A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quinta-feira, março 22, 2007
CHINAGLIA [In:] "COMPROMISSOS DE CAMPANHA"
ESTADO BRASILEIRO: "... DE MUITO GORDA A PORCA JÁ NÃO ANDA" (conclusão desta série...)

No total, os salários dos 26 prefeitos das capitais totalizam cerca de R$ 330 mil mensais. A média salarial na região Centro-Oeste é a maior (R$ 14,2 mil), contra R$ 12,7 mil do Norte, R$ 12,66 mil do Sul, R$ 12,35 mil do Sudeste e R$ 12,31 mil do Nordeste.
Capitais/Prefeitos das capitais/Salário (em reais)//Governadores estaduais/Salário (em reais)
Curitiba (PR) /Carlos Alberto Richa (PSDB) /19,115 mil //Roberto Requião (PMDB) /24,5 mil
São Luís (MA) /Tadeu Palácio (PDT) /19,1 mil //Jackson Lago (PDT) /13 mil
Manaus (AM) /Serafim Corrêa (PSB) /18 mil //Eduardo Braga (PMDB) /17 mil
Belo Horizonte (MG) /Fernando Pimentel (PT) /15,9 mil //Aécio Neves (PSDB) /10,5 mil
Campo Grande (MS) /Nelsinho Trad (PMDB) /15,58 mil //André Puccinelli (PMDB) /22,1 mil
João Pessoa (PB) /Ricardo Coutinho (PSB) /15 mil //Cássio Cunha Lima (PSDB) /18,37 mil
Boa Vista (RR) /Iradilson Sampaio de Souza (PPS) /15 mil //Ottomar Pinto (PSDB) /18,6 mil
Recife (PE) /João Paulo (PT) /14,63 mil //Eduardo Campos (PSB) /9 mil
Cuiabá (MT) /Wilson Santos (PSDB) /14,31 mil //Blairo Maggi (PR) /11 mil
Rio Branco (AC) /Raimundo Angelim (PT) /13,44 mil //Binho Marques (PT) /22,1 mil
Aracaju (SE) /Edvaldo Nogueira (PC do B) /13,43 mil //Marcelo Déda (PT) /22,1 mil
Rio de Janeiro (RJ) /César Maia (PFL) /13,42 mil //Sérgio Cabral (PMDB) /12,76 mil
Porto Velho (RO) /Roberto Sobrinho (PT) /13 mil //Ivo Cassol (PPS) /12,3 mil
Fortaleza (CE) /Luizianne Lins (PT) /12,9 mil //Cid Gomes (PSB) /10,27 mil
Goiânia (GO) /Iris Rezende (PMDB) /12,72 mil //Alcides Rodrigues (PP) /12,8 mil
Macapá (AP) /João Henrique Pimentel (PT) /11 mil //Waldez Góes (PDT) /22 mil
Porto Alegre (RS) /José Fogaça (PPS) /10,7 mil //Yeda Crusius (PSDB) /7,14 mil
Vitória (ES) /João Carlos Coser (PT) /10,5 mil //Paulo Hartung (PMDB) /12,16 mil
São Paulo (SP) /Gilberto Kassab (PFL) /9,6 mil //José Serra (PSDB) /14,9 mil
Belém (PA) /Duciomar Costa (PTB) /9,4 mil //Ana Júlia (PT) /11,44 mil
Maceió (AL) /Cícero Almeida (PTB) /9,24 mil //Teotônio Vilela (PSDB) /11,5 mil
Palmas (TO) /Raul Lustosa Filho (PT) /9,06 mil //Marcelo Miranda (PMDB) /22,1 mil
Natal (RN) /Carlos Eduardo Alves (PSB) /9 mil //Wilma de Faria (PSB) /11,66 mil
Teresina (PI) /Sílvio Mendes (PSDB) /8,94 mil //Wellington Dias (PT) /11,44 mil
Salvador (BA) /João Henrique Carneiro (PDT) /8,58 mil //Jaques Wagner (PT) /10,3 mil
Florianópolis (SC) /Dário Berger (PSDB) /8,17 mil //Luiz Henrique da Silveira (PMDB) /10 mil
PARANÁ: APOSENTADORIAS ESPECIAIS [... DE EX-GOVERNADORES ! ]
BOLIVIA & BRASIL; CONGRESSO & PETROBRÁS; MORALES & LULA [ !!!]
Rio - O governo boliviano voltou à carga pela aprovação, no Senado, dos contratos de concessão de campos de petróleo e gás no país. Ontem o ministro dos Hidrocarbonetos, Carlos Villegas, foi ao Congresso pedir mais agilidade nas negociações. “Estamos chegando ao fim de março e o efeito perverso é que as empresas estrangeiras ainda não estão investindo, como se esperava”, disse Villegas, pouco antes de entrar no plenário para participar de uma sessão do Senado. Os contratos foram assinados no final de outubro, mas ainda não estão registrados em cartório. Há duas semanas os senadores anunciaram investigação minuciosa nos documentos, que foram entregues para avaliação com muitos erros e algumas modificações com relação aos documentos originais. Em fevereiro, quando esteve no Brasil, o presidente Evo Morales se comprometeu a colocar os contratos em vigor até o último dia 15. Enquanto perdurar o impasse, Petrobras, a francesa Total e a espanhola Repsol - sócios nos campos de San Alberto e San Antonio, os maiores do país - continuam pagando o imposto adicional de 32% sobre a receita, conforme instituído pelo decreto de nacionalização do setor de petróleo, de 1.º de maio de 2005. Além disso, todas as empresas que operam no país mantém novos projetos em suspenso, à espera da prometida estabilidade jurídica dos contratos. Segundo nota distribuída pelo Ministério dos Hidrocarbonetos, Villegas pediu que os parlamentares concluam o processo de investigação dos contratos até a próxima terça-feira (27), quando termina o ciclo de entrevistas e audiências com autoridades do setor de petróleo e gás. Na semana passada, diz o texto, o ministério enviou carta ao governo brasileiro pedindo desculpas e compreensão pela dilatação do prazo de início de vigência dos contratos. A Petrobras vai “clonar” uma plataforma em construção -jargão utilizado para classificar o reaproveitamento do projeto de uma obra para outra - num esforço para manter em estaleiros brasileiros a construção dos equipamentos e acelerar o cumprimento das metas de produção nos próximos anos. A medida, aprovada em reunião de diretoria da última quinta-feira (15), visa compensar o atraso no início da operação das plataformas P-55 e P-57, que tiveram licitação suspensa devido aos altos preços e ficaram sob o risco de transferência da execução para o exterior. Agência Estado.
BANCO POPULAR DO BB: EMPRÉSTIMOS OU EMPREGO PÚBLICO?
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
ESTADO BRASILEIRO: "... DE MUITO GORDA A PORCA JÁ NÃO ANDA" (6a. parte)
De acordo com as informações das câmaras municipais, em Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Luís (MA), os prefeitos têm subsídios maiores que os dos governadores. A maior diferença salarial entre o governador e o prefeito da capital do estado está no Maranhão, onde o governador Jackson Lago (PDT) recebe R$ 13 mil e o prefeito de São Luís, Tadeu Palácio (PDT), R$ 19,1 mil. As assessorias do governador e do prefeito informaram que eles não quiseram comentar a diferença salarial. Em Minas Gerais, o governador Aécio Neves (PSDB) recebe R$ 5,4 mil a menos que o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT). O tucano tem um subsídio de R$ 10,5 mil, contra R$ 15,9 mil do petista. No Recife, caso o reajuste de 46,35% seja mantido para o prefeito (seu salário foi elevado para R$ 14,6 mil), João Paulo (PT) também terá vencimento bem superior ao do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que recebe R$ 9 mil. Mas o petista disse que só vai aceitar aumento de 20% (para R$ 12 mil). O Ceará, onde o PSB governa o estado e o PT a Prefeitura de Fortaleza, o quadro semelhante ao de Pernambuco. O governador Cid Gomes tem vencimentos de R$ 10,27 mil, enquanto a prefeita da capital, Luizianne Lins (PT), recebe R$ 12,9 mil. A remuneração do governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), é de R$ 11 mil e a do prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), R$ 14,3 mil. No Rio Grande do Sul, a governadora Yeda Crusius (PSDB) ganha R$ 7,1 mil e o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PPS), R$ 10,7 mil. Em Rondônia, Rio de Janeiro e Amazonas, as diferenças salariais entre o prefeito da capital e o governador são pequenas. No caso de Rondônia, o salário do governador Ivo Cassol (PPS) é de R$ 12,3 mil e o do prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho (PT), R$ 13 mil. No Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB) recebe R$ 12,76 mil e o prefeito da capital, César Maia (PFL), R$ 13,42 mil. No Amazonas, o governador Eduardo Braga (PMDB) ganha R$ 17 mil e o prefeito de Manaus, Serafim Corrêa (PSB), R$ 18 mil.
De acordo com o especialista em direito constitucional e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o advogado Luís Roberto Barroso, não é ilegal o prefeito ganhar mais que o governador ou mesmo que o presidente da República. “Do ponto de vista jurídico, não há impedimento a que um prefeito receba mais do que o governador de seu estado ou o presidente. Essa é uma questão que se resolve no âmbito interno de cada unidade da federação, no exercício de sua autonomia”, afirmou. Segundo o professor da UERJ, a Constituição estabelece um teto para a remuneração de todos os agentes públicos. “Esse teto é o subsídio recebido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. A remuneração dos prefeitos, contudo, não é vinculada à dos governadores ou à do presidente da República”, disse.
A diferença salarial entre os prefeitos das capitais chega a 234%, levando em conta a menor e a maior remuneração (a dos prefeitos tucanos Dário Berger, de Florianópolis, e Beto Richa, de Curitiba. Berger ganha R$ 8.174 e Richa, R$ 19.115). Para o prefeito de Florianópolis, Dário Berger (PSDB), o salário “está muito aquém da realidade”. “Sou uma pessoa que vive de forma bastante simples e não tem condições de extrapolar nada. Minha vida é bastante controlada, porque realmente o salário é muito pequeno”, disse o prefeito tucano, que, em entrevista ao G1, defende um teto para a função. “Deveria haver uma regulamentação federal, que venha de cima para baixo e estabeleça um teto mínimo para os prefeitos das capitais, pois são inexplicáveis essas diferenças. Não se tem bom senso na definição de um valor justo para a importância do cargo”, afirmou Berger. Além do prefeito de Florianópolis, Dário Berger (PSDB), apenas o de Salvador, João Henrique Carneiro (PDT), recebe salário inferior ao do presidente Lula. Segundo a Câmara de Vereadores da capital baiana, o pedetista tem vencimentos de R$ 8.586. Dos 26 prefeitos de capitais de estado, sete recebem R$ 15 mil ou mais. O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, se diz contrário a um teto salarial para os prefeitos. "O erro no Brasil é fixar teto. Sempre que você fixa um teto, todo mundo vai para o teto", disse Ziulkoski, em entrevista ao G1. Segundo ele, a responsabilidade pela fixação da remuneração do prefeito, vice e secretários é da Câmara de Vereadores. "A iniciativa da lei não é do prefeito, mas é sempre dos vereadores", disse Ziulkoski, que é favorável à atual legislação. "Eu defendo a posição que tem hoje, pois, se não é a melhor, é a menos ruim. Hoje você vê prefeitos ganhando R$ 8 mil e outros recebendo R$ 18 mil. Mas, se você colocar o teto, todo mundo vai subir os subsídios para o teto", destacou. [André Luís Nery, do G1, em São Paulo].