A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quarta-feira, janeiro 14, 2009
MINISTÉRIO DO TRABALHO: O EMPREGO SE TORNOU UM MISTÉRIO
O ministro e a mentira do emprego

O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, transformou seu cargo, no ano passado, numa festa de boas notícias. Periodicamente, ele mostrava, orgulhoso, o aumento do emprego e seus recordes, como se fossem uma obra do governo --o que, significava, por tabela, também sua vitória pessoal. O que é, obviamente, uma ilusão de marketing.
A ilusão aparece agora quando diminuiu, para dizer o mínimo, a festa dos anúncios. Qual é agora a reação do ministro? Culpar as empresas. Ele defende que, em troca de apoio oficial, as empresas se comprometam a não demitir. O governo era responsável pela boa notícia, mas nada tem a ver com a má notícia.
Assim como as empresas não eram moralmente boas porque contratavam --fazem isso porque contratar significa mais lucros -, elas não demitem porque são "ruins", mas apenas porque precisam balançar suas contas.
Uma das melhores posições que o governo poderia ter para garantir o emprego, além de gastar menos e melhor para reduzir impostos e sobrar mais recursos ao investimento, era defender a flexibilização das leis trabalhistas.
O que garante emprego é o crescimento econômico combinado com a melhoria da educação --e o que garante isso é o estímulo ao empreendedorismo e inovação. O resto é ilusão, como os anúncios do ministro.
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http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/gilbertodimenstein/ult508u489608.shtml
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O ETERNO "O REI ESTÁ NÚ", contudo, de MOCASSIM ITALIANO
Mais: em entrevista ao jornalista Mario Sergio Conti, para a revista Piauí, ele declara que, quando tenta fazê-lo, tem azia. Ademais, descobrimos que ele fez como o pior presidente que os americanos jamais tiveram, George W. Bush, pois dele veio a cópia de uma estrutura palaciana montada para evitar a leitura. Para um sujeito como eu, que vive para os livros e de livros, e que morreria sem livros; para quem a leitura tem sido um meio de dar sentido à vida e de lidar com o amor, com a perda, com o sucesso, com a raiva, o trabalho e com a morte, saber dessa antipatia à leitura é -digo-o sinceramente e com o coração na mão - chocante, inacreditável, triste, devastador.
Para quem tem na leitura não só uma fonte de informação e sabedoria, mas os motivos para viver, como é o caso dos professores, escritores, educadores, ensaístas, legisladores, pensadores e jornalistas; funcionários e intérpretes das normas legais, cujo trabalho consiste em aplicar regulamentos, decidindo a todo instante o que é correto; descobrir que o presidente não lê é uma bofetada na cara!
Vejam bem, há contradições triviais. O padre pecador, o ateu crédulo, o professor ignorante, o médico hipocondríaco, o economista pobre, o pastor malandro, o jornalista venal, o desembargador corrupto, o policial criminoso e o político sem caráter. Mas todos leem! Todos se informam por meio de amigos e auxiliares, mas não abandonam o contato direto com a fonte: esse foco indispensável ao conhecimento do mundo. Esse mundo feito de representações codificadas, de palavras e algarismos articulados numa determinada intenção e estrutura. Estivesse eu dizendo o que digo por meio de rimas, o efeito seria diferente. É por causa disso que eu não posso me conformar com um presidente que não lê.
O que saiu na revista deve ser um engano. Estou seguro que o presidente lê. Lula estava simplesmente brincando com o entrevistador. Ressentido ou ofendido com alguns jornais e revistas, o presidente usou o manto da ironia e resolveu chocar o estabelecimento jornalístico, dizendo que não lê. Não posso acreditar que o servidor público mais importante do meu país, apreenda o mundo apenas por meio do ouvido. Sendo instruído e informado sobre os eventos e ideias deste nosso mundo conturbado somente por meio de conversas permeadas pelo ponto de vista e emoções dos seus interlocutores.
Não posso crer que o presidente se contente em apenas ouvir o canto do galo, sem jamais vê-lo em pessoa. Que ele não tenha nenhum momento a sós consigo mesmo, no qual - com um texto na frente dos olhos - coloque para dentro de seu ser, por meio da leitura solitária e individualizadora, aquilo que o autor da narrativa explicita, revela, ensina, critica, pede, descobre, interpreta, anuncia, reitera, louva, interroga, suspeita, ou condena.
Quando o presidente diz que não lê, ele envia uma poderosa mensagem à sociedade que o elegeu. No fundo, ele diz que o discernimento pode ser alcançado por vias externas. Os laços sociais substituem a experiência da leitura que usualmente vai dos jornais e revistas para os livros. O que impressiona não é apenas o fato do homem não ler. É o fato dele estar seguro de que é mesmo possível saber das coisas por tabela e em segunda mão, por meio de olhos alheios. Sem a visão direta, interiorizada, individualizada e subjetiva dos fatos e problemas, porque eles podem ser assimilados por meio dos outros E que ele não leva a sério a imprensa livre e contraditória que, como ele mesmo admite, foi decisiva na sua eleição.
A leitura vai muito além da informação. Ela mostra que os fatos são sempre inventados, relativos e determinados por perspectivas Um mesmo ´fato´ pode produzir pontos de vista diversos, relativos a um mesmo dilema ou questão. Num mundo permeado por contradições, a leitura é um instrumento privilegiado para entendê-las e eventualmente superá-las.
Em estado de choque, penso na lição daquele Machado de Assis que - diga-se logo - não pode deixar de ser lido, quando ensinou que quem conta um conto aumenta (e necessariamente subtrai) um ponto As versões pessoais, a apreensão marcante, sempre surgem da leitura em primeira mão. Como um sujeito que morreria sem os livros, como uma pessoa cuja profissão é ensinar a ler e que vive de leitores, eu sou obrigado a imaginar que essa entrevista é, no mínimo, um conto; e, no máximo, uma catastrófica notícia.
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http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=606083
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http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090114/not_imp306922,0.php
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA"?
14 de janeiro de 2009
O Globo
Roberto DaMatta
FGTS poderá ir direto para pagar o imóvel
Pressionada, Câmara recua de novos gastos
Com exportação maior, Petrobras ainda terá déficit
Bernanke: ajuda não é suficiente
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Folha de S. Paulo
Condenado por 4 assassinatos, terrorista recebe asilo do Brasil
Contra tendência, UnB mantém seus gastos com cartão
Israel detém avanço militar à espera de saída diplomática
Dicionário da ABL esclarece dúvidas sobre prefixos e hífen
Caixa anuncia mudanças na Mega-Sena e em outras loterias
Plano de saúde poderá ser trocado sem carência
Editorias
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O Estado de S. Paulo
A futura secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, delineou o que deverá ser o pilar da política externa americana no governo de Barack Obama, que assume no dia 20: revitalizar a diplomacia e buscar a cooperação internacional, atraindo para a negociação até mesmo adversários. As declarações, feitas por Hillary ao ser sabatinada no Senado, sinalizam uma ruptura com a era Bush, marcada pelo unilateralismo. "A política externa dever ser baseada num casamento de princípios e pragmatismo, e não em rígida ideologia", afirmou. Segundo Hillary, a estratégia, chamada de "poder inteligente" ("smart power"), combina ferramentas diplomáticas, econômicas, militares, políticas, legais e culturais para costurar soluções globais. No caso do Oriente Médio, ela enfatizou a necessidade de atuar na atual crise entre palestinos e israelenses e indicou a possibilidade de negociar com Irã e Síria. (págs. 1 e A8 a A10)
A bofetada de Lula
Ministro quer punir empresa que demitir
Emprego tem a maior queda em 5 anos na indústria
Nesse quadro o Brasil se destaca
Mudar plano de saúde sem carência vale só para 15%
Fruta certificada
Serra planeja triplicar investimento em estradas
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Jornal do Brasil
O Rio vai receber, até o fim do mês, recursos suficientes para a construção da linha 4 do metrô (Ipanema - Barra da Tijuca) e do Corredor T5 (Barra - Madureira - Penha), além da ampliação da Via Light até a Linha Vermelha e da ligação metroviária entre Niterói e São Gonçalo. O pacote de obras foi apresentado à chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, que liberará o dinheiro por meio do PAC Mobilidade. A verba, porém, só sairá depois do anúncio das cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo - a presença do Rio é tida como certa. (pág. 1 e Cidade, pág. A7)
Vídeo na cadeia: menos R$ 1,2 bi
Os SACs ainda não respeitam clientes
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Correio Braziliense
Irritado com a ameaça dos funcionários de Câmara de recorrer à Justiça para receber com três anos de retroatividade a gratificação destinada aos pós-graduados e ocupantes de cargo de chefia, presidente da casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), cancela o privilégio e revoga mudanças no plano de saúde dos servidores. Categoria entra em conflito generalizado e Magno Mello (sentado), dirigente do sindicato, é expulso da assembléia por colegas furiosos. (pág. 1 e Tema do dia, págs. 2 e 3)
Indústria de automóveis pode receber nova ajuda
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Valor Econômico
O custo unitário do trabalho na indústria teve um aumento de 10,9% em novembro em comparação ao mesmo período do ano anterior. Esse aumento, o maior desde dezembro de 2001, é resultado do início da queda na produção, que não foi acompanhada no mesmo ritmo pela redução no nível do emprego e dos gastos com a folha de pagamentos. Essa discrepância é considerada natural, tendo em vista que as indústrias normalmente procuram se certificar de que a tendência do mercado vai se firmar para demitir ou contratar. Mas os números também são um indicativo de que as indústrias deverão demitir nos próximos meses, porque têm mão-de-obra além da necessária para atender à produção.
O custo unitário do trabalho, calculado com base em dados do IBGE, é a relação entre a produtividade e os gastos com a folha de pagamentos. A produtividade caiu 5,9% em novembro sobre o mesmo mês de 2007, enquanto a folha ainda teve aumento de 3,68%.
Os únicos setores que registraram melhora (redução) no custo unitário do trabalho foram os que já começaram a demitir empregados: vestuário, calçados, papel e gráfica, borracha, máquinas e equipamentos e meios de transportes. Os demais registraram aumento significativo em seu custo.
As notícias sobre demissões na indústria automobilística irritaram o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Ele disse que vai sugerir ao presidente Lula que os bancos oficiais passem a exigir a manutenção de empregos como uma das condições para a liberação de crédito às empresas. “O governo está dando isenções vultosas de impostos e abrindo financiamentos para salvar algumas empresas. Então, não é justo que elas continuem demitindo”, afirmou o ministro. (págs. 1, A3 e Al2)
Sobra de gás no Brasil afeta Bolívia
A indústria brasileira reduziu em pelo menos 20% o consumo de gás natural - 5 milhões de m³ - em dezembro. A demanda de Gás Natural Veicular, que abastece o segmento automotivo, recuou em torno de 15%. (págs. 1, A9 e B1)
Palma diz que BC ainda não entendeu crise
Drawback para o agronegócio
Idéias
Investimento em Santos
Apostas externas
Alento para a celulose
Citi prepara grande operação e vai encolher
O Citi e o Morgan informaram ontem que chegaram a um acordo para criar a joint venture de corretagem. O Citi ficará com 49% da nova empresas, a ser chamada Morgan Stanley Smith Barney, e o Morgan ficará com os 51% restantes. O Citi receberá US$ 2,7 bilhões. Espera-se que a joint venture promova economias de custos de US$ 1,1 bilhão.
A transação, aprovada pelos conselhos de ambas as companhias, deve ser concluída no terceiro trimestre. Os planos praticamente desfazem grandes peças do supermercado financeiro criado quando o Citicorp e o Travelers Group se fundiram em 1998 para formar o Citigroup. A sacudida tem o objetivo de cortar cerca de um terço dos ativos do balanço do Citigroup, hoje em torno de US$ 2 trilhões. (págs. 1 e C5)
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Gazeta Mercantil
Manchete: Queda nas vendas de veículos acirra disputa em seguros
A Porto Seguro, líder deste mercado, apresenta uma lista de serviços, que inclui serviço residencial. A Bradesco Auto/RE vai reforçar a força de vendas nas mais de 3 mil agências do banco em todo o País, enquanto a Mapfre investirá R$ 50 milhões na construção de centros automotivos para os clientes.
O vice-presidente comercial da Tokio Marine, Sérgio Camilo, aposta no lançamento, em abril, de um produto customizado. “Será um seguro voltado ao cliente que busca preço melhor e um seguro mais compacto. Ele poderá montar o seguro com as coberturas que escolher.” Jabis de Mendonça Alexandre, responsável pela área de seguros da Mapfre, ressalva que as seguradoras têm margem financeira limitada e não haverá guerra de preço, apesar da disputa acirrada. (págs. 1, B1 e B3)
Opinião
BG vai investir US$ 4 bilhões no pré-sal
IBGE anuncia recuo de 0,6% no emprego industrial
A redução na folha de pagamento, no entanto, foi inferior ao recuo da produção em novembro, o que elevou o custo unitário do trabalho em 2,6% na comparação com outubro, de acordo com cálculos da Tendências Consultoria Integrada. No mesmo período de comparação, a produtividade do trabalho na indústria recuou 3,5%. “O cenário de atividade é ruim para o mercado de trabalho”, afirma Cláudia Oshiro, da Tendências.
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, pretende atrelar a concessão de crédito das linhas emergenciais supridas com recursos do FAT e FGTS à manutenção do emprego. “Temos que discutir com os conselhos dos fundos o veto de empréstimos a empresas que demitam”, afirmou. Segundo Lupi, as empresas precisam assumir o compromisso de evitar o corte de mão de obra. Para o ministro, no período de crescimento, as empresas “não chamaram os trabalhadores para dividir o lucro”. (págs. 1, A4 e A7)
Diesel limpo
Comércio exterior
Avicultura busca novos mercados
Elétricas tentam manter eficiência
Investimentos
Mercado de aço reage em janeiro
O executivo alertou que é cedo para saber se os negócios já fechados indicam uma retomada da produção industrial ou simplesmente reposição de estoque, já que em dezembro as vendas foram muito baixas. Segundo dados preliminares do Inda, as vendas de aço somaram cerca de 170 mil toneladas em dezembro, o que representa queda de 36% ante o comercializado no mesmo mês de 2007.
A queda das vendas já fez a ArcelorMittal Tubarão decidir pela redução dos preços de seus produtos. A empresa não confirma a informação, mas, segundo as distribuidoras, o ajuste deve acontecer a partir da semana que vem. A Usiminas informou que não deve realizar reduções por enquanto e a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) não quis se pronunciar a respeito.
A queda nos preços do aço no mercado internacional está entre os motivos que serão levados à mesa de negociação para definir o preço do minério de ferro em 2009. Siderúrgicas chinesas já iniciaram conversações com mineradoras para firmar contratos anuais. As usinas japonesas também devem abrir negociações esta semana. (págs. 1 e C5)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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