A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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sexta-feira, julho 13, 2007
OPERAÇÃO ÁGUAS PROFUNDAS/PETROBRÁS: "DENTRO DA NORMALIDADE II"
Prejuízo
Além da Polícia Federal, também o Tribunal de Contas da União (TCU) está de olho nos contratos da Petrobras. A área técnica do tribunal encontrou indícios de pagamentos indevidos nos contratos para a construção das plataformas P-52 e P-54 - irregularidades não citadas na Operação Águas Profundas. A estimativa do TCU é de que, na soma dos dois contratos, o desvio teria sido de mais de US$ 170 milhões. O contrato para a construção da P-52 foi assinado em dezembro de 2003 entre a Petrobras e o consórcio Fels Setal/Technip. Já o contrato para converter o navio Barão de Mauá na plataforma P-54 foi assinado em 2004 com a empresa Jurong Shipyard. De acordo com a investigação do TCU, iniciada em abril, há indícios de pagamentos “indevidos” porque, nos dois casos, os contratos, celebrados em dólares, teriam sido reajustados para corrigir a desvalorização da moeda americana perante o real dos últimos anos e, também, para corrigir outros aumentos de custos das empresas contratadas. Procurada, a Petrobras informou que o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, recebeu o relatório sobre o caso às 15h40 de quinta, na sede da empresa, no Rio. Ressaltou que tem cinco dias para responder a questões do TCU e que fará isso dentro do prazo.
Sonegação
Ruy Castanheira declarou à Receita Federal uma renda de R$ 2.289.801. Deste total, apenas R$ 34,7 mil seriam tributáveis. Disse ter recebido ainda R$ 1,6 milhão de rendimentos isentos e não tributáveis, R$ 64 mil sujeitos à tributação exclusiva e R$ 514 mil através de empréstimos. Mas nas contas bancárias que tinha em três instituições financeiras, naquele mesmo ano, ele movimentou R$ 4.834.650. Já o sócio da Angraporto, Fernando Stérea, declarou no mesmo ano de 2005 uma receita total de R$ 435.156, dos quais apenas R$ 36 mil tributáveis. Ele cita R$ 87,67 de rendimentos isentos e não tributáveis e R$ 399.068 conseguidos em empréstimos, entre os quais R$ 300 mil obtidos com Castanheira. Apesar disto, pela sua conta no Itaubank passou naquele ano R$ 1,092 milhão. Seu colega na sociedade da Angraporto, Mauro Zamprogno, no mesmo exercício fiscal, também em 2005, declarou R$ 475 mil como rendimentos isentos e não tributáveis, outros R$ 22,4 mil de rendimentos tributáveis e mais R$ 29,8 mil obtidos por empréstimos, o que totalizou R$ 527.200. Em apenas uma de suas contas, do Itaubank, ele recebeu naquele ano R$ 2,3 milhões. (Com Leonardo Goy, Marcelo Auler, Wilson Tosta, Vannildo Mendes e Alexandre Rodrigues), Estadão.
DILMA ROUSSEFF/OPERAÇÃO ÁGUAS PROFUNDAS: "... DENTRO DA NORMALIDADE"
RIO - A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, descartou a interligação entre as denúncias na Petrobras e doações das empresas envolvidas para o PT. "As empresas não doaram somente para o PT, mas para outros partidos também", disse a ministra, em entrevista após participar de solenidade do lançamento da mistura de 5% de biocombustível no óleo diesel, que será usada em 436 ônibus que transportarão atletas durante os Jogos Pan-Americanos no Rio. Ainda segundo a ministra, as investigações da Polícia Federal deflagradas a partir da Operação Águas Profundas, que encontrou indícios de corrupção na Petrobras, demonstram "um aperfeiçoamento do sistema". "Assim como não existe pessoa alguma acima de qualquer suspeita, também não existe uma empresa acima de qualquer suspeita. Não estamos falando de uma empresa com alto grau de obscuridade, e sim de uma das mais transparentes do País", disse a ministra, ressaltando que "há um fortalecimento das instituições do governo". "Isso deixa claro para a sociedade que não há mais impunidade. Acho que no Brasil vivemos em uma época diferente hoje. Uma época em que as coisas que estavam debaixo do tapete estão sendo colocadas a público", disse. Ainda em entrevista, ao ser indagada sobre a denúncia do TCU a respeito de superfaturamento nas plataformas P-51 e P-52, a ministra lembrou que "é preciso muito cuidado com essas declarações". "O TCU tem papel importante no fortalecimento institucional, mas quando uma avaliação desse tipo é identificada, abre-se um processo e a Petrobras necessariamente vai responder a ele", disse. A ministra ponderou também que houve um aumento nos custos do setor de petróleo durante o período de construção das duas plataformas e que essa "pressão altista" tem que ser considerada nas avaliações. Kelly Lima, da Agência Estado.
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA SP: "COMPLETA!!!"

ROMEU TUMA: SEXTA-FEIRA 13
MST vs GOVERNO LULA [In:] "QUEM NÃO COME, JOGA TERRA" *
RENAN CALHEIROS [In:] "WINTER HOLIDAY II"]
O governo acredita que o recesso parlamentar, a partir de quarta-feira, servirá para esfriar a temperatura da crise política e já aconselhou o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a sair de cena. Em conversa com o senador anteontem à noite, uma hora antes da sessão do Congresso que aprovou a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2008, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu a ele que evitasse o confronto com a oposição e não revidasse provocações. “Bota cera no ouvido”, reforçou um dos ministros presentes à reunião, quando Renan disse ser muito difícil agüentar calado o bombardeio da oposição. “Tire férias com a família e descanse”, aconselhou Lula. Perto dele, o senador José Sarney (PMDB-AP) assentiu. A preocupação do presidente, que já havia convencido Renan a não comandar a sessão para votar a LDO, é que o aliado torne sua sobrevivência cada dia mais insustentável, prejudicando a vida do governo. Na tentativa de convencê-lo de que a tática do confronto é a pior possível, Lula lembrou até mesmo do peemedebista Ulysses Guimarães, ex-presidente da Câmara morto em 1992, que deixava os adversários exercitarem a oposição no plenário sem mover um músculo da face. Lula ficou muito contrariado com a reação de Renan na noite de terça-feira, quando, visivelmente alterado, rebateu pedido de afastamento feito pelo líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM). Em tom de voz exaltado, disse que a oposição teria de “sujar as mãos” para ocupar sua cadeira. Renan é acusado de pagar suas despesas pessoais com recursos de um lobista e, apesar dos conselhos de Lula, ainda não decidiu se vai viajar. O Conselho de Ética, que investiga denúncias contra ele, não vai trabalhar no recesso. Embora o Planalto oriente Renan, a avaliação interna do governo é de que será difícil preservá-lo no cargo se surgirem mais indícios de irregularidades. Mas ainda não montou um “Plano B” para uma eventual sucessão. Sem contar Sarney, que tem a simpatia de Lula, mas sofre resistências no Senado, todos os nomes até agora apontados na base aliada para o lugar de Renan são considerados “aguados” pelo governo. O Planalto teme, ainda, que o presidente do Senado adote a revanche como lema se conseguir sobreviver no posto, inviabilizando os trabalhos na Casa. Não sem motivo, são freqüentes as tentativas do governo para acalmá-lo. O senador é conhecido pelos rivais por “guardar o ódio na geladeira”, máxima que marcou o comportamento do ex-presidente Itamar Franco durante sua trajetória política. Estadão, Vera Rosa, Brasília .
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA"

PETROBRÁS/PF: ÁGUAS PROFUNDAS [PRÓ-FUNDO$]
BRASÍLIA - Além da Polícia Federal, também o Tribunal de Contas da União (TCU) está de olho nos contratos da Petrobras. A área técnica do Tribunal encontrou indícios de pagamentos indevidos nos contratos da estatal para a construção das plataformas P-52 e P-54. A estimativa do TCU é de que, na soma dos dois contratos, a Petrobras teria realizado pagamentos indevidos de mais de US$ 170 milhões. O contrato para a construção da P-52 foi assinado em dezembro de 2003 entre a Petrobras e o consórcio Fels Setal/Technip. Já o contrato para converter o navio Barão de Mauá na plataforma P-54 foi assinado em 2004 com a empresa Jurong Shipyard. De acordo com a investigação dos técnicos do TCU, iniciada em abril passado, há indícios de pagamentos "indevidos" porque nos dois casos, os contratos, celebrados em dólares, teriam sido reajustados para corrigir a desvalorização da moeda americana perante o real dos últimos anos, e, também, para corrigir outros aumentos de custos das empresas contratadas. Segundo o TCU, essas correções - que geraram o pagamento supostamente indevido de mais de US$ 170 milhões - não poderiam ter sido feitas, já que os contratos para construção das duas plataformas estabelecem, ainda segundo os técnicos do tribunal, que qualquer pedido de revisão de preços por parte das empresas contratadas teria de ser desconsiderado. Procurada, a Petrobras informou que o presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, recebeu o relatório sobre o caso às 15h40, na sede da empresa, no Rio de Janeiro. A empresa ressaltou que tem cinco dias para responder aos questionamentos do TCU e que fará isso dentro do prazo. As suspeitas do TCU vieram à tona no mesmo momento em que a Polícia Federal investiga supostas irregularidades envolvendo licitações da empresa. As denúncias surgiram no início da semana, quando foi deflagrada pela PF a Operação Águas Profundas. A PF apurou que estaria havendo repasse de informações privilegiadas, de dentro da empresa, para um grupo que fraudava as licitações da estatal, e também um esquema de desvio de recursos da Petrobras para organizações não-governamentais (ONGs). Ao todo, 26 pessoas foram indiciadas por conta da Operação Águas Profundas, sendo que 18 tiveram a prisão preventiva decretada. A estatal informou nesta quinta-feira que demitiu dois funcionários acusados de envolvimento. Leonardo Goy, Estadão.