A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quarta-feira, outubro 10, 2007
MANTEGA/CPMF: AMEAÇAS AO SENADO
Repartição no Estados
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), voltou a reclamar na terça-feira, em Uberlândia (MG), a repartição da CPMF com Estados e municípios. Sugeriu, porém, que a negociação de compartilhamento pode ser feita por meio de outros impostos - PIS e Cofins sobre saneamento, ou Cide. "A Federação no Brasil vem se tornando uma expressão vazia numa folha de papel", disse Aécio, reiterando que pretende promover uma reunião em Brasília dos governadores dos Estados mais populosos - "independente de serem da base ou da oposição" - para discutir com o governo "a forma dessa aprovação" no Senado. "Tenho levado de forma serena, mas firme, inclusive junto aos outros governadores de Estado, é que este é o momento de nós criarmos condições de uma sinalização mais efetiva, com distribuição mais justa de impostos a estados e municípios". (Com Eduardo Kattah), Estadão, Adriana Fernandes. 1010
CRISE AÉREA: A HORA E A VEZ DA 'BRA'
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Cobrança de pedágio de privatizadas começará com reajuste. A cobrança de pedágio nos sete trechos de rodovias federais leiloados, na terça-feira, na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), deve começar em julho do próximo ano, mas já sofrerá reajuste no primeiro dia de funcionamento, informou nesta quarta-feira (10) a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) ao G1. Segundo a ANTT, o primeiro reajuste será aplicado seis meses após a assinatura dos contratos, quando as concessionárias passarão a fazer a cobrança da tarifa. Depois, os pedágios sofrerão aumentos anuais.
PEDÁGIO/LEILÃO: GRUPO ESPANHOL "ON THE ROADs"
A concessionária de rodovias OHL dominou nesta terça-feira (9), na Bolsa de Valores de São Paulo, o leilão de sete trechos de rodovias federais. O grupo espanhol arrematou cinco lotes, incluindo os dois principais: a Régis Bittencourt e a Fernão Dias. O último lote conquistado pela OHL foi o trecho de 412,7 km da BR-116, entre Curitiba e a divisa do Paraná com Santa Catarina. O grupo pretende instalar cinco praças de pedágio no percurso, sendo que cada uma poderá cobrar, no máximo, R$ 2,54. O valor foi o menor apresentado no leilão da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O lance representa deságio de 39,35% sobre o preço máximo de R$ 4,188. Estão previstos investimentos de R$ 1,8 bilhão para melhorias no trecho. A empresa ganhou a disputa da Régis Bittencourt, nos 401,6 km entre São Paulo e Curitiba, após se comprometer a cobrar R$ 1,364 de pedágio, menor valor apresentado no leilão da ANTT. O valor representa deságio de 49,20% perante o preço máximo de R$ 2,685 fixado para a licitação. A companhia também obteve a concessão da Fernão Dias (BR-381), nos 562,1 km entre Belo Horizonte e São Paulo, ao oferecer pedágio de R$ 0,997. Trata-se de um deságio de 65,43% sobre a taxa máxima permitida, de R$ 2,844.

Exceções
O grupo espanhol só não ficou com o quinto e sétimo lotes. O quinto ficou com o consórcio BRVias. A empresa ficou com a concessão do trecho de 321,6 km da BR 153, que vai da divisa entre Minas Gerais e São Paulo até a fronteira entre São Paulo e Paraná. O grupo, composto pela Splice (do empresário Antonio Beldi), Áurea (da família Constantino, dona da Gol) e Construtora Walter Torre, propôs a menor tarifa de pedágio, de R$ 2,45. O preço máximo da taxa para esse lote era de R$ 4,083 e o lance representa deságio de 40%. A Acciona venceu o último e menos concorrido lote de rodovias federais, referente ao trecho da BR-393, da divisa de Minas Gerais e Rio de Janeiro até a via Dutra. A empresa ofereceu R$ 2,94 por pedágio. O valor apresentado pela Acciona representa um deságio de 27,17% sobre o preço da tarifa-teto, de R$ 4,037. A rodovia, de 200,35 quilômetros, exigirá investimento de R$ 1,4 bilhão e tem previsão de três praças de pedágio. A empresa vencedora do sétimo lote conseguiu garantir sua participação no leilão por meio de uma liminar obtida em mandado de segurança. A decisão determinava que a organização do leilão interrompesse os trabalhos para procurar o documento que teria sido entregue pela empresa. A Acciona foi desclassificada na segunda-feira por não ter apresentado um dos documentos exigidos. No mandado de segurança, a empresa sustentava que havia apresentado o documento, mas em envelopes trocados. Como o envelope certo foi encontrado, o leilão foi retomado e a empresa pôde participar de todos os lotes para o qual se inscreveu. G1, com Agências. Foto imagem matéria.
RENAN CALHEIROS: O ETERNO IV
Plenário
O presidente do Senado saiu do plenário após repetidos apelos para que se afaste da presidência da Casa. No caminho até o gabinete dele, Renan não pronunciou sequer uma palavra. Ele deixou a sessão enquanto o senador José Agripino (DEM-RN) repetia os mesmos apelos feitos pelos demais colegas: para que Renan saia da presidência porque a situação dele é insustentável. “O que quero defender é a instituição à qual todos nós pertencemos, que é o Senado Federal. Essa, sim, é a nossa preocupação. É a preocupação que fez com que reuníssemos, agora há pouco, líderes de todos os partidos. A defesa, presidente, é da credibilidade da instituição para a qual vossa excelência, eu e todos nós fomos eleitos”, disse Agripino. Após dezenas de pronunciamentos e apartes, os senadores agora tratam da velocidade com que os processos contra Renan tramitam no Conselho de Ética. O presidente, Leomar Quintanilha (PMDB-TO), ainda não anunciou o nome do relator para a terceira representação contra Renan Calheiros, que trata da suposta sociedade dele com o usineiro João Lyra em emissoras de rádio e um jornal no estado de Alagoas. Ele é um dos senadores que acompanham de dentro do plenário o debate sobre a permanência de Renan à frente da Casa.
Representação
A nova representação impetrada contra Renan Calheiros tem 12 páginas. Trata fundamentalmente do caso da suposta espionagem contra senadores de oposição. Apresenta argumentos que indicam a necessidade de se investigar o caso, considerando que o pivô da denúncia é o assessor especial do gabinete de Renan, Francisco Escórcio, que já teve o afastamento anunciado em plenário. “A se confirmarem tais fatos, estaremos diante da gravíssima situação de termos o presidente do Senado e do Congresso Nacional, valendo-se da estrutura e das prerrogativas que lhe são conferidas, para montar um esquema de espionagem sobre dois senadores”, diz a representação. Os senadores supostamente investigados seriam Marconi Perillo (PSDB-GO) e Demóstenes Torres (DEM-GO). “Sinceramente, não tenho nenhum prazer em estar nesta situação. Sinto-me como alguém da peça do Chico Buarque e do Ruy Guerra – do filme, especialmente –, quando diz: ‘Se a sentença se anuncia bruta, mais que depressa a mão cega executa, porque senão o coração perdoa”, iniciou o discurso Torres.
Sindicância
O presidente anunciou a abertura de uma sindicância para apurar a denúncia de que um assessor do gabinete dele, Francisco Escórcio, tentou espionar os senadores de oposição Marconi Perillo (PSDB-GO) e Demóstenes Torres (DEM-GO). Renan negou ter sido o mandante da suposta espionagem. “Não pedi, não autorizei, nenhuma atrocidade como essa”, disse Renan. Ele também determinou o afastamento temporário do assessor. “Sou completamente favorável a uma investigação em qualquer âmbito desses dois casos, que foram mentirosamente veiculados pela imprensa. Determino à Casa uma sindicância e o afastamento do servidor”, disse.
Acusações
Além da representação apresentada pelo PSDB e pelo Democratas por conta da denúncia do suposto caso de espionagem, Renan Calheiros já responde por outras três acusações. No primeiro processo, ele é acusado de tráfico de influência para que a cervejaria Schincariol tivesse o "perdão" de uma dívida de R$ 100 milhões com o INSS. Na segunda representação, impetrada pelo Democratas e pelo PSDB, Renan é acusado de ter utilizado laranjas para adquirir empresas de comunicação em Alagoas. Em outra denúncia, de autoria do PSOL, o presidente do Senado é suspeito de ter participado de um esquema de arrecadação de recursos em ministérios liderados por seu partido, o PMDB. O presidente do Senado já foi absolvido de outra acusação, de que teria recebido ajuda de um lobista para pagar despesas com a filha que teve com a jornalista Mônica Veloso. Apesar de ter sido aprovado pelo Conselho de Ética o relatório que pedia a cassação de seu mandato, Renan foi absolvido pelo plenário do Senado. Mônica Veloso é a capa da revista "playboy" deste mês. A revista chegou à banca do Congresso nesta terça, com grande procura. Roberto Maltchik Do G1, em Brasília. 1010