A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quarta-feira, março 07, 2007
"FORA BUSH !": MANIFESTAÇÃO DO "PT" ???

BUSH: CHÁVEZ NO COMANDO LATINO-AMERICANO!

O ato público será realizado num estádio de futebol da capital argentina. A data foi marcada para coincidir com a visita de Bush a Montevidéu, no Uruguai. Enquanto o líder americano estiver reunido com o uruguaio Tabaré Vázquez na outra margem do Rio da Prata, Chávez discursará para um público estimado entre 30.000 e 40.000 pessoas. As presenças de Correa e Morales não foram confirmadas por seus governos. Kirchner diz apoiar Chávez, mas não quer aparecer no evento. Será a terceira manifestação contra Bush liderada por Chávez na Argentina. Na primeira, em novembro de 2005, o venezuelano comandou uma multidão em Mar del Plata enquanto o americano participava da Cúpula das Américas. No ano passado, Chávez voltou a protestar, desta vez em Córdoba, durante cúpula do Mercosul. O governo de Kirchner deu suporte operacional às manifestações mas o presidente não subiu no palanque. Chávez deve chegar à Argentina na quinta. (Veja Online).
REFORMA MINISTERIAL: "TODO DIA É DIA, TODA HORA É HORA..." *

Lula, de acordo com ele, decidiu fazer anúncio na próxima semana para não parecer que interferiria de alguma forma nas decisões do PMDB, numa referência à convenção do partido, que deve confirmar a reeleição do presidente nacional da legenda deputado Michel Temer (SP), depois que o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Nelson Jobim desistiu da disputa. (...) O chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República [T.Genro] não quis comentar a situação da ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, que disputava uma vaga no gabinete de Lula, e negou que Geddel tenha recebido convite para assumir uma pasta, no encontro de ontem, com o presidente. Genro confirmou apenas que a bancada da legenda na Câmara terá um ministro e que os atuais postos ocupados pela sigla devem ser mantidos. “Os setores do PMDB que já estão participando do governo estão participando com lealdade e vão continuar”, disse. Atualmente, a agremiação [PMDB] ocupa os Ministérios das Comunicações (Hélio Costa) e de Minas e Energia (Silas Rondeau). Com relação ao fato de o deputado Ciro Gomes (PSB-CE) ter defendido a manutenção do Ministério da Integração Nacional para o PSB, o chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência disse que a pasta não é do partido. “O Ministério da Integração não é do PSB. Foi do PPS na época em que o Ciro era do PPS e isso hoje pode ser mudado”, disse. O presidente do PT, Ricardo Berzoini, se recusou a comentar ontem as discussões que teve com Lula sobre a reforma ministerial. “Não vou tratar deste assunto publicamente para respeitar os nomes dos envolvidos. Só vou comentar depois que o presidente tiver decidido pela composição do ministério”, despistou. (AE, Paraná Online).
CESTA BÁSICA: NEM TÃO "BÁSICA" !!!

Conforme divulgação feita ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos (Dieese), dos 13 itens que compõem a cesta básica de Curitiba, seis registraram aumento; seis, queda, e um item permaneceu estável. Em período de entressafra, o café foi o produto que mais pressionou o orçamento familiar, com alta de 26,15% - o preço médio do quilo passou de R$ 8,74 em janeiro para R$ 11,01 em fevereiro.
De acordo com o economista Sandro Silva, do Dieese-PR, a alta do preço do café foi generalizada: 13 das 16 capitais pesquisadas pela entidade registraram aumento, sendo que a maior variação foi verificada em Curitiba. “O novo preço não deve se sustentar neste patamar. Em Curitiba, o café subiu muito mais do que em outras capitais”, apontou. Ainda segundo o economista, a alta foi verificada no varejo e não para o produtor. “Para o produtor, a alta foi de 6% a 7%.” (...) Outros produtos que ficaram mais caros em fevereiro foram arroz (alta de 3,13%), pão (1,44%) e óleo de soja (0,41%). Na outra ponta, tiveram queda de preços o leite (-12,90%) - depois da alta de 12,73% em janeiro, o que demonstra um realinhamento de preço -, a farinha de trigo (-4,13%), a banana (-1,59%), a carne (-1,46%), a manteiga (-0,92%) e o açúcar (-0,68%). Já o preço do feijão permaneceu o mesmo em fevereiro, na comparação com janeiro: R$ 1,89 o quilo, em média. (...) O levantamento divulgado ontem pelo Dieese mostra que o salário mínimo deveria ser de R$ 1.562,25 no mês passado, para suprir as necessidades básicas do trabalhador e da família. Para chegar a este valor, o instituto se baseou na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de fevereiro, realizada pela instituição em 16 capitais do Brasil. (Paraná Online).
BUNGE & CARGILL: NA MESA DOS BRASILEIROS...


MEIO-AMBIENTE: PRODUTOS BIODEGRADÁVEIS

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
CONVENÇÃO DO PMDB: RENAN, JOBIM & LULA ["TÁ TUDO LIBERADO..."]

A cúpula do PMDB no Senado, segundo informação de parlamentares, estaria irritada com o governo por conta da aproximação de Lula com os aliados de Michel Temer, candidato à reeleição na presidência do partido. A aproximação do Planalto teria levado Nelson Jobim - que era apoiado pelos senadores peemedebistas - a desistir da disputa. Renan telefonou a Lula na manhã desta terça, para informá-lo da desistência. O apoio de Renan ao governo tem sido fundamental para conter a força da oposição no Senado, onde PFL e PSDB controlam 31 das 81 cadeiras. Dos 20 senadores do PMDB, 19 estavam na chapa de Jobim. "O Jobim vai sair da disputa diante do que considera uma interferência do Planalto na disputa interna do PMDB", disse Renan a Lula, segundo um dirigente partidário que testemunhou a ligação. "Diante disso, nós, senadores e governadores que sempre o apoiamos nos momentos mais difíceis, nos sentimos liberados", prosseguiu o presidente do Senado. Renan reuniu seu grupo na residência oficial nesta manhã, para avaliar o quadro da convenção, na qual Temer passou a demonstrar vantagem sobre Jobim. O grupo considerou que o convite feito por Lula a Temer, para uma audiência na tarde dessa terça-feira, 6, exigia uma resposta politicamente forte. Segundo o relato de seus aliados, Renan informou a Lula que a renúncia seria inevitável, caso o presidente da República não fizesse um gesto de reaproximação com Jobim antes da reunião com os governadores na Granja do Torto. A reunião de Lula com os governadores começou às 9 horas. Por volta do meio-dia a renúncia de Jobim foi divulgada. O ex-ministro contava com o apoio, mesmo que fosse discreto, do presidente para enfrentar uma convenção difícil. A renúncia de Jobim inviabiliza o projeto acalentado por Lula de unificar formalmente o PMDB. Com a retirada de sua chapa, todo o grupo de Renan Calheiros e do ex-presidente José Sarney ficará excluído do diretório nacional do partido. Renan, Sarney e a senadora Roseana Sarney (PMDB-MA) estiveram com Lula no último domingo. Eles queriam que o presidente mantivesse suspensa a reforma ministerial até a convenção, favorecendo Jobim com o apoio dos dois ministros de seu grupo: Silas Rondeau (Minas e Energia) e Hélio Costa (Comunicações). Os aliados de Renan acataram a indicação do deputado Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) para o Ministério da Integração Nacional, que Lula planejava fazer na última segunda-feira. Segundo o relato de Renan a outros dirigentes, ele teria avisado, no entanto, que considerava "inaceitável" Lula receber Temer no Planalto, em audiência, sem dar o mesmo tratamento a Jobim. Lula esteve com o ex-ministro, de quem é amigo, duas vezes em fevereiro, mas fora da agenda. Renan e seus aliados responsabilizam o ministro das Relações Institucionais, Tarso Genro, pela aproximação de Lula com o grupo de Temer. (Estadão).