A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quarta-feira, novembro 18, 2009
Ciro diz que sai em favor de Aécio
Ciro desiste se Aécio for candidato |
Autor(es): Eduardo Kattah |
O Estado de S. Paulo - 18/11/2009 |
![]() O deputado Ciro Gomes (PSB-CE) reafirmou ontem que poderá desistir de ser candidato à Presidência em 2010, caso o governador de Minas, Aécio Neves, consiga se viabilizar como presidenciável do PSDB. Aécio e Ciro participaram de um evento em Belo Horizonte e depois almoçaram reservadamente no Palácio das Mangabeiras. Também ontem, o governador voltou a citar o mês de dezembro ou início de janeiro como prazo final para a definição. "Se o governador Aécio se viabilizar candidato a presidente, eu penso que a sua presença é tão importante para o Brasil que a minha candidatura não é necessária mais", disse Ciro, numa tumultuada entrevista ao lado do tucano, após a solenidade de lançamento do portal da ONG Brasil Tem Jeito, idealizado pelo deputado Rodrigo de Castro (MG), secretário-geral do PSDB e um dos principais aliados do governador mineiro. Em julho, o deputado já havia declarado que não se sentia obrigado a disputar o Palácio do Planalto, se o governador mineiro vencesse a briga interna com o colega paulista, José Serra. De lá para cá, porém, a pré-candidatura do parlamentar ganhou musculatura e seu nome apareceu bem colocado nas pesquisas de intenção de voto. Apesar de ressaltar que a candidatura própria é uma decisão do partido, Ciro justificou a disposição de abrir mão em favor de Aécio, dizendo que o mineiro encerra o "provincianismo" da disputa entre o PT e o PSDB de São Paulo. "A minha necessidade aguda de ser candidato não remanesce mais. O Aécio pode convocar todos os brasileiros decentes de todos os partidos, que é como ele faz em Minas, e celebrar um projeto de país que dê avanço ao que o presidente Lula representou." Sobre a possibilidade de ser o vice do mineiro, ele desconversou e voltou a atribuir ao partido eventual decisão. O governador, por sua vez, classificou Ciro como o "amigo de uma vida" e disse que avaliaria "todas as possibilidades" na conversa com o deputado do PSB. "Se pudermos estar juntos, para mim seria extraordinário. Se não pudermos, não deixaremos de ter afinidades. As afinidades não se perdem em razão de circunstâncias políticas ou partidárias." Aécio e Ciro foram as estrelas do lançamento do portal, que reuniu muitos políticos, empresários, artistas, jogadores e ex-jogadores de futebol numa antiga fábrica de tecidos e foi apresentado como uma plataforma de trabalho na internet com o objetivo de mediar relações entre empresas e organizações de cunho social. "DESAFETO DO PSDB" O desconforto no ninho tucano com o flerte entre o mineiro e o deputado, contudo, ficou evidente nas palavras da senadora Marisa Serrano (MS), vice-presidente do PSDB. Questionada sobre a rivalidade entre Ciro e Serra, ela foi categórica: "O Ciro Gomes é um desafeto do PSDB", disse. "Ele está fazendo campanha nacional contra o partido e isso é muito ruim." Ao contrário do último encontro em Belo Horizonte, Ciro evitou ontem ataques diretos a Serra. Não respondeu se estava se referindo ao governador paulista ao justificar a decisão de transferir o domicílio eleitoral para São Paulo. "Havia um parecer jurídico que dizia pelo fato de eu ser irmão do atual governador do Ceará, o "coiso" ou seus aliados poderiam tentar uma impugnação", disse. Rebatendo a declaração da senadora de seu partido, Aécio disse que respeita opiniões diversas, mas não se sente desconfortável ao lado do deputado. "Ao contrário, tenho relação com o Ciro que se iniciou com o próprio PSDB, quando ele foi uma das principais figuras." |
COMISSÃO DERRUBA FATOR QUE REDUZ APOSENTADORIA
GANHO A APOSENTADOS AVANÇA NA CÂMARA |
Folha de S. Paulo - 18/11/2009 |
Após meses de discussões, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou ontem por unanimidade projeto que elimina o fator previdenciário. Na atual forma de cálculo que define o valor das aposentadorias, o fator funciona como um redutor nos benefícios. Projeto que extingue redutor de benefícios é aprovado por unanimidade em comissão e pode ir a votação no plenário
Apesar de proposta ser de petista, governo Lula deve propor alternativa menos custosa às contas públicas e quer antes votar o pré-sal; MARIA CLARA CABRAL DA SUCURSAL DE BRASÍLIA O relatório inicial de Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) na CCJ aprovava o fim do fator, mas recusava a proposta de Vargas. Para conseguir aprovar o texto ontem, Arnaldo aceitou retirar de seu parecer referências ao fator 85/95. "Sou contra o fator previdenciário e quero lembrar que ele foi criado na época do DEM e do PSDB. Por um governo que tratou os aposentados como vigaristas. Voto aqui a favor do projeto, pois o governo já está trabalhando para construir uma alternativa, uma solução para os aposentados", afirmou Genoino. A ideia dos petistas é que o fim do fator previdenciário entre na pauta junto com as propostas sobre o reajuste dos aposentados. Por acordo entre governo e centrais, em agosto, o aumento desses beneficiários que ganham acima do mínimo seria corrigido pela variação da inflação e 50% da variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes.Mas a Cobap (Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas) questiona o acordo. Quer a aprovação do projeto do senador Paim, também já votado no Senado, que concede aos benefícios acima do salário mínimo o mesmo percentual de aumento do piso salarial. Ou seja, o reajuste seria igual à variação da inflação mais 100% do PIB de dois anos antes.Essa proposta chegou a entrar na pauta do plenário da Câmara na semana retrasada, mas foi retirada após manobra do Planalto. A intenção do governo é voltar a discutir o assunto só depois da votação dos projetos do pré-sal. O temor é que, caso realmente começasse a ser votada agora, ela ganharia o apoio de grande parte de deputados da base aliada, que, em ano pré-eleitoral, não quer desgaste com os aposentados.Por isso, caso fosse aprovado pelo Congresso, o projeto, que beneficia mais de 8 milhões de aposentados, provavelmente seria vetado pelo presidente Lula. O argumento do governo é que a mudança resultaria em desastre para as contas públicas, gerando impacto para a Previdência Social de cerca de R$ 6,9 bilhões neste ano, seguindo com alta das despesas com Previdência, que chegariam, segundo deputados, a 18,1% do PIB em 2050. Em 2008, ficaram em 6,89%.Ontem, os aposentados lotaram o plenário da CCJ e ficaram na Câmara até o final da tarde gritando palavras de ordem. Nas últimas semanas, centenas de manifestantes têm pressionado os deputados.PressãoO deputado Antônio Carlos Pannunzio (PSDB-SP) fez uma espécie de "mea culpa" na CCJ por seu partido ter participado da criação do fator previdenciário. Disse que a ideia era que fosse temporário e servisse para evitar uma corrida atrás de aposentadorias quando a reforma da Previdência foi proposta no governo FHC. Segundo deputados da base do governo, o PT aceitou votar a proposta ontem não só porque sabia que ia perder, mas também para não sofrer desgaste político. Depois da votação, o líder do PT, deputado Cândido Vaccarezza (SP), defendeu que o assunto seja adiado. "Esse tipo de coisa deve ser discutido pelo próximo governo, não pelo atual."
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BRASIL/CORRUPÇÃO [in:] ''QUEM NÃO É O MAIOR TEM QUE SER O MELHOR''
Corrupção ainda é elevada no país
Brasil um pouco menos corrupto |
Jornal do Brasil - 18/11/2009 |
Brasil subiu 5 posições no ''ranking'' O Brasil aparece em 75° lugar no ranking da corrupção divulgado ontem, em Berlim, pela organização Transparência Internacional. Entre 180 nações analisadas, recebeu 3,7 pontos numa escala que vai de 0 a 10. A Nova Zelândia, considerado o país menos corrupto do mundo, recebeu nota 9,4. Somália (com 1,1 ponto), Afeganistão, Mianmar, Sudão e Iraque ocupam as piores posições no ranking. Na América Latina, 21 dos 31 países analisados receberam menos de 5 pontos.
País é o 75º mais transparente do planeta, ganhando cinco posições em relação a 2008 O Brasil melhorou cinco posições em um ranking mundial que analisa o nível de corrupção entre 180 países, divulgado ontem pela organização Transparência Internacional (TI). Com 3,7 pontos, numa escala de 0 a 10 – quanto menor o índice, maior a corrupção – o país deixou a 80ª colocação e passa a ocupar a 75ª, mesma posição de Colômbia, Peru e Suriname. Na América Latina, o Brasil está atrás do Chile, Uruguai (ambos em 25º lugar) e Costa Rica (43º). Apesar da melhora, em nível mundial o país continua entre as nações com nível de ocorrência de corrupção considerado alto, apenas quatro posições à frente de Burkina Faso, China, Suazilândia e Trinidad e Tobago. O índice é calculado com base em pesquisas feitas por instituições de renome, que ouviram especialistas e empresários, convidados a dar sua opinião sobre a percepção que têm da corrupção existente entre funcionários públicos e políticos de seus países. Na América Latina, 21 das 31 nações analisadas receberam pontuação abaixo de 5, indicando problemas sérios de corrupção. Nove delas não passaram dos 3 pontos, indicativo de corrupção desenfreada. Exceto a Guatemala, nenhum país da região registrou melhora “significativa”, segundo a TI. O ranking mundial também não teve muitas alterações importantes. A Nova Zelândia passou para a liderança, com 9,4 pontos, como a nação mais transparente. Em 2008, o país ocupava o terceiro lugar. A Dinamarca (9,3 pontos), que liderava no ano passado, está na segunda posição. Cingapura (9,2 pontos) passou do quarto para o terceiro lugar, junto da Suécia, segunda colocada em 2008. Os Estados Unidos, com 7,5 pontos, estão na 19ª posição, atrás de Reino Unido e Japão. Afeganistão Um dos países que apresentou aumento vertiginoso no índice de corrupção foi o Afeganistão (1,3 ponto), penúltimo colocado. O fato demonstra o dilema de governos ocidentais, como o dos EUA, que apoiam o Afeganistão na guerra contra o terrorismo, mas exigem transparência do presidente Hamid Karzai, cuja recente reeleição foi marcada por suspeitas de fraude. “Exemplos de corrupção variam de cargos públicos e justiça à venda até a cobrança de propinas diárias em troca de serviços básicos”, diz a Transparência sobre o Afeganistão. “Isso, junto com a explosão do comércio de ópio – que também está ligado à corrupção – contribui com a tendência negativa na nota do país”. |
GOVERNO LULA/APAGÃO ELÉTRICO: CONTO DE ''PHADAS''
RUTH DE AQUINO

A fábula da semana – o apagão – colocou em evidência um personagem que andava sumido, o Lobão. Num primeiro momento, ninguém sabia onde andava a avó (do PAC). Temeu-se por Dilma porque o Lobão é emburrado e de poucas palavras. Ele deu o conto por “encerrado”. Depois se soube que a ex-ministra de Minas e Energia estava cuidando da floresta. Nós – os Chapeuzinhos Vermelhos – somos tão ingênuos que acreditamos que raios deixaram 18 Estados do Brasil às escuras por até quatro horas.
Nós também acreditamos que a floresta será salva, especialmente porque o grande caçador de votos depende do verde para não deixar a “fada-marina” enfeitiçar eleitores e atrapalhar a sucessão em 2010.
Quando a avó do PAC ressurgiu com todo o vigor, todos respiraram aliviados. O ministro Edison Lobão, ex-governador do Maranhão, em sua hesitação de meias palavras, consegue menos empatia com o público do que a chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Já estava ficando embaraçoso ver e escutar as desculpas de Lobão. E Dilma caiu na armadilha da oposição, que a provocou. “Quem escondeu a ministra?” A pré-candidata (conhecida no Nordeste como “a mulher do Lula”) hoje sobe em todos os bons palanques – do pré-sal, do pós-sal, do pré-pós-PAC. Não falta a uma festa ou inauguração. Quando o palanque é frágil, ela some na floresta para preparar o discurso ambientalista que apresentará em Copenhague em dezembro.
Como o país inteiro sabe, e o Chapeuzinho Vermelho também, Dilma é contra o desmatamento desde criancinha. Tanto que nem o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, consegue mais aparecer. Depois de reunião ministerial em São Paulo sobre metas para reduzir emissão de gases, mandaram Minc sair de fininho para Dilma falar com a imprensa. Seja pelo “efeito cabocla” – de Marina Silva como candidata pelo PV –, seja por um súbito despertar para a questão ambiental, Dilma aos poucos tenta vestir o colete de campeã da causa verde. A ministra comemorou na quinta-feira o menor desmatamento anual da Amazônia desde 1988 – e apagou da foto oficial a senadora do Acre, que saiu do governo derrotada pelo desenvolvimentismo de Dilma.
Os efeitos do blecaute sobre o governo são modestos, se comparados aos efeitos de Dilma sobre si mesma. Será que Lula escondeu sua candidata durante 40 horas e jogou o Lobão às feras com o objetivo de desvinculá-la de um evento tão impopular? Falta de luz e água, muito mais que um desconforto político, é uma tragédia social, com prejuízos inestimáveis para pessoas comuns. Ou será que submeteram Dilma a um curso relâmpago de marketing para ela reaparecer positivamente, com luz e água restauradas no país e argumentos na ponta da língua?
Se ela tiver recebido treinamento intensivo, melhor trocar enquanto é tempo os magos de imagem. Lula pode também providenciar uma transposição de personalidade. Dilma não passa em nenhum Enem de simpatia ou serenidade, mesmo se receber antes a prova. É só colocar um microfone diante dela, é só uma repórter fazer uma observação simples e pertinente. “Ministra, a senhora garantiu há duas semanas que não havia mais risco de apagão porque agora o país tem planejamento”. A ministra encrespa as mãos, engrossa a voz: “Minha filha, você está confundindo duas coisas. O que houve foi um apagão, não um blecaute. Blecaute é barbeiragem”. Era uma referência ao racionamento de 2001.
Indagada se o país poderia sofrer outro apagão, já que o sistema de Itaipu seria vulnerável a intempéries, Dilma rebateu: “Minha querida, nós, humanos, temos um problema imenso. Nós não controlamos chuva, vento e raio. Sempre quisemos, mas não conseguimos ainda. Talvez algum dia, né?”.
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GOVERNO LULA/APAGÃO ELÉTRICO [In:] ''REJEITA H1, ACEITA H0...''
Apagão tem duas hipóteses, diz ONS
Em duas hipóteses, ONS atribui apagão a problemas climáticos |
Autor(es): Kelly Lima |
O Estado de S. Paulo - 18/11/2009 |
Conjunção de casualidades foi tão improvável que deixou todos de queixo caído, diz técnico Uma semana após o apagão que atingiu 18 Estados, o Operador Nacional do Sistema elétrico (ONS) revelou ontem que os técnicos têm duas hipóteses para a causa, ambas decorrentes de problemas climáticos. A primeira é a já divulgada possibilidade de raios nas três linhas de transmissão entre Ivaiporã (PR) e Itaberá (SP). A segunda, considerada mais provável, é que três isoladores das linhas de transmissão tenham entrado em curto-circuito simultaneamente por causa de fortes chuvas e ventos. "Uma corrente de eventos desse tipo pode ser comparada às casualidades que derrubam um avião. E ninguém deixa de voar por causa disso", disse ontem o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, ao comentar a primeira prévia do documento. O relatório definitivo só será divulgado na segunda-feira. "Ventos, chuvas e as consequências de descargas elétricas ocorrem de maneira aleatória. Seria evitar o impossível", afirmou. Segundo o ONS, curtos-circuitos são comuns no sistema, mas nunca ocorreram de forma simultânea. Um dos técnicos comentou que foi uma conjunção de casualidades tão improvável que deixou a todos "de queixo caído". Desde 2000, por exemplo, já ocorreram nove curtos triplos (em três linhas), mas com mais de dois ou três segundos entre eles, o que impediu a amplitude do problema. De acordo com o ONS, a queda simultânea das linhas foi facilitada porque o incidente ocorreu muito próximo da subestação onde elas convergem. Chipp criticou a posição do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que havia negado a existência de intempéries climáticas no dia do apagão. "Acho que o Inpe deve cuidar das condições climáticas. Dos efeitos disso quem cuida somos nós. Não discuto as declarações do Inpe e espero que eles façam o mesmo." Procurada, a direção do Inpe disse que só se manifestará quando ficar concluído o relatório climático da região, previsto para até o fim desta semana. Danos nos isoladores são raros, mas não impossíveis de ocorrer, diz o professor da Universidade São Paulo (USP) Sidney Martine, que presidiu a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista. Consultado pelo Estado sobre a versão apresentada pelo ONS, ele disse que as peças de cerâmica já poderiam estar danificadas antes do temporal, contribuindo para a ocorrência. O especialista, porém, não acredita em problemas de manutenção. "Podem acontecer pequenas rachaduras, imperceptíveis a olho nu." Segundo ele, porém, ainda não houve tempo suficiente para investigar o que houve. "É necessário um processo de análise de todos os registros de dados das subestações para indicar o que realmente houve." Chipp também lembrou que já é procedimento do ONS reduzir a carga de Itaipu quando o Sistema Meteorológico do Paraná indica intempéries climáticas ao longo da linha de transmissão, para evitar problemas como o que provocou o apagão. Naquele mesmo dia, ele admitiu que tinha havido um aviso desse tipo, a carga foi reduzida, mas houve a sinalização de que o clima já teria melhorado, quando a carga foi restabelecida no início da noite. "Depois disso não tivemos mais aviso nenhum." O diretor do ONS também descartou qualquer possibilidade de ter ocorrido falha técnica ou humana. Segundo fontes do governo, a ausência de informação tem colocado em xeque até mesmo a competência do operador. "Tá ficando chato essa falta de explicação. O pior de tudo é que, de fato, eles não sabem o que aconteceu. Só sabem que houve um curto-circuito", afirmou a fonte. --------
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GOVERNO LULA/APAGÃO ELÉTRICO: ''O QUE QUE HÁ? O QUE ´TÁ ACONTECENDO..." *
GOVERNO AINDA NÃO ENTENDEU O APAGÃO
O CURTO-CIRCUITO CONTINUA | |||||||
Autor(es): Tiago Pariz | |||||||
Correio Braziliense - 18/11/2009 | |||||||
Um semana depois do apagão, governo desconsidera problemas apontados por especialistas na transmissão de energia e deixa de lado a segurança do sistema
Modelo energético antigo, gestão ultrapassada, manutenção precária das linhas de transmissão, sistema sobrecarregado. Para esses problemas apontados por especialistas, o governo dá respostas sem sintonia para evitar novos apagões no país. Uma semana depois do blecaute que deixou 18 estados no escuro, a aposta é aumentar a oferta e o acesso energéticos e deixar em segundo plano ações para dar a segurança de um fornecimento regular aos consumidores. Até agora, a única certeza é que o bolso dos brasileiros pagará a conta da lambança energética do Executivo. A Agência Nacional de Energia Elétrica vota amanhã o edital da licitação para início das obras da usina de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). E o governo cogita, como informou o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, lançar o edital antes mesmo de sair a licença ambiental para o projeto. Todo esse esforço para atropelar a burocracia estatal, classificada pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a assessores como “absurda”, está sendo feito para cumprir o prazo estabelecido pelo governo para licitar a obra da segunda maior hidrelétrica do país até 21 de dezembro — um mês antes devem ser lançadas as regras da escolha da empresa que tocará o projeto.
Em outra frente, está sendo preparada a licitação ainda este mês de novas linhas de transmissão. A meta do Ministério de Minas e Energia é construir 4.997 km de linhas em 2010, chegando a 99.643km em todo o sistema interligado. Os analistas, no entanto, dizem que, apesar da importância em distribuir a energia gerada, o governo deveria apresentar um plano para melhorar a gestão e investir na segurança do sistema, que são mais baratos do que usina e novos circuitos de distribuição de energia. Reportagem do Correio publicada no último e sábado mostrou relatórios do Tribunal de Contas da União e do Operador Nacional do Sistema (ONS) alertando que desde 2004 havia a necessidade de incrementar investimentos para reforçar as torres de transmissão. O ONS chamou a atenção para o reforço do circuito de Itaipu para São Paulo, justamente o local do problema da semana passada. “Houve mais investimentos em geração e transmissão de energia. Mas agora é uma questão de gestão e operação do sistema”, disse o presidente do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), Adriano Pires. “O consumidor tem que entender que vai encarecer a tarifa por conta desse problema”, disse o especialista. Para ele, o governo ataca o problema de maneira equivocada. “Não tem problemas físicos com acesso à energia gerada, não há problema de transmissão e está sobrando energia”, disse Pires. “É preciso melhorar a gestão e investir em equipamentos que dêem segurança ao sistema”, frisou o especialista em infraestrutura energética. O governo cerrou-se em reuniões técnicas ontem. Em Brasília, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmerman, formou um gabinete de acompanhamento do fornecimento energético. No Rio de Janeiro, o ONS juntou todos os técnicos envolvidos para fazer uma análise do que ocorreu. Depois do relatório do ONS, enviado ao Ministério Público, sobre uma falha numa linha de transmissão oito horas antes do apagão, falam em sobrecarga no sistema, mas os políticos resistem a essa explicação porque teriam de admitir a fragilidade do fornecimento energético. O secretário-executivo disse não haver possibilidade de aparecerem novas hipóteses para a falta de energia que durou cinco horas na última semana. A oposição também adotou o mesmo discurso. O deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA) descartou que o problema energético seja falta de aporte em transmissão e geração, mas na manutenção dos 94.646 km de linhas existentes. “Falta investimento quando o problema é inevitável. O apagão poderia ter sido evitado se tivesse segurança no sistema, se o modelo fosse diferente e a operação, adequada. E isso se faz com pouco dinheiro”, afirmou o parlamentar baiano.
Divergência técnica
A preocupação de sobrecarga é tanta que o ONS reduz desde sábado a geração de energia de Itaipu para dar segurança ao fornecimento e evitar novos apagões. “A geração de Itaipu no setor de 60 Hz foi inferior ao valor programado visando prover maior segurança elétrica devido às condições atmosféricas desfavoráveis com presença de chuvas, ventos e descargas atmosféricas”, informou o relatório de desempenho do Sistema Integrado Nacional publicado diariamente pelo operador. “De forma a evitar corte de carga”, seguiu o documento. O ONS ainda não descartou que o blecaute tenha sido causado por um raio. Segundo Chipp, a falha de fornecimento ocorreu porque a primeira linha que entrou em curto não foi desconectada por proteção, deixando o sistema suscetível e instável próximo à estação de Itaberá, no interior de São Paulo. Com a queda de outras duas linhas de transmissão, 18 estados ficaram sem luz por oito horas. “Nenhum sistema do mundo é imune a blecaute”, afirmou Chipp. A tese de falta de isolamento é vista com ressalvas pelo governo. O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, marcou reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) na sexta-feira para discutir os relatórios técnicos. Enquanto há divergências sobre as causas, os blecautes continuam. Ontem moradores de sete cidades do interior paulista, além de Belo Horizonte, sofreram com a falta de luz causada pelas chuvas.(TP)
E eu com isso A confusão do governo e a clara contradição entre políticos e técnicos sobre as causas do blecaute que atingiu 18 estados só mostram que qualquer solução apresentada para garantir uma resposta à irregularidade do fornecimento de energia deverá acarretar aumento nas tarifas. Mais uma vez é o consumidor quem arcará com os problemas. Em 2001, durante o racionamento, o brasileiro teve de apagar as luzes para evitar picos no consumo e quedas prolongadas de energia. ------------ |
MUNDO/MEIO AMBIENTE: É POSSÍVEL UMA ENERGIA ''LIMPA"?
Edição 571 - 25/04/2009 | |
Em abril deste ano, ÉPOCA mostrou, em matéria de capa, que a energia limpa representa uma chance para o planeta entrar em uma nova era de crescimento econômico. | |
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Por que o colapso financeiro mundial representa uma chance para o planeta entrar em uma nova era de crescimento econômico movido a energia limpa

A melhor tecnologia que a espécie humana já inventou para combater o aquecimento global se chama crise econômica. É fácil entender por quê. Ao longo da história, há uma relação inequívoca entre a prosperidade e a quantidade de gás carbônico despejado na atmosfera. Crescimento econômico significa mais fábricas, mais emprego, mais gente indo de carro para o trabalho, mais consumo de energia, mais queima de petróleo e gás – e, do jeito como o mundo funciona, mais poluentes no ar.
Até hoje, nenhuma tecnologia verde foi capaz de reduzir tanto as emissões de gases causadores do efeito estufa quanto uma recessão. A queda na atividade econômica reduz o consumo de petróleo e carvão, a produção de soja, de gado e a derrubada das árvores que retiram o carbono do ar. Quando ocorre uma crise na indústria, então, o efeito é cristalino. De todos os países que assinaram o Protocolo de Kyoto, os que obtiveram maiores níveis de redução de suas emissões de gases foram aqueles cujo complexo industrial implodiu com o fim do comunismo: Ucrânia, Lituânia, Estônia, Letônia, Bulgária, Romênia, Hungria, Polônia, Eslováquia e República Tcheca. A Rússia só resolveu ratificar Kyoto em 2004, ao perceber que facilmente atingiria os índices estabelecidos no acordo até 2012, pois as reduções se baseavam em dados anteriores ao colapso da União Soviética.
A crise que a economia global atravessa hoje terá, portanto, um efeito colateral benéfico sobre as emissões de carbono. Fábricas já fecham suas portas na China, cuja energia está baseada no carvão, um dos maiores poluentes da Terra. Desempregados, os americanos deixam de se deslocar para o trabalho e gastam menos petróleo, outro símbolo de nossa economia suja. A queda no consumo brasileiro deixa de exercer pressão sobre nossos produtores de soja e gado para derrubar a Amazônia. Tudo isso resultará, sem a menor dúvida, em algum alívio para a atmosfera.
Mas ninguém pode defender racionalmente a redução da atividade econômica – em outras palavras, a pobreza – como uma política climática para o planeta (muito embora essa ideia, ou alguma variante dela, passe pela mente de certos ambientalistas). Os governantes e o setor privado de qualquer país sempre preferem a prosperidade. Compreensivelmente, eles querem gerar emprego, atrair investimentos e promover o crescimento. Em tempos de crise econômica, o setor mais cortejado pelas autoridades costuma ser aquele que simboliza nossa dependência dos combustíveis fósseis: os produtores de automóveis. Todo governo quer ver mais gente comprando carro. Nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama faz de tudo para tentar salvar a decrépita indústria de Detroit da bancarrota. No Brasil, o Ministério da Fazenda reduz impostos para estimular a venda de carros, e o Banco Central comemora a retomada nos índices automotivos como um sinal de que o país começa a reagir à crise global. Ora, se há mais gente andando de carro e consumindo gasolina, haverá mais carbono no ar. Eis, portanto, o paradoxo central que vive nosso planeta: ninguém quer recessão – e ninguém deseja a catástrofe ambiental. Será que precisamos escolher entre esses dois flagelos?
As nações da Terra se preparam para firmar em Copenhague, no final deste ano, mais um acordo climático global, o sucessor do Protocolo de Kyoto. E chegou o momento de dizer com clareza: Kyoto fracassou. Sobretudo, por não resolver o paradoxo que opõe economia e ecologia. A espetacular onda de prosperidade que o planeta viveu nas últimas décadas se alicerçou sobre formas sujas de gerar energia – como carvão e petróleo. Poucos países cumprirão as metas de Kyoto até 2012, porque nenhum governante mentalmente sadio escolheria, para isso, viver um colapso industrial semelhante ao do Leste Europeu no pós-comunismo. Em Copenhague, a humanidade estará, mais uma vez, diante do gigantesco desafio de conciliar o crescimento econômico com uma nova mentalidade ecológica.
Há um consenso entre cientistas, ambientalistas e líderes empresariais: o tempo para debates infrutíferos passou. A próxima década se tornou a última oportunidade que temos para evitar a catástrofe climática. As transformações na dinâmica do planeta já começaram. No início do ano, a pior seca da história arrasou a principal região agrícola da Austrália. O gelo da Antártica começa a se desprender a uma velocidade superior à das piores previsões. Alguns países, como o Reino Unido, preparam obras para lidar com marés mais altas, verões mediterrâneos e a mudança no padrão de chuvas. Uma enquete feita com 1.756 cientistas pelo jornal britânico The Guardian revelou que 90% deles não acreditam que será possível evitar um aquecimento global acima de 2 graus célsius – um limite do tolerável sem consequências catastróficas. Eles estimam que o aumento médio de temperatura até o final do século ficará entre 4 e 5 graus (leia mais). Esse aquecimento desmancharia a cadeia produtiva de alimentos e ameaçaria os suprimentos globais de água. Também inundaria cidades e deixaria centenas de milhões de desabrigados. Eis, aí, a conta perversa de quase três séculos de prosperidade ininterrupta, desde a Revolução Industrial.
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http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI69914-16270,00-A%20NOVA%20ERA%20DA%20ENERGIA%20LIMPA.html
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
18 de novembro de 2009
O Globo
Manchete: Mantega: dólar ideal para o Brasil seria de R$ 2,60
A uma plateia de industriais, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, surpreendeu e disse que, se o dólar estivesse a R$ 2,60 - apontada como taxa de equilíbrio pelo banco americano Goldman Sachs -, "venceríamos todos". Nessas condições, disse, a indústria nacional poderia enfrentar a concorrência de produtos chineses e coreanos. "A indústria brasileira tem muita competência, capacidade. Mas nós temos uma desvantagem cambial", resumiu, em atitude inédita para uma autoridade econômica. O dólar fechou a R$ 1,717. Para chegar a R$ 2,60, seria preciso uma maxidesvalorização de 34%. (págs. 1, 21 e Míriam Leitão)
E Meirelles diz que fica
Após a saída de Mário Torós da diretoria do BC, o presidente da Instituição, Henrique Meirelles, disse que sua "maior probabilidade" é ficar no cargo até o fim de 2010, a pedido de Lula. (págs. 1, 21 e Elio Gaspari)
Três curtos-circuitos causaram o apagão
Três curtos-circuitos praticamente simultâneos (com intervalos de 13,5 milésimos de segundo), entre as subestações de Ivaiporã (PR) e Itaberá (SP), provocaram o apagão do último dia 10. A explicação foi apresentada ontem pelo Operador Nacional do Sistema (ONS) depois de abrir as "caixas-pretas" do sistema elétrico Interligado do país.
"Nunca houve antes", resumiu Hermes Chipp, do ONS. (págs. 1 e 23)
Charge Chico: Perguntando à vovozinha
- Por que botei Lobão pra cuidar de apagão? Ih, minha filha, é uma longa história: era uma vez um bigodão...
Foto legenda: 40 anos depois, o metrô em Ipanema
Aquecimento: emissão de CO2 da China dispara
Palanque dinamarquês
De olho em visibilidade internacional, pelo menos três pré-candidatos ao Planalto já confirmaram presença na Conferência do Clima em Copenhague: José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Dilma Rousseff (PT), que chefiará a delegação brasileira. (págs. 1 e 8)
CCJ aprova fim de fator previdenciário
Ex-agente diz como morreu Rubens Paiva
'Estado' vai ao STF contra censura prévia
Lei antifumo entra em vigor hoje em todo o estado (págs. 1 e 20)
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Folha de S. Paulo
Manchete: IPTU de SP vai subir para 1,7 milhão
Se for aprovado projeto enviado pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) à Câmara Municipal, cerca de 1,7 milhão de imóveis de São Paulo vão pagar mais caro pelo Imposto Predial e Territorial Urbano em 2010.
O reajuste médio será de 31%. O aumento máximo previsto é de 40% para imóveis residenciais e de 60% para os demais - pontos comerciais, indústrias e terrenos vazios. O município tem 2,8 milhões de imóveis. (págs. 1 e C1)
Clóvis Rossi: Visita de Obama à China é certidão de nascimento do G2
Não quer dizer que EUA e China estejam de acordo em tudo. Divergências conhecidas (Irã, mudança climática, câmbio) permanecem. Mas os dois países reconhecem sua codependência. (págs. 1 e A12)
Comissão derruba fator que reduz aposentadoria
O projeto, do senador Paulo Paim (PT-RS), já foi aprovado pelo Senado. Aposentados querem reajuste igual ao do salário mínimo.
O deputado José Genoino (PT-SP) disse que o governo deve apresentar em plenário uma alternativa à atual forma de cálculo. (págs. 1 e B1)
Brasil: Tumulto marca estreia em Brasília de filme sobre Lula. (págs. 1 e A9)
Foto legenda: Juízo final
Operação cobra de acusados de sonegação R$ 4 bi
O valor sonegado refere-se principalmente ao não pagamento de ICMS. Indústrias e atacadistas de médio porte foram os principais alvos da megaoperação. (págs. 1 e B6)
Heloísa Helena apoia Marina e vai disputar Senado
Joaquim Barbosa confirma saída de seu cargo no TSE
Atual vice-presidente do TSE, Barbosa presidiria o tribunal no ano eleitoral de 2010. Ricardo Lewandowski assumirá a função. (págs. 1 e A4)
SP paga R$ 25 mi para que setor privado fiscalize Rodoanel (págs. 1 e C4)
Mundo: Em 75°, Brasil é o Bric menos corrupto em pesquisa mundial (págs. 1 e A13)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Avança na Câmara projeto que muda regras da aposentadoria
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou, por unanimidade, relatório favorável a projeto de lei que prevê o fim do fator previdenciário - mecanismo que retarda as aposentadorias. O embate agora segue para o plenário da Câmara. Os líderes do governo dizem que o assunto só deve entrar na pauta depois da votação dos projetos do pré-sal. Além disso, eles querem uma alternativa ao fator previdenciário, usando o déficit da Previdência Social como argumento. Os aposentados, porém, já avisaram que não aceitam essa substituição e ainda pretendem pressionar para que todas as aposentadorias sejam reajustadas com o mesmo índice de correção do salário mínimo. (págs. 1 e B4)
Pane elétrica na Caixa suspende liberação de FGTS
Uma pane elétrica no prédio central da Caixa Econômica Federal no Rio, segundo o banco, causou a suspensão do pagamento de FGTS. A CEF informou que o serviço já voltou, mas em ao menos 13 agências paulistanas ele seguia fora do ar ontem. (págs. 1 e B4)
Foto legenda: De olho - Aposentadas acompanham votação na CCJ, realizada após acordo com o governo que abre brecha para impedir mudanças
Crea vai vistoriar as 2 mil vigas do Rodoanel
Apagão tem duas hipóteses, diz ONS
Uma semana após o apagão, o Operador Nacional do Sistema elétrico informou que técnicos levantaram duas hipóteses para o blecaute: raios nas linhas de transmissão e curto-circuito causado por fortes chuvas e ventos. (págs. 1, B1 e B3)
EUA recomendam mamografia aos 50
Estudo de um grupo de médicos que assessora o governo dos EUA orienta as mulheres a fazer mamografia só a partir dos 50 anos. O governo brasileiro já dava a mesma recomendação, mas muitos médicos não a seguiam. (págs. 1 e A20)
Supremo decide hoje o caso Battisti
EUA e China agora falam em meta climática
Marcos Sá Corrêa
Lula já fez pose de quem vai chegar a Copenhague sem suor, como um corredor de maratona que apareceu de repente na reta de chegada. (págs. 1 e A19)
Ciro diz que sai em favor de Aécio
Foto legenda: Abraço - Encontro em BH
Nazismo: Réu é acusado de atuar pela SS
Notas e Informações: Palmatória do mundo
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Jornal do Brasil
Manchete: Cotas sob ameaça no Rio
A partir de hoje, estudantes poderão perder o direito de pleitear vagas em universidades pelo sistema de cotas no estado do Rio. O Tribunal de Justiça julga o mérito de ação determinando a suspensão da Lei 5.346, em vigor desde 2003 e revista em 2008, e poderá suspender sua aplicação - 40 mil alunos beneficiados hoje não serão afetados. A decisão será de 25 desembargadores e, segundo apuração do JB, são grandes as chances de as cotas efetivamente serem suspensas. Mesmo que haja recurso ao STF, a tendência será mantida. (págs. 1 e Tema do dia A2 a A3)
Foto legenda: R$ 400 para ver os fogos
Corrupção ainda é elevada no país
O Brasil aparece em 75° lugar no ranking da corrupção divulgado ontem, em Berlim, pela organização Transparência Internacional. Entre 180 nações analisadas, recebeu 3,7 pontos numa escala que vai de 0 a 10. A Nova Zelândia, considerado o país menos corrupto do mundo, recebeu nota 9,4. Somália (com 1,1 ponto), Afeganistão, Mianmar, Sudão e Iraque ocupam as piores posições no ranking. Na América Latina, 21 dos 31 países analisados receberam menos de 5 pontos. (págs. 1 e Internacional A20)
Futuro movido a petróleo e gás
Sonegação sob a mira da lei
Coisas da política
Anna Ramalho
Informe JB
Sociedade Aberta
Deputado estadual
A cor não qualifica nem desqualifica capacidade. (págs. 1 e Tema do dia A3)
Sociedade Aberta
Pesquisador
Cotas são indenização aos negros, ainda que tardia. (págs. 1 e Tema do dia A3)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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