A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, setembro 11, 2007
RJ/ELEIÇÕES 2008: PMDB & DEM ["O QUE FOI FEITO DE VERA?" (deveras!)] *
Garotinho era contra aliança
“A aliança é municipal, não é nacional”, assim o presidente do DEM, deputado federal Rodrigo Maia, explicou o anúncio feito nesta segunda-feira(10), no Rio. Maia deixou claro que o acordo é “com todo o PMDB”, incluindo o governador Sérgio Cabral, aliado do presidente Lula, e o ex-governador Anthony Garotinho. “Já fizemos outro acordo com o PMDB. É evidente que o acordo não é com o PT”, acrescentou Maia. As primeiras conversas sobre a aliança com o PMDB foram travadas entre Jorge Picciani, Rodrigo e César Maia e, segundo Lisboa, não contavam com o apoio de Garotinho. “No final, até o ex-governador, que votava contra, entendeu que era melhor para o Estado”, pontuou. Rodrigo Maia disse que a decisão de fechar um acordo com o seu partido, o DEM, foi tomada por maioria de votos da comissão executiva do PMDB. Em eleições de caráter nacional, o DEM não mudou de posição: “Nosso aliado preferencial é o PSDB”, acrescentou. Rogério Lisboa, no entanto, afirma que esta é uma aliança em prol do Estado e não descarta um acordo com o PT. “O PMDB é forte no interior e o DEM, na Capital. São dois grandes partidos que decidiram se unir. Em Nova Iguaçu, por exemplo, vamos nos aliar ao PT. A justificativa é muito simples: a aliança firmada em 2004 funcionou muito bem e não existem razões para não repetir para 2008”, explicou. Monica Ramalho Especial para o G1, no Rio.
RS/MERENDA ESCOLAR & PROPINA [In:] "ENGORDANDO" O CAIXA 2

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
RENAN CALHEIROS & PLANALTO [In:] "CONSELHOS..."
Reuniões
Renan não foi ao Senado nesta segunda-feira para despachar em seu gabinete. O senador preferiu ficar em sua residência oficial, em Brasília, em reuniões com advogados e aliados. Até quarta-feira, o peemedebista vai traçar com seus advogados o discurso que deverá proferir na sessão que vai definir o seu futuro político. A interlocutores, Renan também negou a possibilidade de renunciar à presidência do Senado minutos antes da votação em plenário. A estratégia, que foi cogitada por aliados do peemedebista, tinha como objetivo garantir a sua absolvição uma vez que muitos parlamentares se mostram favoráveis à cassação porque temem que a imagem do Senado seja arranhada --já que o presidente da instituição está sob suspeita. GABRIELA GUERREIRO, da Folha Online, em Brasília.
RENAN CALHEIROS: À CAMINHO DO CALABOUÇO? II
RENAN CALHEIROS: À CAMINHO DO CALABOUÇO?
Apenas nove senadores saíram abertamente em defesa de Renan e afirmaram que votarão pela absolvição. A Folha ouviu 67 dos 81 senadores; 25 não quiseram revelar o voto e 13 não foram localizados. Como a votação é secreta, são esperadas traições dos dois lados. Na quinta-feira, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR), levou a seguinte avaliação ao Planalto: a oposição não conseguiria colocar 33 votos para cassar Renan. Nesse dia, o ministro Walfrido dos Mares Guia (Relações Institucionais) já considerava que a absolvição de Renan se daria por margem apertada. Folha Online.
SILVIO NAVARRO, FERNANDA KRAKOVICS, da Folha de S.Paulo, em Brasília.