A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quinta-feira, março 20, 2008
AÉCIO NEVES: EFEITO GÁS HÉLIO
A declaração partiu de Aécio, com Pimentel ao lado, após evento cultural em Belo Horizonte. "Eu endosso o que o governador falou", afirmou o prefeito de Belo Horizonte. Aécio disse ser "natural" que alguns se sintam "preteridos" diante da busca da aliança eleitoral PSDB-PT, que ele classificou como "ousada e inédita". O tucano afirmou que esperava haver "questionamentos" e que se trata de uma "aliança em favor da cidade", aprovada por quase "90% da população", e sem a preocupação de "atender a vaidade de A ou B". "Acho que será possível ampliarmos ainda mais essa aliança. Todos esses atores de alguma forma terão seu espaço, serão convidados a participar dela, mas aqueles que acharem que o caminho é outro terão o mais absoluto respeito", disse o governador tucano. Ele afirmou que a aliança que se busca "não é contra esse ou aquele partido, contra esse ou aquele ator político". Costa já vinha reagindo ao que chama de exclusão das lideranças políticas de Minas na tentativa de entendimento eleitoral que Aécio e Pimentel articulam. Fez reunião com potenciais candidatos e pré-candidatos à prefeitura, de vários partidos, e foi a Aécio também. Anteontem ele subiu o tom da crítica e fez isso publicamente, em um restaurante em Brasília, apoiado pelo vice-presidente José Alencar (PRB-MG). O ministro das Comunicações criticou a "exclusão" e ameaçou formar aliança que, entre outras siglas, teria PMDB, PRB e DEM. Potencial candidato ao governo mineiro em 2010, Costa luta contra suposta hegemonia política do PSDB e PT, especialmente porque Pimentel é outro potencial candidato à cadeira que Aécio ocupa hoje.
Lula
Costa confrontou Pimentel ao dizer que esteve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que ele não avalizou a aliança com o PSDB. Questionado sobre isso, Pimentel disse que não ia "polemizar com o ministro", a quem chamou de "amigo querido". "Não cabe ao presidente estar dando aval, ficar participando de negociação. Esse é um assunto que tem que ser resolvido entre nós que somos mineiros, e eu tenho certeza que o ministro Hélio Costa sabe disso e entende bem", disse. Governador e prefeito buscam criar a aliança tendo como candidato a prefeito um nome de partido neutro, do PSB. O nome até agora articulado é o de Márcio Lacerda, secretário de Desenvolvimento Econômico do governo mineiro e aliado político do ex-ministro Ciro Gomes (PSB-CE). PAULO PEIXOTO; da Agência Folha, em Belo Horizonte. 2003.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

TIBETE vs. CHINA: EXÍLIO vs. CIDADANIA
Preconceito
Jaeger diz que os tibetanos são bem tratados pelo governo indiano, mas como o número de exilados aumenta, começam a surgir diferenças com os indianos. “O governo indiano os trata muito bem, mas os indianos começam a ver o grande número de tibetanos que chegam e abrem negócios com o dinheiro que têm. Eles observam um povo de fora que está melhor que eles dentro do próprio país deles. Os tibetanos crescem rápido por aqui, trabalham muito e daí vem um certo preconceito por parte da população indiana mais pobre”, afirmou No Tibete, porém, a situação é bem diferente. Segundo relatos que recebeu de dois colegas monges, o gaúcho de Porto Alegre diz que a situação é delicada. “Nos monastérios, ninguém que tenha menos que 18 anos pode entrar para estudar. Você precisa de autorização para estudar lá”, disse. “E nas escolas da região, não ensinam a língua tibetana, apenas a chinesa.” Jaeger diz ainda que ouviu “boatos” de que os monges estariam sendo torturados e assassinados dentro dos monastérios pelo Exército chinês, por conta das revoltas recentes. “Mas ninguém sabe dizer, porque ninguém pode entrar ou sair de lá. E nos maiores, com mais de 500 monges, o governo cercou com o Exército”, afirmou, ainda segundo relatos de informantes tibetanos presentes no Tibete.
Futebol
Jaeger, que diz querer a felicidade de gremistas e colorados porque "ambos são irmãos, partes da mesma grande família humana", comentou o fato de ser brasileiro no monastério. "Eles realmente gostam de ver o Brasil nas Copas do Mundo. Se alguém quiser patrocinar eles com camisa do Brasil, eles iriam adorar", disse, rindo. Dani Blaschkauer* Do G1, em São Paulo. (*) colaborou Marianne Nishihata. 2003.
GOVERNO LULA: AS "PERMANENTES" MEDIDAS PROVISÓRIAS
Nas palavras de um ministro, o Planalto e o Congresso estão criando um clima de entendimento para fechar um acordo. O relator da proposta de emenda constitucional que trata das MPs, deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), estuda a adoção de um "trancamento disfarçado" da pauta e a extensão do prazo de tramitação das medidas (hoje de 120 dias). Hoje, após 45 dias sem ser votada, uma MP paralisa a pauta de votação da Câmara, por onde começa a tramitar. Enquanto não for votada, outras matérias não podem ser apreciadas. O governo quer manter a regra do trancamento, mas há debate para tentar amenizá-la. Uma possibilidade é dar às MPs regime de urgência. Ou seja, prioridade na pauta de votações dez dias após serem enviadas pelo Executivo. A inversão de pauta só ocorreria com um requerimento aprovado pela maioria absoluta da Câmara (257 votos) e do Senado (41). Outra proposta é a ampliação da vigência das medidas, garantindo um prazo maior para a votação no Senado. "A fórmula que mais está me agradando é a de manter claro o início da discussão pela Câmara, mas dando um prazo mínimo de 45 dias para o Senado. A tendência é aumentar um pouco mais o prazo de 120 dias, podendo ser em torno dos 150", diz Picciani. Na avaliação dos líderes, sobretudo os da oposição, a principal mudança deveria ocorrer na análise da MP pela Comissão de Constituição e Justiça. Defendem que a MP só tenha vigência caso fiquem comprovadas urgência e relevância. "Queremos sempre analisar a urgência e a relevância, o que não acontece hoje", afirma o líder do PSDB, José Aníbal. Folha de SP, em Brasília. 2003.