A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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sexta-feira, maio 02, 2008
PAULINHO/PF/BNDES: O FATO E A VERSÃO
BNDES/PF: GOVERNO LULA & PAULINHO

A cúpula do governo considera muito grave a situação do deputado Paulinho da Força Sindical (PDT-SP). As informações que chegaram ao Palácio do Planalto são de que há muita coisa contra ele na Operação Santa Tereza da Polícia Federal. Ele não foi incluído no primeiro relatório por uma orientação do comando da PF. A ordem é que a cada vez em que aparece o político, o caso seja separado. Assim o inquérito inicial prossegue sem ter de mudar de foro e o político ganha uma investigação separada.
Embora o ministro da Justiça, Tarso Genro, tenha responsabilizado os advogados dos suspeitos pelo vazamento de informações contra o deputado Paulinho da Força Sindical na Operação Santa Tereza, no governo muita gente acredita em uma teoria conspiratória. O vazamento aconteceu num inquérito da Polícia Federal em São Paulo. A PF do estado tem se notabilizado por deixar escapar informações que prejudicam aliados do governo. Foi assim com as fotos do dinheiro apreendido com petistas às vésperas da eleição de 2006. Repetiu-se com os grampos que envolviam um irmão do presidente Lula numa operação e repetiu-se agora com Paulinho. O caso chamou a atenção porque desde a posse de Tarso Genro e a mudança no comando da PF, os vazamentos estavam controlados. Muita gente no governo acredita que a PF de São Paulo age de acordo com interesses do PSDB. E Paulinho é (ou era) candidato a prefeito de São Paulo contra os tucanos. Não por coincidência, ontem aconteceu a troca de superintendente regional da PF no Estado. Saiu o delegado Jaber Saad. Também não deve ser coincidência que o sobrinho deles fosse um dos delegados envolvidos na operãção Santa Tereza.
http://www.correiobraziliense.com.br/blog/blogdokrieger/
BNDES & PF: "WHO IS WHO?"
1º DE MAIO: PROTESTOS NO MUNDO. NO BRASIL, "CLIMA DE 'WOODSTOCK' & BOLSA-FAMÍLIA"
Na França, a defesa da previdência e do poder aquisitivo e a regularização dos trabalhadores imigrantes ilegais pautaram os desfiles do Primeiro de Maio em Paris, nos quais participaram milhares de pessoas.
A Itália foi palco de manifestações por todo o país, com alertas sobre o grave problema das mortes em acidentes de trabalho e suas vítimas.

Desde o começo do ano, 301 pessoas morreram em um total de 270.091 acidentes trabalhistas, segundo dados publicados nesta quinta-feira por uma entidade pública encarregada pela saúde de empregados que trabalham em situações ou locais de risco.
Na Alemanha, distúrbios entre manifestantes de esquerda e a polícia em Hamburgo e Nuremberg marcaram o 1º de Maio com violência.
A polícia de Hamburgo (norte) denunciou "graves excessos" de alguns manifestantes que incendiaram veículos e latas de lixo, jogaram pedras e construíram barricadas, nas quais também atearam fogo, segundo os agentes de segurança.
Os confrontos começaram no final da manifestação do Dia do Trabalho, que reuniu por volta de 6.600 pessoas. Os protestos neonazistas reuniram cerca de mil.
Em Madri, dirigentes dos sindicatos advertiram que não aceitarão nenhuma mensagem de moderação salarial nem redução dos direitos sociais dos trabalhadores como conseqüência da atual desaceleração econômica.
Pelo menos dois milhões de russos participaram de manifestações e atos por ocasião da "Festa da Primavera e do Trabalho", que transcorreram sem incidentes e aconteceram em 1.075 cidades e povoados.
Na capital, Moscou, as ações contaram, segundo dados policiais, com a participação de mais de 30 mil pessoas, outras 13.500 participaram de atos e manifestações em São Petersburgo.
Em Lisboa, em Portugal, o principal alvo das críticas das 40 mil pessoas que se manifestaram foram as propostas do Governo para revisar o Código do Trabalho.
O caso de abuso e incesto de Josef Fritzl, que manteve sua filha no porão de sua casa por quase 24 anos, marcou as celebrações do Dia do Trabalhador na Áustria.
Em seu discurso diante dos manifestantes, o chanceler federal e líder do Partido Social-Democrata da Áustria (SPÖ), Alfred Gusenbauer, se referiu à história de Fritzl, e se disse constrangido diante do mundo.

Policiais ocuparam vias em torno da praça para impedir o acesso dos sindicatos e combateram manifestantes, que os enfrentaram atirando pedras.
No Chile, pelo menos 100 manifestantes foram detidos nesta quinta-feira após os confrontos generalizados no final de um ato pelo Dia dos Trabalhadores e que reuniu mais de 20.000 pessoas no centro de Santiago, de acordo com um balanço oficial.
Os incidentes começaram no final de um comício da Central Única dos Trabalhadores (CUT), no centro da capital. O ato contou com a presença do ministro do Trabalho, Osvaldo Andrade, e do presidente da CUT, Arturo Martínez, entre outros dirigentes.

Dezenas de milhares de pessoas se manifestaram nas principais cidades da Indonésia para celebrar o Dia do Trabalho e exigir melhores salários, o controle dos preços dos alimentos e o fim das subcontratações.
Um reduzido grupo de pessoas se reuniu em Cingapura, liderados pelo político opositor, Chee Soon Juan, desafiando a lei que proíbe as manifestações para denunciar em público o aumento do custo da vida na próspera Cingapura.
A Junta Militar de Mianmar (antiga Birmânia) destacou os benefícios obtidos pelos trabalhadores sob sua liderança e pediu o apoio dos operários para aprovar seu projeto constitucional no plebiscito de 10 de maio próximo.
Colaboração para a Folha Online; da Efe; 0205.
[Na Alemanha, manifestantes de esquerda enfrentam a polícia em evento do 1º de Maio, foto: Patrick Lux/AP; Policial turco detém manifestante ao dispersar multidão no 1º de Maio em Istambul, foto: Osman Orsal/Reuters; Polícia chilena tenta conter manifestantes durante o Dia do Trabalho em Santiago, foto: Ivan Alvarado/Reuters].
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
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- PF diz que Paulinho recebeu propina o escândalo BNDES
- O relatório da Polícia Federal sobre o escândalo de desvio de recursos do BNDES, enviado à 2ª Vara Criminal de São Paulo, diz que o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho (PDT-SP), recebeu R$ 325 mil de propina para intermediar um empréstimo de R$ 124 milhões do BNDES para a prefeitura de Praia Grande (SP). Segundo a PF, o prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão (PSDB), repassou R$ 2,6 milhões à quadrilha em troca da aprovação de financiamento de R$ 124 milhões. O dinheiro, diz a PF, foi dividido em partes iguais entre 8 pessoas, inclusive Paulinho. (págs. 1, e e 4).
- Investimentos no Brasil duplicarão
- A elevação a grau de investimento vai, no mínimo, duplicar o volume de recursos externos atraídos pelo Brasil. Analistas ouvidos pelo correspondente do JB em Nova York, Osmar Freitas Jr., prevêem que mais de US$ 60 bilhões serão captados dos americanos. Na onda da credibilidade do país, o Banco Mundial pôs US$ 7 bilhões a disposição até 2011 para financiar projetos de infra-estrutura. Enquanto a Bovespa comemora a melhor rentabilidade do mundo, o agronegócio teme que o ingresso e capital valorize o real, prejudicando os exportadores. (págs. 1, Economia A17 a A19).
- Exportadores temem invasão de dólares
- Exportadores temem que a elevação do Brasil ao grau de investimento - que indica segurança para investir no país - pela agência Standard & Poor's prejudique o setor e até torne negativo o saldo da balança comercial brasileira no ano que vem. A avaliação da agência favorece a entrada de mais capital estrangeiro no país, o que resultará n valorização do real em relação ao dólar. Com isso, os produtos exportados pelo Brasil terão mais dificuldade para competir no mercado externo. "Foi ótimo para o Brasil e péssimo para o comércio exterior", avalia José Augusto de Castro, da AEB, a associação de exportadores do país. Para o setor, será necessário diminuir a taxa de juros. Já Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, acredita que o grau de investimento não deve se traduzir em aumento significativo da entrada de capital externo no país ou pressão maior sobre o câmbio. (págs. 1, B1 e B2).
- Ações brasileiras sobem até 9,72% na bolsa de NY
- A promoção dos títulos da dívida pública brasileira a grau de investimento não se esgotou na quarta-feira: ontem, com o mercado financeiro parado no Brasil por causa do feriado, ela continuou provocando altas significativas nas ações e empresas brasileiras negociadas n bolsa de Nova York, as chamadas ADRs. As ações da Goltiveram a maior alta, de 9,72%, seguidas pelas do Bradesco (8,10%), Braskem (7,70%), Vivo (6,22%) e Itaú (5,74%). Analistas consideram que as maiores beneficiárias do grau de investimento foram as empresas mais sensíveis aos juros, como bancos e companhias voltadas para a demanda doméstica, que devem se beneficiar da queda do custo de captação de recursos. A desaceleração econômica dos Estados Unidos e o fraco de muitas empresas americanas levaram investidores a olhar mais de perto as ADRs. Já as ações de Petrobras e Vale, normalmente preferidas do mercado, não tiveram bom desempenho, afetadas pela queda do preço de commodities ontem. (págs. 1 e B1 a B3).
- Grau de investimento atrairá recurso externo
- O grau de investimento concedido pela Standard & Poor's ao Brasil, na última quarta-feira, vai promover um aumento da participação de fundos "private equity" (de participação direta) nas companhias brasileiras. Essa participação deverá ser recorde neste ano, segundo especialistas no setor. Estima-se que nos últimos dois anos os private equity captaram de US$ 5 bilhões a US$ 10 bilhões para investir em aquisições de empresas no País. Em 2008, o valor poderá aumentar entre 30% e 40%, projeta o sócio da Ernst Young Carlos Asciutti. "Com o grau de investimento, os private equity poderão captar recursos de fundos de pensão norte-americanos para investir no Brasil", afirma. Com a nova classificação de risco, o Brasil passa a fazer parte do grupo de países considerados seguros para investir e fica em condições de igualdade em relação aos seus principais concorrentes nos mercados emergentes - a Rússia, a China e a Índia. A classificação, que passou de BB+ deu BBB-, representa o primeiro degrau na escala dos países bons para investir. Várias empresas brasileiras já receberam o grau de investimento de agências de risco. As primeiras foram a mineradora Vale do Rio Doce e a indústria de bebidas Ambev. Para Júlio Gomes de Almeida, consultor do Iedi, boa parte dos benefícios do grau de investimento já havia sido antecipada e a vinda de recursos para o setor produtivo irá fortalecer as áreas industrial e de serviços. (págs. 1, E1 A E8).
- PF apura pagamento de propina a políticos.
- Investigado pela polícia federal cita a participação de "senador" e "ministro" em esquema de liberação de empréstimo do BNDES para prefeituras e empresas.(págs. 1 e 2).
- Setor privado já corta custos com o grau de investimento
- Para Renato Vale, presidente da CCR, uma das maiores concessionárias de rodovias do país, o Dia do Trabalho foi um feriado e tanto. A CCR, que conquistou em março a concessão de um trecho do Rodoanel de São Paulo, negocia financiamento de R$ 1,6 bilhão no mercado externo para pagar o governo de São Paulo. A promoção do Brasil a grau de investimento, na quarta-feira, vai reduzir o custo dessa captação em alguns milhões de dólares. O caso da CCR mostra os benefícios imediatos da reclassificação do Brasil pela Strandard & Poor's. Além de aumentar o fluxo de recursos, essa promoção reduz os custos de capital e financiamentos para o setor privado. O próprio mercado já cuidou de expor os setores que devem ser mais favorecidos: construção, varejo e bancos. As ações da CCR, por exemplo, subiram 15,6% na quarta-feira, na Bovespa. Cirela e Gafisa, da área imobiliária, tiveram desempenho semelhante. No varejo, Lojas Renner avançou 14% e Cosan, que entrou no varejo de combustíveis com a compra da Esso, 15%. As ADRs dos dois maiores bancos privados brasileiros, Bradesco e Itaú, subiram ontem 8,1% e 5,7%, respectivamente, em Nova York. A promoção do Brasil vai colocar o país no radar de muitos administradores estrangeiros, mas não deve provocar uma enxurrada de dólares de um dia para o outro. Fundos de pensão e outros investidores institucionais, embora fossem impedidos de aplicar no país antes do investiment grade, já haviam adotado normas mais flexíveis que permitiam aplicar em ações e outros papéis de países como o Brasil. O Calpers, maior fundo de pensão dos Estados Unidos, já tem US$ 885 milhões em ações de companhias brasileiras. Por outro lado, fundos mais conservadores podem exigir o grau de investimento de mais de uma agência para aplicar. "Fazemos revisões de nossa alocação a cada três anos e não mudamos rapidamente de posição", disse ao Valor Clark McKinley, do Calpers. O índice de risco Brasil do JPMorgan caiu 8% nesta quinta-feira, para 207 pontos básicos. Analistas acreditam que o governo brasileiro poderá aproveitar a oportunidade para captar recursos no mercado externo, o que não faz desde que o início da crise nos EUA, em junho do ano passado. (págs. 1, C1 a C12 e D1).
LULA/BASE ALIADA [In:] "QUEM TEM MEDO DE VIRGINIA WOOLF" ?
Tânia Monteiro, Christiane Samarco e Rui Nogueira. 0205.