A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, abril 20, 2010
GOVERNO LULA/USINA BELO MONTE [In:] DESAFIANDO A JUSTIÇA (novamente!!!)
UNIÃO BOTA R$ 6 BI PARA BELO MONTE SAIR
R$ 6 BILHÕES PARA BELO MONTE |
Autor(es): Agencia O Globo/Gustavo Paul |
O Globo - 20/04/2010 |
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ELEIÇÕES 2010 [In:] AS DUAS CARAS DA MOEDA
PSB negocia com Ciro retirada de candidatura
PSB começa a negociar retirada de Ciro |
O Estado de S. Paulo - 20/04/2010 |
A cúpula do PSB começa hoje a negociar a retirada da pré-candidatura presidencial do deputado Ciro Gomes. O governador de Pernambuco e presidente nacional do partido, Eduardo Campos, vai a Brasília conversar com Ciro. A expectativa é que o caso esteja resolvido até o dia 27. A renúncia pode virar trunfo na negociação do PSB com o PT em alguns Estados. Segundo um dirigente do partido, a candidatura de Ciro perdeu força nos últimos dias depois da nota do deputado pressionando o PSB a decidir seu futuro. Desistência do deputado vira moeda de troca na negociação com o PT nos Estados Eugênia Lopes / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo A cúpula do PSB começa hoje as negociações para a retirada da pré-candidatura do deputado Ciro Gomes da corrida presidencial. A pretexto de participar de comemoração pelos 50 anos de Brasília, o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, deve desembarcar na capital para um conversa com Ciro. Daqui a uma semana, dia 27, a Executiva Nacional do PSB pretende bater o martelo sobre a candidatura de Ciro à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva. Na contabilidade do PSB, a renúncia de Ciro pode virar moeda de troca na negociação com o PT em alguns estados. "Temos de atender o apelo do Ciro e resolver logo isso. Existem vários diretórios do partido nos Estados que estão parados à espera de uma solução", afirmou o vice-presidente nacional do PSB, Roberto Amaral. A candidatura de Ciro, que já dividia o partido, perdeu força nos últimos dias após nota do deputado pressionando o PSB a decidir seu futuro. A avaliação de parte da cúpula do partido é que a nota de Ciro foi "grosseira" e "deselegante". Amaral negou, porém, que o partido esteja "negociando" com o PT a retirada da candidatura de Ciro Gomes, em troca do apoio de petistas em alguns Estados. "Não existe isso. Até porque o PT tem muito pouco a oferecer hoje ao PSB", disse. Em Estados como a Paraíba e o Espírito Santo, o PT já avisou que não vai apoiar os socialistas. Na Paraíba, o PSB lançou na disputa o ex-prefeito Ricardo Coutinho, que deverá contar com o apoio do PSDB. O PT, por sua vez, decidiu ficar com o ex-governador Ronaldo Lessa, hoje no PDT. No Espírito Santo, o senador Renato Casagrande também perdeu as esperanças de ter o PT em seu palanque. Os petistas vão ficar com Ricardo Ferraço, do PMDB. Em São Paulo, uma possível aliança PSB e PT é hoje inviável. Mas os socialistas almejam que o PT não breque o apoio de partidos, como o PP, à candidatura de Paulo Skaf (PSB) ao governo de São Paulo. O PT vai disputar o governo paulista com o senador Aloizio Mercadante. Apoio do PT. Há situações, porém, em que o PSB espera reverter o quadro político local e conseguir que apoio do PT para seu candidato. Os socialistas ainda não perderam as esperanças de virem os petistas apoiar Camilo Capiberibe ao governo do Amapá e a reeleição do governador do Piauí, Wilson Martins. PT e PSB conseguiram chegar a um entendimento em Brasília, onde o ex-ministro petista Agnelo Queiróz será candidato a governador e o socialista Rodrigo Rollemberg disputará o Senado. A avaliação de parte da cúpula do PSB é que a candidatura de Ciro perdeu densidade com a polarização da eleição presidencial entre a petista Dilma Rousseff e o tucano José Serra. Um dos sinais para dirigentes do partido de que Ciro teria refluído em sua candidatura à presidência foi o fato de Pedro Brito, ministro da Secretaria Especial dos Portos, não ter se desincompatibilizado, no início de abril, para disputar uma vaga na Câmara. Brito é ligado a Ciro Gomes - foi seu secretário executivo no Ministério da Integração Nacional, no primeiro mandato de Lula. Com a provável saída de Ciro do páreo, o PSB fica livre para apoiar formalmente a candidatura do PT. A dúvida é se Ciro participará ativamente da campanha de Dilma. Correligionários apostam que ele deverá dedicar-se à reeleição de seu irmão Cid Gomes ao governo do Ceará e à eleição de sua ex-mulher Patrícia Saboya para a Câmara. A queda nas pesquisas de intenção de voto em Ciro - pela primeira vez atrás da pré-candidata Marina Silva (PV- AC), não vai influenciar na decisão do partido. "Não é de assustar essa queda. É até natural", disse Amaral. Marina aparece com 10% na pesquisa Datafolha contra 9% de Ciro. PSB X PT: CONFLITO NOS ESTADOS Alagoas Amapá Amazonas Ceará Espírito Santo Mato Grosso Minas Gerais Pará Paraíba Paraná Piauí Rio Grande do Sul São Paulo |
GOVERNO LULA 'BY' LULA [In:] ''MIM'', MANDA!!!
Lula, o cacique
Economia não pode afetar direito dos índios, diz Lula |
Jornal do Brasil - 20/04/2010 |
Em visita à reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, o presidente Lula disse que o governo quer o crescimento do estado, mas sem tirar o direito dos índios. Para ele, em um estado "com tanta terra", não é possível que alguns queiram justamente a área indígena.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou segunda-feira, dia do Índio, a reserva Raposa/Serra do Sol, em Roraima, e afirmou que o desenvolvimento econômico do estado não pode afetar o direito dos índios, como queriam o governo estadual e produtores de arroz. Para ele, em um estado com tanta terra, não se poderia permitir que quisessem justamente a terra indígena. – Passamos 6 milhões de hectares do governo federal para o estado de Roraima para que a gente pudesse dar terra para quem quisesse trabalhar, sobretudo para pequenos e médios proprietários – disse Lula. Segundo o presidente, o desenvolvimento não pode tirar dos índios o direito de viver como querem. Lula fez questão de comemorar o Dia do Índio com uma visita à área na data em que a entrega da reserva completou um ano. O presidente afirmou que os índios reivindicam o que têm direito. – Não conhecemos na história nenhum momento em que uma nação indígena invadiu a terra de outro para tomar conta. Pelo contrário, o que acontece normalmente são os outros invadirem as áreas indígenas tentando se apossar de uma terra que não é deles – afirmou Lula. O presidente lembrou que foi “demonizado” em Roraima por causa da homologação. Na época, outdoors espalhados na capital, repudiavam a presença dele e do então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos contra a homologação em área contínua. – Era como se nós fôssemos o demônio. Diziam que iríamos tirar a terra que Roraima precisava para produzir. Um estado com tanta terra ainda sem produzir e alguns queriam exatamente a terra que não era deles, que era dos índios – ressaltou. Justificativa O presidente lembrou ainda que, durante boa parte de seu mandato, evitou ir à terra indígena por causa das divergências entre os governos estadual e federal. Lula diz que não queria polemizar com os políticos que continuam achando que tem pouco índio para muita terra. Demarcada em 1998 pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e homologada em 2005 por Lula, a reserva foi alvo de uma briga judicial com o governo de Roraima, que questionou no Supremo Tribunal Federal (STF) a demarcação em área contínua. Os opositores defendiam a demarcação em ilhas, para que seis grandes produtores de arroz e outros produtores rurais não índios pudessem permanecer na área. O STF confirmou a homologação e o governo garantiu a saída dos não índios. As entidades que representam os índios ainda divergem sobre as medidas, embora os fazendeiros já tenham deixado a área. |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
20 de abril de 2010
O Globo
Acordo suaviza restrições, mas nova nuvem ameaça retomada aérea
Ministros de transportes da União Europeia chegaram a um acordo para diminuir as restrições de voos e aliviar a crise aérea que paralisa o continente há seis dias. A proposta aprovada estabelece três zonas aéreas, num modelo parecido com o americano: uma faixa de voo proibido; uma de controle, na qual os aviões podem decolar, mas ficam sujeitos à checagem após o pouso; e uma terceira, livre das cinzas. Para garantir a segurança, serão feitos testes e previsões meteorológicas a cada seis horas. Cientistas e pilotos estão cautelosos sobre as críticas de companhias aéreas de que houve excesso de zelo no fechamento do espaço aéreo. "Misturar decisões de comércio e segurança é uma ameaça à vida", disse o secretário-geral da Associação Europeia de Pilotos, Philip von Schoppenthau. Para hoje, a estimativa é de que 40% das decolagens sejam liberadas. Mas a normalização da situação, que já afeta 7 milhões de passageiros, não é garantida, pois uma nova nuvem vulcânica está prevista para alcançar o Reino Unido. (págs. 1, 29 e 30)
Foto legenda: Técnicos vistoriam o motor de um avião da Scandinavian, em busca de vestígios da nuvem de cinzas
Rio tem queda forte de assassinatos
A cidade do Rio registrou em fevereiro uma redução de 37% no número de homicídios. A queda foi também forte no Estado do Rio, que teve no mesmo mês o menor número de homicídios, desde que a estatística começou a ser feita, em 1991: foram 473 casos, 83 a menos do que no ano anterior. As informações são do Instituto de Segurança Pública. Outros três índices também despencaram em fevereiro: roubo seguido de morte (menos 13 vítimas), roubo de veículo (menos 628 casos) e roubo na rua (menos 1.237 casos). O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, atribuiu a redução ao plano de metas que dá recompensa aos policiais. (págs. 1 e 14)
Facções do tráfico se unem contra UPP
Bandidos das duas maiores facções criminosas do Rio teriam selado um pacto de não agressão para enfrentar as UPPs nas favelas, segundo informações da polícia, baseadas em escutas telefônicas. (págs. 1 e 15)
União bota R$ 6 bi para Belo Monte sair
Serra e Aécio mostram união em MG
Padre relata orgias em paróquia de AL
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Folha de S. Paulo
Manchete: Europa faz plano para retomar 45% dos voos
O apagão aéreo na Europa, que cancelou 82 mil voos e afetou 7 milhões de pessoas, fez a Comissão Europeia elaborar um plano para reduzir a área de restrição, elevando os voos no continente de 30% para 45% do normal.
Serão criadas três zonas aéreas, com base em dados de satélites. Na primeira, os voos devem continuar proibidos; na segunda, serão retomados gradativamente a partir de hoje; na terceira, que compreende pontos mais periféricos como a Espanha, serão liberados.
O caos foi causado pejas cinzas do vulcão islandês Eyjafjallajokull, que entrou em erupção na quarta. Ontem, o vulcão emitiu novos sinais de atividade, o que pode alterar os planos. (págs. 1 e A13)
Foto legenda: Passageiro aguarda em corredor vazio do aeroporto de Orly, na França, durante o apagão aéreo
Cooperativa ligada ao PT tem sigilo quebrado
Globo tira do ar campanha após crítica de petistas (págs. 1 e A8)
Dívida de SP se multiplica por 3,5 em dez anos
Governo tenta cassar liminar e fazer leilão de Belo Monte hoje
A nova liminar foi concedida pelo juiz Antonio Carlos Campelo, de Altamira (PA), a pedido do Ministério Público Federal Orçada em R$ 19 bilhões, a hidrelétrica é uma das maiores obras do PAC (programa de Aceleração do Crescimento). (págs. 1 e B1)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Justiça susta leilão de Belo Monte e diz que debate foi 'encenação'
A Justiça Federal do Pará suspendeu ontem o leilão da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), que seria realizado hoje. Foi a segunda decisão do mesmo tribunal em menos de uma semana. Para o juiz Antonio Campelo, a legislação ambiental não foi respeitada e as audiências públicas para discutir os impactos da obra serviram apenas como "meras encenações". A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com recurso em tribunal federal de Brasília. O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, disse que já foram apresentados "argumentos suficientes" para as questões levantadas pelo juiz. "O debate de Belo Monte ocorre há 30 anos", afirmou Adams. Entidades sociais e ambientais, agricultores e tribos indígenas realizam hoje uma série de manifestações pelo Brasil contra a hidrelétrica, a devastação da Amazônia e a política energética do governo Lula. (págs. 1 e Economia B1 e B3 a B5)
Serra diz a Aécio que vai tocar obras em MG
José Serra, presidenciável- "As obras a gente tem de definir, tocar e fazer acontecer."
PSB negocia com Ciro retirada de candidatura
Pressão das companhias reabre aeroportos europeus
Foto legenda: Improviso europeu. Camas de camping em aeroporto de Munique, para acomodar passageiros que esperam a retomada dos voos na Alemanha.
Vacinação de idoso contra gripe é adiada
China dá empréstimo de US$ 20 bi a Chávez (págs. 1 e Internacional A17)
Globo tira campanha do ar após queixa do PT (págs. 1 e Nacional A9)
MST faz manifestações em 19 Estados e no DF (págs. 1 e Nacional A11)
Caderno 2: Eterna vigilância
Arnaldo Jabor: Sexo dos anjos
Notas & Informações: Tampão de bueiro
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Correio BrazilienseManchete: Rosso defende união para tirar DF da crise
Maníaco se matou, conclui IML
Belo Monte: Leilão da usina vira questão de honra para a Aneel
Concursos: Candidatos criticam a atuação das bancas de seleção
Web indiscreta
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Valor Econômico
Manchete: Grandes empresas dos EUA terão negócios na Bovespa
O primeiro acordo já está fechado e pronto para ser anunciado. A previsão é de que os negócios comecem no segundo semestre. Cada instituição será responsável por trazer dez BDRs para o mercado brasileiro. O critério de seleção será o maior volume de negociação oferecido. Hoje, com exceção da espanhola Telefónica, do argentino Banco da Patagônia e da suíça Dufry, a Bovespa só tem BDRs de empresas com atividades no Brasil, mas registradas em paraísos fiscais. (págs. 1 e D1)
Ação do MPT impõe colheita da laranja à indústria
As empresas afirmam que transferiram a responsabilidade da colheita para os citricultores em 1994, na esteira de uma investigação sobre cartel que pôs fim ao contrato-padrão que definia os parâmetros para os preços da matéria-prima. Os produtores se dividem sobre a medida do Ministério Público do Trabalho. (págs. 1 e B15)
Três grandes construtoras em Belo Monte
Brasil é área estratégica para a Shell
Serra vê Mercosul como 'barreira'
Recuperação americana
Bônus na educação
Aposta no lítio
CSN mira a construção
Valeant faz aquisição
Brasileiros avançam na Hilton
CEF no seguro-saúde
Ideias
Ideias
Ideias
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