A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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segunda-feira, julho 23, 2007
MINISTRO DOS ESPORTES [In:] HOJE, A BURGUESIA "CHEIRA" *

ISTOÉ – Para um país com tantas carências, gastar R$ 3,5 bilhões em uma competição não é luxo? Orlando Silva – Tivemos investimentos importantes em segurança e em instalações, um legado fantástico para o Brasil. O Rio é uma cidade olímpica, com capacidade para sediar qualquer grande evento. Temos arenas com padrão internacional e isso fica, com uma promoção fantástica do Brasil no Exterior. Tudo isso volta, com o turismo, um ativador da economia. Já estamos conquistando campeonatos mundiais, como o de judô, o de futebol de salão e a final da Liga Mundial de Vôlei, no ano que vem, e os Jogos Mundiais Militares, que reunirão cinco mil atletas em 2011 no Rio, tudo isso em função das instalações do Pan. O que isso gera de empregos e oportunidades não tem preço.
ISTOÉ – Como evitar que as instalações virem elefantes brancos após o Pan? Silva – Elas servirão ao desenvolvimento do esporte brasileiro. Serão centros nacionais de treinamento para várias modalidades. Alguns equipamentos, como o Maracanãzinho ou a Arena Multiuso, pelo perfil que têm, deverão ter uma funcionalidade para além do esporte. Aí vale a pena pensar em um modelo de gestão diferenciado, que permita concessão para que empresas privadas gerenciem e promovam atividades de forma permanente. Isso garante a sustentabilidade.
ISTOÉ – O Maracanã também deve ser entregue à iniciativa privada? Silva – Houve um tempo, sobretudo na ditadura, em que havia toda uma manipulação, instrumentalização política do esporte. Isso permitiu o gigantismo nas construções esportivas, mas não cabe mais. Parte dessas estruturas ficou como mico nas mãos dos Estados, subutilizados, com gestão comprometida pela política. Abrir concessão para o setor privado explorar esses espaços, especialmente os multifuncionais, tiraria ônus do Estado e permitiria sua otimização, sem pressão política.
ISTOÉ – O governo não estaria inflando a conta do Pan ao incluir gastos em obras permanentes? Silva – Esses investimentos estão no documento “matriz de responsabilidades”, assinado pelos três níveis de governo em abril de 2004. Me causa espécie a prefeitura contestar números que subscreveu. É uma bobagem sem fim discutir isso.
ISTOÉ – Mas essa conta não mascara os números, dando a impressão de que o Pan ficou quatro vezes mais caro? Silva – A proposta original previa só a segurança patrimonial das instalações, um valor insignificante. Mas reconhecemos uma situação complexa e não podíamos perder a oportunidade. Claro que teria de ser feito um dia, mas foi feito para o Pan. Um item que salta aos olhos é uma guerra de números que não tem sentido. O que importa é que o País tire lições e cuide para que, da próxima vez, haja uma harmonia maior entre os níveis de governo. Só com muitas mãos se faz uma obra dessas.
ISTOÉ – O jogador cubano Rafael Capote quer asilo político do Brasil. Deve tê-lo? Silva – Conheço Cuba, estive lá algumas vezes. É emocionante o esforço do Estado cubano para garantir a segurança alimentar, o acesso à educação, saúde e esporte, para que a juventude construa perspectivas. Esse jovem deve ter uma série de ilusões quanto às possibilidades de viver fora de Cuba. No caso dele, não se trata de asilo político porque ele não é um perseguido. Ao contrário, teve a oportunidade de se desenvolver. Espero que ele tome juízo e volte para os seus.
ISTOÉ – Depois de ter desertado, ele poderá voltar a Cuba sem risco de parar no paredão? Silva – Essa história de paredão pertence a outro período da história cubana, duro, de enfrentamento na pós-revolução. Hoje a situação é um pouco diferente. Provavelmente há muito mais gente indo para o paredão nos Estados Unidos do que em Cuba.
ISTOÉ – O Rio tem chance de sediar a Olimpíada de 2016? Silva – Claro. O sucesso do Pan é importante para mostrar capacidade. É evidente que itens graves exigem atenção, como o transporte, metrô e trem. O Rio tem uma malha ferroviária que pode ser sofisticada.
ANÕES DO ORÇAMENTO: "QUEM LEMBRA???"

Wilma transformou-se em símbolo dos “emergentes” – uma Vera Loyola candanga. Mas agora, aos 45 anos, a ex-dama da noite brasiliense tem novo endereço: a Penitenciária Feminina de Brasília. A empresária foi condenada pelo Tribunal Regional Federal a seis anos de prisão por ter se utilizado de “laranjas” para criar contas bancárias e legalizar a propina do principal “anão” do Orçamento, o exdeputado João Alves, morto em 2004. “Acho um absurdo tudo o que estou passando”, diz Wilma. “Eu fiz mesmo, estou pagando, mas está parecendo que sou a maior bandida.”
A Penitenciária Feminina é conhecida por Colméia. Lá, a socialite brasiliense divide cela com outras 15 presidiárias. “Estou comendo a quentinha do presídio, a xepa”, diz Wilma. “A comida é muito gostosa, por sinal, todo dia tem carne diferente.” Esta semana, a Vara de Execuções Penais de Brasília autorizou Wilma a trabalhar durante o dia. “Mas eu estou dormindo na Colméia”, diz ela. O presídio fica a 35 quilômetros do centro da capital, na cidade satélite do Gama. Acostumada a andar de Mercedez-Benz e a posar em fotos ao lado de uma Ferrari vermelha, a visão que a emergente tem da janela da cadeia é de um grande matagal descampado e uma cidade empoeirada ao longe. Wilma diz que nunca foi maltratada pelas outras presas, mas que não tem privilégios: “Não tem nenhuma regalia. Me tratam como todas as outras. Não está fácil, não é brincadeira, estou passando uma vergonha tremenda.”
Ela gasta o tempo escrevendo um livro, cujo nome será escolhido entre ‘Penitenciária Feminina’ e ‘Socialite na Cadeia’. Espécie de penitência. Uma de suas vítimas é Robson Esteves da Silva, ex-motorista da família que acaba de ganhar indenização de R$ 30 mil da socialite por ter tido o nome utilizado para abrir contas bancárias. A empresária movimentou R$ 9,3 milhões só no nome de Robson. “Ela pediu que eu assinasse um documento e depois descobri que tinha contas bancárias no Banco Boston, dinheiro no Paraguai e na Argentina”, diz o motorista.
Robson não foi o único. Wilma utilizou a conta bancária de sua empregada Joaquina Ribeiro dos Santos para movimentar R$ 9 milhões. A assinatura de Wilma também apareceu em cheques em nome de Raimundo Nonato da Silva Coelho, sem o conhecimento do rapaz, que foi usado como “laranja”. Quem também foi condenado pelo mesmo esquema é o ex-marido de Wilma, o empresário Sílvio Magalhães Soares Neto. Apesar de cumprir a condenação em regime aberto, ele parece não viver o processo de autopenitência da ex-mulher. “Por que você não vai para o raio que o parta?”, disse Sílvio ao ser procurado pela reportagem. “Vem aqui na minha casa que eu quero quebrar sua cara.” Dona Menta, a empregada da casa, contemporiza: “O problema todo foi o envolvimento da Wilma com esse negócio de emergente. O marido a achava meio desvairada.” IstoÉ Online, HUGO MARQUES.
CRISE AÉREA: O CONSUMIDOR PAGA A CONTA [SEMPRE!!!]
REVISTA ÉPOCA: ENQUETE NACIONAL ("on line")
Do governo federal e da Infraero, que deveriam ter concluído as reformas da pista de Congonhas
62%
Do piloto do Airbus, que calculou mal a descida
4%
Da chuva, que deixou a pista encharcada e prejudicou a visibilidade do piloto
1%
Da TAM, que colocou gente demais no avião e deveria ter cuidado melhor da manutenção da aeronave
15%
Ninguém teve culpa. Foi uma tragédia
17%
Total de votos: 1.605 [16h05min].
Fonte: Revista Época. http://revistaepoca.globo.com/
DESASTRE VÔO 3054/TAM: UMA ANÁLISE INTERNACIONAL

UNIÃO & IMÓVEIS [In:] "CUSTO BRASIL"
Como resultado de décadas de descaso, falhas administrativas e muita burocracia, o governo federal tem desperdiçado um patrimônio bilionário em imóveis. De acordo com informações da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), encarregada de gerenciar esses terrenos e edificações, existem 4.823 imóveis vagos em poder do governo, espalhados por todo o País, um capital sem uso. A maioria é de imóveis dominiais - uma categoria que inclui, por exemplo, terrenos de propriedade da Marinha. No total, o governo detém 534.764 imóveis dominiais, dos quais 4.252 estão vagos. Entre os chamados imóveis de uso especial, cedidos a órgãos de governo para serem usados como parte de sua estrutura administrativa, 571 permanecem sem uso - de um total de 28.850. É da soma dessas duas categorias que se origina os 4.823 imóveis que, sob guarda-chuva da União, estão vagos há anos, onerando os cofres públicos com despesas ininterruptas de manutenção. Em decorrência da fiscalização precária ou até mesmo inexistente, a desocupação deu origem a outro problema: uma parcela desse patrimônio tem sido alvo de ocupações irregulares. Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) realizada apenas nos imóveis de uso especial indica que os 571 terrenos e edificações vagos representam, juntos, um patrimônio desperdiçado de R$ 2,6 bilhões. Mesmo sem nenhuma serventia, causam despesas de manutenção que chegam a R$ 250 mil por ano, segundo informações do ministro Valmir Campelo, relator do processo no TCU.“Sugiro que a União se desfaça de parte desses imóveis”, diz ele. “Se fossem vendidos 30 deles, teríamos uma receita da ordem de R$ 800 milhões.”Uma série de falhas em vistorias técnicas, que deveriam ser realizadas periodicamente nesses imóveis, foi detectada pela auditoria. Ela também apontou a dificuldade da SPU e das Gerências Regionais do Patrimônio da União (GRPUs) para conduzir esse trabalho de forma adequada. O relatório destaca, no entanto, que não se trata de simples ineficiência. A SPU, segundo o documento, “sofre com a carência crônica de recursos financeiros, materiais e de pessoal, o que se reflete em uma grave incapacidade operacional e administrativa”. Apesar dos números desalentadores, a secretária do Patrimônio da União, Alexandra Reschke, insiste em dizer que a atual situação pode ser comemorada. Além de reafirmar os problemas decorrentes da falta de pessoal e de recursos para a instituição, ela observa que o quadro melhorou em anos recentes. “Isso é extremamente positivo se comparado ao que víamos quando assumimos”, afirma Alexandra, que ocupa o cargo desde o fim de 2003. A secretária não soube informar, no entanto, quantos imóveis estavam vagos naquela época. Justificou-se dizendo que somente na atual gestão foram iniciados os trabalhos de recadastramento e de formação de equipes de fiscalização: “Esta gestão está tomando pé da situação e buscando alternativas, mesmo que isso signifique receber notícia ruim.” Os imóveis controlados diretamente pela União não são os únicos em situação de abandono. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) detém, sozinho, cerca de 5.500 imóveis vagos, segundo levantamento do Ministério das Cidades. E o órgão não tem nenhum interesse em manter 1.071 deles, de acordo com o coordenador do Programa de Reabilitação de Áreas Urbanas Centrais do ministério, Renato Balbim. O INSS firmou um convênio com a pasta para tentar se desfazer das unidades. Mas, em quatro anos, só conseguiu liberar sete imóveis. “Havia um conjunto de leis que emperrava o processo para dar a esses imóveis uma função social”, explica Balbim. Ainda segundo suas informações, a situação melhorou um pouco em junho passado, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 11.481 - que trata de temas relacionados à regularização fundiária e também da concessão de imóveis públicos para fins de moradia. Um dos casos mais conhecidos do descaso do poder público é o do antigo prédio do INSS, na Avenida Nove de Julho, região central da capital paulista. O edifício, abandonado, foi atingido por um incêndio e acabou ocupado em 1997 pelo Fórum de Cortiços, movimento por moradia de São Paulo. Segundo Balbim, só agora o prédio foi liberado para um projeto social e deverá dar origem a 117 habitações.Clarissa Oliveira
RENAN CALHEIROS: NADA A TEMER?

CAIXA-PRETA: UMA CAIXA DE PANDORA?

CINDACTA-4 [In:] "TORRE DE BABEL"
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
(...) Segundo Kassab, a área deverá ser desapropiada pela administração municipal. Ele não deu detalhes de quando isso ocorrerá. Folha Online.
"Não existe hipótese alguma da verdade não vir à tona. Se o problema foi da chuva, se o problema foi da pista, do avião, se o problema era do piloto", disse ele em seu programa semanal "Café com o Presidente". (Por Henrique Melhado Barbosa), G1.
Politização da caixa preta em Washington. Os deputados da CPI do Apagão Marco Maia, do PT, e Efraim Filho, DEM, que estão em Washington acompanhando as investigações da caixa preta do airbus, têm tido como principal atividade vazar para os jornalistas informações sobre os trabalhos da comissão do Cenipa e dos técnicos americanos. Cada um com seu viés. O democrata informa que a pista voltou a aparecer como uma das possíveis causas do acidente, já que ficou claro que o piloto não arremeteu. Já o petista Maia diz que uma das hipóteses investigadas é a de o computador de bordo, que controla todos os movimentos da aeronave, ter falhado. Ou ter recebido informações erradas ou contraditórias do piloto e do co-piloto. Blogdosblogs.ig.com
JORNAL "O ESTADO DE SÃO PAULO": ENQUETE NACIONAL ("on line")
951 votos - 6%
Desempenho da economia
1.035 votos - 6%
Corrupção
13.506 votos - 79%
Políticas sociais
16.29 votos - 10%
Total: 17.121 votos [08h27min].