A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************
“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
----
''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
=========valor ...ria...nine
folha gmail df1lkrha
***
quinta-feira, fevereiro 19, 2009
X Ô! ESTRESSE [In:] "...E, SE TIVERES RENDA, ACEITO UMA PRENDA..." *





[Homenagem as chargistas brasileiros].
--------------
(*) FOLHETIM (Chico Buarque). Gal Costa.
"Se acaso me quiseres/ Sou dessas mulheres/ Que só dizem sim/... E eu te farei as vontades/ Direi meias verdades..."
http://letras.terra.com.br/chico-buarque/85968/
...
Ó CABRAL!!! VEJA TUA "TERRA BRASILIS"...
Autor: Adriana Vasconcelos |
O Globo - 19/02/2009 |
Em processo de 2004, Roberto Cavalcanti foi acusado de cometer cinco crimes Herdeiro da cadeira de José Maranhão (PMDB) no Senado, o empresário Roberto Cavalcanti (PRB) é processado por corrupção na Justiça Federal. Maranhão assumiu o governo da Paraíba no lugar de Cássio Cunha Lima (PSDB), cassado por crime eleitoral.
Suplente do senador José Maranhão, o empresário Roberto Cavalcanti Ribeiro (PRB-PB) é processado por corrupção numa ação que tramita desde 2004 na Justiça Federal. Ele foi acusado pelos crimes de corrupção ativa, estelionato, formação de quadrilha, uso de documentos falsos e crimes contra a paz pública. |
ELEIÇÕES 2010: "ÊITA" BATONZINHO CARO!!! *
Autor(es): Maria Lima, Chico de Gois e Regina Alvarez |
O Globo - 19/02/2009 |
Oposição quer ação contra Dilma por campanha e uso de dinheiro público A reunião na qual o presidente Lula prometeu cortar até o batom de Dilma para preservar o PAC custou R$ 2,4 milhões aos cofres públicos. O encontro, em Brasília, coincidiu com a festa de aniversário do PT. Dilma discursou nos dois.
A informação de que o governo gastou muito mais do que os R$253 mil divulgados com a realização do encontro de prefeitos em Brasília, há uma semana, deu novo fôlego à oposição e mais argumentos para uma enxurrada de ações de DEM e PSDB na Justiça Eleitoral, no Ministério Público e no Tribunal de Contas da União (TCU). Eles tentam barrar a superexposição da chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, com uso de recursos públicos. À noite, o Planalto admitiu que os gastos com o evento chegaram a R$1,875 milhão. Mas levantamento, ainda parcial, feito pelo GLOBO junto a outros órgãos identificou um custo de R$2,431 milhões. ------------ (*) A MANCHINHA NO LENÇO. Composição: (Robert Levi e Paulinho da Fonseca). Kátia Cilene. "Você me falou que não era baton/A manchinha que encontrei no seu lenço/Eu acreditei mais desconfiei/Pois eu tive um leve pressentimento/Que você me enganou /outro broto encontrou/ e esqueceu aquele tal juramento/que eu não usaria baton mais em compensação/não encontraria baton no seu lenço/Você me falou que não era baton/Eu resolvi acreditar/Eu não reclamei e não me zanguei/Eeee...mais agora eu vou falar/Não adianta aquele nosso juramento/ E o meu baton vou usar...". ------------- http://letras.terra.com.br/katia-cilene/1042362/ ----------
|
CÂMARA "DOS" DEPUTADOS [In:] TRANSPARÊNCIA: A LEI DO "DECÚBITO"
O Estado de S. Paulo - 19/02/2009 |
Cobrada para abrir de uma vez por todas a caixa-preta dos gastos dos deputados que a Câmara devolve até o limite de R$ 15 mil mensais - a chamada verba indenizatória, já de si uma extravagância -, a direção da Casa resolveu aplicar a lei. A lei de Delúbio, bem entendido. Em abril de 2004, quando um desavisado companheiro propôs, em nome da transparência, que o PT publicasse periodicamente na internet a contabilidade de suas campanhas, com as doações recebidas e as despesas efetuadas, o então tesoureiro da legenda, Delúbio Soares, fulminou a ideia com um argumento irrespondível: "Transparência assim já é burrice." Entre outros motivos, alegou, porque a prestação de contas "poderia causar mal-estar aos doadores". Para todos os efeitos práticos, terá sido exatamente esse o espírito da decisão da Mesa da Câmara de tornar públicos - de uma maneira, digamos, inteligente - os dispêndios reembolsáveis dos 513 deputados com rubricas supostamente indispensáveis ao exercício do mandato (aluguel e manutenção de escritórios de apoio nos seus Estados, deslocamentos, consultorias e "divulgação da atividade parlamentar"). Desde a sua adoção, em maio de 2001, calcula-se que o ressarcimento custou ao contribuinte pouco mais de meio bilhão de reais. E até agora a única informação exposta na internet a respeito só diz quanto cada parlamentar gastou no que, poupando-se dos detalhes o público pagante. Detalhes escabrosos, em alguns casos. Em 2006, por exemplo, apareceram indícios de que mais de 100 deputados podiam ter apresentado notas frias de despesas com combustíveis. Ninguém foi punido e a caixa-preta continuou aferrolhada. Só na semana passada, quando se soube que o deputado-castelão Edmar Moreira, próspero empresário do setor de segurança, desembolsou com esse item no ano passado R$ 140 mil, os líderes de bancada acionaram a Mesa recém-eleita para tornar mais acessível a contabilidade da verba indenizatória. Deu no seguinte: em 45 dias (por que não de imediato?), a Câmara colocará na internet os dados das notas fiscais (número, valor e nome da empresa emitente) trazidas pelos deputados para fins de reembolso. Mas inteligentemente - no sentido que o mensalônico Delúbio daria ao advérbio - a cúpula da Casa decidiu que a transparência não será tanta a ponto de incluir a divulgação dos mesmos dados referentes ao 1,5 milhão de notas arquivadas desde a vigência do esquema, impedindo os interessados em fiscalizar o destino dado ao dinheiro público de rastrear as esbórnias cometidas em 8 anos de verba indenizatória. Por onde quer que se olhe, trata-se de uma anistia aos fraudadores do próprio privilégio que os parlamentares se concederam, alegadamente para o adequado cumprimento de seus mandatos. Isso ainda não é tudo. As imagens das notas fiscais e recibos não aparecerão no site da Câmara - muito menos o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa que lhes vendeu bens ou prestou serviços indenizáveis. A limitação, antes de mais nada, contraria o princípio da publicidade dos dados vitais das pessoas jurídicas que recebem recursos do erário. Quando divulga as despesas dos titulares de cartões corporativos no Portal da Transparência, o Executivo não omite aquela informação. Sem ela - eis o ponto crítico da questão - é impossível pesquisar na Receita qualquer coisa sobre as firmas com as quais os deputados transacionaram; por exemplo, se são reais ou fantasmagóricas, se estão em dia ou têm pendências com o Fisco, ou, ainda, se pertencem a políticos e seus familiares. (No caso do castelão Edmar Moreira, suspeita-se que ele tenha usado a verba indenizatória para pagar uma empresa de segurança de que é dono.) A explicação dos dirigentes da Câmara é que a divulgação do CNPJ poderia constranger os deputados que fizeram gastos em empresas eventualmente irregulares. Também Delúbio não queria constranger os doadores do PT. Mas o caso da Câmara é pior: preocupar-se (se é disso que se trata) com o possível constrangimento de seus membros equivale a perverter a relação entre o representante eleito e o eleitor. Aquele, por definição, deve a este correção ética - para começar. E este tem o direito de saber tudo dos atos daquele que guardem relação com o mandato recebido. |
AÉCIO & SERRA: COMO ???
Autor(es): César Felício | |||||||||||||
Valor Econômico - 19/02/2009 | |||||||||||||
|
PMDB & AÉCIO: UM SALTO NA FUMAÇA
Dora Kramer |
O Estado de S. Paulo - 19/02/2009 |
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, retomou o diálogo interrompido com o PMDB sobre a possibilidade de se candidatar pelo partido a presidente da República em 2010. Na semana passada, aproveitou uma agenda em Brasília para conversar com Michel Temer, presidente do PMDB, e com o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves. Desta vez, o governador foi assertivo e falou em data. Disse que se até 31 de março o PSDB não resolvesse realizar as prévias para escolher o candidato a presidente ele deixaria o partido e poderia se filiar ao PMDB. Pôs as coisas nos seguintes termos: continuaria nas próximas semanas a "bater o bumbo" em defesa das prévias e, se não conseguisse, estaria à vontade, teria motivação e discurso para sair. Provavelmente também uma justificativa para evitar a perda do mandato de governador um ano antes do prazo de desincompatibilização, por causa da restrição legal à troca de partidos. O discurso de Aécio, caso viesse mesmo a concretizar a decisão, incluiria a denúncia da "ditadura das elites partidárias" e o anúncio da disposição de cumprir o destino desejado "pelo povo de Minas", além da retomada da trajetória do tio-avô, Tancredo Neves, interrompida pela morte antes da posse na Presidência, em abril de 1985. Talvez não por coincidência o governador tenha dado o prazo de 31 de março na conversa com o PMDB. Teria abril à disposição caso a providência se fizesse necessária. O PMDB, cujo presidente, Michel Temer, dias antes considerara "fato vencido" a hipótese de Aécio Neves trocar de partido, deu à conversa a devida proporção: acha que há mais chance de o PSDB ceder para Aécio ficar que os tucanos comprarem uma briga do tamanho do segundo colégio eleitoral Brasil. De qualquer modo, os pemedebistas se sentiram fortalecidos. Começaram a sonhar com palanques regionais robustos, livres da dicotomia PSDB-PT e com uma candidatura própria passível de vir a conquistar o apoio do presidente Luiz Inácio da Silva como alternativa a Dilma Rousseff. Um acréscimo considerável ao cacife político do partido e um sinal de que a sorte definitivamente se decidira por uma aliança com o PMDB, um colecionador de vitórias. O estigma Assim estava em regozijo o espírito pemedebista até o fim de semana passado, quando a entrevista do senador Jarbas Vasconcelos à Veja tachando o partido de "corrupto" fez baixar a apreensão e acendeu a desconfiança. Teria o senador escolhido estrategicamente esse momento de glória para dizer de público o que há muito diz em particular? Se o lance obedeceu a uma lógica política, entraria ele nesse jogo desguarnecido, sem munição suficiente para revidar a um contra-ataque imprudente? Sob a marca de "corrupto" impressa na testa por um correligionário, o PMDB não veria se esvaziar seu papel até agora tido como decisivo na definição dos rumos da sucessão presidencial? E Aécio Neves, ficaria tão à vontade para entrar no partido, como dissera havia poucos dias, se à legenda fosse pregado o estigma de má companhia? Logo agora que corria tudo bem e o País já se esquecera daquele dia de dezembro de 2002 quando o recém-eleito Luiz Inácio da Silva desistira na última hora de entregar três ministérios ao PMDB por não considerá-lo à altura do governo "plural" e imune a "feudos" com o qual iniciaria a era da mudança. O mal-estar, o constrangimento e a cautela pautaram a decisão da Executiva do PMDB de sair pela tangente com uma nota oficial de sete linhas totalmente anódinas. Qualquer movimento brusco poderia ser fatal. Havia dois caminhos a seguir: partir para a briga de rua na base da desqualificação do senador ou questionar ponto a ponto as acusações, exigir provas e perguntar a ele por que não fizera denúncias formais aos canais competentes. Uma terceira possibilidade foi sugerida - a intervenção da Executiva Nacional no diretório regional de Pernambuco, sob a alegação de mau desempenho político-eleitoral -, mas, por ora, arquivada. Analisadas as perdas e os ganhos, decidiu-se tentar não provocar, trabalhar em silêncio para a poeira baixar e esperar o carnaval passar. Do PMDB diga-se tudo, menos que lhe falta senso de realidade para perceber que Jarbas Vasconcelos prega em terreno fértil, atira em dois símbolos do estigma (José Sarney e Renan Calheiros) e, por mais dispersas que possam ser suas razões para bater, o partido sabe precisamente porque apanha. Assim é Autoridades governamentais, partidárias e parlamentares, situacionistas e oposicionistas, cumprem o acerto tácito de formalizar o vácuo em torno das declarações do senador Jarbas Vasconcelos sobre o PMDB. É de se notar, porém, que, se todas elas evitaram corroborar as afirmações, nenhuma delas tampouco se dispôs a oferecer as mãos ao fogo em prol do desmentido. |
FINOR E FINAM [In:] UM BURACO SEM "FIM"
FUNDOS FINOR E FINAM TÊM ROMBO DE R$ 12,2 BILHÕES | |||||||||||
Autor(es): Carolina Mandl | |||||||||||
Valor Econômico - 19/02/2009 | |||||||||||
|
CARTEL: UMA CONCORRÊNCIA "PERFEITA" *
Autor(es): Bruno Tavares, Fausto Macedo, Marcelo Godoy e Rui Nogueira |
O Estado de S. Paulo - 19/02/2009 |
Um prejuízo de R$ 700 milhões para a economia brasileira foi causado pelo cartel para a comercialização de compressores herméticos para a refrigeração supostamente montado pelas empresas Whirlpool S.A., Tecumseh do Brasil, Elgin S.A., ACC , Danfoss e Matsushita/Panasonic. A estimativa, que engloba uma década de atuação das empresas, foi feita pela Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça e pelo Grupo de Atuação Especial e Repressão à Formação de Cartéis e à Lavagem de Dinheiro e recuperação de Ativos (Gedec), do Ministério Público Estadual (MPE). Só em 2008, o prejuízo, calculado com base na venda de compressores no País, pode ter alcançado R$ 125 milhões. As empresas informaram que vão cooperar com as investigações. Anteontem, conforme publicou o Estado, PF, SDE e Gedec deflagraram a Operação Zero Grau contra um suposto cartel formado no Brasil. Segundo a Polícia Federal (PF), a investigação sobre o cartel teve origem nos Estados Unidos. Além do suposto braço brasileiro do cartel, haveria um acordo de divisão de mercado e de uniformização de preços de compressores em todo o mundo. Pela primeira vez, foi feita uma ação simultânea contra um cartel envolvendo autoridades brasileiras, americanas e europeias. Buscas foram feitas em São Paulo, São Carlos (SP) e Joinville (SC) e em empresas nos EUA (Tecumseh), na Itália e na Dinamarca (Danfoss). O suposto cartel dividiria o mercado nacional e internacional a fim de aumentar o preço do produto para as indústrias que usam o compressor para montar produtos como geladeiras. O mercado brasileiro comercializa cerca de 10 milhões de compressores por ano - o preço de cada unidade varia de R$ 70 a R$ 800, dependendo da tecnologia e do tamanho do vaso de refrigeração. O compressor é o motor que comprime e faz circular o fluido líquido ou gasoso que refrigera geladeiras, freezers, aparelhos de ar-condicionado, bebedouros, câmaras frigoríficas industriais e outros produtos. EXECUTIVOS Entre os alvos da Operação Zero Grau estavam executivos das empresas que teriam participado de reuniões e trocado correspondência para combinar preços e dividir o mercado. Eram 8h30 de anteontem, quando os agentes chegaram ao edifício da Rua Professor Artur Ramos, no Jardim Paulistano, na zona oeste de São Paulo, onde mora o ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Ninguém sabia no prédio do que se tratava. Os agentes subiram pelo elevador, passaram pelo 13º andar - o andar do ex-ministro - e foram parar no 19º. Era o apartamento do executivo Paulo Periquito que, desde 2007, é o presidente para a América Latina da Whirlpool, maior fabricante mundial de eletrodomésticos. No Brasil, a empresa controla a fábrica de compressores Embraco. Dali, os agentes saíram levando computadores, laptops e documentos. Os federais também bateram na porta do ex-presidente da Tecumseh do Brasil, Gerson Veríssimo, que dirigiu a empresa até 2008. Em sua casa em São Carlos (SP), o executivo mantinha diversas fotos da visita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez à Tecumseh, subsidiária da americana Tecumseh Products Company. Em São Paulo, outra casa do executivo foi revistada pela PF. Veríssimo é um dos responsáveis pelo Código de Conduta Empresarial da Tecumseh. No item antitruste, o código diz que a empresa reconhece a importância da concorrência, "acreditando que o bem-estar de clientes e consumidores é garantido por uma competição econômica livre". Em carta aos funcionários da empresa, Veríssimo diz, no site da Tecumseh, que o código "invoca padrões de conduta esperados de todos os seus funcionários". ------------(*) O título do post é, obviamente, uma "ironia teórica" do bloguista. ---------- |
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
19 de fevereiro de 2009
O Globo
Manchete: Hidrelétrica privada terá 69% de recursos públicos
A hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Rondônia, vai receber R$ 7.2 bilhões do BNDES, o maior investimento individual da história do banco. Controlada majoritariamente por capitais privados - grupo Suez e construtora Camargo Corrêa -, Jirau será financiada com 69% de dinheiro público. Junto com a usina, Santo Antônio, também no Rio Madeira, ela constitui uma das maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Apesar do controle privado, Jirau tem participação de duas estatais do grupo Eletrobras - Chesf e Eletrosul - no capital. Com financiamento garantido do BNDES, os responsáveis pela obra de Jirau se comprometem a antecipar o início das operações: em um ano, ligando as turbinas em 2012. "Esse projeto é muito importante para o aumento da oferta de energia e para o desenvolvimento do país", disse Wagner Bittencourt, diretor do BNDES. (págs. 1, 28 e 29)
Governo gastou R$ 2,5 milhões com prefeitos
Novo senador é processado por corrupção
Itaú Unibanco terá de adotar menor tarifa
Mais US$ 275 bi para mutuários nos EUA
O presidente Barack Obama anunciou um pacote de US$ 275 bilhões para o setor de habitação dos EUA, com o objetivo de ajudar nove milhões de famílias. Como plano, os mutuários americanos poderão refinanciar seus contratos, estancando a retomada dos imóveis pelos bancos, o que já deixou mais de três milhões de famílias sem casa, desde o início da crise. Desse total, US$ 200 bilhões serão usados pelo governo para comprar ações das duas gigantes do setor hipotecário, Fannie Mae e Freddie Mac, sob intervenção federal. (págs. 1 e 25)
Jornal diz que Paula confessou fraude
------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo
Manchete: Carga dos impostos aumenta e bate recorde
A carga tributária bateu novo recorde em 2008, segundo estudo do IBPT (instituto Brasileiro de Planejamento Tributário). O total pago pelos contribuintes correspondeu a 36,54% do PIB (soma das riquezas do Pais). O resultado está um ponto percentual acima do de 2007: 0,52 ponto para tributos federais, 035 para estaduais e 0,13, municipais. O estudo usou como referências a arrecadação de R$ 1,056 trilhões. A carga tem crescido ano a ano desde 2004. O ultimo recuo em relação ao PIB ocorreu em 2003. “Isso quer dizer que o governo avança cada vez mais na riqueza nacional, sem que isso revele efetivamente um aumento substancial da qualidade do serviço público”, afirma o advogado Gilberto Luiz do Amaral, presidente do IBPT. A Receita Federal não se manifestou sobre o recorde. De acordo com sua assessoria, a arrecadação será tratada em entrevista hoje. (Págs.1 e B1)
BNDES anuncia empréstimo de R$ 7,2 bi para usina de Jirau
Câmara aprova projeto que torna airbag obrigatório
CEF voltará a ter prestação mais baixa no inicio
Sucessor de Cunha Lima na Paraíba é alvo de 8 processos
Suíça decide indicia brasileira
------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo
Manchete: Pacote imobiliário de Obama ajudará 9 milhões de famílias
O presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou um plano de US$ 75 bilhões para ajudar até 9 milhões de mutuários a não perder suas casas por não conseguirem pagar o financiamento. O programa dará incentivos de US$ 1 mil para cada hipoteca sob risco de inadimplência que for renegociada por bancos, e mais US$l mil por ano, durante três anos, para hipotecas que estiverem em dia, informa a correspondente Patricia Campos Melo. O plano prevê também cerca de US$ 200 bilhões do Tesouro e do Fed para compra de títulos lastreados em hipotecas e ações das agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, mantendo assim os juros baixos. "Esse plano não vai salvar todos os lares, mas vai dar a milhões de famílias fadadas à ruína uma chance de se recuperar", disse Obama. Para analistas, o pacote é ambicioso. (págs. 1 e B1)
Alemanha estatizará banco
O governo da Alemanha aprovou projeto de lei que permite a estatização de bancos para os quais esta seja a última opção. A estatização é por tempo limitado, para evitar o colapso do banco. O alvo é a financiadora de hipotecas Hypo. (págs. 1 e B3)
Câmara recua e vai detalhar gasto de verba de deputados
Aprovada punição para trotes violentos
Cartel da refrigeração teria ganho R$ 700 mi
Polícia aperta fiscalização da Lei Seca no carnaval
O Brasil curvou-se de novo
TJ derruba veto à pílula do dia seguinte
------------------------------------------------------------------------------------
Jornal do Brasil
Manchete: Rio resiste à crise
Na contramão do pessimismo que atinge o mundo, o empresariado fluminense mostra força para resistir à crise. Prova disso é que boa parte tem planos de não demitir ou até de contratar funcionários. O secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio, Julio Bueno, aponta a estrutura estadual como um dos motivos para otimismo, lembrando que a indústria de transformação, uma das que mais sofrem com a crise, só representa 10% do Produto Interno Bruto local, enquanto o setor de serviços, um dos mais importantes do estado, não foi afetado. (pág. 1 e Tema do dia, págs. A2 e A3)
Minc vai manter a fiscalização em Rondônia
Revista afirma: Paula confessou fraude de ataque
Sociedade aberta - Maurício Chacur
Sociedade aberta - Claudio Nasajon
Pacote socorre famílias nos EUA
------------------------------------------------------------------------------------
Correio Braziliense
Manchete: 6 mil vagas no serviço público
Oposição abre fogo contra a mãe do PAC (págs. 1 e 3)
Sob pressão, Câmara vai abrir toda a caixa-preta (pág. 1 e Tema do dia, pág. 2)
Suíça indicia brasileira (págs. 1 e 32)
------------------------------------------------------------------------------------
Valor Econômico
Manchete: Desvios na política regional deixam buraco de R$ 12,2 bi
Em 2001, em meio a escândalos de desvio de recursos, o presidente Henrique Cardoso acabou com a concessão de novos incentivos do Finar e Finam. Desde 2007, o Ministério da Integração envia fiscais para cada um dos empreendimentos incentivados para descobrir o que foi feito com o dinheiro concedido e cobrar as dívidas. Parte dos casos estão sendo direcionados à Procuradoria Geral da Fazenda Nacional para que se inicie a cobrança judicial. "Primeiro tentamos receber amigavelmente, mas sem sucesso. Agora vamos à Justiça", diz Vitorino Domenech, diretor do Departamento de Gestão dos Fundos de Investimento do Ministério da Integração.
Em outra esfera, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) vem suspendendo as companhias incentivadas, que devem enviar anualmente suas demonstrações financeiras à autarquia. Sem isso, quem quer comprar ações das empresas - uma forma de o dinheiro dos incentivos voltar aos fundos - fica sem parâmetros de avaliação da companhia. Cerca de 2 mil empresas já foram suspensas pela CVM.
Nos casos em que as empresas aproveitaram bem os incentivos, abriu-se uma oportunidade para negócios com ações. Existe um seleto grupo de investidores que faz dinheiro comprando papéis das empresas que integram os fundos regionais. Companhias que honram suas dívidas, cumprem as metas de investimento e entregam balanços em dia podem converter em ações parte do valor devido aos fundos que as incentivaram. Em seguida, esses papéis são oferecidos em leilões em bolsa e os recursos voltam aos fundos.
Hoje, as principais políticas de desenvolvimento do Norte e Nordeste são feitas pelos Fundos Constitucionais de financiamento do Nordeste (FNE) e do Norte (FNO), que já existiam na época do Finor e Finam, mas não permitem a conversão de dívidas em ações. (págs. 1 e Al4)
Alemão vai presidir nova estatal Ceitec
Com mais de 30 anos de experiência, Weichselbaumer trabalhou para empresas de ponta do setor na Alemanha e na Inglaterra e depois atuou durante uma década em empresas do Vale do Silício, na Califórnia. Ao empossar Weichselbaumer, hoje, o presidente Lula assinará decreto integralizando o capital do Ceitec, de R$ 42 milhões. A estatal tem sede em Porto Alegre. (págs. 1 e B1)
União Química vai produzir insulina no DF
Hidrovia Tietê-Paraná
Fluxo de câmbio volta ao azul
Caso Madoff
Ideias
O sul-africano Standard Bank monta fundo de 'private equity' e põe foco no Brasil, diz Centola (págs. 1 e C9)
Mercado de açúcar
Fundos vão às compras e elevam fatias acionárias
Ideias
EUA socorrem 9 milhões de mutuários
---------------------
http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
---------