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sexta-feira, abril 12, 2013
USP: INCLUSÃO SOCIAL COM QUALIFICAÇÃO ''PREVIAMENTE'' COMPROVADA
![]() | 12/04/2013 |
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Faculdades da USP rejeitam cotas do Estado
As faculdades de Medicina, Direito e Engenharia da USP se posicionaram contrárias ao projeto de cotas proposto pelo governo do Estado. As unidades são favoráveis à adoção do sistema, mas não no modelo em estudo. O principal problema é a criação de um "college", curso de 2 anos para os cotistas.
Direito, Medicina e Poli querem cotas na USP, mas recusam plano do governo
Carlos Lordelo
Paulo Saldaña
As faculdades de Medicina, Direito e a Escola Politécnica -as principais e mais tradicionais unidades da USP - rejeitaram o projeto de cotas proposto pelo governo estadual, batizado de Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Público Paulista (Pimesp). As unidades se posicionaram favoravelmente à adoção de uma política de cotas,.que imponha metas a serem alcançadas, mas não como o Pimesp projeta.
Medicina, Direito e Engenharia estão entre as unidades com as menores proporções de alunos da rede pública na USP. Porta-voz do Pimesp, Carlos Vogt, da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp), admite que o programa precisa de mais reflexão e a adoção pode ser adiada. O governo queria as cotas em vigor já no próximo vestibular.
A ideia é que, em três anos, 50% das matrículas em cada curso sejam de alunos da escola pública, com reserva de vaga para pretos, pardos e indígenas. Mas a maior discordância da proposta é a criação de um college - curso semi-presencial de dois anos pelo qual parte dos cotistas passaria.
Lançado em dezembro, o Pimesp foi feito pelos reitores da USP, Unicamp e Unesp a pedido do governador Geraldo Alckmin (PSDB). A proposta seguiu para debate nas unidades, antes da definição nos Conselhos Universitários - cabem a eles a decisão final, mas, na USP, o posicionamento dessas unidades pode ser decisivo.
Na USP, as unidades têm até quinta-feira para se pronunciar. Ontem, a Congregação da Poli votou e rejeitou o Pimesp. "Mas precisamos dar uma resposta à sociedade e oferecer alguma alternativa", diz o doutorando Caio Cesar Fattori, de 29 anos, representante dos alunos da pós-graduação na congregação.
Comissão criada na unidade para debater as cotas já havia produzido um documento que defendia uma política de cotas, mas não da forma proposta pelo governo. O documento não foi votado ontem e uma proposta alternativa ainda será debatida.
Além de rejeitar o Pimesp, a Faculdade de Medicina propõe que a USP crie um programa de avaliação continuada para encontrar os melhores alunos nas escolas. Até que isso não fique pronto, a ideia aprovada é ampliar a bonificação do Inclusp, programa de inclusão da USP para alunos de escola pública.
O college não foi poupado. "Como está, não dá qualificação e se assemelha a um nivelamento", diz o presidente da comissão de pesquisa da unidade, Paulo Saldiva. Segundo ele, o respeito ao porcentual de cotistas deve ser mantido. "A USP precisa se comprometer com a inclusão."
Para a Faculdade de Direito, o Pimesp não atende aos "objetivos de democratização do acesso à universidade". A unidade pede mais estudos sobre inclusão. O documento foi enviado ontem à reitoria pelo diretor Antonio Magalhães Gomes Filho. "Não há dados que justifiquem uma preparação prévia para que os cotistas entrem na universidade."
Adiamento. Para Vogt, a rejeição não enfraquece o programa, mas há o risco de as metas não começarem a valer em 2014. "Se a coisa andar nesse ritmo, é preciso refletir sobre a dinâmica de implementação do programa", diz. Segundo Vogt, as questões levantadas podem ser incorporadas. Ele reconhece a necessidade de mais reflexão. "Precisamos buscar uma solução conjunta."
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QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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No atacado, tomate e batata começam a cair, mas reajustes de transportes e serviços devem pressionar custo de vida até meados deste ano. Tarifa de energia em 66 municípios do Rio sobe 12,13% na segunda-feira
A alta de preços de alimentos levou o consumidor a comprar menos nos supermercados, segundo Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE. O recuo foi de 1% em fevereiro em relação a janeiro e de 2,1% sobre 2012. Na taxa geral, que inclui outros ramos do comércio, a queda foi de 0,4%. "O preço freou a demanda e influenciou muito”, disse Reinaldo Pereira, do IBGE. "A inflação mais alta de alimentos pesa nos orçamentos. Deixa-se de gastar com outros produtos',' completa Luís Leal, do ABC Brasil. No atacado, preços de alimentos, como tomate e batata, co-meçam a ceder, mas metrô e ônibus subirão em SP, em junho. No Rio, a tarifa da Ampla terá alta de 12,13%. Esses preços estavam represados após acordo com o governo. (Págs. 1 e 23)
As cerca de 500 vans que fazem transporte de passageiros em onze bairros da Zona Sul, entre eles Copacabana, Ipanema e Leblon, serão proibidas de circular a partir de segunda-feira. A restrição não vale para Laranjeiras, Flamengo e Glória, entre outros. Especialistas dizem que medida vai melhorar o trânsito, mas passageiros reclamam. O Centro será o próximo bairro proibido para vans. (Págs. 1 e 12)
Revisões tarifárias das distribuidoras de energia elétrica corroeram parte da redução média de 20% das contas de luz, em vigor desde fevereiro, informa Renée Pereira. Há casos, como os da Cemig e da CPFL, em que as tarifas voltaram a subir para determinados tipos de consumidores. Em outras situações, a queda já foi praticamente zerada. Caso das tarifas de alta-tensão da CPFL, apenas 0,9% abaixo das praticadas antes da redução da conta. Cálculos feitos pela comercializadora de energia Comerc, com base em dados da Aneel, mostram que, em 2012, o preço médio de energia para consumidores da companhia era de R$ 229,91 o megawatt hora (MWh), caiu para R$ 181,18 em janeiro e, em março, chegou a R$ 227,94. Problemas climáticos tiveram, segundo o setor, peso nos resultados. Com a queda dos reservatórios e chuvas abaixo da média, o governo teve de colocar todas as térmicas, mais caras, em operação. E alguns contratos novos são reajustados pelo índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que está pressionado. (Págs. 1 e Economia B1)
Venda no varejo cai
Alimentos mais caros e a volta gradual do IPI para móveis e eletrodomésticos prejudicaram as vendas no varejo, que registraram recuo de 0,4% em relação a janeiro, de acordo com dados divulgados pelo IBGE. (Págs. 1 e B3)
FGTS das domésticas
Senador Romero Jucá (PMDB-RR) vai propor multa de 10% do FGTS para dispensa de domésticas sem justa causa. (Págs. 1 e B4)
O TSE tocou de leve quando decidiu redistribuir os cargos, mas não foi ao cerne da questão da representação parlamentar. (Págs. 1 e Nacional A6)
A racionalidade foi para o espaço, pois existe apenas o patético desejo de continuar no poder desde o primeiro dia em que nele se instalam. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
O aperto necessário será tanto mais duro quanto mais o Copom tentar adiá-lo. (Págs. 1 e A3)
...supera o drama que virou filme
Inspirado na música Faroeste caboclo, o longa-metragem homônimo chega aos cinemas da cidade em 20 de maio. Dirigido por René Sampaio, retrata a história que envolve jovens, drogas, assassinatos, acerto de contas entre traficantes, desigualdade social. Ao escrever a saga, Renato Russo mesclou ficção com episódios reais. De lá para cá, o tráfico e a violência da Brasília cantada pela Legião Urbana só fizeram aumentar. Vão muito além do filme (e da sua época), como bem mostra a sequência de crimes bárbaros que assombra os brasilienses desde a semana santa. (Págs. 1, 19 a 22, 28 e Visão do Correio, 12)
O governo trabalha com a possibilidade de realizar três leilões de energia nova em 2013, sendo um para entrega em 2016, outro para 2018 e um leilão de reserva, exclusivo para eólicas. É justamente para as eólicas que estão previstas as mudanças mais significativas. A intenção é aumentar o rigor nos cálculos da garantia física (volume de energia comercializável) dos parques eólicos. Na prática, a quantidade de energia disponível para a venda é inferior à capacidade nominal dos projetos. (Págs. 1 e B4)
Das 37 instituições consultadas pelo Valor PRO, 29 veem a taxa Selic estável em 7,25% ao ano, 6 esperam aumento de 0,25 ponto e só 2 contam com alta de 0,5 ponto. Também a maioria, 28 dos 37 entrevistados, trabalha com a perspectiva de que o aperto monetário será concentrado em 2013 — hipótese que, se confirmada, eximirá o BC de realizar essa desconfortável tarefa em ano eleitoral — e prevê um ciclo total de aumento de 1 a 1,5 ponto percentual. (Págs. 1 e C1)
Apesar dos preços elevados, os ganhos da maior região produtora de tomates do país serão limitados. O excesso de chuvas e pragas afetaram a produtividade. Balduino, por exemplo,colheu 250 caixas por mil pés. Em safras anteriores, colhia de 350 a 400 caixas. “Mesmo com o preço lá em cima perdi muito por causa da broca e da mosca branca”, explicou. (Págs. 1 e B16)
A Nestlé Health Science, criada em 2011, comprou no ano passado a empresa americana Accera, que busca controlar o mal de Alzheimer por meio da nutrição clínica. Também se associou ao grupo farmacêutico Chi-Med, do bilionário li Ki-shing, de Hong Kong, para desenvolver tratamento gastrointestinal por meio da medicina chinesa, à base de plantas. (Págs. 1 e B4)
O pior dos mundos para a autoridade monetária é quando, como agora, a inflação está alta e a economia, fraca. (Págs. 1 e A2)
Marcio Garcia
Está mais do que claro que a Selic vigente, de 7,25%, não é suficiente para fazer com que a inflação convirja para a meta. (Págs. 1 e A13)
Histórias de insegurança e violência já fazem parte da rotina de quem passa pela Praça Hugo Werneck, ao lado da Santa Casa, na Região Centro-Sul de BH. Ocupado por moradores de rua, a maioria crianças e adolescentes, o espaço virou território livre para cenas de baderna, assaltos, depredação do patrimônio público e consumo de entorpecentes, como flagrou na tarde de ontem o Estado de Minas. Responsável pelo policiamento na praça admite a recorrência de reclamações, mas alega que ação da Polícia Militar esbarra em restrições legais, principalmente em relação aos menores de 18 anos. (Págs. 1, 31 e 32)
Setor espera que a segunda melhor data para o varejo, atrás apenas do Natal, movimente até R$ 2,22 bilhões no comércio de Belo Horizonte, 6% amais do que no ano passado. A queda no número de inadimplentes no primeiro trimestre foi 6,71% maior que no mesmo período de 2012, o que aumenta o otimismo. (Págs. 1, 10 e 11)