A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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segunda-feira, junho 25, 2007
RENAN CALHEIROS: UMA SAÍDA À FRANCESA?
RENAN CALHEIROS vs SIBÁ: CAPITÃO DA FROTA vs MARUJO

RENAN CALHEIROS: QUEM TEM AMIGOS, TEM TESOUROS...
O presidente do Conselho de Ética do Senado, Sibá Machado (PT-AC), ainda não encontrou um nome para substituir o senador Epitácio Cafeteira (PTB-MA) na relatoria do processo contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Sibá passou o final de semana no Acre, mas manteve contatos telefônicos em busca de um nome para o cargo. Desde a semana passada, Sibá vem encontrando dificuldades para achar o substituto de Cafeteira. Diante do impasse, o senador não descarta repassar aos líderes da base aliada a escolha do novo relator. Sibá adiantou que os aliados têm preferência no cargo uma vez que o relator original do processo integra a base de sustentação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os aliados de Renan não cobram pressa para a escolha do relator. A estratégia de parte do peemedebistas é adiar ao máximo o processo e dessa forma tirar Renan do foco das denúncias. Renan é acusado de usar o lobista Cláudio Gontijo, da Mendes Júnior, para pagar o aluguel e a pensão de Mônica, com quem tem uma filha fora do casamento. Para comprovar que seus ganhos eram compatíveis com os pagamentos, Renan apresentou documentos que apontam para um ganho de R$ 1,9 milhão, nos últimos quatro anos, com a venda de gado. Reportagem do "Jornal Nacional" lançou suspeita sobre esse ganho. A reportagem contestou autenticidade das notas fiscais de venda de gado apresentadas pela defesa de Renan. O Conselho de Ética pediu para a Polícia Federal periciar a autenticidade dos documentos apresentados por Renan. A perícia verificou que Renan entregou notas fiscais com indícios de fraude, além de documentos que apresentam, entre si, uma "diferença" de 511 cabeças de gado na venda declarada, cerca de R$ 600 mil, quase um terço do que ele afirma ter ganho com atividades agropecuárias desde 2003. Por outro lado, a oposição espera que Sibá escolha o substituto de Cafeteira o mais rápido possível para que o processo tenha prosseguimento no conselho. Sibá disse que só vai dar prosseguimento à representação contra Renan depois da escolha do novo relator. O líder do PMDB no Senado, Valdir Raupp (RO), se ofereceu para relatar o processo contra Renan. Raupp, no entanto, é suplente do conselho. Para assumir a relatoria, teria que substituir em definitivo um dos senadores do partido no Conselho de Ética. Na semana passada, o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) chegou a assumir a relatoria do processo por menos de 24 horas. Salgado voltou atrás depois que o conselho decidiu adiar mais uma vez a votação do relatório de Cafeteira --que inocenta Renan das denúncias de que teria recebido dinheiro da empreiteira Mendes Júnior para pagar pensão alimentícia à jornalista Mônica Veloso. O senador Eduardo Suplicy (PT-SP) também disse estar disponível para a função. Mas há resistências sobre o nome do petista uma vez que Suplicy vem cobrando maiores investigações sobre Renan. No relatório de Cafeteira, não foram incluídas as denúncias de que o presidente do Senado teria fraudado notas fiscais para comprovar rendimentos com a venda de gado em Alagoas. Gabriela Guerreiro, da Folha Online, em Brasília.
ANGRA DOS REIS 3: SOLUÇÃO ENERGÉTICA?

JOAQUIM RORIZ: UM "GOL" DE PLACA?

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Ministro anuncia acordo que reduzirá preço de remédio anti-Aids. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nesta segunda-feira que irá assinar com o laboratório Abbott um documento de redução voluntária do preço do medicamento Kaletra, que integra o coquetel anti-Aids. Segundo o ministro, que participa de sabatina da Folha, o acordo irá diminuir o preço do produto em 30%. Esta seria a segunda vez que o laboratório reduz voluntariamente o preço do Kaletra --a primeira foi em 2005. A data para a assinatura do documento não foi confirmada. Folha Online, Gabriela Manzini.
PAC-PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO & LEI DE LICITAÇÕES
Aposta do governo Lula para embalar seu Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a reforma da Lei de Licitações - alteração de 20 artigos da Lei 8.666/93 - é insuficiente para evitar fraudes e desvios como aqueles que a Operação Navalha atribuiu à Gautama, empreiteira de Zuleido Veras com trânsito aberto em ministérios, secretarias, governos estaduais e prefeituras. O alerta é de procuradores que atuam no combate à improbidade e atos lesivos ao Tesouro. As construtoras menores, rotineiramente alijadas de grandes contratos, também se rebelam. Denunciam os “editais criativos”, que restringem participação de maior número de concorrentes.O texto original do Executivo, com aval do Palácio do Planalto, sofreu alterações na Câmara, que aprovou nova redação, o substitutivo 32/07. No Senado, em regime de urgência, o projeto também foi alterado, antes de passar pela Comissão de Constituição e Justiça. Deve ir a plenário nos próximos dias, apesar da forte pressão exercida por empreiteiras, de olho no grande baú de obras públicas que o PAC promete abrir na praça. “O projeto que a Câmara aprovou deixa algumas brechas que facilitam fraudes e irregularidades”, adverte o procurador de Justiça João Francisco Viegas, coordenador das promotorias da Cidadania e da Justiça, braço do Ministério Público de São Paulo que investiga corrupção.O projeto 7709/07, de autoria do Executivo, previa o uso do regime de pregão eletrônico na contratação de obras, mas sem referência de valores. Na Câmara esse valor foi fixado em R$ 340 mil no Projeto de Lei Complementar 32. “É uma limitação absurda porque insignificante para uma obra”, avalia o procurador. Na CCJ do Senado, no entanto, o valor do pregão subiu para R$ 3,4 milhões. “É bem mais razoável”, calcula Viegas. “Só se resolve esse problema de licitações no Brasil se tivermos uma lei que defina objetivamente as exigências financeiras e técnicas no edital”, sustenta o empresário Luciano Franco Barreto, ex-presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Sergipe. Sua construtora, a Celi, mantém contratos com o poder público - um viaduto em Aracaju, orçado em R$ 15 milhões, uma adutora de R$ 37 milhões e ampliação do centro de treinamento do Senai, no Rio, por R$ 12 milhões. “É uma luta antiga por coisas simples. Quem legisla não quer dizer que está agindo de má fé. Mas do jeito que está desestimula o crescimento das pequenas e médias empresas. O governo coloca condições mais difíceis de serem atendidas pelo mercado. Acaba dando margem à improbidade. ”O novo texto, que será submetido ao plenário do Senado, adota o pregão, que passará a ser obrigatório para todas as licitações do tipo menor preço cujo valor estimado seja de até R$ 3,4 milhões para obras e R$ 85 milhões para compras e serviços. Valores superiores seguem sendo licitados pelo sistema tradicional. O pregão também poderá ser utilizado nas licitações internacionais. Os editais serão divulgados inclusive pela internet. A ação de testas-de-ferro poderá ser coibida. Os laranjas são usados por empresas impedidas de fechar contrato com a administração. Também será disponibilizado aos Estados, Distrito Federal e municípios o Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores, que aponta a lista de construtoras que descumpriram contratos com a União. O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), relator do projeto, propôs regras mais duras. Uma dá poderes aos tribunais de contas para aplicarem diretamente as penalidades de suspensão do direito de licitar e de contratar com a administração quando comprovados desvios de empresas. Para o relator, se essa norma já estivesse em vigor, o escândalo da empreiteira Gautama poderia ter sido evitado. Jarbas propôs o restabelecimento do prazo médio para recursos em 5 dias, ao contrário dos dois dias propostos pela Câmara, para que as empresas tenham condições de recorrer ou se defender. As empresas que fizerem negócio com o Estado superior a R$ 34 milhões poderão ser obrigadas a oferecer garantia de até 10% do valor do contrato. O relator avalia que isso tornará “mais fácil indenizar a administração no caso de empresas que assumirem contratos de grandes obras e deixarem de cumpri-los”. João Francisco Viegas; Procurador de Justiça “O projeto que a Câmara aprovou deixa algumas brechas”. Luciano Franco Barreto; Empresário “Só se resolve esse problema de licitações no Brasil se tivermos uma lei que defina objetivamente as exigências financeiras e técnicas no edital”. Estadão, Fausto Macedo.
RENAN CALHEIROS [In:] UMA VERÔNICA NO SEU CALVÁRIO
