A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quinta-feira, outubro 22, 2009
MST: ''TRATORANDO'' MAIS UMA CPI ?
CPI do MST é criada para apurar repasses
CPI para investigar MST é criada no Congresso |
Autor(es): Evandro Éboli |
O Globo - 22/10/2009 |
Na última hora, governistas retiram 23 assinaturas, mas oposição apresenta mais 68 e consegue o número mínimo
BRASÍLIA. A CPI do MST foi criada ontem com a leitura do requerimento da oposição que pretende investigar repasse de dinheiro público para a entidade. Os ruralistas conseguiram assinaturas suficientes de deputados e de senadores para apresentar o pedido. O governo teria até a meia-noite de ontem para convencer parlamentares a retirar assinaturas. Às 23h50m, faltando dez minutos para o fim do prazo, os deputados Maurício Rands e Doutor Rosinha, ambos do PT, ainda entregaram um documento informando que 23 deputados da base aliada retiravam suas assinaturas. Mas, logo em seguida, ainda dentro do prazo, os oposicionistas Ronaldo Caiado (DEM-GO) e Onyx Lorenzoni (DEM-RS), autores do pedido de criação da CPI, apresentaram mais 68 assinaturas de deputados, e o requerimento passou a contar com 210 assinaturas. Com isso, já no início da madrugada de hoje, a Mesa Diretora do Congresso decretou a derrota dos governistas e confirmou a criação da CPI. Para apresentar o requerimento, são necessárias 171 assinaturas de deputados e de 27 senadores. Ao todo, 35 senadores assinaram o requerimento, e nenhum deles voltou atrás. Esta é a segunda tentativa da oposição de investigar o MST. No início de outubro, 43 deputados da base aliada retiraram seus apoios depois de terem sido pressionados pelo governo. Desde cedo, deputados da oposição apostavam ontem que o governo, desta vez, não conseguiria impedir o funcionamento da CPI, o que acabou se confirmando. Eles acreditam no efeito “trator” do MST, que foi flagrado utilizando uma dessas máquinas para destruir um laranjal na fazenda de uma empresa no interior de São Paulo. Essa imagem ganhou o país e gerou reações contrárias ao movimento. Até mesmo deputados do PT concordam que o episódio foi péssimo para imagem dos sem-terra, ainda que discordem da CPI. — Essa CPI é o sujo falando do mal lavado. Quem quer a CPI são latifundiários e grileiros de terra. E, do outro lado, um pessoal que invade fazenda e destrói inexplicavelmente plantação de laranja — disse Anselmo Jesus (PT-RO). Mais cedo, o deputado e ruralista Homero Pereira (PR-MT), um dos vice-presidentes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), disse acreditar que o governo não teria forças para impedir a criação da CPI. — Não há ambiente para evitar essa investigação. O MST não pode ficar impune e deixar o governo seu refém. Vamos apurar esse dinheiro, que é público. Quem não deve, não teve — afirmou Homero Pereira. Para o deputado Zé Geraldo (PT-PA), ligado ao movimento, o objetivo da oposição não é atingir o MST, mas o Incra. — Reforma agrária não se faz da noite para o dia. Uma coisa é assentar no Sul, onde o agricultor está habituado com a terra e tem outra formação. Outra coisa é no Norte, onde os assentados são pessoas que até então trabalhavam em garimpos e são analfabetos. De qualquer maneira, essa CPI, se instalada, será esvaziada — disse Zé Geraldo. ----------------
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ILHA DE VERA CRUZ (ELEIÇÕES 2010): STF & LULA
Um alerta contra o ''vale-tudo''
O Estado de S. Paulo - 22/10/2009 |
A Justiça Eleitoral está diante da obrigação de dizer se de algo terão servido as advertências do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes, sobre o imperativo de ela tomar posição em face do que chamou "esse tipo de vale-tudo", a acintosa campanha do presidente Lula em favor de sua candidata à sucessão, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, não só muito antes do prazo permitido, mas também com o uso - e abuso - da máquina federal e com dinheiro público. Na semana passada, numa operação especialmente montada para fazê-la compartilhar de sua popularidade no Nordeste, o seu reduto por excelência, Lula percorreu em 3 dias 11 cidades do norte de Minas, Bahia, Pernambuco e Ceará a pretexto de "fiscalizar" as obras de transposição do Rio São Francisco. O presidente subiu ao palanque, admitiu que fazia comício, deu uma entrevista depois da outra, disse que a sucessão deveria ser idealmente um embate entre "nós e eles", comentou que Dilma e o outro aspirante a candidato governista, deputado Ciro Gomes, também participante da caravana, "têm vocação para serem cantores solo" e fez ironia com o presidenciável tucano José Serra. Falou o que quis, porque quis, quando quis. Com a sem-cerimônia de costume, nem se preocupou em disfarçar o caráter político-eleitoral da viagem em que se vangloriou sem cessar de ter posto em marcha "uma das maiores obras do mundo". Além disso, houve sorteio de casas, comilança e cantoria. "Nem o mais cândido dos ingênuos acredita que isso é uma fiscalização de obras", apontou Gilmar Mendes. Ele se guardou de julgar se "apresentar alguém como candidato em atividades de governo é compatível com a Constituição". Mas não deixou dúvida sobre a sua convicção de que a Justiça Eleitoral tem de discutir a questão, respondendo, por exemplo, se é lícito "transformar um evento rotineiro de governar em um comício". Exortou a Procuradoria-Geral Eleitoral e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a comparar "como se fiscalizava obra antes, como se está a fiscalizar agora". O ministro não ignora que todo governo tem uma vantagem de partida sobre a oposição - "mais-valia natural", nas suas palavras - em matéria de exposição de seus candidatos. Mas caberia às leis e aos tribunais, por isso mesmo, defender a igualdade de oportunidades eleitorais, coibindo os abusos dos poderosos de turno. Nesse ponto, o País está malservido. A legislação eleitoral e a jurisprudência focalizam apenas as condutas dos candidatos e autoridades a partir do início oficial das campanhas. "Em ano pré-eleitoral", diz o presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, "é muito difícil separar o que é ação de governo e o que é propaganda eleitoral antecipada." Para ele, "considera-se que ninguém está pedindo voto porque não há candidato formal". O argumento desconsidera que Dilma é a candidata notória do presidente e que, desde o ano passado, ele trabalha ostensivamente para promovê-la. Há formas e formas de pedir votos para alguém. Em fevereiro, Lula aproveitou a realização, em Brasília, de um Encontro Nacional de Prefeitos para cobrir Dilma de elogios. A oposição acionou o TSE - e perdeu. "Não há provas de que o evento tenha tido finalidade de cunho eleitoral", entendeu o relator do caso, Arnaldo Versiani, apoiado pela unanimidade dos seus pares. Recentemente, a oposição foi de novo derrotada, também por falta de provas, ao recorrer contra o programa eleitoral do PT que apresentou Dilma em contexto "triunfal". O ministro Britto diz que os pedidos eram inconsistentes e insuficientemente documentados. Anteontem uma nova representação - a sexta do gênero - deu entrada no TSE, agora para condenar o presidente e a ministra pelo uso do poder político e recursos públicos na caravana eleitoral às margens do São Francisco. Fica difícil imaginar que outras provas, além das irrefutáveis evidências trazidas pelo noticiário, a Justiça precisa desta vez para reconhecer o ilícito cuidadosamente planejado. Se não o fizer, estará dando carta branca para o presidente reincidir no abuso, porque não será o senso ético que o deterá. "O governo Lula", diz o ministro Gilmar Mendes, "testa os limites de tolerância da Justiça Eleitoral." Resta esperar que sejam menos amplos do que o retrospecto sugere. ------------- |
ELEIÇÕES 2010 [In:]
O acordo PT-PMDB
Folha de S. Paulo - 22/10/2009 |
Compromisso entre os partidos para 2010 indica força do lulismo, apesar da dianteira da oposição nas pesquisas eleitorais FOI SELADO na noite de anteontem, em jantar oferecido pelo presidente Lula no Palácio da Alvorada, o pré-compromisso entre PT e PMDB visando às eleições de 2010. Nos termos do que foi conversado, além da coligação formal entre as legendas, o partido representado pelo presidente da Câmara, Michel Temer (SP), deverá ficar com a vaga de vice na chapa da situação. ------------ |
ILHA DE VERA CRUZ (ELEIÇÕES 2010) [In:] VALE-VOTO
Bilhões para a campanha
O Estado de S. Paulo - 22/10/2009 |
O governo e seus aliados continuam trabalhando energicamente para montar um bom orçamento de campanha, feito sob medida para a gastança eleitoral do próximo ano. Para facilitar a execução da tarefa, os governistas conseguiram entregar a relatoria da proposta orçamentária ao senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo. O esforço tem produzido resultados admiráveis. Jucá propõe acrescentar R$ 14,76 bilhões à previsão de receita. Se a ideia for aprovada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá mais dinheiro para investir nas candidaturas de seu interesse, a começar, naturalmente, pela da ministra Dilma Rousseff, se ela se mantiver na corrida. O governo tem recorrido a dois expedientes para ampliar a gastança em 2010. Um deles é a redução da meta fiscal. Ao descontar do cálculo do superávit primário os principais programas de investimentos, o Executivo de fato aumenta suas possibilidades de gastos. Formalmente manterá o compromisso de obter um superávit primário equivalente a 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Na prática, o resultado será bem menor, por causa das deduções. O último lance, nessa parte do jogo, foi a inclusão do Minha Casa, Minha Vida no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Com o desconto de mais esses investimentos e a adição de R$ 14,76 bilhões à previsão de receita, o potencial de gastos adicionais em 2010 chega a R$ 22,6 bilhões. O segundo expediente é o aumento da arrecadação estimada. Parte do acréscimo, cerca de R$ 3,7 bilhões, virá da tributação do capital estrangeiro aplicado em ações e em papéis de renda fixa. A cobrança de 2% de IOF sobre esse dinheiro entrou em vigor na terça-feira. Outros R$ 6,4 bilhões deverão vir da inclusão de mais depósitos judiciais na receita primária, isto é, não financeira. Hoje o governo pode incluir na arrecadação os depósitos correspondentes a pendências tributárias. Com a aprovação da Medida Provisória 468, poderá contar como arrecadação também os valores não tributários. O governo poderá dispor também de recursos de outras fontes. Empresas exportadoras terão de pagar, em prestações, o Imposto sobre Produto Industrializado correspondente ao crédito fiscal usado indevidamente durante anos. O débito foi caracterizado com base na decisão do Supremo Tribunal Federal contra a pretensão das empresas. As parcelas previstas para 2010 deverão proporcionar uma arrecadação estimada em R$ 4,5 bilhões. O resultado deverá incluir outros ajustes menores. A maior parte dessa receita adicional será temporária. Por exemplo: a tributação do capital estrangeiro aplicado em ações e em papéis de renda fixa será eliminada, presumivelmente, num prazo não muito longo. O IOF de 2% terá um efeito limitado sobre o câmbio ? objetivo principal da cobrança desse tributo, segundo a explicação oficial. A tendência de valorização do real provavelmente se manterá a médio prazo. No entanto, os danos causados por esse aumento do imposto deverão acumular-se e causar sérios incômodos em pouco tempo. O financiamento da dívida pública ficará mais caro e a capitalização das empresas brasileiras no mercado nacional será prejudicada. Em contraste, os gastos adicionais programados para 2010 serão em grande parte permanentes. É muito difícil a redução das despesas com a folha de salários e encargos. O governo federal já elevou os vencimentos em 2009 e provavelmente concederá novos aumentos no próximo ano, porque não terá disposição política para resistir às pressões. Da mesma forma, o aumento das transferências de renda por meio dos programas sociais, como o Bolsa-Família, será convertido num compromisso de longo prazo. Só haverá alguma liberdade para se mexer nesses benefícios quando a política de subsídio aos pobres incluir uma segunda etapa ? a fase de saída, por meio da educação e da ampliação das oportunidades de trabalho produtivo para os assistidos. A caravana eleitoral na Bacia do São Francisco e outros atos semelhantes comandados pelo presidente Lula são apenas a parte mais ostensiva da campanha iniciada pela cúpula do governo. Menos visível para a maioria das pessoas, mas até mais importante por suas consequências, é o afrouxamento cada vez mais perigoso da política orçamentária. Os efeitos da gastança poderão prejudicar o País durante muitos anos. ------------ |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
22 de outubro de 2009
O Globo
Manchete: Contra novas invasões, PM ataca facção em 10 morros
Pelo quarto dia consecutivo, a Polícia Militar fez ontem operações em favelas do Rio, agora em dez comunidades controladas por traficantes da facção responsável pela invasão do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, que resultou na derrubada de um helicóptero da corporação no sábado. Nas ações de ontem, os policiais mataram sete suspeitos, aumentando para 33 o números de vítimas desde a queda da aeronave. "Vamos sufocar esses traficantes sem dar trégua. É botar a mão no fuzil e cair pra dentro. A.sociedade quer respostas. Vamos caçar esses bandidos, disse o coronel Marcus Jardim, comandante do 1º Comando de Patrulhamento de Área (CPA). A estratégia da polícia é continuar atacando todas as favelas da facção que abateu a aeronave para tentar prender os responsáveis pelo ataque. O confronto mais violento do dia foi na Vila Cruzeiro, uma das favelas do Complexo do Alemão, na Penha, reduto do traficante Fabiano Atanázio da Silva, o FB - que comandou a invasão ao Macacos. A cúpula de Segurança Pública do estado se reuniu ontem, durante quatro horas, para discutir e analisar as ações dos últimos confrontos com os traficantes. (págs. 1, 12 a 15, Míriam Leitão e Ancelmo Góis)
Policiais roubam tênis de assassinado
Prioridade para os jovens em transplantes
Lula diz que 'inaugurações' só começaram
Programa de FH também vira PAC
Publicidade oficial cresce com eleições
CPI do MST é criada para apurar repasses
Enade: fotos mostram provas sem lacre
A Polícia Rodoviária Federal divulgou fotos comprovando que não estavam lacradas as quatro caixas com provas do Enade apreendidas numa blitz de rotina no Rio. O MEC e o consórcio Consulplan, contratado para aplicar o Enade, haviam divulgado que o material estava lacrado. Apesar disso, o ministério decidiu manter a prova no dia 8 de novembro, pois avalia que o sigilo das questões não foi violado. Projeto aprovado na Câmara torna obrigatório que todos os professores do ensino básico, inclusive os de creches, tenham diploma universitário e licenciatura. Hoje, 722 mil professores não têm curso superior. (págs. 1 e 3)
Foto legenda: Provas do Enade transportadas numa caminhonete parada pela Polícia Rodoviária Federal, no Rio: caixas abertas e sem lacre de segurança
Dólar: Mantega já fala em novas medidas
Recorde de crianças vacinadas
Rio terá mais turistas que vêm de navios (págs. 1 e 19)
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Folha de S. Paulo
Manchete: No Brasil, Cristo teria de se aliar a Judas, diz Lula
Em entrevista exclusiva, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que nenhum dos vencedores das eleições de 2010 poderá fazer um governo "fora da realidade política". "Se Jesus Cristo viesse para cá e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão."
O presidente afirmou não ter relações de amizade com políticos acusados de corrupção e classificou a manutenção de José Sarney (PMDB-AP) na presidência do Senado como "questão de segurança institucional".
Lula defendeu, ainda, a candidatura de Dilma Rousseff (Casa Civil) e disse não ver nada de errado na participação da ministra em visitas a obras. Para o presidente, a imprensa tem de "informar", não fiscalizar o poder: "Para ser fiscal, tem Tribunal de Contas da União, Corregedoria-Geral da República, um monte de coisas".
O presidente também criticou a reação de empresários à crise ("alguns setores colocaram o pé no breque muito rápido") e negou ter desistido de tributar os saldos mais altos na poupança. Segundo ele, a taxação do capital externo será mudada se não der certo. (págs. 1 e Brasil)
Foto legenda: Lula dá entrevista na sede provisória do governo, em Brasília
Clóvis Rossi
Fiscalização deu lugar ao gozo do poder
Que Lula foi, a partir da vitória de 2002, uma "metamorfose ambulante" nem precisava que ele o dissesse. O triste é ele passar da metamorfose à rendição a uma realidade política horrorosa.
Dá para entender por que o presidente prefere que a imprensa não fiscalize o poder, só informe. Lula e seu partido trocaram a fiscalização do tempo de oposição pelo gozo do poder. (págs. 1 e A2)
Foto legenda: Tiro no escuro
Negociadores do Irã aceitam proposta para acordo nuclear
O texto tem de ser ratificado pelo Irã até amanhã. Se fechado, o acordo reduzirá o temor de que o país obtenha a bomba atômica. (págs. 1 e A22)
Belluzzo critica medidas do BC para segurar o câmbio no país
Por unanimidade, o Copom manteve a taxa básica de juros em 8,75% ao ano. A taxa é apenas referencial - os juros de mercado são bem mais altos. (págs. 1, B4 e B5)
Adolescentes e crianças vão ter prioridade em transplante
"Eles receberão órgãos de doadores da mesma faixa etária antes dos demais pacientes", disse Alberto Beltrame, secretário de Atenção à Saúde. Também será permitido transplante entre pessoas com doenças transmissíveis brandas. (págs. 1 e C11)
Brasil denuncia à OEA tortura em Honduras
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo propõe livrar da prisão pequenos traficantes
O governo vai propor ao Congresso mudanças na lei antidrogas para livrar pequenos traficantes da cadeia, informa o repórter Felipe Recondo. Quem for flagrado vendendo pequena quantidade de droga, estiver desarmado e não tiver ligação com o crime organizado seria condenado a penas alternativas. A intenção é evitar que essas pessoas sejam cooptadas nos presídios pelos grupos criminosos, além de permitir que a polícia concentre a repressão nos grandes traficantes. "Isso não é bondade ou leniência com o tráfico de drogas. É estratégia", disse o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Pedro Abramovay. Pesquisa encomendada pelo ministério mostra que 66,99% dos presos por tráfico são réus primários e têm bons antecedentes. Apesar disso, o Superior Tribunal de Justiça nega liberdade provisória em 80% dos casos que chegam à corte. As mudanças propostas não vão incluir a descriminalização das drogas. (págs. 1, C1 e C3)
PM mata 8 em favelas cariocas
Uma ofensiva da Polícia Militar em dez favelas dominadas pelo Comando Vermelho em vários morros do Rio deixou oito mortos e resultou na prisão de 17 pessoas. Desde sábado, conflitos entre traficantes e destes com a polícia já mataram 34 pessoas. (págs. 1 e C4)
Drama: O medo no Rio tem um rosto
Maiá Gonçalves, de 12 anos, não voltou para casa depois da aula. Em pânico durante tiroteio na Vila Cruzeiro, zona norte do Rio, ela só chorava e segurava a mão de um desconhecido num bar. Maiá simboliza o medo dos cariocas em meio à nova demonstração de força dos traficantes. (págs. 1 e C4)
Ministro diz que IOF só serve para arrecadar
Relator muda regra de royalties
A proposta do relatar de elevar de 10% para 15% a alíquota dos royalties na exploração de petróleo do pré-sal e reduzir de 40% para 15% a parcela destinada. A União irritou o governo e adiou a votação do parecer na comissão que avalia a proposta. (págs. 1 e B13)
Foto legenda: Pará: madeira barrada pela comunidade
Crianças terão prioridade nas filas de transplante
Em pré-acordo, Irã aceita enviar à Rússia seu urânio
Instalada CPI para investigar repasses de verba ao MST
Direto Da Fonte: Parceria inusitada
Notas e Informações: Bilhões para a campanha
'Estado' sob censura há 83 dias. (pág. A11)
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Jornal do Brasil
Manchete: Fuzis das Farc a caminho do Rio
Coletes à prova de bala na Copa de 2010
Os problemas de violência na África do Sul têm assustado países que estarão por lá durante a Copa do Mundo de futebol. O programa de proteção da seleção da Alemanha sugeriu que seus jogadores só deverão deixar os hotéis acompanhados por guarda-costas e vestindo coletes à prova de balas. Os sul-africanos têm o maior índice de assassinatos do planeta. A CBF não pretende mudar a segurança dos jogadores brasileiros. (págs. 1 e Tema do dia A2 e A3)
BC mantém juro em dia de recuperação de choque
Foto legenda: Obama no bambolê
Novas regras para transplantes
Educar e inovar: desafios do país
Coisas da política
Anna Ramalho
Informe JB
Editorial
Sociedade Aberta
Ministro da Saúde
Temos avanços na qualidade dos nossos médicos. (págs. 1 e A9)
Sociedade Aberta
Cientista político
Mercosul: os erros de quem é contra a adesão da Venezuela. (págs. 1 e A9)
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Correio Braziliense
Manchete: Brasiliense vive três anos a mais
Presa por forjar o próprio seqüestro
A resposta da polícia: investigação “embrionária”
Política econômica: Compulsório vai manter juros baixos
Rio ganhou R$ 200 mi no combate à violência
Saúde: GDF chama mais 814 concursados
Caso HRAN: Dentistas vão tentar corrigir um absurdo
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Valor Econômico
Manchete: Bancos disputam clientes para o boleto eletrônico
Não se trata apenas de economizar com o custo de impressão e postagem do título de cobrança em papel - esse é o impacto menos relevante da novidade. Os bancos que conseguirem registrar o maior número de clientes em seu DDA terão maior poder de barganha para negociar a gestão do caixa de empresas, o que inclui o sistema de cobrança. (págs. 1 e C1)
Brasil corta licenças para importados da Argentina
Há quase um ano, a Argentina decidiu tornar não automáticas várias licenças de importação de produtos brasileiros sob a alegação de proteção à indústria local. A produção de bens da Argentina não aumentou e sim o de itens vendidos por terceiros países naquele mercado. (págs. 1 e A5)
Minas entra no desenho da sucessão com Costa
Se o candidato da oposição for o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), líder de todas as pesquisas eleitorais, os candidatos a vice-presidente cogitados por Lula são o presidente da Câmara, Michel Temer, ou o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, recém-filiado ao PMDB. O presidente acredita que os dois compõem com Dilma
"boa fotografia" para disputar a Presidência.
Na cúpula do governo, o raciocínio é que Dilma tem de chegar a março com pelo menos 20% das intenções de voto, mas não muito mais do que isso. Se ela tiver 30%, o governo crê que Serra poderá desistir da disputa. Lula prefere Serra a Aécio como rival da ministra. (págs. 1 e A10)
Foto legenda: Nova faixa de disputa
Garantia ameaça obras no Madeira
Sem que o fundo seja regulamentado e colocado em prática, as empresas privadas que fazem parte dos consórcios têm de apresentar as garantias que caberiam à estatal. Por falta de garantias, a Santo Antônio Energia pode ficar sem condição de receber a parcela de pagamento do BNDES prevista para novembro, de R$ 850 milhões. O consórcio Energia Sustentável do Brasil, que controla Jirau, deve sacar R$ 600 milhões ainda nesta semana, mas pode ter comprometido o próximo saque, em janeiro. (págs. 1 e A3)
Frigorífico quer vender carne com marca
O esforço é para convencer o lojista a assumir a "grife" Bertin ou Swift no açougue, que passa a ser caracterizado com a marca estampada nas bandejas dos produtos. A meta é chegar a 200 lojas Bertin e 248 Swift até o fim do ano. Segundo o JBS, ao adotar o nome Swift para carnes o giro nessas lojas subiu 45%. (pág.B6)
Governo do México eleva impostos e corta gastos para sair da crise (págs. 1 e A15)
Fabricantes de alimentos como a Café Bom Dia agregam valor para elevar exportações, diz Sydney Marques (págs. 1 e B16)
Aquecimento global
Sinais de recuperação
Shopping popular
Brasil ganha espaço na VW
Selic fica nos 8,75%
Prefixados perdem no mês
Ideias
Ideias
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