio Olavo e Ana Weruska Maria Cerqueira Calheiros, cunhada do presidente do Senado. Em contrapartida, Olavo arrendou a Fazenda Bananeira, conforme certidão expedida pelo Cartório de Murici, mas abriu mão para que Renan a explorasse, segundo consta da declaração de renda do ano de 2006. Juntos, conforme as declarações até 2006, os dois teriam 2.601 hectares. O deputado tem em seu nome as Fazendas Boa Vista, Santo Aleixo, Bananeira e Capoeirão. Já o senador Renan, entre compras e arrendamentos, conta com as Fazendas Furquilha, Novo Largo, Alagoas, Santa Rosa, Vale da Serra e ainda explora a Fazenda Bananeira em parceria com o irmão. “Olavo é, na verdade, totem da sujeira do Renan. O patrimônio declarado dele é superior ao do irmão”, diz o ex-deputado Mendonça Neto, que lançou Renan na vida política. Para o clã dos Calheiros não vale a “lei de Murici”, onde cada um cuida de si. Sob a rubrica “exploração”, Renan declara que atua na Fazenda Bananeira ao lado do irmão. Rica em símbolos, a relação dos irmãos já levou o patrimônio de Olavo a crescer de forma espetacular. Na declaração de renda de 1997, ele informava possuir duas salas comerciais, uma perua Hilux e 2.254 cabeças de gado. Tudo que tinha sob a lupa do leão da Receita era um patrimônio de R$ 51 mil. Mas a vida política foi generosa com o irmão de Renan. Seu patrimônio explodiu, mesmo levando em conta que os valores dos bens declarados estão mais para uma pechincha do que para a realidade do mercado. Numa soma conservadora, ele declarou que em 2006 acumulou uma fortuna de R$ 3.995.906. Para ter uma idéia de quanto os valores estão subestimados, o deputado declarou que adquiriu a Fazenda Capoeirão, de 350 hectares, por apenas R$ 30 mil. Segundo cálculos de especialistas do mercado, o preço, na época, seria de R$ 1,7 milhão. A fazenda foi comprada com créditos trabalhistas devidos pela Usina Bititinga. O sucesso de Renan é equivalente. Uma de suas compras foi a Fazenda Alagoas, de 518 hectares, no município de Flexeira. O senador a adquiriu de seu amigo Tito Uchoa - apontado como a parte visível de muitos de seus negócios alagoanos. 2004 foi um ano de grandes aquisições e vendas para Renan. Ele vendeu, por exemplo, uma casa no Lago Sul, em Brasília, por R$ 600 mil. Na área de compras, além da Fazenda Alagoas do amigo Uchoa, comprou uma casa na Barra de São Miguel por R$ 300 mil. Entre os documentos que Renan usou para instruir sua defesa constam recibos de venda de gado que apresentam o mesmo cheque para justificar compras distintas. A revelação foi feita pelo jornal O Globo, em sua edição de ontem. Além dessa incoerência, há na documentação apresentada pelo presidente do Senado casos de erros de digitação e de números de CNPJ trocados ou pertencentes a outra empresa. Estadão, Expedito Filho, Maceió. Foto matéria.