A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, julho 03, 2007
XÔ! ESTRESSE: "ALÔ!? DON CORLEONE???" *



RENAN CALHEIROS: "VÁ P'RÁ CASA, PADILHA!" *
BRASÍLIA - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), viveu nesta terça-feira, 3, o seu pior dia, desde que a representação do PSOL foi encaminhada por ele mesmo, ao Conselho de Ética, em 31 de maio. Segundo um dos integrantes da Mesa Diretora do Senado, Renan sofreu três derrotas ao longo da reunião desta manhã, que foi interrompida várias vezes, por telefonemas do próprio Renan aos dirigentes da Casa. A discussão do caso Renan foi parar na Mesa do Senado na última segunda-feira por decisão de Leomar Quintanilha, presidente do Conselho de Ética, que tirou o processo do órgão e o devolveu à Casa para retomar o caso do zero. Renan responde a processo por quebra de decoro, acusado de ter despesas pessoais pagas por um lobista. Sua primeira derrota desta terça-feira foi a fracassada tentativa de arquivar a representação do PSOL, na própria Mesa. Não houve ambiente político sequer para prosseguir a discussão dessa alternativa posta pelo primeiro vice-presidente, senador Tião Viana (PT-AC). Não houve uma só voz, na Mesa, que se levantasse em favor do arquivamento. A segunda ofensiva dos aliados de Renan foi a de levar a votação ao plenário do Senado, que teria de decidir se cabia arquivamento ou o envio da representação ao Conselho. Os aliados de Renan defenderam que o plenário tomasse sua decisão pelo voto fechado. Mas o advogado do Senado, Alberto Cascais, foi chamado a opinar e esclareceu que o regimento interno não permitia o voto fechado. Informado dessa decisão pelo líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), que acompanhou parte da reunião, Renan tentou ainda uma terceira alternativa: o voto aberto, em plenário. Embora o PSDB e o PFL tenham recomendado a seus representantes decidir pelo envio direto da representação ao conselho, houve um momento da reunião em que todos os membros da Mesa decidiram, por unanimidade, que a representação deveria passar pelo plenário. O senador Tião Viana, que conduzia a reunião, chegou a dizer que os membros da Mesa tinham apenas duas alternativas: "ou vai para o plenário ou a representação morre aqui". A Mesa votou e decidiu que a discussão via plenário era a melhor saída. Só que nesse momento, segundo um dos participantes, "instalou-se um tumulto". Emissários de Renan dispararam telefonemas para os membros da Mesa, quando o advogado do Senado voltou a ser acionado e opinou que a votação aberta em plenário seria, na verdade, um pré-julgamento do Conselho de Ética. O presidente do Senado teve então que recuar, porque também foi alertado de que corria o risco de ser desautorizado pelo plenário. A decisão, então, foi de voltar o assunto diretamente para o Conselho de Ética, sem passar pelo plenário, como defendiam, no início da reunião, o PSDB e o PFL. O tumulto foi tamanho, segundo relato de participantes, que o caso do senador Joaquim Roriz (PMDB-DF) nem chegou a entrar em pauta. Também nesta terça-feira, o PSDB decidiu pedir o afastamento de Renan da presidência do Senado e a devolução do processo contra o senador ao Conselho de Ética, seguindo a linha já adotada pelo DEM (ex-PFL). E os governistas teriam se manifestado contra o encaminhamento do documento à Mesa do Senado, segundo o senador Demóstenes Torres (DEM). Torres afirmou ter recebido do senador Aloizio Mercadante (PT), esta manhã, a informação de que o bloco governista divulgaria uma nota oficial defendendo a continuidade, no Conselho de Ética, da investigação sobre Renan. Christiane Samarco, do Estadão.
RENAN CALHEIROS: "O DIA DO FICO" *
LULA [In:] "DESCOBRIDOR DOS 7 ARES" * [FESTA JULINA]
OPERAÇÃO XEQUE-MATE/SP: "DINHEIRO NA MÃO É VENDAVAL..." *
Promotores do Ministério Público Estadual (MPE) encontraram R$ 168 mil e US$ 1.123 na casa do policial civil Fernando Barreto Ferrara, chefe dos investigadores do 15º Distrito, no Itaim-Bibi, área nobre da capital. Ferrara é investigado há um ano e meio sob a suspeita de recolher propina dos donos de caça-níqueis. Inicialmente, ele exercia a mesma função de chefia na 6ª Delegacia Seccional, responsável pelos distritos policiais da região de Santo Amaro, zona sul. Ele e outro policial foram afastados ontem pela Corregedoria da Polícia Civil.A quantidade de notas aprendidas era tanta que os agentes do Grupo de Atuação Especial e Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), do MPE, e da corregedoria levaram uma hora para contá-la. Quando promotores e agentes chegaram à casa do investigador, em Pirituba, na zona norte, o policial não estava. O dinheiro estava em três sacolas no escritório da casa. Também foram apreendidos alguns documentos para investigação.“As provas mostram que ele (Ferrara) transformou as funções que exercia em um verdadeiro balcão de negócios. Ele negociava proteção às máquinas como se fosse uma mercadoria lícita”, afirmou o promotor Roberto Porto, do Gaeco. A propina deixava as máquinas sob a proteção dos policiais, servindo de garantia contra apreensões. A apuração do Gaeco começou quando os promotores foram procurados pelo representante de uma empresa que explora cerca de 500 máquinas na região de Santo Amaro. Ele estava cansado de pagar propina e concordou em colaborar. Com autorização judicial, os promotores infiltraram um agente no esquema.O agente foi levar o dinheiro ao chefe Ferrara. O pagamento de R$ 100 em notas de R$ 50 ocorreu em uma padaria. A entrega foi fotografada e serviu para que a Justiça concedesse a quebra do sigilo telefônico do investigador. “Há muitos nomes e situações citadas nas conversas desse investigador que serão alvo de investigação”, afirmou o promotor José Reinaldo Guimarães, do Gaeco.Entre os nomes que surgiram está o do outro investigador afastado - Herbert Gonçalves Espuny, da 6ª Delegacia Seccional. Segundo os promotores, os pagamentos aos policiais eram quinzenais. Para funcionar, cada máquina devia render R$ 50 de propina aos investigadores. No dia 15, era a vez do 11º Distrito Policial (bairro de Santo Amaro) receber seu quinhão (R$ 700). No dia 30, o pagamento era feito à Seccional (R$ 1 mil).Para os promotores, trata-se de um esquema semelhante ao descoberto por meio da apreensão dos papéis do advogado Jamil Chokr (leia texto abaixo). Em uma das conversas interceptadas, um dono de caça-níqueis reclamava do fato de ter de pagar propina ao 11º DP, pois já pagava à Seccional, que chefia o DP. Os policiais, no entanto, diziam que era assim mesmo que as coisas deviam funcionar. Os pagamentos podiam ocorrer à vista ou à prazo. “Está muito claro que há um esquema de corrupção. Falta saber os nomes de todos os participantes”, afirmou o promotor Guimarães.Segundo o Gaeco, com base nos dados obtidos pela escuta telefônica, foi pedida à Justiça o mandado de busca e apreensão na casa de Ferrara - transferido recentemente da 6ª Delegacia Seccional para o 15º DP. “Não prendemos o policial na primeira entrega de dinheiro porque a intenção era aprofundar a investigação”, disse Porto. Além de formação de quadrilha, o MPE apura crimes de concussão (crime do servidor que exige propina) e enriquecimento ilícito. A quebra dos sigilos bancário e fiscal dos suspeitos foi pedida. Bruno Tavares e Marcelo Godoy, Estadão.