A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, abril 01, 2008
XÔ! ESTRESSE [In:] OFICINA DO MESTRE GEPETO










GOVERNO LULA: O "CRÉDITO" NO SEGUNDO MANDATO
(*) BENJAMIN STEINBRUCH , 54, empresário, é diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, presidente do conselho de administração da empresa e primeiro vice-presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
RIO/DENGUE: UM "RIO" DE DENGUE
A Secretaria da Saúde informou que está enfrentando dificuldades em contratar novos profissionais, devido à falta de procura dos médicos, e por isso vai arcar com as despesas de transporte e hospedagem dos médicos, além de pagar pelos plantões realizados. “Fazer a revisão dos óbitos é muito importante não apenas para que os mesmos erros não sejam cometidos, mas para que o Brasil comece a montar a sua literatura da experiência do combate à doença. A dengue, neste momento, assumiu uma gravidade na infância jamais vista e nós temos pouca expertise no tema”, afirmou a presidente da Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro, Dra. Maria de Fátima Coutinho. (Estadão, 0104. Com informações de Talita Figueiredo, Alexandre Rodrigues e Lígia Formenti). Foto/arte: Gugo Cassiano.

"PORQUE SOU UM CIENTISTA, O MEU PAPO É FUTURISTA, É LUNÁTICO..." (*)
5º lugar: Mendel errou tudo, diz superagrônomo soviético 4º lugar: "Dados confirmam: o Sol gira ao redor da Terra!"
3º lugar: "Encontrado o 'elo perdido' entre humanos e macacos"
2º lugar: "Seus problemas energéticos acabaram!"
A campeã: "Fizemos clones humanos", diz cientista sul-coreano
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

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Plano dos EUA dá mais poder ao Fed. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, apresentou ontem um plano que, se aprovado, promoverá a maior reforma na regulação do sistema financeiro do país desde a Grande Depressão, iniciada em 1929. Paulson negou que a proposta tenha o objetivo de resolver a atual crise econômica, originada justamente no mercado financeiro. Segundo ele, o projeto de 218 páginas começou a ser elaborado um ano atrás, ou seja, antes de os problemas no setor de hipotecas explodirem. "Grande parte de nosso sistema regulador foi criada após a Grande Depressão e desenvolvida como reação, criando entidades reguladoras em resposta a inovações de mercado ou a problemas nos mercados." Estadão, 0104.
MIN. PÚBLICO/DOSSIÊ GESTÃO FHC (esperamos que não seja um "1º de abril")
O chefe do ministério público revela que pende para a adoção da seguinte providência: deve requisitar explicações sobre o dossiê a pelo menos três ministros. Os auxiliares de Lula enviariam manifestações por escrito à Procuradoria da República. São eles: Dilma Rousseff (Gabinete Civil), Tarso Genro (Justiça) e Jorge Hage (Controladoria-Geral da União). As outras duas alternativas, que o procurador Antonio Fernando acomoda em segundo plano, são: 1) abrir formalmente um procedimento investigatório antes mesmo da manifestação dos ministros; 2) remeter a representação do PSDB aos procuradores Eliana Pires Rocha e Carlos Henrique Martins Lima, delegando a eles a atribuição de requisitar dados sobre o dossiê. A dupla investiga, desde 2003, os gastos com cartões corporativos do governo. A representação tucana foi protocolada no Ministério Público na semana passada. Nesta segunda-feira (31), o deputado Carlos Sampaio (SP), que é promotor licenciado e integra a Executiva nacional do PSDB, aditou à peça original uma nova petição. No texto, apresenta o que chama de “novas provas” da confecção do dossiê. Pede, de resto, a adoção de providências para apurar um “delito” que atribui a Tarso Genro. Na visão de Sampaio, o ministro da Justiça teria incorrido em “crime de prevaricação” ao dizer, de forma peremptória, que a Polícia Federal não vai investigar a confecção do dossiê, atribuída ao Planalto. “Em 21 anos de Ministério Público, nunca tinha visto um ministro da Justiça afirmar, diante das câmeras de TV, que a PF não investigará um caso. Ele não pode, como chefe maior da PF, determinar aos seus subordinados, que não investiguem fatos que lhes cheguem e que dêem, mesmo que de forma indiciária, a demonstração da ocorrência de um ilícito”.
Quanto às novas “provas” que Sampaio levou ao procurador-geral, na verdade meros indícios, destacam-se três:
1) Desencontro de versões: num primeiro momento, Dilma negara a existência de um dossiê. Chegara mesmo a telefonar para a ex-primeira-dama Ruth Cardoso para assegurar que o Planalto não confecionara nenhum levantamento clandestino de despesas do governo passado; depois, a chefe da Casa Civil e Tarso Genro disseram que os gastos da gestão FHC estavam sendo recuperados por determinação do TCU. Algo que, na seqüência, o próprio tribunal de contas negaria. Por último, o ministro José Múcio, coordenador político de Lula, reconheceu a existência do dossiê. Atribuiu-o a pessoa interessada em prejudicar o governo e a ministra Dilma;
2) Assessora da ministra: Sampaio levou à Procuradoria a notícia da Folha, segundo a qual foi Erenice Alves Guerra, a secretária-geral da Casa Civil, braço direito de Dilma, quem deu a ordem para que fossem levantados os dados da gestão passada;
3) Conhecimento prévio: o deputado tucano anexou à representação do PSDB a transcrição de trecho do depoimento que o ministro Jorge Hage, chefe da Controladoria da União, prestara à CPI dos Cartões do Congresso. Antes da divulgação do dossiê, Hage insinuara que, escarafunchando os gastos do Planalto, os parlamentares chegariam a impropriedades ainda desconhecidas. Mencionou especificamente a aquisição de “caviar”. Um dos gastos exóticos atribuídos a FHC no dossiê é justamente a compra de caviar. “Juntei notas taquigráficas daquilo que falou o ministro Hage”, disse Sampaio. “Ele afirmou que, se investigássemos, o caso não ficaria apenas na despesa com a tapioca. A comissão chegaria ao caviar. Depois, o caviar aparece no dossiê. Ou o ministro tinha ciência do que estava para acontecer ou estamos diante de uma baita coincidência.”
O repórter perguntou a Carlos Sampaio o que acha da intenção do procurador-geral Antonio Fernando de Souza de requisitar informações aos ministros Dilma, Tarso e Hage antes de decidir se abre ou não um procedimento de investigação. E ele: “Acho que seria o mais correto. Por dois motivos: primeiro, ao pedir informações aos ministros, o procurador evita o eventual uso eleitoral de um instrumento importantíssimo, que é a representação ao Ministério Público. Em segundo lugar, ele dá a oportunidade de os ministros se manifestarem, o que é absolutamente correto.”
Escrito por Josias de Souza, Folha Online, 0104.