A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quarta-feira, janeiro 28, 2009
BELÉM/FÓRUM SOCIAL MUNDIAL: AMAZÔNIA LEGAL
PSDB/SARNEY [In:] "POR QUEM OS SINOS DOBRAM..."
AE - Agencia Estado
"Como temos sérias dúvidas sobre as intenções democráticas de vários setores do governo, queremos saber dos candidatos se tentativas golpistas teriam êxito", antecipou ontem o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE). Ele e o líder no Senado, Arthur Virgílio (AM), se encarregarão de procurar Sarney e Viana. "Queremos um presidente com sinceros compromissos democratas e de respeito às minorias e ao direito à voz da oposição, que não pode ser mutilada no Congresso", insiste Guerra.
Os tucanos também querem comandar a primeira vice-presidência da Casa, a terceira secretaria, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e a Comissão de Relações Exteriores. E não será nada fácil fechar este acordo, uma vez que, além das disputas internas, há brigas entre os partidos pelas comissões técnicas e pelas 11 vagas na Mesa Diretora.
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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac314242,0.htm
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LULA/ITAMARATY/ITÁLIA [In:] O CASO BATTISTI ("... i tá mar à ti'')
Vera Rosa e Denise Chrispim Marin,
do Estado de S.Paulo
'É fim de papo', decretou Lula, ao baixar a lei do silêncio sobre o caso e acentuar que seu governo não mudará a decisão favorável a Battisti, durante reunião de coordenação política de governo. A ordem foi dada na presença do ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que tratou de cumpri-la à risca. 'Essas coisas despertam emoções. A melhor maneira de lidar com elas é o tempo', afirmou o chanceler ao Estado, na sexta-feira.
Em uma gélida reação à iniciativa da Farnesina de chamar Valensise a Roma, o Itamaraty declarou, por meio de nota, que 'o governo brasileiro considera que todos os procedimentos sobre a questão estão sendo seguidos de acordo com a legislação brasileira'. 'Os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais as sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores.'
O Itamaraty confia que a Itália não cogitará no rompimento de relações diplomáticas e, como convém a seus interesses econômicos no Brasil, tenderá a igualmente baixar a temperatura de suas reações. Em princípio, o governo italiano terá amplo direito de apresentar seus argumentos diante do Supremo Tribunal Federal (STF), que deverá julgar o pedido de extradição de Battisti no início de fevereiro.
'BOLA DIVIDIDA'
Ao tratar do assunto em uma recente reunião no Palácio do Planalto, o presidente Lula orientou o ministro da Justiça, Tarso Genro, a não entrar em 'bola dividida' com o governo italiano. A responsabilidade, concluiu, é do Supremo. Essa posição não foi alterada nem mesmo com a reação de Roma, ontem.
No Palácio do Planalto, a tese defendida por Tarso para conceder o refúgio a Battisti foi reiterada. Além de ser um ato de soberania nacional, afirmavam assessores de Lula, essa atitude faz parte da tradição do Brasil.
REPERCUSSÃO
O jornal norte-americano 'The Washington Post' publica reportagem da agência Associated Press que aponta uma 'escalada de disputas' após a decisão brasileira de 'garantir asilo a um fugitivo italiano'. O texto relata a história de Battisti, suas condenações na Itália e, em seguida, sublinha as declarações do ministro italiano das Relações Exteriores, Franco Frattini. 'Nós não esperávamos isso do Brasil, um país amigo. Battisti é um terrorista. Ele assassinou pessoas inocentes. Ele foi condenado pelos tribunais italianos', declarou Frattini. 'O governo italiano está explorando todas as possibilidades legais, como por exemplo ir até a Suprema Corte do Brasil (Supremo Tribunal Federal).'
A estatal inglesa BBC caracterizou como 'protesto' a decisão das autoridades de Roma de chamar o embaixador italiano em Brasília para 'consultas'. Segundo a rede, os italianos ficaram 'enfurecidos' com o governo brasileiro por ter sugerido que a vida de Battisti poderia estar em risco caso ele retornasse para a Itália. O texto explica o significado da 'consulta' ao embaixador. Em linguagem diplomática, de acordo com a estatal, a convocação de Michele Valensise funciona como uma tentativa de 'mascarar a ira' do governo italiano. O material lembra ainda que Battisti foi preso no Rio de Janeiro em março de 2007, resultado de uma operação conjunta entre Interpol, Brasil e Itália.
O jornal espanhol 'El País' publicou, na íntegra, o comunicado do ministério de Relações Exteriores italiano, que informa sobre o chamado do embaixador italiano no Brasil para 'consultas'. Classificou ainda a decisão do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, como 'resultado lógico', depois que o governo brasileiro decidiu conceder asilo a Battisti - situação que causou 'grande mal-estar na Itália'. De acordo com o jornal, o extremista fugiu da França após mudanças na política local sobre abrigo a ativistas refugiados e, por isso, acabou preso no Rio de Janeiro há quase dois anos.
O jornal italiano Corriere della Sera apresenta a visão do ministro italiano Frattini e dá grande espaço para considerações do ex-premiê, Massimo D'Alema. De acordo com D'Alema, que governou a Itália entre 1998 e 2000, o Brasil cometeu um 'erro grave' ao conceder asilo político a uma pessoa que não 'merecia status de refugiado'. Para ele, a atitude foi tomada em detrimento de uma 'tentativa de retomar o diálogo político para encontrar uma solução para uma história perturbadora'. As críticas do ex-premiê ainda chegaram ao próprio governo italiano, que 'não teria conduzido bem o caso'.
ÍNTEGRA DA NOTA
Texto divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores:
'O Brasil tomou conhecimento da decisão do governo italiano de
chamar para consultas o embaixador da Itália no Brasil, em razão do 'parecer expresso sobre o caso Battisti pelo procurador-geral da República'.
O governo brasileiro considera que todos os procedimentos sobre a questão estão sendo seguidos de acordo com a legislação brasileira.
O governo brasileiro reitera a confiança expressa pelo presidente da República, em sua carta dirigida ao presidente da Itália, de que os laços históricos e culturais que unem o Brasil e a Itália continuarão a inspirar nossos esforços com vistas a aprofundar ainda mais as sólidas relações bilaterais nos mais diversos setores.'
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http://www.estadao.com.br/nacional/not_nac314201,0.htm
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FRAUDES/BOLSAS DE VALORES: A CRISE TEM NOME... (... tempos de colher II)
Quatro prisões foram feitas em Barcelona, uma em Madri e outra em Elche, no leste da Espanha.
Segundo a Polícia, através de complexas operações mercantis e falsificações, os suspeitos aumentaram o valor das ações em Bolsa de uma empresa sem depósitos que o aprovassem e, posteriormente, lucraram com a venda fraudulenta dos títulos.
As investigações foram iniciadas em 2005 pelo Escritório de Fraudes Graves (SFO, na sigla em inglês) do Reino Unido, segundo o qual a fraude começou em 2003.
Em outubro daquele ano, foi incluída no Mercado Alternativo de Investimentos do London Exchange Market uma sociedade que teve que suspender o comércio de suas ações dois anos depois.
A companhia divulgou a impossibilidade de verificar a existência ou seu direito a possuir depósitos bancários de 370 milhões de libras por duas entidades financeiras.
Quando começou sua atividade em Bolsa, a empresa disse ter ativos de US$ 290 milhões, representados quase totalmente por um acordo assinado com outra instituição mercantil.
Posteriormente, ela anunciou diversas operações financeiras, entre elas uma garantia, sob a forma de certificados de crédito internacionais, de uma sociedade bancária brasileira com a finalidade de aumentar o valor de suas ações.
Segundo as investigações, a entrada da empresa na bolsa, assim como a oferta pública de ações, foi conseguida por fraude, em diversos anúncios falsos, em veículos de imprensa especializados de Londres, para gerar interesse nos títulos da companhia.
Esses anúncios teriam sido planejados pelos principais suspeitos, que venderam depois as ações que possuíam em seus nomes.
Os seis registros da operação permitiram a localização e detenção, na Espanha, dos seis suspeitos de participar da fraude.
----------------------http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2009/01/28/fraude+de+us+600+mi+na+bolsa+de+londres+envolve+banco+brasileiro+3675204.html
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DAVOS: FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL (... tempos de colher)
Fabrice Coffrini/France Presse![]() |
ENVIADO ESPECIAL A DAVOS
Não se trata de impressão subjetiva, nascida das notícias sobre a crise, mas de medição científica, contida na pesquisa que a PricewaterhouseCoopers divulga todos os anos na véspera da abertura do encontro anual do Fórum.
A confiança dos executivos caiu para o nível mais baixo desde 2003, quando a Price começou a pesquisar as expectativas dos executivos-chefes das grandes empresas do mundo. Só 21% deles disseram estar confiantes em que o faturamento aumente nos próximos 12 meses. Na pesquisa do ano passado, eram 50%, mais que o dobro, portanto.
A queda é generalizada, por países e por regiões, mas há diferenças abismais entre eles e elas. No caso dos executivos brasileiros, por exemplo, encontra-se o segundo menor índice de pessimismo: 33% dos pesquisados acreditam em crescimento dos ganhos em 2009, 50% mais do que a média global.
Mas é um número que deve ser relativizado pela comparação com o resultado da pesquisa anterior, ano em que dois terços dos brasileiros -e não apenas um terço como agora- contavam aumentar as receitas.
Duas outras boas notícias para o Brasil e para os emergentes em geral: os executivos ouvidos pela Price acham que a mudança estratégica representada pela ascensão dos países emergentes veio para ficar.
Acham também que os emergentes serão os últimos a entrar em recessão e os primeiros a dela sair.
No quesito menor pessimismo, os brasileiros só perdem para os indianos, os únicos a dizer, majoritariamente, que vão, sim, faturar mais neste ano: 70% acreditam nessa hipótese, de todo modo uma queda de 20 pontos em relação à quase-unanimidade (90%) que era otimista na pesquisa de 2008.
O levantamento da Price foi feito no último trimestre do ano passado, exatamente quando a crise ganhou velocidade vertiginosa, o que apareceu claramente na pesquisa: entre 10 de setembro (mês em que quebrou o Lehman Brothers) e 24 de novembro, período em que foi feito o grosso das 1.124 entrevistas em 50 países, o número de executivos-chefes que se diziam muito confiantes nas perspectivas de suas empresas no curto prazo desabou de 42% para meros 11%.
Foco do pessimismo
Como era previsível, os mais pessimistas são os executivos de países ricos: só 5% dos franceses, 8% dos italianos, 9% dos japoneses, 12% dos britânicos, 13% dos norte-americanos e espanhóis esperam aumento de receita no curto prazo.
Mesmo os chineses, que operam na usina de maior crescimento no planeta nos últimos 20 anos, revelam pessimismo: só 29% esperam ganhar mais neste ano (eram 73% no ano passado).
Para o médio prazo, o pessimismo continua, mas levemente atenuado: só 34% acreditam que haverá crescimento de receita nos próximos três anos, quando eram 42% os que tinham tal expectativa na pesquisa divulgada no ano passado, mas feita no último trimestre de 2007, quando se começava a sentir o efeito do estouro da bolha imobiliária dos EUA.
O pânico é tanto que John Donahoe, presidente da empresa de leilões on-line eBay, comentou: "Se eu conseguir três noites de bom sono nos próximos 12 meses, vou considerar 2009 um sucesso".
A crise pegou os executivos no contrapé, diz o texto da pesquisa: "No ano passado, muitos executivos-chefes estavam esperando uma desaceleração econômica, mas nenhum estava plenamente preparado para a intensificação da contração de crédito ocorrida na segunda metade de 2008 ou para a crise financeira global que se seguiu. Por quê? A crise atual é diferente das que ocorreram nas poucas décadas anteriores porque o dano que ela causa se espalha mais amplamente e mais depressa do que qualquer coisa que tenha ocorrido antes".
Consequência: "A velocidade e a intensidade da recessão abalaram o psiquismo dos executivos-chefes e criou uma crise global de confiança", escreve Samuel DiPiazza Jr., o executivo-chefe da Price.
Segunda consequência: os palpites, a que são tão afeitos economistas e executivos, saíram do cenário. "A severidade e a duração da recessão são difíceis de prever", diz o executivo-chefe da Price.
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http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2801200930.htm
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DAVOS/FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL: GURUS, PESSIMISTAS E OPORTUNISTAS DE PLANTÃO
Economistas alertam que a recessão global e o protecionismo no comércio serão terríveis para os países em desenvolvimento.
Segundo uma pesquisa entre líderes do setor de negócios, a recuperação da atual crise poderá levar três anos. E Klaus Schwab, o fundador do Fórum Econômico Mundial, afirmou que o fim da crise não está próximo.
O Fórum Econômico Mundial em Davos reúne 2,5 mil convidados, incluindo executivos de alguns dos maiores bancos do mundo, além de 40 chefes de Estado e governo - um número recorde - para discutirem a crise econômica mundial, pobreza, energia, mudança climática e comércio livre.
O primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, e seu colega russo, Vladimir Putin, participam do primeiro dia de discussões, cujo tema é "moldando o mundo pós-crise".
Enquanto líderes mundiais se reúnem em Davos, em Belém, no Brasil, teve início na terça-feira o Fórum Social Mundial, com uma passeata que reuniu dezenas de milhares de pessoas.
Políticos e banqueiros
O evento anual no vilarejo da região montanhosa da Suíça ainda atrai grande parte das pessoas mais poderosas do mundo, mas o ambiente mudou de forma dramática em 2009.
Algumas companhias faliram devido à crise financeira mundial e outras precisaram da ajuda de governos de seus países ou então foram nacionalizadas.
Por isso os participantes do Fórum Econômico Mundial concordam que, em 2009, os banqueiros não vão dominar as discussões. Ao invés disto, os políticos vão determinar a pauta.
Uma nova pesquisa realizada pela consultoria internacional PricewaterhouseCoopers sugere que o nível de confiança entre executivos das principais empresas do mundo despencou nos últimos meses.
"Temos que encarar o fato de que a recuperação, quando vier mais para frente neste ano ou no começo do próximo, será anêmica", disse Stephen Roache, presidente da Morgan Stanley da Ásia.
Um relatório recente publicado pelo próprio Fórum Econômico Mundial em cooperação com o Citigroup e outros grupos financeiros internacionais confirma o pessimismo.
O relatório Global Risks 2009 prevê que a China deverá sofrer uma desaceleração no crescimento da ordem de 6% este ano, o que pode prejudicar ainda mais a economia global. Outro alerta feito pelo documento é que os grandes gastos governamentais para dar apoio a instituições financeiras está ameaçando as já precárias posições fiscais em países como Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Itália, Espanha e Austrália. Além de prever o colapso nos preços de ativos e falhas na governança global.
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http://noticias.uol.com.br/bbc/reporter/2009/01/28/ult4907u1058.jhtm
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APOSENTADORIAS/ELEIÇÕES 2010 [In:] "OLD IS GOLD"
Especial para o UOL Notícias; em São Paulo
Na cerimônia em São Paulo, Dilma foi um dos destaques, chamando mais a atenção que o ministro da Previdência, o também petista José Pimentel (PI).
Com a implantação da concessão de benefícios em entrevistas pré-agendadas de 30 minutos no início deste ano, coube a Dilma discursar sobre a licença maternidade. Ela afirmou que "reconhecer os direitos dos cidadãos é uma das questões fundamentais para a inclusão social". E, num discurso em direção à mulheres, disse que a liberação rápida da licença-maternidade não é uma "dádiva" do Estado, mas, sim, "o Estado apoiando a família".
No seu discurso (Lula não falou com a imprensa no evento), Lula afirmou que seu governo está dando início a "uma nova fase da Previdência Social". "Estamos retribuindo ao contribuinte da Previdência aquilo a que ele tem direito. Se para cobrar somos precisos, para devolver temos que chegar próximo à perfeição", afirmou.
Segundo ele, a cerimônia comemorativa ocorreu em São Paulo porque a cidade é a que tem mais contribuintes da Previdência Social. "Os principais problemas da Previdência sempre eram retratados como tendo foco em São Paulo". Lula também disse que a mídia deve fiscalizar se o sistema de concessão rápida de benefícios do INSS está mesmo funcionando. "A obrigação do governo é corrigir os problemas."
Também discursou na festa dos 86 anos da Previdência o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM). Aliado do também presidenciável José Serra (PSDB), Kassab elogiou a concessão rápida de benefícios dizendo que ela pode ser tornar uma das principais marcas da gestão Lula. "Se é algo que é fundamental é a qualidade de vida das pessoas. E evidentemente o sonho de ficar livre da burocracia", completou.
Beneficiadas
Durante a cerimônia, duas mulheres receberam de Dilma Rousseff - e não do "coadjuvante" José Pimentel - a documentação oficializando os benefícios a que tinham direito, já seguindo o novo ritual do INSS. A professora Rosimeire Muraro Pepe, 50, aposentou-se em 30 minutos, e a desempregada Adriana Queiroz da Silva, 31, recebeu o direito ao auxílio-maternidade.
"As minhas amigas disseram que eu ia demorar muito. Eu realmente me surpreendi com a agilidade", disse Rosimeire. "Fiquei muito feliz porque agora vou poder ficar mais tempo com a minha filha, e não em filas, esperando", afirmou Adriana.
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http://noticias.uol.com.br/politica/2009/01/27/ult5773u435.jhtm
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
28 de janeiro de 2009
O Globo
Turismo pode perder 95%; Esporte, 94%; e Meio Ambiente, 79%
Arrecadação recorde no ano cai em dezembro
O crédito recorde faz os bancos temerem calote
Chinaglia cria privilégio em causa própria
Battisti: Itália chama de volta seu embaixador
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Folha de S. Paulo
Manchete: Ganho dos bancos cresce; inadimplência é recorde
Em dezembro, os bancos do Brasil captaram dinheiro a taxas mais baixas que as observadas de junho a novembro, mas não repassaram a queda aos correntistas: ao contrário, o “spread” bancário atingiu o maior nível em mais de cinco anos. Os números são do Banco Central. No mês passado, os bancos pagaram 12,6% ao ano para levantar recursos no mercado e repassaram esse dinheiro aos clientes cobrando juros médios de 43,2%. A diferença, que é o maior “spread”, foi de 30,6 pontos. Para Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC, há mais aversão ao risco por parte dos bancos. Segundo a Febraban (associação do setor), embora a tendência do “spread” seja cair, a inadimplência tem atuado no sentido oposto. Outros dados do BC mostram que, em dezembro, a inadimplência no financiamento a pessoas físicas foi a maior desde 2002. Atrasos de mais de 90 dias nos pagamentos atingiram 8,1% dos empréstimos, contra 7,8% em novembro. (Págs. 1 e Dinheiro)
Foto legenda: Pingos nos is
Jânio de Freitas: Atitude resulta da má condução do caso Battisti pelo Brasil
Brasileiros estão entre os menos pessimistas
Ataques em Gaza matam dois e ameaçam trégua
Obama dá sua 1ª entrevista no cargo a TV árabe
Universidades privadas sofrem crise financeira na volta às aulas
Editoriais: Leia “Sinais conflitantes”, que critica ação protecionista; e “Persiste a discriminação”, sobre brasileiros em Madri. (Págs 1 e A2)
Saúde: Apenas 27% dos médicos sabem diagnosticar a infecção generalizada. (Págs 1 e C9)
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O Estado de S. Paulo
Bloqueio de importação já prejudica indústrias
OMC avalia onda protecionista
Bancos continuam a aumentar o spread
Aviação - Tarifa aumentou 36% em 2008
Direto da Fonte - É dos quilombolas
Crise global vai durar mais 3 anos, dizem executivos
Notas e Informações - Os gestos calculados de Obama
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Jornal do Brasil
Mais de 11 mil metros cúbicos de madeira ilegal na Amazônia
Sociedade Aberta - Antônio Corrêa de Lacerda
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Correio Braziliense
Manchete: Niemeyer na trincheira:
Aos 101 anos, o arquiteto de Brasília decidiu, em suas próprias palavras,“defender o trabalho” e avisou que pretende provar documentalmente a legalidade da Praça da Soberania,formada por um conjunto de prédio e obelisco com 100 metros de altura projetado para o gramado central entre a Rodoviária e o Congresso. O croqui da obra provoca polêmica desde que foi exibido. O Iphan e a Unesco afirmam que ela agride o tombamento de Brasília. Arquitetos e professores da área se dividem entre elogios e críticas sob o ponto de vista estético e funcional. Na única sondagem de opinião pública até aqui — uma enquete posta na internet pelo Correio — ,a esmagadora maioria das pessoas,mais de 70%,se declara contrária à novidade. Já Oscar Niemeyer diz contar com o apoio dos amigos para entrar na batalha, da qual não recuará. O governador Arruda afirmou que a polêmica é “ótima” e faz a cidade ficar intelectualmente viva. (págs. 1, 22 e 26)
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Valor Econômico
Manchete: Governo vê 'barbeiragem' e vai mudar licenças prévias
A medida foi discutida na semana passada pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Desenvolvimento, Miguel Jorge, e tinha como alvos principais bens de consumo e produtos argentinos. Mas técnicos do Desenvolvimento anteciparam-se e incluíram também grande parte das exportações chinesas.
A forte reação ã medida levou Mantega a telefonar para o ministro Miguel Jorge, em viagem ã África. Mais tarde, reuniu-se com o secretário-executivo do ministério, Ivan Ramalho, e o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, a quem se queixou do tumulto provocado entre as empresas. Mantega reafirmou a oposição da Fazenda a medidas que representem fechamento de fronteiras, disse temer o impacto que a medida teria sobre os preços internos e a inflação.
A exigência deixou atônitos os empresários e já atrapalhou as empresas. A produção de algumas indústrias de eletroeletrônicos parou por falta de peças importadas. A Nokia, uma das maiores fabricantes de celulares do país, opera quase sem estoques e foi uma das prejudicadas. Ela foi obrigada a cancelar a exportação de um lote para um cliente latino-americano. Três setores foram excluídos da exigência ontem no decorrer do dia por pressão do setor automotivo: autopeças, plásticos e borrachas.
Segundo um executivo, o risco de que compras não sejam aprovados e a demora do trâmite das licenças exigirá estoques maiores, pressionando o caixa das empresas em um momento de crédito caro e escasso. Os empresários são quase unânimes em apontar que o governo não tem estrutura e funcionários suficientes para liberar tantas licenças em tempo hábil. Para economistas como Armínio Fraga e Luiz Carlos Mendonça de Barros, a decisão foi um retrocesso e prejudica as exportações brasileiras, que hoje incorporam boa parte de componentes importados. (págs. 1 e Al0)
BNDES lançará 'Fundos Brasil'
Os "Fundos Brasil de Investimento" serão fundos privados, formados pelos bancos. O BNDES entra como "estimulador" e poderá participar como cotista. Coutinho também informou que pelo menos 80% dos US$ 100 bilhões que o BNDES receberá do Tesouro serão para investimentos, mas o banco vai aumentar temporariamente as linhas para capital de giro. (págs. 1 e C2)
Pessimismo na Indústria
Arrecadação de impostos
Dresdner quer fechar banco no Brasil e vender ativos
O banco tem cerca de 60 funcionários, patrimônio líquido de R$ 313 milhões e ativos de R$ 20,8 bilhões. Mantinha, até agora, a atividade de fusões e aquisições, mercado de capitais, câmbio e tesouraria. A decisão de fechar o banco no Brasil veio do novo controlador, que comprou o Dresdner AG por € 9,8 bilhões em transação anunciada em agosto de 2008. (págs. 1 e C3)
Vendas no varejo
Construção pesada
Recursos para Açu
Sadia negocia aporte de R$ 1 bilhão
Segundo ele, a empresa vem sendo procurada por investidores e há conversas em andamento, inclusive com o banco de fomento. “O BNDES é uma oportunidade", disse ele, lembrando que o banco tem participação em outras grandes companhias do setor, como JBS Friboi e Marfrig. Desde a semana passada, as ações da Sadia na bolsa refletem o receio dos investidores quanto aos efeitos dos derivativos nos resultados. (págs. 1 e D3)
Centro-Oeste amarga troca da soja por cana
Em Primavera do Leste (MI), por exemplo, a margem de lucro projetada é de 29%. Já os fornecedores de cana do Centro-Sul estão recebendo cerca de RS 38 pela tonelada entregue às usinas. Mas os custos de produção estão em tomo de RS 45. (págs. 1 e B10)
Idéias
Idéias
Idéias
Pacote de Obama atrai emendas protecionistas
Uma comissão da Câmara aprovou emenda que determina que apenas o aço produzido no país seja utilizado em obras financiadas com o dinheiro do pacote. Outra emenda assegura privilégio semelhante para programas de computador e aparelhos desenvolvidos nos Estados Unidos para hospitais e clínicas médicas.
É possível que as mudanças sejam revistas quando o Senado analisar o pacote. A iniciativa da Câmara gerou protestos de grupos multinacionais preocupados com O avanço do protecionismo no Congresso. (págs. 1 e A6)
Bancos da Europa e dos EUA retêm US$1,6 tri em caixa e agravam a crise (págs. 1 e C1)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir---------