A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************
“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
----
''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
=========valor ...ria...nine
folha gmail df1lkrha
***
quarta-feira, setembro 05, 2007
LULA [In:] O NOVO 'HITCHCOCK' *
Lula volta a reclamar de 'aves de mau agouro' do País
BRASÍLIA - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a reclamar das "aves de mau agouro", que não querem que as coisas dêem certo ao País. Ao lançar o ProJovem, programa unificado para jovens de 15 a 29 anos, no Museu da República, em Brasília, Lula disse que vale a pena enfrentar o descrédito dos críticos. "Há uma revoada de aves de mau agouro que não querem que as coisas dêem certo neste País", afirmou. "O Estado tem de cuidar de quem tem necessidade, pois há uma parte da sociedade que Deus abençoou", acrescentou. Em agosto de 2005, numa viagem a Quixadá, no Ceará, no auge do escândalo do mensalão, Lula acusou a imprensa e a oposição de serem "aves de mau agouro". Nesta quarta-feira,5, ele não comentou questões políticas. No discurso improvisado ele fez uma defesa da política social do seu governo, ressaltando a importância de programas como o ProJovem, para a redução do número de excluídos. "O grande problema que enfrentamos quando pensamos numa política que não existe, é que aparecem os pessimistas, que dizem que isso não vai dar em nada, que não vai dar certo.Referindo-se diretamente ao programa ProJovem, Lula disse que alguns avaliam que o governo deveria investir apenas em crianças, pois adolescentes em situação de risco já estariam perdidos. Para o presidente, os jovens precisam ter o direito de voar e que a visão dos que criticam investimentos em programas de capacitação de pessoas nessa faixa etária é pequena. LEONENCIO NOSSA - Agencia Estado.
_______________
The Birds [1963]. Alfred Hitchcock. A pacata cidade de Bodega Bay, na Califórnia, vive momentos de terror quando milhares de pássaros se instalam na localidade e começam a atacar as pessoas. www.adorocinema.com.br
RENAN CALHEIROS [In:] CASSADO OU "CAÇADOR"?

Voto em separado
O senador Wellington Salgado (PMDB-MG), um dos principais aliados de Renan, apresentou hoje voto em separado ao Conselho de Ética da Casa para defender a absolvição do peemedebista. Ele disse que o relatório dos senadores Marisa Serrano e Renato Casagrande possui "diversos equívocos" que prejudicam o seu conteúdo. Na opinião de Salgado, não há nenhuma prova que demonstre a utilização de recursos da empreiteira Mendes Júnior pelo senador Renan para o pagamento de despesas particulares. Salgado chegou a insinuar, no voto em separado, que Serrano e Casagrande podem ter quebrado o decoro parlamentar se ficar configurado que mentiram nas conclusões tiradas no processo contra Renan. "Afirma-se que o representado mentiu. Quem está mentindo. Se mentir ao conselho é quebrar o decoro, indago-me se a quebra de decoro não partiu da própria relatoria neste caso."
CCJ
Ainda hoje, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado vai analisar a constitucionalidade do relatório, que deve ser votado pelo plenário da Casa na semana que vem.
No plenário do Senado, a expectativa é que Renan seja absolvido pelos senadores. Como a Constituição Federal determina o voto secreto para votações de perda de mandato no plenário, o sentimento entre os parlamentares é de que, no final do processo, Renan escapará da cassação.
Acusação
A jornalista Mônica Veloso sustenta que recebia os pagamentos por meio do lobista da Mendes Júnior, Cláudio Gontijo, na sede da empreiteira, depois depositava os recursos em sua conta bancária. Renan afirma, no entanto, que depositou grande parte da pensão diretamente na conta bancária de Mônica, sem a intermediação do lobista. Para justificar que os pagamentos eram compatíveis com seus ganhos, Renan alegou ter lucrado R$ 1,9 milhão nos últimos quatro anos com a venda de gado. Porém, os documentos apresentados pelo senador levantaram suspeitas e foram periciados pela Polícia Federal. Na conclusão da perícia, a PF afirma que os documentos de Renan não comprovam os rendimentos do peemedebista com a venda de cabeças de gado em Alagoas entre os anos de 2003 e 2006. O laudo também mostra que os documentos de Renan não foram suficientes para mostrar que ele tinha capacidade econômico-financeira para pagar pensão à jornalista. A PF confirma que o dinheiro arrecadado pelo senador com a suposta venda de gado consta em suas movimentações bancárias e diz que as notas fiscais apresentadas por Renan para comprovar a venda de gado são legítimas. Renan chegou a prestar depoimento aos relatores do Conselho de Ética no dia 23 de agosto para explicar lacunas na perícia da PF. Porém, o presidente do Senado não conseguiu convencer os relatores Marisa Serrano e Renato Casagrande. Já o terceiro relator do caso, senador Almeida Lima (PMDB-SE), aliado de Renan, ficou satisfeito com as explicações do peemedebista. Como não concordou com os relatores Serrano e Casagrande, Lima apresentou um voto separado no qual pedia a absolvição de Renan por não encontrar provas contra o presidente da Casa. Gabriela Guerreiro, Brasilia, Folha Online. Foto matéria.
GOVERNO LULA: EMPREGO À VISTA
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
MPF/MENSALÃO: "AÇÃO" EM AÇÕES DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
RENAN CALHEIROS: "EDIFÍCIO BALANÇA MAS NÃO CAI" *

O parecer que pede a cassação do mandato do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), vai a votação hoje no Conselho de Ética e deve ser aprovado. A expectativa é de que se repita o placar de 10 a 5 registrado na semana passada, quando o colegiado decidiu pelo voto aberto para definir o destino de Renan. Hoje ainda deverá ser realizada uma sessão extraordinária da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), para decidir se o processo será ou não admitido. Se for, na semana que vem irá a votação no plenário. A pressa de Renan se deveu à conversa que teve no fim de semana com o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Ele o aconselhou a acelerar o processo. Depois de exatamente três meses de tramitação da representação do PSOL, Renan não conseguiu explicar suas ligações com o lobista da Mendes Júnior Cláudio Gontijo, que entregava à jornalista Mônica Veloso (com quem tem uma filha de três anos) dinheiro para custear suas despesas pessoais. Ontem, Renan fez mais um discurso para se defender, que não pareceu ser suficiente para mudar posições. O conselho vai votar o parecer dos senadores Renato Casagrande (PSB-ES) e Marisa Serrano (PSDB-MS), que citam oito irregularidades que caracterizariam quebra de decoro. Se aprovado, ficará prejudicada a apreciação de dois votos em separado, dos senadores Almeida Lima (PMDB-SE) e Wellington Salgado (PMDB-MG). Integrante do triunvirato de relatores, Almeida Lima foi dissidente e apresentou um parecer em separado no qual considera Renan vítima de matérias infundadas da imprensa. Já Wellington, da tropa de choque do presidente do Senado, afirma que o relatório de Casagrande e Marisa é "armado e mentiroso". A intenção de aliados de Renan de recorrerem ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o voto aberto foi definitivamente enterrada ontem. O próprio presidente do Senado avisou que não compartilhará nenhum procedimento dessa natureza. Seu alvo agora é o plenário, onde espera que a maioria dos 80 senadores, pelo voto secreto, arquive a denúncia contra ele. Além do processo que será apreciado hoje, Renan é alvo de outras duas representações. Uma delas, de iniciativa do PSOL, se refere a seu suposto lobby na Receita Federal e no INSS para favorecer a cervejaria Schincariol, após a empresa ter pago R$ 27 milhões pela fábrica de refrigerantes do deputado Olavo Calheiros (PMDB-AL), seu irmão. A outra, apresentada pelo DEM e pelo PSDB, pede que seja investigada a sociedade de Renan com o usineiro João Lyra na compra de um jornal diário e duas emissoras de rádio em Alagoas em nome de laranjas. O presidente do Senado voltou ontem è tribuna para atacar o Grupo Abril, que edita a revista Veja. "Em cem dias de devassa profunda, nenhuma prova, nenhuma franja sequer de indício que seja. Imploro aos meus detratores que mostrem ao menos uma ínfima prova, esta é a hora", afirmou, da tribuna. Renan usou o telão do plenário para exibir uma reportagem da TV Bandeirantes de 18 de abril sobre a venda de 30% da Editora Abril para o grupo sul-africano Naspers. "Trata-se de um conglomerado de comunicação racista que sustentou o apartheid na África do Sul", acusou. Em nota, a Abril reagiu às acusações de Renan. "Representam mais uma tentativa torpe e desesperada do senador e de seus seguidores para desviar a atenção dos fatos revelados por Veja e por outros veículos da imprensa brasileira sobre a sua conduta." Segundo a Abril, "são absolutamente improcedentes e infundadas" as acusações de irregularidades sobre a parceria com o grupo Naspers. "A Abril respeita escrupulosamente o princípio da legalidade e o aplica rigorosamente a todas as suas empresas, publicações, ações e políticas", diz a nota. Rosa Costa e Ana Paula Scinocca, BRASÍLIA. Estadão. Foto Beto Barata/AE.
(*) Programa humorístico televisivo dos anos 60.