A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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segunda-feira, abril 01, 2013
XÔ! ESTRESSE [In:] ''THE GREAT PRETENDER'' (The Platters, 1956)
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INFLAÇÃO: O DRAGÃO PREFERE A CLASSE C
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Inflação é maior para quem ganha até 2,5 salários
Alta de alimentos impacta mais consumidor de baixa renda do que a média da população, informa FGV
O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC - C1), indicador que mede a inflação entre a população com renda até 2,5 salários mínimos calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), foi de 6,94% em fevereiro, superior ao da média dos brasileiros, de 6,04%. A alta foi puxada pela disparada de preços dos alimentos adquiridos por esses consumidores, que subiram mais do que os da média da população nos últimos 12 meses. Em fevereiro, a inflação dos alimentos foi de 13,94% no IPC-C1, ante 12,29% da inflação geral, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade Interna (IPC - DI). A previsão é de que a desoneração de parte da cesta básica, adotada pelo governo em março, represente um alívio para esse consumidor de baixa renda. A desaceleração, porém, deve ser lenta, de acordo com especialistas, e não ocorrerá em menor de três meses.
Inflação dos alimentos afeta mais a baixa renda
Em 12 meses, preços dos alimentos mais consumidos por quem ganha até 2,5 salários mínimos subiram mais que os da média da população.
Fernanda Nunes
O aumento dos preços dos alimentos ao longo dos últimos meses vem tirando o fôlego e comprometendo a capacidade de compra de um grupo em especial: o consumidor de baixa renda. Para esse segmento, base da festejada “nova classe média”, a inflação pesa mais. O indicador que mede a variação de preços em 12 meses para as famílias com ganho mensal de até 2,5 salários mínimos, em fevereiro, foi de 6,94%, nível superior ao da média dos brasileiros, que registrou 6,04%. A diferença da inflação por classe de renda ocorre, na verdade, desde julho do ano passado. A Fundação Getúlio Vargas (FGV), que calcula o índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-Ci, a chamada inflação da baixa renda) e o índice de Preços ao consumidor - Disponibilidade Interna (IPC-DI), vem registrando o deslocamento. Isso acontece porque os preços dos alimentos adquiridos pelos consumidores de rendimento mais baixo dispararam. Para a população mais pobre, 30% do salário são destinados às compras de supermercado, enquanto para a média dos brasileiros os alimentos representam 20% das despesas. Em fevereiro, último indicador divulgado, a inflação dos alimentos variou 13,94% no IPC-Ci e 12,29% no IPC-DI. A inflação para a baixa renda • Queda ANDRÉ BRAZ ECONOMISTA “A tendência da inflação dos alimentos é desacelerar. A medida do governo de desoneração da cesta básica, cedo ou tarde, terá resultado. Mas essa desaceleração deve ser lenta.” E, passou a ser mais sentida neste início de ano, com o fim de alguns programas de incentivo ao consumo, como a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens duráveis. Mas o maior peso vem dos alimentos e a tendência, segundo o economista André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre)da FGV,é que a alta de preços desseS produtos perca o fôlego daquf pàra frente. Com isso, diz Braz* a baixa renda pode ter um alívio nos próximos meses. Enquanto isso, a expectativa é que o governo mire suas ações exatamente no alívio do orçamento desse grupo de consumidores, que vem puxando o aumento do consumo das famílias na economia. O professor da Faculdade de Economia e coordenador da Fipe Rafael Costa Lima acredita que as medidas devem ter como foco a inflação como um todo, porém, com atenção especial a setores que atendam à “nova classe média”. Ainda assim, a avaliação do economista é que, com a renda do trabalho se mantendo em alta, o consumo pela população de baixa renda continuará forte. “Não imagino que a inflação vai corroer tanto o poder de com: pra dessa população”, afirmou. Para o economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC) Bruno Fernandes, no entanto, a variação de preços para esse grupo de consumidores é preocupante. Idosos. Além dos pobres, a população idosa é outro grupo que também é mais punido com a inflação dos alimentos. O último dado disponível do IPC-3Í, que mede a inflação das famílias com indivíduos com mais de 60 anos, mostra que, em 2012, o indicador teve alta de 5,82%, enquanto o IPC-DI foi de 5,74%. A FGV apura a inflação dos mais idosos trimestralmente, portanto, os resultados deste ano ainda não são conhecidos. Braz, da FGV, diz que, na atual conjuntura os idosos sentem mais os efeitos da inflação por consumirem mais alimentos in natura, que têm sido os vilões dos preços. O economista pondera, no entanto, que essa alta pode ser contrabalançada pelo fato de os mais idosos sentirem menos os efeitos do reajuste de transporte público, porque boa parte deles tem passe livre no ônibus. / COLABOROU M.C.
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''QUEM TEM MEDO DE VIRGÍNIA WOOLF?'' (Título de filme)
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A ameaça que virou piada
Após divulgar fotografia de mapa com seu plano de guerra, Coreia do Norte vira alvo de deboche para moradores de cidade texana incluída na improvável ofensiva
AUSTIN, EUA
REUTERS
Mal-humorado, pobre e com baixa autoestima, Bisonho, o amigo asno do ursinho Pooh, pode ter um piquenique em sua homenagem destruído num ataque nuclear caso as ameaças de Kim Jong-un se realizem e Austin, no Texas, seja dizimada pelas forças da empobrecida Coreia do Norte.
Os moradores da capital texana ficaram sabendo que eram alvo do mais jovem homem no comando de um arsenal nuclear quando um site especializado em Coreia do Norte analisou o mapa que aparecia no fundo de algumas fotos em que Kim, de 30 anos, se reunia com o Supremo Comando de suas forças armadas.
Sob a frase "Plano para atacar os EUA no continente", saíam setas da Coreia com direção a pontos citados em prévias ameaças aos EUA. Surpreendentemente, Austin foi identificada como provável alvo, e seus habitantes começaram a zombar do regime que promete disciplinar o imperialismo americano.
No Twitter, os moradores respondiam a pergunta #whyaustin (por que Austin?) com variados deboches, que iam do computador usado por Kim nas fotos ao tipo de churrasco da cidade. Piadas também questionavam se o ataque ao município se devia ao fato de Kim Jong-un não ter sido convidado para o 50º Aniversário do Bisonho, uma festa tradicional que reúne pessoas fantasiadas dispostas a ajudar ONGS locais.
"Ok, povo de Austin, quem estava responsável por enviar um convite a Kim?", se perguntava David Wenger.
Alguns se perguntavam se, de fato, ele apareceria, na festa. Outro fazia referência à má fama do aplicativo de mapas da Apple e ao fato de Kim ser fotografado ao lado de um computador da marca. "Não se preocupem, ele usa os mapas da Apple", dizia. Houve quem associasse a fúria de Kim a sua ausência numa série de shows que ocorreram na cidade em março.
A brincadeira cresceu tanto que até a conta oficial da prefeitura se somou ao jogo, postando um vídeo de 1950 da Guerra Fria sobre um bunker nuclear: "Não se preocupe Austin... estamos preparados".
De acordo com as declarações de autoridades sul-coreanas e americanas, os moradores de Austin podem mesmo rir. Estimativas indicam que a Coreia do Norte alcançaria, no máximo, a costa oeste, dada a capacidade técnica de alguns de seus mísseis de longo alcance. O caráter nuclear do ataque é ainda menos provável, de acordo com o discurso americano, já que a Casa Branca afirma que os norte-coreanos não tem tecnologia nuclear suficiente para equipar os mísseis de longo alcance.
E, mesmo que haja mísseis capazes de atacar o Texas, parece improvável que o percurso de 11 mil quilômetros entre Pyongyang e Austin fosse realizado sem que Seul, Tóquio ou Washington derrubassem o projétil ainda no ar.
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COREIA DO NORTE: ''QUO VADIS'' [?]
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As armas de Kim Jong-un
Coreia do Norte alardeia ampliação de arsenal nuclear, mas EUA temem mais silenciosos ciberataques
Escalada de provocações
Depois de declarar estado de guerra contra a vizinha Coreia do Sul, o governo comunista da Coreia do Norte manteve em curva ascendente a tensão regional. Desta vez, ameaçou com o fechamento do complexo industrial de Kaesong, onde cem empresas funcionam numa área governada conjuntamente por Pyongyang e Seul - além de prometer um reforço "quantitativo e qualitativo" de seu poderio nuclear. O presidente norte-coreano, Kim Jong-un, presidiu pessoalmente uma reunião do comitê central do Partido dos Trabalhadores e decidiu que a posse de armas nucleares, classificada como "a vida do país", deverá ser fixada por lei. A radicalização do discurso renovou as preocupações de sul-coreanos e americanos. Mais do que uma escalada militar ou nuclear, especialistas de ambos os países apontam para indícios de um outro risco, mais silencioso, vindo no Norte: a ação de ciberterroristas.
Segundo a agência estatal norte-coreana KCNA, na reunião de ontem foi decidido também desenvolver um reator de água leve como parte de um plano de abastecimento energético ligado à indústria nuclear para fins civis, além de investir em tecnologia espacial e satélites mais avançados.
"As forças nucleares devem ser expandidas e fortalecidas com qualidade e quantidade até que a desnuclearização do mundo seja alcançada", informou a agência.
- Esta é uma linha estratégica a ser sempre seguida - declarou Kim Jong-un.
As tensões na Península Coreana aumentaram nas últimas semanas diante de exercícios militares conjuntos de americanos e sul-coreanos na região. E ainda depois de novas sanções econômicas impostas pela ONU em punição a testes balísticos e nucleares perpetrados pelo Norte. Ontem, em tom desafiador, o regime de Kim Jong-un reiterou que suas armas atômicas não são objeto de barganha com o Ocidente.
"São o tesouro de um país reunificado que nunca poderá ser trocado por bilhões de dólares", dizia o texto divulgado pela KCNA.
Longe dos governos, a retórica belicista causou preocupação também a milhares de trabalhadores das Coreias do Norte e do Sul. As ameaças de Pyongyang de fechar o complexo industrial de Kaesong põem em risco o sustento dos dois lados da fronteira. Pelo menos 50 mil operários norte-coreanos trabalham na região, que responde por US$ 90 milhões do orçamento anual de Pyongyang. A cerca de dez quilômetros da fronteira, o polo de Kaesong foi criado em 2004 como símbolo da cooperação entre os dois países. Segundo a agência Yonhap, o número de operários sul-coreanos é estimado em cerca de 15 mil. O complexo seguia em funcionamento até a noite de ontem.
- Por enquanto, não ocorreram problemas de funcionamento - indicou um porta-voz do ministério sul-coreano da Unificação.
SUSPEITA DE CIBERATAQUES e AÇÃO CONTRA BARCO
Países como Estados Unidos, Rússia e Japão já emitiram alertas e condenações à Coreia do Norte. Até pouco tempo atrás ainda apostava-se em alguma tentativa de aproximação com o super fechado regime de Pyongyang após a morte do ex-ditador Kim Jong-il, em dezembro de 2011, e a ascensão ao poder do filho, o jovem e atual mandatário, Kim Jong-un.
- Não podemos permitir uma provocação agressiva da Coreia do Norte - declarou o porta-voz do governo do Japão, Yoshihide Suga.
Apesar de considerar as ameaças como "sérias", a Casa Branca lembrou que a retórica belicista sempre foi característica do regime comunista norte-coreano. E outras preocupações têm tanto ou mais peso para Washington e seus aliados em Seul - como recentes ataques cibernéticos ao sistema bancário e a redes de TV da Coreia do Sul duas semanas atrás. O Norte nunca admitiu envolvimento, mas especialistas do Sul e dos EUA acreditam que Pyongyang está por trás dos cibercrimes.
- Estamos convencidos de que isso significa que Kim está sacramentando seu lugar entre o povo e os próprios militares, que não o conhecem. Estamos preocupados com o que ele possa fazer depois, mas não estamos preocupados com o que ele ameaça fazer - disse um alto oficial do governo americano ao jornal "New York Times".
Esses ciberataques teriam, ainda, semelhanças com um ataque balístico do Norte contra um barco do Sul em Cheonan, quando 46 marinheiros sul-coreanos morreram três anos atrás - o fator-surpresa e a dificuldade de provar, oficialmente e em curto prazo, o envolvimento norte-coreano. E essa dificuldade torna mais difícil qualquer tentativa de retaliação.
A ameaça de uma agressão silenciosa também causa desconforto no Sul. Afinal, países que estão prestes a lançar uma ofensiva militar não transmitem seus planos de batalha.
- Você esperaria que uma ordem militar seja dada em segredo. Acreditamos que eles estão jogando com o psicológico - sentenciou o porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano, Kim Min-seok.
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QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Cargos são ocupados irregularmente por parentes e indicados de titulares, o que contraria determinação constitucional
O corregedor nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Francisco Falcão, deu prazo de três meses para que os Tribunais de Justiça de 13 estados e do Distrito Federal preparem concurso para substituir os titulares de 2.209 cartórios privados, ocupados por tabeliães que herdaram o cargo, geralmente de parentes, informa Chico Otavio. A Constituição de 1988 estabeleceu a exigência de concurso público, mas manobras jurídicas mantêm a irregularidade. Como O Globo revelou ontem, esses cartórios biônicos faturam alto e pecam pela falta de transparência. Não informam, por exemplo, o faturamento anual e nem abrem os livros de atos, alegando direito à privacidade. Eles representam 16,5% de todos os cartórios privados brasileiros. (Págs. 1 e 3)
O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC - C1), indicador que mede a inflação entre a população com renda até 2,5 salários mínimos calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), foi de 6,94% em fevereiro, superior ao da média dos brasileiros, de 6,04%. A alta foi puxada pela disparada de preços dos alimentos adquiridos por esses consumidores, que subiram mais do que os da média da população nos últimos 12 meses. Em fevereiro, a inflação dos alimentos foi de 13,94% no IPC-C1, ante 12,29% da inflação geral, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade Interna (IPC - DI). A previsão é de que a desoneração de parte da cesta básica, adotada pelo governo em março, represente um alívio para esse consumidor de baixa renda. A desaceleração, porém, deve ser lenta, de acordo com especialistas, e não ocorrerá em menor de três meses. (Págs. 1 e Economia B1)
Estratégia anti-inflação
Consumidores já adotam táticas de época de hiperinflação para minimizar o impacto de alta de preços, como substituir marcas e produtos. (Págs 1 e B1)
A reforma política está se encaminhando para acabar num fetiche gregoriano: uma mexida de calendário para valer daqui a uma década. (Págs. 1 e Nacional A6)
A ascensão social da viola caipira está ligada ao movimento de formação da nacionalidade, ao fim da escravidão e à Proclamação da República. (Págs. 1 e Cidades C4)
O casamento entre pessoas do mesmo sexo, como o gênio que escapou da lâmpada, não será mais aprisionado na garrafa da contracultura. (Págs. 1 e Caderno 2, D10)
O Tesouro Nacional poderá ser obrigado a repassar mais recursos para a instituição. (Págs. 1 e A3)
Quem percorre os quase 120 quilômetros de chão batido da rodovia PI-397, que corta a Serra do Quilombo, no Piauí, vê um cenário em transformação. Longas extensões de vegetação nativa postas no chão anunciam o avanço das lavouras de soja e milho sobre o chapadão, naquela que é conhecida como a "última fronteira agrícola" do país - a porção de Cerrado que engloba o sul do Maranhão e do Piauí, o leste do Tocantins e o oeste da Bahia, também conhecida pelo acrônimo "Mapitoba". (Págs. 1 e B14)
De acordo com o TCU, a principal causa dos danos foi o excesso de água e a erosão, devido à não realização de obras de drenagem. A estimativa é de que os diversos problemas encontrados na ferrovia custarão mais de R$ 400 milhões aos cofres públicos. (Págs. 1 e B6)
Com poucas exceções, os cortes foram maiores do que a queda da Selic, que diminuiu o custo de captação em cerca de 2 pontos percentuais no período. Isso evidencia que, como desejava a presidente, houve diminuição dos spreads, que equivalem à margem bruta de ganho dos bancos. (Págs. 1 e C1)
As empresas reduziram os lançamentos para desovar estoques e preservar o caixa. A demora para a liberação de licenças pelos órgãos reguladores, principalmente na cidade de São Paulo, também contribuiu para o adiamento da apresentação de novos projetos ao mercado. (Págs. 1 e B9)
O financiamento ao Estado foi fechado a uma taxa de 5,333% ao ano, que na ocasião representava 2,5 pontos percentuais acima dos títulos da República, enquanto que os papéis negociados pelo banco foram colocados no mercado a uma taxa menor, equivalente a 0,9 ponto percentual acima dos títulos soberanos - o ganho do Credit Suisse vem dessa diferença entre as taxas. (Págs. 1 e C14)
Há nos próximos meses uma janela de oportunidade para uma correção de rumos que provavelmente estará ausente em 2014. (Págs. 1 e A15)
Raghuram Rajan
Não podemos permitir que a nossa aversão aos banqueiros venha a destruir os próprios bancos. (Págs. 1 e A15)
O país deve produzir este ano 183 milhões de toneladas de grãos, alta de 10,5% sobre 2012. Mas o que é motivo de comemoração também é de preocupação. Especialistas dizem que os resultados do campo podem não conter a inflação. A projeção para este ano é de 5,8%, segundo a Fundação Getulio Vargas, que prevê também índice de 7% para os alimentos, apesar da desoneração da cesta básica. Milho e soja terão boa colheita, no entanto os preços dependem da demanda de países consumidores e da produção internacional. E as cotações no mercado interno podem não cair na proporção da maior oferta, caso do feijão, cuja safra não deve ser suficiente para abastecer consumidores brasileiros, e de hortaliças e frutas, que precisam também de uma colheita promissora. (Págs. 1 e 10)
Tiros que mataram motoristas em Porto Alegre saíram da mesma arma.
“Jamais foi visto algo parecido no RS”, diz secretário da Segurança. (Págs. 1, 4 a 6, Rosane de Oliveira na 10, Editorial na 12 e Paulo Sant’ana na 31)