A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quinta-feira, março 19, 2009
GOVERNO LULA [In:] "NÃO ME CONVIDARAM PRÁ ESTA FESTA ..." *
A volta dos que não foram
Nove ministros, inclusive Dilma, festejam Dirceu
Autor(es): Gerson Camarotti
O Globo - 19/03/2009
Ministros do governo Lula compareceram em peso, e a cúpula do PT aproveitou a festa de aniversário do ex-chefe da Casa Civil José Dirceu para dar uma demonstração de unidade e força política do partido para as eleições de 2010.
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Não me convidaram/Pra esta festa pobre/Que os homens armaram/Pra me convencer/A pagar sem ver/Toda essa droga/Que já vem malhada/Antes de eu nascer.../Não me ofereceram/Nem um cigarro/Fiquei na porta/Estacionando os carros/Não me elegeram/Chefe de nada/O meu cartão de crédito/É uma navalha.../Brasil!/Mostra tua cara/Quero ver quem paga/Pra gente ficar assim/Brasil!/Qual é o teu negócio?/O nome do teu sócio?/Confia em mim.../Não me convidaram/Pra essa festa pobre/Que os homens armaram/Pra me convencer/ A pagar sem ver/Toda essa droga/Que já vem malhada/Antes de eu nascer.../Não me sortearam/A garota do Fantástico/Não me subornaram/Será que é o meu fim?/Ver TV a cores/Na taba de um índio/Programada/Prá só dizer "sim, sim"//Brasil!/Mostra a tua cara/Quero ver quem paga/ Pra gente ficar assim/ Brasil!/ Qual é o teu negócio?/ O nome do teu sócio?/ Confia em mim.../Grande pátria/ Desimportante/ Em nenhum instante/ Eu vou te trair/ Não, não vou te trair.../Brasil!/ Mostra a tua cara/ Quero ver quem paga/ Pra gente ficar assim/ Brasil!/ Qual é o teu negócio?/ O nome do teu sócio?/ Confia em mim...(2x)/ Confia em mim/ Brasil!!/
SENADO: CAIXA-PRETA DE PANDORA...
CAIXA-PRETA DO SENADO É MAIOR DO QUE SE PENSAVA
O Globo - 19/03/2009
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), assinou ontem um convênio com a Fundação Getulio Vargas (FGV) para a realização de auditoria administrativa em todos os contratos da instituição e a formulação de um plano de reestruturação da Casa em até seis meses. Dizendo-se surpreso com o número de diretores da instituição - que, numa recontagem feita ao longo do dia, ontem subiu de 136 para 181, ou mais de dois diretores para cada senador -, Sarney disse que, antes de a FGV iniciar seu trabalho, pretende cortar esse número pela metade. Na prática, porém, todos continuam nos cargos, apesar de anteontem Sarney ter anunciado que seriam afastados. E, mesmo que sejam demitidos 50%, ainda restarão 90, mais de um para cada um dos 81 senadores. O 1º secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), informou que todos esses 181 diretores, que colocaram os cargos à disposição, continuarão nas funções por enquanto, recebendo inclusive a gratificação comissionada, que varia de R$2 mil a R$5 mil. Com os benefícios indiretos, o salário médio dos diretores, de cerca de R$18 mil, pode chegar a R$30 mil, se somadas as horas extras e outros benefícios indiretos. - Eles continuam exercendo a função, com o cargo à disposição. Não podemos demitir todos de uma vez só. Vamos analisar caso a caso e esperar o estudo encomendado à FGV. O critério para manter o cargo de diretor será o da necessidade e do mérito. Não podemos estipular prazos, mas esperamos que seja o mais rapidamente possível. Em seis meses quero estar num mar de rosas, em céu de brigadeiro - disse Heráclito. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) defendeu uma ação mais imediata para impedir que os 181 diretores continuem exercendo a função e, pior, recebendo as gratificações inerentes ao cargo. - Não podemos esperar seis meses. O Senado tem que oferecer uma resposta mais rápida. Para reduzir o impacto negativo, tem que cortar já pelo menos as gratificações - disse Álvaro Dias. O custo do convênio assinado com a FGV ainda não foi estipulado, mas a expectativa de Sarney é que o programa de reestruturação da Casa possa ser implementado em, no máximo, seis meses. Com essas iniciativas tomadas na área administrativa, o presidente do Senado diz esperar que a instituição possa voltar a cuidar de assuntos que considera mais importantes e aos grandes debates nacionais. - O Senado precisa sair fora dessa discussão menor, e não podemos permitir que ele seja injustiçado - afirmou Sarney, depois de reunião com técnicos da FGV. - Eu não tenho mais aspiração política, senão cumprir o último mandato da minha vida. Não é do meu temperamento ser a palmatória do mundo. Nem é do meu temperamento também fazer as coisas de uma maneira ostensiva. Mas é do meu temperamento fazer as coisas certas no momento devido, com a energia que for necessária. Tem sido sempre assim ao longo da vida.
Ao se manifestar pela primeira vez sobre a sucessão de denúncias envolvendo o Senado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou o comportamento da presidência da Casa, que, segundo ele, vem "corrigindo" os desvios, depois de apontadas irregularidades e mordomias: - O bom é que se esteja descobrindo e corrigindo os problemas. Queria que toda a sociedade agisse da mesma forma. Assim, quem sabe, teríamos uma sociedade mais perfeita - disse Lula. O presidente esteve no Rio para visitar o terminal de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL) da Baía de Guanabara. Juntamente com o terminal de Pecém (CE), a obra colocará à disposição do mercado cerca de 21 milhões de metros cúbicos diários de gás natural.
GOVERNO LULA/DILMA/AVIAÇÃO [In:] VOAR, VOAR, COBRAR, COBRAR...
Ajuda com bolso alheio
Correio Braziliense - 19/03/2009
Cobrar um valor maior pelos bilhetes dos passageiros de aviões é o caminho que o governo prepara para ajudar as companhias regionais. Ontem foi criado um grupo de trabalho coordenado pela ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, com o objetivo de finalizar a redação de um plano de incentivo à aviação de rotas dentro das regiões, com prioridade para a Amazônia Legal. As propostas foram debatidas ontem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sugerem a adoção de subsídios às passagens aéreas para voos entre cidades da Região Norte. Na última versão do documento elaborado pelos ministros da Defesa, Nelson Jobim, e da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, e obtida pelo Correio, estava prevista a recriação do Fundo Aeroviário para financiar a diferença entre o custo operacional das companhias e o valor cobrado pelas passagens. O fundo seria mantido com a cobrança de um adicional de 3% sobre o valor de todos os bilhetes emitidos para todas as viagens no país. O presidente Lula recebeu ontem dois documentos que tratam do assunto. O primeiro prevê a adoção de subsídios e outras vantagens apenas para as companhias que operaram entre as cidades da Amazônia e é defendido pelo ministro Mangabeira Unger. O segundo, elaborado pelos assessores do ministro Jobim com o apoio da Agência Nacional de Aviação Civil(Anac), amplia a ajuda para a aviação regional que opera no restante do país. Além das idéias dos seus ministros, o governo pretende adotar algumas idéias previstas em três projetos de lei em tramitação no Congresso e que mudam o Código Brasileiro de Aviação(CBA). Entre elas a ampliação até 49% da participação de capital estrangeiro na formação acionária das companhias nacionais — hoje o limite é de 20%. A mudança — objetivo é ampliar a capacidade financeira de pequenas e médias companhias que operam na região — já foi costurada pelos ministros Jobim e Mangabeira Unger com os parlamentares da região Norte. Outro consenso costurado pelos ministros foi a redução, pelos nove estados da Região Norte, do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços(ICMS) cobrado sobre a compra de querosene de aviação (veja quadro). O estado do Mato Grosso já reduziu o tributo para esse tipo de operação. Também está prevista a extinção ou redução significativa do valor da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico cobrada sobre o consumo do combustível. A intenção do governo é conseguir realizar a mudança ainda neste semestre, com a aprovação dos projetos de lei pelo Congresso. O subsídio às passagens aéreas para a aviação regional foi criado ainda na década de 1970 e esteve em vigor até o final da década de 1990. Mas foi extinto com a abertura desse mercado que possibilitou a livre concorrência entre as companhias. Mas com os custos elevados para a operação em grandes distâncias com baixa ocupação dos assentos nos aviões, provocaram o encerramento das operações de várias empresas que deixaram diversas regiões amazônicas isoladas, dependendo exclusivamente do transporte fluvial. A aviação regional responde, hoje, por menos de 3% do faturamento geral do setor.
Recriação do Fundo Aeroviário para suplementar linhas aéreas regionais na Amazônia Legal. Formado com a cobrança de um adicional de 3% sobre o valor de todas as passagens aéreas nacionais.
Redução, pelos nove estados da Amazônia Legal, da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços(ICMS) que incide sobre o querosene de aviação (QAV). A cobrança cairia dos atuais 25%, em média, para um percentual entre 7% e 12%. A redução ocorreria somente para voos entre cidades da região amazônica.
Extinção ou redução da alíquota da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) que incide sobre o querosene de aviação que hoje é de R$ 92,10 por m3, quando destinado a abastecer voos entre aeroportos da Amazônia Legal.
Ampliação até 49% da participação do capital estrangeiro com direito a voto nas companhias aéreas brasileiras. Hoje o limite é de 20%. Essa abertura possibilitaria crédito adicional para companhias regionais que aumentariam a capacidade de investimento e de concorrência.
Simplificação das estruturas físicas e das condições de operação nos pequenos aeroportos na Amazônia
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
O Globo
Manchete: Senado recua e não demite diretores, que agora são 181
A volta dos que não foram
Satiagraha: PF indicia Protógenes
Um túnel para presídio de segurança máxima
Homicídios têm redução recorde no Rio
Argentina quer limitar licenças de TV
EUA: Obama é desafiado com novos bônus
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Folha de S. Paulo
Arrecadação cai e governo revê PIB
Receita começa a intimar sonegadores de IR a partir de segunda-feira (Págs.1 e B3)
Foto-legenda: Banco da reserva
Empregos em fevereiro tem pior resultado desde 1999
Senado tem 2 diretores para cada senador
Protógenes e mais 4 policiais são indiciados
2 governos da América Central reatam com cuba
Vinicius Torres Freire
EDITORIAISLei “Política travada”, sobre abuso de medidas provisórias; e “Nem meio caminho andado”, acerca de Idesp (Págs.1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Indústria ainda demite, mas serviços contratam
Delegado acusa Abin de ação ilegal na Satiagraha
Notas e informações - Destrancando a pauta
Senado quer manter 90 de seus 181 diretores
Marzagão cai e Ferreira Pinto assume a Segurança
Caderno Especial - Ensino fundamental avança pouco em SP
Veríssimo – De novo Adam Smith
Obama quer ajudar México a combater traficantes
Socorro nos EUA terá mais US$ 1,15 tri
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Jornal do Brasil
Manchete: Emprego freia recessão
Lula: reajuste depende da crise
Ministro quer vestibular único
Foto-legenda: O sono dos justos
Sociedade aberta: José Carlos de Assis
O verdadeiro teste de Obama
Beltrame fica sob fogo cerrado por tolerar bicos
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Correio Braziliense
Manchete: Servidor fica mais longe do reajuste
Eles voam, nós pagamos
Bate-boca no STF por causa de índiosAo divergir sobre a criação da reserva Raposa Serra do Sol, os ministros Marco Aurélio de Mello e Carlos Ayres Britto trocaram palavras ríspidas. “Eu não interrompi vossa excelência e espero não ser interrompido”, queixou-se Ayres Britto. “Vossa excelência falou como se eu tivesse delirado aqui”, respondeu Marco Aurélio. (págs. 1 e 12)
Deputados “estudam” fim da mordomiaUm dia depois da revelação, pelo Correio, da farra no pagamento do auxílio-moradia, deputados anunciam disposição de extinguir pagamento. Proposta, no entanto, é inconsistente. (págs. 1 e 6)
Collor quer governar... (págs. 1 e 8)
...E Delúbio, voltar ao PT (págs. 1 e 9)
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