A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
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quarta-feira, agosto 05, 2009
SENADO: ''TOME UM BANHO DE URNA, FIQUE BRANCO COMO A NEVE..." *
Para Campos, 'banho de urna' resolverá problema do Senado
Autor(es): Folhapress, do Rio |
Valor Econômico - 05/08/2009 |
O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse ontem que, na eleição de 2010, haverá "um banho de urna" que afastará parte dos atuais senadores. Segundo o governador, que ontem deu palestra na Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), a crise no Senado resulta de um suposto distanciamento entre senadores e o povo. "O Senado está muito distante da pauta que está na rua. A situação pode ser superada pelos regimentos, comissões de ética, relatorias. Mas a solução dessa crise que perdura no Senado só vai vir com um banho de urna quando o povo eleger dois terços do Senado", disse. O governador alertou para mudanças na sociedade que o Senado passa ao largo. "Estamos diante de mudanças muito rápidas que às vezes o conservadorismo da classe política não dá tempo de perceber. O fato é que essa exposição vai criando uma ideia na cabeça do eleitorado. Por enquanto os senadores falam, discutem, dizem o que querem, agridem muitas vezes com suas posições a consciência e a cidadania brasileiras. Mas o cidadão vai falar." Sobre a possibilidade de o deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) vir a concorrer ao governo de São Paulo em 2010, ele disse considerar a questão "ainda muito incipiente". "Nem o Ciro buscou isso nem pediu isso. Surgiu dos partidos e de lideranças políticas em São Paulo a partir do momento em que pesquisa feita pelo PSB de São Paulo colocou seu nome e deu o Ciro muito bem posicionado. Mas nunca isso foi colocado para a direção nacional. Ciro é brasileiro capaz, sério, competente e tem qualificação para disputar qualquer eleição no país." Em Belo Horizonte, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), disse que o problema do Senado é "estrutural" e não deve ser personalizado. Segundo o tucano, a crise deve ser enfrentada pelos próprios senadores. "O problema é estrutural. Não houve ao longo das últimas décadas disposição - eu não personalizo o problema, até porque seria tratá-lo de forma superficial - de vários gestores do Senado de enfrentar a estrutura corporativa que ali se instalou", afirmou Aécio em entrevista divulgada por sua assessoria. O governador defendeu o "saneamento" do Congresso, mas sem fragilizar a instituição. "Sem Congresso, sem representação popular, sem representação da federação não existe democracia em nenhuma parte do mundo", disse. Aécio afirmou ainda que é difícil avaliar se a crise no Senado terá reflexo nas eleições de 2010. "É difícil você transportar esse cenário de hoje para daqui a um ano"´, disse. Porém, descartou que exista uma relação da crise com as alianças do PMDB. --------------- (*) Banho de Lua. Celly Campello. "...Se o Luar é o Meu Amigo, Censurar Ninguém Se Atreve". www.vagalume.com.br ---------- -------- |
SARNEY, COLLOR E RENAN: ATOS EXPOSTOS
O fermento da podridão
O Estado de S. Paulo - 05/08/2009 |
A República de Alagoas voltou. Acionados pelo senador José Sarney, os seus dois mais notórios representantes no Congresso Nacional, Fernando Collor e Renan Calheiros, protagonizaram segunda-feira no Senado um espetáculo de truculência e intimidação que logrou dar um sentido ainda mais degradante ao que já está implícito na expressão "tropa de choque". O ex-presidente da República, despejado do Planalto por corrupção, e o presidente do Senado, obrigado a renunciar ao cargo para conservar o mandato, investiram com fúria e brutalidade contra o peemedebista dissidente Pedro Simon porque ele teve a ousadia de pedir que Sarney deixasse a direção da Casa antes da reunião de hoje do Conselho de Ética, onde é alvo de 11 representações ou denúncias de partidos e parlamentares oposicionistas. O gaúcho comparou a situação de Sarney à de Getúlio Vargas na crise que o levou ao suicídio, em agosto de 1954. ----------------- |
BRAS-ILHA: SENADO E GERAIS
Collor ganha parabéns até de Lula
Lula parabeniza Collor | ||||||||
Autor(es): Daniel Pereira e Tiago Pariz | ||||||||
Correio Braziliense - 05/08/2009 | ||||||||
Desde o início da crise, o presidente da República opera para blindar Sarney. Com isso, espera estreitar os laços do PMDB com a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. E, ao mesmo tempo, afastar o maior partido do país da corte feita por PSDB e DEM, que estão à frente da operação “fora, Sarney”. Ontem, Lula repetiu a Collor esse raciocínio. Aproveitou ainda para pedir ajuda na CPI da Petrobras. A meta é manter a comissão sob controle, a fim de impedir prejuízos nos investimentos da empresa e na candidatura da “mãe do PAC”. “Neoaliado” de Dilma, Collor está fechado com o Planalto também nessa queda de braço, conforme colegas do PTB.
O presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), já decidiu o que fazer com parte das denúncias contra Sarney. A tendência é arquivar as cinco primeiras sob argumento de que não configuram quebra de decoro parlamentar. Duque anunciou ontem que pretende apresentar suas conclusões hoje, mas os defensores de panos quentes no caso apostam que a reunião será adiada. Para isso, lembram que, na mesma hora da audiência no colegiado, está previsto um discurso de defesa do presidente do Senado. Os primeiros pedidos de investigação abordam a relação de Sarney com as decisões sobre nomeação, exoneração e pagamentos de benefícios que não foram publicadas nos boletins do Senado. Os aliados do senador alegam que esse é um “erro administrativo” da antiga diretoria da Casa. Há também questionamento sobre a atuação do neto José Adriano Cordeiro Sarney, filho do deputado Zequinha Sarney (PV-MA), como intermediador de crédito consignado na Casa. Os defensores do arquivamento sustentam que o senador não pode ser responsabilizado por atos do parente. O PSDB pede também investigação sobre suposta irregularidade no desvio de R$ 1,3 milhão de patrocínio da Petrobras à Fundação José Sarney, constituída para manter um museu com acervo da época em que ele era presidente da República (1985-1990). Sarney disse não ser responsável pela administração da instituição.
Hoje, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), tem no senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) um dos fiéis aliados para se manter na cadeira mais alta do Congresso. A crise que sacode a Casa e testa a resistência do cacique maranhense mostrou-se como oportunidade para fechar feridas. Os dois já foram fortes adversários. Na época em que Sarney era presidente da República (1985-1990), Collor cumpriu o papel que o senador Pedro Simon (PMDB-RS) tem protagonizado atualmente. Na campanha eleitoral de 1989, nenhum candidato defendeu o governo vigente de Sarney, mas Collor o atacou tanto que o então presidente chegou a cogitar entrar com uma ação por crime contra a honra. Quando era governador de Alagoas, Collor acusou Sarney de tentar “bater a carteira da história” por tentar estender seu mandato por mais um ano. Mesmo com tal desavença no passado recente, ambos reconstruíram laços. Collor age para sustentar Sarney como presidente do Congresso Nacional. Vê nesse movimento uma possibilidade de se reerguer, de reconstruir sua imagem. O senador alagoano argumenta que, assim como ele, José Sarney é vítima de uma campanha difamatória da imprensa.
Protesto contido
Missões de Duque O presidente do Conselho de Ética, Paulo Duque (PMDB-RJ), prometeu apresentar hoje o parecer sobre as cinco primeiras denúncias referentes à crise que assola o Senado. Quatro são relacionadas ao presidente José Sarney (PMDB-AL) e uma pesa contra o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL).
Desvio Consignado Próximos capítulos |
SENADO E SARNEY: DUQUE, A ÉTICA E O ''CONSELHO''
Aliados já têm pareceres pró-Sarney
Aliados definem estratégia para livrar Sarney de punição |
Folha de S. Paulo - 05/08/2009 |
Pareceres de consultoria do Conselho de Ética já pedem extinção de 5 das 11 denúncias
Dentro da estratégia dos aliados do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para livrá-lo da cassação no Conselho de Ética, o presidente do órgão, Paulo Duque (PMDB-RJ), já tem pareceres para o arquivamento de 5 dos 11 pedidos de investigação. ----------- |
SENADO: UMA TROPA SEM ELITE
Simon: 'Tive medo do olhar de Collor'
""Renan é a faixa mais negra da história deste Congresso"" |
O Estado de S. Paulo - 05/08/2009 |
Pedro Simon (PMDB-RS): senador; Peemedebista diz que não reagiu a ataque de Collor porque ficou preocupado com "olhar fixo". "Não vou entrar nessa", pensou Leandro Colon, BRASÍLIA Depois do embate com Fernando Collor (PTB-AL) em plenário anteontem, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) afirmou que não reagiu porque ficou preocupado com o olhar do colega fixo nele o tempo todo. Collor disse a Simon para "engolir" as palavras. Em entrevista ao Estado, Simon voltou a criticar o presidente José Sarney (PMDB-AP). Afirmou ainda que ele deu um "golpe" para assumir a Presidência da República em 1985. E provocou Renan Calheiros (PMDB-AL). "Renan é a faixa mais negra da história deste Congresso."
Eu fiquei preocupado, com medo do olhar dele, da tensão que ele estava na primeira fila. Eu não tinha falado nada dele, mas do Renan, que já foi líder dele. Mas o Collor já entrou com aqueles olhos esbugalhados. E eu pensei: não vou entrar nessa. Mas ele disse que tem coisas em relação a mim, e que vai dizer quando quiser. Vou cobrá-lo.
Já fiz isso. E já tenho a resposta de que ele não vai sair. Ele tem o apoio do Lula. O Lula é o homem da intimidade de Renan, Sarney e Jader Barbalho. Dois renunciaram à presidência do Senado e outro (Sarney) está nesta situação.
Como vou me sentir humilhado por esses cidadãos? Quem são eles? O que eles representam? O que passou e que não tinha que voltar. Um passado triste. Renan é a faixa mais negra da história deste Congresso. Collor é uma pessoa que sofreu uma cassação.
É uma empresa cópia do Banco do Povo de Bangladesh, é uma grande entidade no Rio Grande do Sul. Num período, um filho meu, em nome do governo, foi diretor do banco, que dá dinheiro pequeno para microempresa. Mas não há irregularidade.
Quando fui contra a candidatura dele à Vice-Presidência da República. O Tancredo Neves estava no quarto do hospital de Base, em 14 de março de 1985 (um dia antes da posse), perguntamos o que fazer ao dr. Ulysses Guimarães. E chegou o general Leônidas (ministro do Exército, levado por Sarney). O general disse que Sarney deveria assumir. Eu comecei a falar e dr. Ulysses não deixou eu falar e confirmou o Sarney. Aí foram embora Sarney e o general. Nós ficamos no quarto, e dr. Ulysses disse que estava tudo preparado há meses e que o general Leônidas estava comandando tudo. E o Sarney assumiu.
Sim, um golpe, claro que foi. Deu golpe e virou presidente. E nós calamos a boca. O Tancredo não tinha assumido, não era presidente. Quem tinha de assumir era o presidente Congresso. ------------------ |
SENADO: O PT E O SARNEY
DECISÃO DO PT FORTALECE SARNEY
PT EVITA ENGROSSAR CORO POR RENÚNCIA E FORTALECE SARNEY |
Autor(es): Eugênia Lopes e Christiane Samarco |
O Estado de S. Paulo - 05/08/2009 |
Ao fim do dia, todos os partidos optaram por manter apenas o pedido de afastamento do presidente do Senado
O PT reforçou ontem o apoio para a permanência de José Sarney (PMDB-AP) na presidência da Casa ao manter a posição pela licença temporária e não aceitar um convite de outros quatro partidos (DEM, PSDB, PDT e PSB) para pedir a renúncia do senador ao cargo. A decisão do PT acabou fortalecendo Sarney e deixando isolados os senadores que defendiam a renúncia - ao fim do dia, todos os partidos optaram por manter só o pedido de afastamento de Sarney. Se o PT tivesse concordado com a renúncia, os demais partidos fariam o mesmo tornando inviável a permanência de Sarney no comando do Senado. |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
05 de agosto de 2009
O Globo
Manchete: Cerco à mídia venezuelana é condenado, menos no Brasil
O ataque à TV Globovisión e o fechamento de 34 rádios na Venezuela receberam críticas de entidades como a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA e a Sociedade Interamericana de Imprensa e até de governantes pró-Chávez, como o paraguaio Fernando Lugo. Já o governo Lula, por meio do assessor da Presidência Marco Aurélio Garcia, defendeu Chávez. "Se acabou (a liberdade de imprensa), deve ter sido depois que eu saí. O que ouvi em programas de TV sendo dito sobre o presidente da Venezuela não está no gibi", disse Garcia, recém-chegado da Venezuela. Sob pressão, Chávez mandou prender a líder da invasão da Globovisión, e o Congresso adiou a discussão do projeto sobre delitos na mídia. (págs. 1, 25 e Míriam Leitão)
Brasília desconfia dos EUA
Após ouvir explicações do assessor de Segurança Nacional dos EUA em Brasília, o assessor especial da Presidência Marco Aurélio Garcia disse que o Brasil tem motivos para temer a presença militar americana na Colômbia, pela proximidade com a Amazônia. (págs. 1 e 25)
Após a truculência, apelos para Sarney sair
Roberto DaMatta
Obama livra-se do enjaulamento político que aprisiona Lula aos velhos coronéis nacionais. (págs. 1 e 7)
Elio Gaspari
Afonso Arinos, Pedro Aleixo e Milton Campos pedem a Sarney: "Renuncie, homem." (págs. 1 e 7)
Foto legenda: Manifestantes da Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas) protestaram dentro do Senado contra Sarney
Volta às aulas deve ter novo adiamento
Marina Silva estuda trocar PT por PV
Cultura revê esquema de 'notas de favor'
CBF já admite mudanças no calendário
Povo de aluguel
Charge Chico: Novos Sabores
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Folha de S. Paulo
Manchete: Governo pretende ficar com 80% do petróleo do pré-sal
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva quer que a União fique com pelo menos 80% do petróleo que será explorado na camada pré-sal nos campos de menor risco e maior rentabilidade, informam Kennedy Alencar e Valdo Cruz.
Na avaliação do governo federal, a maior parte da área do pré-sal deverá se encaixar nesse perfil. (págs. 1 e B1)
Aliados já têm pareceres pró-Sarney
O presidente do conselho, Paulo Duque (PMDB-RJ), encomendou os pareceres no recesso parlamentar. A reunião do órgão está marcada para hoje, mas os governistas querem adiá-la. (págs. 1 e A4)
Foto legenda: Rumo aos EUA
SP facilita acesso a remédio para combate a gripe
Foto legenda: Esforço diplomático
Inpe aponta queda de 55% no desmate da Amazônia
Ministério do Meio Ambiente atribuiu a redução a medidas de controle. A devastação, porém, está mais espalhada na região. (págs. 1 e A11)
Promotoria vê fraude e propina em licitações para merenda
A Promotoria diz que as comissões consomem 10% dos contratos. Marta Suplicy nega a acusação. Gilberto Kassab e José Serra não comentaram. (págs. 1 e C1)
Ministério diz que trabalho na construção está menos seguro
O governo vê corte de custos. O sindicato do setor culpa a informalidade e a falta de fiscalização. (págs. 1 e B4)
Estádios da Copa precisarão de verba pública, afirma CBF
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Decisão do PT fortalece Sarney
O PT recusou ontem convite de DEM, PSDB, PDT e PSB para pedir a renúncia de José Sarney (PMDB-AP) do cargo de presidente do Senado. O partido, cuja liderança na Casa vinha pressionando Sarney e foi desautorizada pelo presidente Lula, preferiu manter sua posição a favor apenas da licença temporária. Dessa maneira, deu força a Sarney, isolando os que defendiam a saída definitiva. Ao final do dia, todos os partidos optaram por apoiar somente o pedido de afastamento. Agora, a ordem da tropa de choque pró-Sarney é obter saída negociada com os adversários ameaçados por dossiês para engavetar a maioria das representações contra o senador no Conselho de Ética, que se reúne hoje. Na avaliação do Planalto, os aliados venceram o primeiro tempo da luta para salvar o presidente do Senado, quando apostaram na estratégia do confronto. Mas o governo teme que, agora, a oposição tente criar outro fato político e invista na CPI da Petrobras. (págs. 1, A4 e A6 a A8)
Simon: 'Tive medo do olhar de Collor'
O senador Pedro Simon disse em entrevista ao Estado que não reagiu aos ataques de Fernando Collor em plenário porque teve "medo" do olhar fixo do colega. Simon provocou Renan Calheiros: "Ele é a faixa mais negra da história desse Congresso". (págs. 1 e A4)
Colômbia pode ceder até 7 bases aos EUA
O acordo entre Washington e Bogotá poderá permitir que os EUA usem sete bases militares da Colômbia, disse o ministro interino da Defesa colombiana, Freddy Padilla. Até ontem, falava-se em até cinco bases. A informação foi dada em conferência regional de chefes militares, à qual o Brasil, que critica o acordo, não enviou representantes. (págs. 1 e A15)
Importação da Argentina prioriza China em vez do Brasil
Número
40,5% foi a queda das exportações do Brasil para a Argentina em julho
Clinton pede, e ditador coreano solta americanas
Foto legenda:
Encontro - Bill Clinton com Kim Jong-il em Pyongyang: perdão
Desmate cai, mas Amazônia perde 12 mil km² de floresta
Promotores tentam vetar fornecedores de merenda
Sociedade: Príncipe vende presente
Notas e Informações: O fermento da podridão
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Jornal do Brasil
Manchete: Desigualdade de renda caiu durante a crise
Ao contrário de outras crises econômicas, quando a pobreza aumentou nas regiões metropolitanas do país, o Brasil vem conseguindo reduzir o número de pobres e aplacar o nível de desigualdade de renda. Com base em números do IBGE, um estudo divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que entre março de 2002 e julho deste ano, a taxa de pobreza caiu quase 27%. Em números absolutos, foram 4 milhões de brasileiros que saíram da pobreza no período - a Região Metropolitana do Rio encabeça o ranking da maior queda, que ocorreu graças à redução do desemprego, o aumento do salário e programas de transferência de renda como o Bolsa Família. O presidente do Ipea, Marcio Pochmann, ressalta, no entanto, que a distribuição de renda ainda deve ser considerada péssima. Segundo o estudo, a desigualdade diminuiu porque os trabalhadores de maior remuneração, sobretudo da indústria, foram os mais afetados pela crise. (págs. 1 e País A5)
Rio lança hoje o disque-gripe prioritário para gestantes
Foto legenda:
Até ele - Na Suíça, Dalai Lama brinca com o spray nasal ao comentar sobre a gripe
Lobby emperra queda de taxas dos cartões eletrônicos
Menos voos no Santos Dumont
Coisas da política
Informe JB
Anna Ramalho
Sociedade Aberta
Cantor e compositor
Lei a favor do artista independente. (págs. 1 e B2)
Sociedade Aberta
Cientista político
A morte da Comissão de Ética. (págs. 1 e A9)
Sociedade Aberta
Deputado federal (PT-PR)
Cartão de crédito: enfraquecer, não. (págs. 1 e A4)
Sociedade Aberta
Deputado federal (PcdoB-RJ)
CPI não é de interesse público. (págs. 1 e A9)
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Correio Braziliense
Manchete: Gripe Suína: Colégio Militar suspende aulas
Imóveis funcionais: Câmara paga R$ 12 milhões por esqueletos
Crise no Senado: Collor ganha parabéns até de Lula
Centro-Oeste: Estados lutam por mais verbas
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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