A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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sexta-feira, junho 22, 2007
RENAN CALHEIROS: "ETERNO ENQUANTO DURE..." *
O "Painel" da Folha (só para assinantes) desta sexta-feira, editado por Renata Lo Prete, informa que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), só permanece no cargo pelo fato de ainda não haver acordo em torno de um nome para substituí-lo. Renan é acusado de usar o lobista Cláudio Gontijo, da Mendes Júnior, para pagar aluguel e pensão à jornalista Mônica Veloso, com quem o peemedebista tem uma filha. Segundo o "Painel", o senador José Sarney (PMDB-AP) diz não querer o cargo, mas aceitaria. O restante do PMDB também quer, além do PT, DEM e PSDB. No entanto, o PT já comanda a Câmara e o PSDB teria de se entender com PMDB e PT. O presidente do Conselho de Ética do Senado, Sibá Machado (PT-AC), enfrenta dificuldades para encontrar um senador da base aliada disposto a ocupar a relatoria do processo contra Renan. O impasse sobre o novo relator teve início depois que o senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA) deixou o cargo, na última segunda-feira, alegando problemas de saúde. O senador Wellington Salgado (PMDB-MG) aceitou a função em meio a dificuldades de Sibá para encontrar um substituto, mas ficou apenas poucas horas na função. Salgado entregou na quarta-feira a relatoria depois que o Conselho de Ética adiou, mais uma vez, a votação do relatório no processo contra Renan. Aliados do presidente do Senado trabalham para que a relatoria seja ocupada por um senador peemedebista, mesmo partido de Renan. O líder do PMDB no Senado, Valdir Raupp (RO), se colocou à disposição para relatar o caso e o presidente do conselho não descarta aceitar o nome dele caso ninguém da base aliada se apresente para a relatoria. Sibá ressaltou, no entanto, que como Raupp é suplente da comissão deverá se tornar titular para ocupar o posto. O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) também se colocou à disposição do conselho para relatar o processo contra Renan. Suplicy afirmou que não foi sondado por Sibá para a relatoria, apesar do presidente do conselho argumentar que nenhum governista ainda se ofereceu para a função. O senador disse que está pronto para cumprir a tarefa se for necessário. Apesar de Suplicy integrar a base aliada do governo, no Conselho de Ética ele não é da chamada "tropa de choque" de Renan. O senador petista defende maiores investigações sobre o presidente do Senado depois que a Polícia Federal revelou indícios de irregularidades na prestação de contas da movimentação financeira de Renan. Folha Online.
CAÇA-NÍQUEIS: PROJETO DE LEI & SUBMUNDO DO CRIME

Tramita na Assembléia Legislativa de São Paulo o projeto da chamada “Lei Chokr”, alusão ao advogado Jamil Chokr, acusado de pagar propinas da máfia dos caça-níqueis a distritos policiais. O texto pretende regulamentar o funcionamento das máquinas no Estado. O autor é o deputado Vicente Cândido (PT), que também fez proposta idêntica quando era vereador na capital. Em entrevista exclusiva ao Estado na terça-feira, Chokr disse que Cândido o convidou para redigir o projeto. O advogado afirmou que uma das idéias do vereador era garantir recursos para a então prefeita Marta Suplicy (PT) construir os Centros Educacionais Unificados (CEUs). “Ele queria fazer um projeto dele para angariar recursos por meio dessas máquinas para os CEUs. Queria criar uma taxa, um imposto, com essa finalidade. Ele me convidou. Tenho até o cartão dele”, disse Chokr. Ontem, Cândido negou ter procurado o advogado. “Foram comerciantes, principalmente da zona leste, que me trouxeram o Jamil. Estavam cansados de pagar propina para certos setores da polícia. Então tive a idéia de regulamentar a situação e cobrar uma taxa que teria como destino programas educacionais de jovens carentes e negros na periferia”, afirmou. Ele disse que nunca participou de reunião sozinho com Chokr e seu “empenho é para eliminar a corrupção”. Negou ainda que o advogado tenha ajudado a redigir o projeto. “Mas contribuiu com importantes informações técnicas.” O projeto de lei 629/2001 acabou sendo arquivado na Câmara, em 19 de janeiro de 2005, em razão do término da legislatura do petista, eleito deputado estadual. A matéria tramitou e foi aprovada por todas as comissões da Casa, com exceção da de Constituição e Justiça, comandada pelo PSDB. Já o projeto da “Lei Chokr”, em formato estadual, nº 768/03, foi apresentado na Assembléia em 2003 por Cândido. Atualmente está em trâmite na Comissão de Segurança Pública.As justificativas de apresentação das duas propostas são praticamente idênticas. “O presente projeto de lei pretende regulamentar o funcionamento das máquinas de diversão eletrônicas e eletromecânicas de concurso de prognósticos, do tipo de sorteio de resultados eletrônicos no Município de São Paulo. As tais máquinas podem ser encontradas em qualquer esquina de São Paulo em bingos, lanchonetes, bares, padarias e até mesmo em estabelecimentos como farmácias ou lojas, apesar de não legalizadas, dando oportunidade à corrupção dos agentes públicos que deveriam impedir seu funcionamento”, escreveu o autor. “O objetivo não é regulamentar as máquinas, mas taxar esse tipo de ação e usar o dinheiro para educação e área social. Na Câmara, o projeto destinava dinheiro para programas de educação de jovens carentes. Na Assembléia, a verba tem como destino o fundo de cultura e de esporte”, disse o parlamentar. Cândido disse ainda que, segundo relatos de comerciantes, a propina paga era de R$ 50 por máquina, por mês, no ano 2000. A taxa, se aprovada, arrecadaria cerca de R$ 180 milhões por ano. A explicação do Cândido para o arquivamento do projeto 629 na Câmara é o fato de os vereadores terem aprovado várias taxas criadas pela prefeita Marta, como as da luz e do lixo. O parlamentar defendeu, na justificativa do projeto, que máquinas de caça-níqueis não são jogos de azar. “Sendo apenas uma forma de entretenimento, o funcionamento de tais máquinas está garantido no princípio da livre iniciativa.” Ontem, disse que a justificativa não é relevante. A Secretaria das Subprefeituras afastou preventivamente do cargo o chefe de Fiscalização da Subprefeitura da Sé, Reginaldo Fazzion. A administração informou que ainda não tem provas oficiais de que ele tenha sido “flagrado” pedindo propina de R$ 30 mil a um representante de bingo numa escuta da Polícia Federal, como noticiou o Estado ontem. A secretaria afirmou que uma escuta da PF, divulgada pela Folha de S. Paulo, indica que um funcionário da subprefeitura de nome Reginaldo pediu propina. Estadão, Eduardo Reina. Foto matéria, Jonne Roriz/AE.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

Aeronáutica cogita prender líderes de controladores. Reunido com Lula nesta quinta-feira, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Junito Saito, atribuiu a uma “operação padrão” deflagrada no Cindacta de Brasília o novo caos que se instaurou nos aeroportos nas últimas 72 horas. Segundo apurou o blog no início da madrugada desta sexta-feira (22), o governo planeja prender uma série de líderes dos controladores de vôo caso a situação do tráfego aéreo não se normalize. Se necessário, o comando da Aeronáutica pretende acionar um plano de contingência elaborado para administrar situações de emergência. Prevê a substituição de controladores que cuidam do tráfego de aviões civis por militares que atuam no Departamento de Defesa Aérea. O blog conversou também com um dos líderes sindicais dos controladores que se encontram sob ameaça. Receoso de ser punido, ele falou sob a condição do anonimato. Blog do Josias, Folha Online.
STF [In:] EMPRÉSTIMOS GENUÍNOS...
"DELIRIUS TREMENS" [In:] "SONHO MEU, SONHO MEU, VAI BUSCAR QUEM MORA LONGE ..." *
(*) Sonho Meu. (Ivone Lara e Delcio Carvalho]. "Sonho meu, Sonho meu, Vai buscar quem mora longe, Sonho meu /(...) Sentido marcado/ De mágoa de amor..."
RENAN CALHEIROS: "REINAÇÕES DE NARIZINHO..." *

Peemedebista se diz vítima de “processo esquizofrênico”. Ele avalia que não há riscos à instituição. No Conselho de Ética, aliados querem agora prolongar o processo. A aposta da tropa de choque é que o caso cairá no esquecimento. O adiamento desagrada a Lula, que teme “transtornos” na relação do Planalto com o Congresso.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), avisou ontem que, apesar de toda a pressão, não vai renunciar ao comando do Congresso. “Estou sendo vítima de um processo esquizofrênico”, protestou o senador, acusado de ter contas pessoais pagas por um lobista da empreiteira Mendes Júnior. Ele avisou que não vai “arredar o pé” do cargo e frisou que não vê riscos à instituição que representa: “O Senado não vai participar dessa crise.” O fato é que o caso já contaminou o dia-a-dia do Congresso. Renan não circula pelos corredores como antes e, incomodado com a imprensa, chegou a receber chefes de Estado a portas fechadas. Para uns, o senador fica cada vez mais isolado, mas, segundo Jefferson Péres (PDT-AM), ele está usando a estrutura do Senado para se defender. Frustrado, pois dava como certa a absolvição no Conselho de Ética, na quarta-feira, Renan reuniu assessores e parlamentares e se disse “traído”. Reclamou não só dos integrantes da base aliada, que não se empenharam para arquivar de vez o processo, mas sobretudo dos “companheiros” do PMDB.Após a derrota no conselho, a tropa de choque mudou de tática. Agora, quer prolongar ao máximo o processo, apostando em que o escândalo vai cair no esquecimento dentro de 60 ou 120 dias. Cogitou-se outra idéia inusitada: nomear um triunvirato de relatores. Nomear um, porém, já está difícil.O prolongamento da crise desagradou ao presidente Lula, que teme abalos na relação com o Congresso. Ele quer uma solução rápida, mas não vai a público defender o aliado. Enquanto isso, as principais suspeitas que rondam o caso seguem sem resposta. Estadão. Foto-matéria, Celso Junior/AE.