A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************
“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
----
''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
=========valor ...ria...nine
folha gmail df1lkrha
***
quinta-feira, setembro 13, 2012
MINISTÉRIO DE CULTURA...
CULTURA
As sandálias da humildade

''ANDAR COM FÉ EU VOU/ QUE A FÉ NÃO COSTUMA FAIÁ..." *
Russomanno usa estrutura da Universal na campanha
DE SÃO PAULO
Luiza Bandeira/Folhapress | ||
![]() | ||
Kombi da campanha do candidato Celso Russomanno (PRB) em frente ao templo da Igreja Universal |
'TÁ RUSSO, MANO !!! (... ou Cumpanhêru)
Haddad cresce entre petistas sem tirar votos de Russomanno neste eleitorado
Autor(es): Por Raphael Di Cunto | De São Paulo |
Valor Econômico - 13/09/2012 |
Mesmo com a maciça exposição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na propaganda eleitoral de TV e rádio do candidato petista à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, Celso Russomanno (PRB) continua com a preferência de cerca de um terço dos eleitores que têm o PT como partido favorito. Segundo o Datafolha, Russomanno oscilou positivamente de 29% para 33% entre os simpatizantes da sigla depois de um mês e meio de horário eleitoral.
Já Haddad, que era desconhecido de grande parte da população antes do horário eleitoral, cresceu no eleitorado que tem o PT como partido de preferência. Foi de 15% em 19 e 20 de agosto para 44% na pesquisa divulgada ontem. O crescimento, porém, desacelerou - ele subiu 19 pontos percentuais na primeira semana de propaganda na TV e apenas 4 pontos percentuais nas outras duas. A margem de erro é de 6 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Para o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Marco Antônio Carvalho Teixeira, especialista em Ciência Política, a queda de ritmo deve-se à pouco atenção à propaganda eleitoral. "Tradicionalmente, há um arrefecimento no interesse da população pelo horário eleitoral depois dos primeiros dias, que só volta no calor da eleição, a cerca de duas semanas do fim. Antes disso é difícil ocorrerem grandes viradas", afirma.
O PT, entretanto, dá mostras de já estar conformado com a perda de parte desse eleitorado no primeiro turno. Ex-presidente do partido e réu no mensalão, José Dirceu deixou de lado o discurso de que a legenda sempre alcança mais de 30% dos votos em São Paulo e escreveu em seu blog anteontem que Haddad deve se esforçar para conquistar o apoio de mais de dois terços do eleitorado petista da cidade - que, diz o Datafolha, é de 25% dos paulistanos.
Para atrair esse público, o partido conta com a ex-prefeita e senadora Marta Suplicy (PT), a presidente Dilma Rousseff e Lula. As duas primeiras entraram na campanha há menos de uma semana e ainda não tiveram a participação aferida pela pesquisa. Já Lula, apesar de estar quase tão presente na TV e no rádio quanto Haddad, participou do primeiro evento público anteontem e fará mais duas carreatas no fim de semana, além de um almoço com governadores do Nordeste.
A intensa agenda visa tirar Haddad da terceira colocação e levá-lo ao segundo turno. De acordo com o Datafolha divulgado ontem, Russomanno continua na liderança, com 32% das intenções de voto - oscilou três pontos percentuais para baixo em relação à pesquisa anterior, feita em 3 e 4 de setembro.
Já José Serra (PSDB) caiu um ponto, de 21% para 20%, e Haddad subiu um ponto, de 16% para 17%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, o tucano e o petista estão tecnicamente empatados. Em quarto lugar, longe da briga para disputar o segundo turno, estão Gabriel Chalita (PMDB), com 8%, e Soninha Francine (PPS), com 5%.
Russomanno minimizou a queda. "Estou muito feliz, porque a queda está dentro da margem de erro, então não houve queda", disse. Haddad ironizou o adversário tucano e disse que, com o novo aumento de rejeição, "daqui a pouco [Serra] não vai poder circular pela cidade". "A população repudia o estilo dele de fazer política", afirmou.
O número de eleitores que dizem não votar em Serra chegou a 46% dos paulistanos - é, de longe, o candidato com maior rejeição na disputa. A rejeição de Russomanno subiu de 12% para 16% e Haddad foi de 18% para 19%. O candidato do PRB venceria ambos em um provável segundo turno, segundo o Datafolha. Ganharia do tucano por 57% a 30% e do petista de 54% a 31%. Haddad venceria Serra por 46% a 39%.
Serra não quis comentar a pesquisa, mas disse que "é lógico" que continua confiante de que irá ao segundo turno. O tucano criticou a estratégia petista de usar a presidente na campanha. "Ela [Dilma] vem meter o bico em São Paulo, vem dizer para os paulistas como é que eles devem votar. Ela, que mal conhece São Paulo, vem aqui dar o seu palpite", reclamou. (com agências).
-----------------
|
O DIABO CALÇA ''CHRISTIAN LOUBOUTIN'' *
Marta: 'Lula é um deus; Dilma é bem avaliada, e eu tenho apelo'
Autor(es): Maria Lima |
O Globo - 13/09/2012 |
Negativas. Marta deixou Senado e negou que ministério foi prêmio por seu apoio a Haddad: "Quem me conhece sabe que eu não me prestaria a isso"
Ailton de Freitas
------------
BRASÍLIA
Atropelada na sua pretensão de disputar a prefeitura de São Paulo pela presidente Dilma Rousseff e pelo ex-presidente Lula, a futura ministra da Cultura, senadora Marta Suplicy (PT-SP), não se faz de rogada e considera que poderá, agora, fazer a diferença para levar o petista Fernando Haddad para o segundo turno. A petista garantiu que vai continuar fazendo campanha para Haddad aos sábados e domingos, e mandou um recado para os adversários: o trio formado por ela, Dilma e Lula é muito forte.
- O trio Lula, Dilma e Marta é muito forte. O Lula é um deus! Dilma é bem avaliada, e eu tenho o apelo de quem fez. Então, com a entrada desse trio, vai dar certo. Eu combinei que ia entrar na hora (certa), e agora estou entrando. Russomanno tem votos um pouco dele, de petistas, de martistas, de gente insatisfeita com o Serra e de eleitores que não sabiam quem era Haddad e (Gabriel) Chalita (candidato do PMDB). Vou tentar recuperar os votos de petistas e martistas - afirmou Marta, ex-prefeita da capital.
Gastar sola de sapato
Sete meses depois de ver abortado pela cúpula petista seu projeto de tentar um novo mandato na prefeitura, Marta não só ganhou um ministério - que desejava desde o início do governo Dilma - como agora é paparicada pela mesma cúpula petista e pelo comando da campanha de Haddad para que reforce o palanque do PT na capital paulista.
Marta nega, porém, que esteja se sentindo vingada agora. Altiva, reforça ela própria a importância de sua participação na campanha do ex-ministro Fernando Haddad:
- Não passa por aí (se sentir vingada). Eu fiquei triste na hora que aconteceu e não escondi de ninguém. Sempre disse: na hora que eu achar que eu faço diferença, vou estar lá. Falei para o Haddad para primeiro gastar sola de sapato conhecendo bem a cidade, e na hora que fizer a diferença eu entro. E vi nas carreatas que já começou a fazer a diferença.
A senadora minimizou ainda as interpretações de barganha pelo cargo em troca do apoio a Haddad:
- Sempre iriam fazer essas insinuações mesmo. Mas quem me conhece sabe que eu não me prestaria a isso.
--------------------
(*) Sapatos com solado vermelho, para combinar com os "Prada" (indumentária básica da senadora). ----- |
'TÁ RUSSO, MANO !!!
Um torpedo na campanha de Haddad
Saia justa na campanha de Haddad |
Autor(es): JOÃO VALADARES |
Correio Braziliense - 13/09/2012 |
Um flagrante do repórter fotográfico Iano Andrade mostra a senadora Marta Suplicy (PT-SP) numa saia justa. Ela exibe à colega Lídice da Mata (PSB-BA) e-mail no qual o suplente dela, Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP), é classificado como "evangélico" e "homofóbico". A mensagem, que explicita o temor de ele assumir a relatoria de projeto de lei para criminalizar a homofobia, pode jogar por terra toda a engenharia política de Lula e Dilma para tentar conseguir votos de evangélicos, considerados cruciais para levar Fernando Haddad ao 2º turno na eleição para prefeito de São Paulo
Marta Suplicy tenta evitar que o suplente, evangélico, assuma a relatoria de projeto contra a homofobia. Intervenção foi pedida por militantes via e-mail e pode prejudicar as relações do candidato petista em São Paulo com o segmento religioso
Na despedida do Senado, Marta Suplicy (PT-SP) demonstrou preocupação com o suplente, o vereador Antônio Carlos Rodrigues (PR-SP), ao mostrar à senadora Lídice da Mata (PSB-BA), pelo celular, um e-mail que classifica o sucessor como "evangélico e homofóbico". A mensagem, segundo a senadora baiana, foi encaminhada a Marta por um grupo que defende o direto dos homossexuais. De maneira involuntária, a petista — indicada ao Ministério da Cultura após um arranjo eleitoral em troca do apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) em São Paulo — pode colocar por água abaixo a tentativa do partido de conseguir votos dos evangélicos na reta final do primeiro turno. No e-mail, há uma clara tentativa de evitar que Antônio Carlos assuma a relatoria do projeto que tem como objetivo criminalizar a homofobia no Brasil. Marta era a relatora da matéria.
A primeira frase do e-mail, registrado pelo fotógrafo do Correio Iano Andrade, evidencia o tema em questão: "Substituir a senadora Marta Suplicy na relatoria do PLC 122". Em seguida, há uma reclamação. "Está havendo muitas críticas pelo suplente, que é evangélico e homofóbico." No fim, há um questionamento sobre o procedimento a ser tomado. "Podemos fazer isso (possível substituição)?" Por meio da assessoria de imprensa, Marta informou que não iria comentar o assunto. Declarou apenas que recebe muitos e-mails e não tinha como localizar a mensagem em questão. Ela estava na Mesa do Senado presidindo a sessão à tarde e desceu para mostrar o celular a Lídice. Após uma breve conversa entre as duas, retornou ao lugar.
A senadora Lídice da Mata informou que a nova ministra estava preocupada com a tramitação do projeto. "Após me mostrar o e-mail, preocupada com a causa, perguntou se eu toparia assumir a relatoria do projeto. Informei que precisaria conversar com a bancada primeiro para tomar essa decisão. Ela disse, inclusive, que achava que não era uma prática do Senado o suplente assumir as relatorias do titular", afirmou. O Correio ligou diversas vezes para Antônio Carlos Rodrigues, mas ele não foi localizado para comentar o assunto.
Antônio Carlos Rodrigues assume a vaga de Marta Suplicy no Senado
O PLC n° 122, denominado Projeto Anti-homofobia, tramita no Congresso Nacional desde 2001. A matéria foi proposta pela então deputada Iara Bernardi (PT-SP). Em 2010, o projeto foi arquivado em razão de não ter sido votado até o fim da legislatura. No começo de 2011, Marta tirou a proposta da gaveta e assumiu a relatoria. Apesar da preocupação do grupo remetente do e-mail, o Regimento do Senado não prevê que o suplente ocupe as relatorias do titular de maneira automática.
Baixo clero
Na mesma sessão, Marta Suplicy mostrou ao senador Aníbal Diniz (PT-AC), eleito ontem para a Primeira Vice-Presidência do Senado no lugar da colega, uma lista com os nomes dos ocupantes de todos os cargos efetivos e comissionados do gabinete. Aníbal, que integra o chamado baixo clero, permanecerá na cadeira somente até fevereiro do próximo ano. Ele foi escolhido para o mandato-tampão na manhã de ontem, após reunião da bancada do PT. O parlamentar é suplente do governador do Acre, Tião Viana (PT).
"Não me sinto diminuído pela condição de suplente, porque sei que cumprimos o rito como exige a lei. Na realidade, estou sentindo um misto de alegria e aumento de responsabilidade. Isso torna qualquer ego bastante cheio. Espero representar bem meus companheiros de partido e de bancada", afirmou Aníbal.
--------------
|
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
|
Governo americano vê indícios de premeditação em ataque que deixou 4 mortos e 17 feridos em Benghazi, no rastro de uma onda de protestos contra o país; presidente e candidato republicano trocam acusações
Fontes do governo americano acreditam que o protesto contra um obscuro filme de um cineasta desconhecido, insultando o profeta Maomé, foi apenas um pretexto para acobertar o devastador ataque de extremistas radicais líbios que matou anteontem o embaixador Christopher Stevens. Obama, que vai enviar dois navios de guerra à costa líbia, disse que as relações com o novo governo não serão afetadas. "Eu me pergunto como isso pode acontecer num país que ajudamos a libertar?" lamentou a secretária Hillary Clinton. O atentado já se reflete na campanha à Casa Branca. Mitt Romney não hesitou em atacar Obama, que reagiu afirmando que o republicano "atira primeiro e mira depois". O filme desatou onda de protestos de muçulmanos. (Págs. 1 e 36 a 39)
Entrevista
‘Força é única saída contra extremistas’
Para o analista líbio Mansour el-Kikhia, diálogo com quem rejeita democracia é inútil.
Na terceira entrevista com candidatos a prefeito do Rio, Rodrigo Maia (DEM) disse que fará auditoria nas empresas de ônibus e que, aos domingos, as passagens custarão R$ 1. Defendeu a gestão de seu pai, Cesar Maia, e afirmou ser contra o uso de parcerias privadas na gestão da Saúde. (Págs. 1,10 e 11)
‘Lula é um Deus e eu tenho apelo’, diz Marta
Um dia após ganhar o Ministério da Cultura, Marta disse que ela, Lula e Dilma levarão Haddad ao 2º turno em SP. (Págs. 1 e 12)
Propostas genéricas e inconsistentes no Rio
Com ajuda de especialistas, O GLOBO identificou promessas que dificilmente serão colocadas em prática. (Págs. 1 e 3)
E se a empresa não topar mudar o contrato? (Págs. 1 e 18)
Em sua maior ofensiva contra o PT, o candidato do PSDB à prefeitura paulistana, José Serra, associou o rival Fernando Haddad a réus do mensalão e disse que Dilma Rousseff não deve “meter o bico” em São Paulo.
Segundo o tucano, a presidente “mal conhece” a cidade e “vem dizer aos paulistas como devem votar”. Ele criticou a entrega do Ministério da Cultura a Marta Suplicy (PT), após a entrada dela na campanha petista. (Págs. 1 e Poder A4)
Eliane Cantanhêde
Mensalão cai como uma luva para ataques tucanos, mas há enormes riscos. (Págs. 1 e Opinião A2)
Ele divergiu de alguns pontos do voto do relator da ação, Joaquim Barbosa, e absolveu quatro réus por falta de provas. (Págs. 1 e Poder A13)
Eles foram alvo de ataque durante protesto contra um filme que satiriza Maomé. As circunstâncias do crime não estão claras. Uma das hipóteses é que radicais teriam se infiltrado na manifestação. (Págs. 1 e Mundo A16)
Clóvis Rossi
Misturar Deus ou seus profetas com política é receita certa para o horror. (Págs. 1 e Mundo A18)
Hoje, o consumidor pode optar por pagar só 15% do valor devido até o vencimento e quitar o resto depois. (Págs. 1 e Mercado B1)
O embaixador dos EUA na Líbia, Christopher Stevens, e outros três diplomatas foram mortos em ataque a tiros e granadas contra o consulado americano em Benghazi. Os incidentes ocorreram na noite de terça-feira, enquanto multidões em várias cidades do mundo islâmico protestavam contra o filme Inocência dos Muçulmanos, que retrata Maomé como adúltero, bissexual, pedófilo e sanguinário. A morte de Stevens foi a primeira de um funcionário tão graduado em 33 anos. Com uma grave crise diplomática em plena campanha presidencial, o presidente Barack Obama reagiu dizendo que os EUA não descansarão enquanto os responsáveis pelo atentado não forem levados à Justiça. Antes da fala de Obama, previamente agendada e anunciada, seu rival republicano na corrida à Casa Branca, Mitt Romney, criticou os “cálculos errados” e as “mensagens confusas” da atual política externa. (Págs. 1 e Internacional A18)
Barack Obama
Presidente dos EUA
“Não se enganem, a justiça será feita”
Fotolegenda: Crise
Corpo de Christopher Stevens, na Líbia, e Barack Obama (com Hillary Clinton) em Washington: divulgação de imagens do diplomata morto irritou o governo dos EUA.
Se 'deus' quiser
A nova ministra da Cultura, Marta Suplicy, disse ter fé na vitória de Haddad: “Lula é deus, eu sou a pessoa que faz e Dilma é bem avaliada". (Págs. 1 e A6)
O Federal Reserve está sendo pressionado a “fazer algo mais” para reverter o desemprego nos EUA, que já atinge 8,1% da força de trabalho. (Págs. 1 e Economia B2)
Na Casa Branca, Mitt Romney não honraria os compromissos extravagantes assumidos na campanha. Eis por que ele é um homem perigoso. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
No episódio da nomeação de Marta Suplicy para a cultura é difícil saber quem fica pior na foto. (Págs. 1 e A3)
As surpresas com as novas regras das concessões incentivaram o pessimismo. Cálculos preliminares do governo indicam que apenas dez usinas hidrelétricas de maior porte com concessões a vencer entre 2015 e 2017 não tiveram seus investimentos totalmente amortizados, o que pode limitar o pagamento de indenizações às concessionárias. E, do total a ser amortizado, 74% devem ser destinados à Chesf, subsidiária da Eletrobras. (Págs. 1, A4 a A6 e C2)
Linhas de crédito mais usadas por companhias de menor porte registram aumento da inadimplência desde o começo do ano. É o caso da conta garantida, em que os atrasos de pagamento superiores a 90 dias chegaram a 6,3%. (Págs. 1 e C1)
Muitos analistas temem que o crescimento bem mais lento na China resultará em forte aumento de distúrbios sociais. Não acredito. Mesmo se o crescimento durante a próxima década diminuir para 3%, como espero. (Págs. 1 e A20)
Para Punke, o que Brasil e Argentina estão fazendo é "inconsistente com os compromissos no G-20", dos quais fazem parte, para evitar novos obstáculos ao comércio internacional. O embaixador brasileiro na OMC, Roberto Azevedo, disse que as medidas brasileiras estão dentro das regras da organização. "Não há motivo para nenhuma reclamação da parte de qualquer país". (Págs. 1 e A10)
Saída para Europa é um programa de crescimento com financiamento privado para expandir e modernizar a infraestrutura. (Págs. 1 e A19)
José Luis Oreiro
Melhor seria reduzir o superávit primário e usar a “folga de caixa” para aumentar o investimento público em infraestrutura. (Págs. 1 e A19)