A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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segunda-feira, maio 07, 2007
PAC: RENUNCIA FISCAL PELO DESENVOLVIMENTO
BRASÍLIA - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou nesta segunda-feira, 7, que o governo deve colocar em vigor, esta semana, as desonerações de obras de infra-estrutura dentro do Regime Especial de Incentivo ao Desenvolvimento da Infra-estrutura (REIDI). Segundo ele, "a proposta já saiu do Ministério da Fazenda". A previsão de renúncia fiscal com esse programa, conforme o ministro, é de R$ 1,6 bilhão em 2007 e de R$ 2,8 bilhões em 2008. Com isso, as estimativas de renúncia fiscal das medidas de desoneração tributária do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) sobem R$ 8,2 bilhões em 2007 e R$ 14,2 bilhões em 2008. Segundo o ministro, ainda falta entrar em vigor, além do REIDI, a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, o que deve ocorrer no segundo semestre. Mantega destacou ainda a importância do aperfeiçoamento do sistema tributário brasileiro. Ele citou a criação da Super-Receita e lembrou as discussões com os Estados para a formulação de uma proposta de reforma tributária. Segundo ele, o governo deve encaminhar a proposta ao Congresso no segundo semestre deste ano. "Estamos dentro do cronograma", disse o ministro. Ele também fez uma apresentação dos números macroeconômicos, afirmando que "o PAC precisa ter consistência fiscal". Em seu balanço do 100 dias do PAC, Mantega afirmou que um dos objetivos do programa, a queda nos juros, já vem sendo atingido. Segundo o ministro, tanto a taxa básica de juros, a Selic (atualmente em 12,5% ao ano), como as taxas de longo prazo estão em baixa. Mantega destacou que o fato de as taxas futuras de longo prazo estarem em nível inferior à Selic indica a continuidade da trajetória de recuo na taxa básica de juro. "Estamos cumprindo o objetivo de redução do juro que está no PAC", disse o ministro, que ressaltou o forte crescimento do crédito bancário no primeiro trimestre deste ano em comparação com igual período de 2006. Mantega afirmou que, de modo geral, o PAC tem atingido seu objetivo de acelerar o crescimento, aumentar o emprego e a renda, diminuir as desigualdades e manter os fundamentos macroeconômicos. Ele destacou que a expansão da economia está se acelerando no primeiro quadrimestre de 2007. O ministro lembrou que, em 2006, o avanço foi de 3,7%, mas que, em 2007, o crescimento, além de estar se acelerando, vem acompanhado do aumento dos investimentos. "O que é positivo, porque é um crescimento mais equilibrado", disse. Ele também destacou o avanço nas vendas de bens de capital e do emprego, renda e da massa salarial, nos últimos 12 meses. Além disso, o ministro ressaltou uma diminuição das previsões de dívida líquida do setor público em porcentual do Produto Interno Bruto (PIB) também para os próximos quatro anos. Ele afirmou que apesar de o mercado estar aumentando as estimativas de crescimento do PIB, o governo mantém a aposta de 4,5% para este ano e 5% entre 2008 e 2010. Mantega anunciou ainda que a projeção de superávit primário será de 3,8% entre 2007 e 2010. Mantega também disse que houve uma expansão de 9,3% no volume de vendas do comércio varejista entre fevereiro de 2006 e fevereiro de 2007. "O comércio varejista também cresce a taxas chinesas", disse o ministro, que acredita ser também um crescimento a taxas chinesas o verificado na massa salarial. "O Brasil está construindo um mercado robusto de consumo", disse Mantega. Fábio Graner e Renata Veríssimo. O Estadão.
[FRANÇA] NICOLAS SARKOZY: "CONSERVADOR" VENCE "SOCIALISTA"
MST: INVASÕES NO GOVERNO LULA SÃO MAIORES

OPERAÇÃO "HURRICANE": NOVOS PRAZOS PARA DEFESA DOS ENVOLVIDOS
LULA & PAPA: SEM "PAPAS" NA LÍNGUA?
SUPREMO (STF): SÚMULA "CAÇA" NÍQUEL...
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) marcaram para hoje a reunião em que devem revisar as versões finais das cinco primeiras súmulas vinculantes que serão editadas pela Corte e terão de ser seguidas pelos juízes das instâncias inferiores. Uma das mais aguardadas dará a jurisprudência do Supremo sobre a exploração de bingos e caça-níqueis. “Os primeiros verbetes são tranqüilos”, afirmou ontem ao Estado o ministro Marco Aurélio Mello, presidente da Comissão de Jurisprudência do STF. Segundo ele, há uma expectativa de que as súmulas, depois de revisadas, sejam aprovadas esta semana. Com a edição da norma sobre bingos, o Supremo espera impedir que magistrados concedam liminares a empresários para manter as casas de jogo abertas. A aprovação também compensa a falta de uma lei federal, aprovada pelo Congresso, para regulamentar o jogo ou proibi-lo de vez.No mês passado, a Operação Hurricane da Polícia Federal revelou um esquema de venda de decisões judiciais pró-bingos, com suspeitas de participação de desembargadores e até do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Paulo Medina. Tramita no STF um inquérito com toda a investigação.As liminares que garantem o funcionamento casas de jogos geralmente são concedidas com base em leis estaduais, apesar de o Supremo ter decidido, reiteradas vezes, que essas normas são inconstitucionais. Segundo o tribunal, apenas a União - desde que exista uma lei para isso - pode autorizar a exploração dessa atividade.A mais recente das decisões da principal Corte brasileira sobre o assunto foi tomada na quinta-feira da semana passada, quando se derrubaram leis de Goiás que disciplinavam os serviços de loteria e similares naquele Estado. Na ocasião, o ministro Marco Aurélio Mello disse que o tema está “pacificado” no tribunal e não há impedimentos para a edição de uma súmula. “O STF bateu o martelo no sentido de que somente a União pode legislar sobre jogos”, afirmou.OUTRAS NORMASAutor de várias ações que resultaram na derrubada de leis pró-bingos, o procurador-geral da República, Antonio Fernando Souza, disse que a aprovação de uma jurisprudência sobre bingos tirará “qualquer dúvida de que lei estadual não poder dispor sobre esse tipo de atividade”. Além da súmula sobre bingos, os ministros do STF deverão aprovar a edição de enunciados jurídicos sobre Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), ações por acidentes de trabalho, direito de defesa em processos no Tribunal de Contas da União (TCU) e base de cálculo e aumento da alíquota da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). AS CINCO SÚMULASLoterias e bingos: o STF vai dizer que as leis estaduais são inconstitucionaisProcesso no TCU: vai dizer que processos administrativos do Tribunal de Contas da União têm de respeitar o direito ao contraditório e à ampla defesaCréditos do FGTS: a súmula vai referendar lei que autoriza a Caixa a fazer depósitos nas contas vinculadas do FGTSCofins-alíquota: STF vai dizer que o aumento de 2% para 3% é constitucional Cofins-base de cálculo: a súmula vai dizer que a Receita não pode cobrar Cofins sobre as receitas financeiras das empresas. Mariângela Gallucci, BRASÍLIA, O Estadão.
LULA & AÉCIO NEVES: "ALGO MAIS QUE AVIÕES DE CARREIRA NO AR..."

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
PAPA BENTO XVI vs TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO
No dia 15 de março, a Congregação para a Doutrina da Fé (ex-Santo Ofício) anunciou no Vaticano a suspensão do padre jesuíta Jon Sobrino, basco que reside em El Salvador desde 1958 - e um dos expoentes da Teologia da Libertação na América Latina. O teólogo foi proibido de dar aulas, proferir palestras e publicar textos, por causa de posições que tem defendido em seus livros sobre cristologia. Ele teria empobrecido a figura de Cristo, reduzindo seus valores divinos, com intenção de aproximá-lo mais dos pobres. Anunciada a menos de dois meses da visita do papa Bento XVI ao Brasil, prevista para esta semana, a sentença foi vista como um recado aos leigos, freiras, padres e bispos que seguem essa linha teológica no continente. Foi também um sinal de como deve se desenrolar a 5.ª Conferência Episcopal Latinoamericana (Celam) - o principal motivo da visita do papa ao Brasil. Mais do que isso tudo, porém, sinalizou que a Teologia da Libertação, apesar de desestimulada há mais de três décadas pelo Vaticano, com exortações, documentos e punições, ainda tem força e incomoda a direção da Igreja. “A Teologia da Libertação ainda é a linha hegemônica no clero brasileiro e de boa parte da América Latina e isso é visto como uma grande dificuldade para o Vaticano”, observa o professor Luiz Felipe Pondé, do Departamento de Teologia da PUC-SP. “Uma das razões dessa hegemonia é o fato de outras correntes não terem boa produção teológica. No Brasil, a maior parte das pessoas que produzem trabalhos nessa área são da Teologia da Libertação. ”O teólogo Paulo Suess, que lamentou a punição de Sobrino, aponta outra razão para a permanência dessa linha de pensamento: ela permitiria ver com mais clareza os sinais de Deus nos tempos. “Esses sinais não surgem dentro da Igreja, como acreditam alguns, mas fora dela, no meio da sociedade, na realidade do povo”, diz ele. “Nas últimas décadas, a pobreza na América Latina aumentou, em vez de diminuir. A Teologia da Libertação, que faz a opção preferencial pelos pobres, marginalizados e excluídos, vê esta realidade com mais clareza e por isso é mais contemporânea.” Um indicador recente de como os seguidores dessa linha permanecem organizados foi a reação à condenação de Sobrino. Ouviram-se protestos desde pequenas comunidades eclesiais de base (CEBs) no interior do Pará a congregações religiosas. Os Missionários Combonianos do Coração de Jesus da Província Brasil Nordeste divulgaram uma carta indignada, lamentando “que boa parte da hierarquia da Igreja Católica demonstra uma grande preocupação com a ortodoxia, mas, ao que parece, pouco se importa com a ortopráxis, que é a vivência da consciência evangélica da qual nasce a opção preferencial pelos pobres.” Em seu longo pontificado, entre 1978 e 2005, João Paulo II tomou o cuidado de não indicar para as cadeiras de bispo os padres que eram mais claramente identificados com a Teologia da Libertação. As vozes da cúpula da Igreja que costumavam se levantar em defesa dessa corrente diante do Vaticano estão aposentadas, como os cardeais Paulo Evaristo Arns e Aloísio Lorscheider, ou morreram - e aí podem ser citados d. Luciano Mendes de Almeida e d. José Ivo Lorscheiter, entre outros. Apesar disso, a corrente ainda tem força na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a maior da América Latina e uma das mais respeitadas no mundo. Segundo o teólogo Suess, isso ocorre porque os novos bispos, ao tomarem contato com a realidade do povo de suas dioceses, acabam se convertendo à causa dos pobres. “A realidade é um poderoso fator de conversão”, afirma ele. Roldão Arruda, O Estadão.
SOU [PÉ] "VERMELHINHO" DESDE PEQUENINO...

Nunca um clube do interior havia conquistado tal façanha. Antes do Vermelhinho, cinco times já tinham conseguido ficar com o troféu, em disputa direta com os times da capital. Mas com pelo menos uma derrota para os rivais de Curitiba. Desta vez não teve para ninguém. Atlético, Coritiba e Paraná não conseguiram um triunfo sequer contra a equipe do noroeste.
O 1.º título da história do ACP foi conquistado após 90 minutos de muito sofrimento. Como o Vermelhinho havia vencido a partida de ida da decisão por 1 a 0, o Tricolor só ficaria com o título se acabasse com a invencibilidade dos visitantes. E com a Vila completamente lotada, partiu para cima desde o apito inicial.
CPI DO APAGÃO AÉREO: "CPI DE RESULTADOS" !!!
Começou a andar a fila de nomeações para cargos do segundo escalão do governo. O primeiro beneficiário do conta-gotas das nomeações é o PMDB. Nesta terça-feira (8), o Diário Oficial irá publicar o nome do novo presidente do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra a Seca). Chama-se Elias Fernandes. Vem a ser um ex-deputado estadual do PMDB do Rio Grande do Norte. Fernandes foi indicado pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), principal responsável pela indicação do protolulista Marcelo Castro (PMDB-PI) para exercer as funções de presidente da CPI do caos aéreo. Henrique prevaleceu sobre concorrentes poderosos. O afilhado do líder do PMDB vai desalojar do comando do DNOCS Eudoro Santana, filiado ao PT do Ceará. O petismo fez o que pôde para mantê-lo na autarquia, sediada em Fortaleza e pendurada ao organograma do ministério da Integração Nacional, hoje gerido por Geddel Vieira Lilma (PMDB-BA). Além da direção nacional do PT, pediram por Eudoro os governadores Cid Gomes, do Ceará, e Vilma Faria, do Rio Grande do Norte, ambos do PSB. A despeito de todas as pressões, Fernandes, o preferido do líder do PMDB, já tem posse marcada para a próxima sexta-feira (11). Para não desagradar o petismo, que lhe deu de presente Marco Maia (PT-RS), um amistoso relator da CPI do Apagão Aéreo, Lula decidiu manter na presidência do Banco do Nordeste Roberto Smith. Ele comanda o banco, sob o patrocínio do PT, desde 2003. A instituição é vista pelos políticos do Nordeste como estratégica. Tanto ou mais do que o DNOCS. O PMDB espera amealhar diretorias da casa bancária estatal. De resto, PT, PMDB e as demais legendas governistas esperam para os próximos dias definições do Planalto quanto a outros cobiçados cargos. As atenções voltam-se especialmente para diretorias do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal e de estatais do porte da Petrobras e da Eletrobras. Curiosamente, nem mesmo a encrencada Infraero livrou-se do assédio parlamentar. Hoje, a estatal que gere os aeroportos, continua sendo vista como feudo do PT. O PMDB, porém, reivindica diretorias da empresa. Uma empresa que Lula prometera, em encontros privados, profissionalizar, apinhando-a de técnicos sem vinculação política. Escrito por Josias de Souza, Folha Online.