A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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quinta-feira, julho 12, 2012
''NEM SEMPRE GANHANDO, NEM SEMPRE PERDENDO, MAS APRENDENDO A JOGAR...''
Demóstenes responderá a procedimento administrativo quando retornar ao cargo de procurador do MP de Goiás
RODA DA FORTUNA
Ueba! Pelaram o Debóchenes!

... ESTÁ EXPLICADO! (''Relationship-friendship'')
Decisão deve apressar o fim da CPI
Autor(es): Por Raymundo Costa | De Brasília |
Valor Econômico - 12/07/2012 |
Com a cassação do mandato do senador Demóstenes Torres, a tendência do Congresso é apressar o fim da CPI do Cachoeira. O Senado, pelo menos, considera que já cumpriu sua parte no escândalo político desencadeado por duas operações da Polícia Federal que investigaram o esquema criminoso do contraventor Carlos Augusto Ramos e sua infiltração no Congresso e nos governos estaduais e federal.
A CPI tornou-se um incômodo para os partidos, mas para os políticos é difícil declarar encerrada a investigação sem um bom pretexto. A comissão já convocou o empresário Fernando Cavendish, um dos sócios da Delta Construções, mas é rala a expectativa em relação a seu depoimento. Cavendish deve comparecer protegido por um habeas-corpus para não falar nada que possa incriminá-lo.
Falar, aliás, parece ser um mau negócio, como demonstrou a passagem do prefeito de Palmas (TO) pela a CPI: Raul Filho (PT) foi envolvido pelo interrogatório e acabou deixando escapar uma frase irrefletida e comprometedora: "Tive a infelicidade de ser filmado", disse, depois de reconhecer que errou ao negociar doação para a campanha e discutir ao mesmo tempo programas de governo com a construtora.
Com o Senado considerando que fez sua parte, a tendência é a CPI do Cachoeira perder força, até mesmo porque está sem rumo e os partidos aliados do governo acham que o PT está fazendo uso político da comissão.
O retrospecto recente da Câmara, em matéria de punição, é corporativo, como demonstra a absolvição de todos os deputados acusados de integrar o suposto esquema do mensalão. A exceção foram José Dirceu (PT) e Roberto Jefferson (PTB), cujos mandatos foram cassados ainda na legislatura que se encerrou em 1º de fevereiro de 2007.
Já era esperado que apenas o deputado Carlos Alberto Lereia (PSDB-GO) ficasse com a cabeça a prêmio. Além de ser tucano, é o que parece mais implicado no esquema de Cachoeira, segundo as investigações da PF. Praticamente todos os outros relacionados nas sindicâncias da Câmara foram isentados de culpa.
Os senadores consideram que esgotaram as providências que cabiam a eles: Demóstenes perdeu o mandato, ficou inelegível até 2030 e a Casa deu uma resposta à opinião pública. Também jogam para esfriar a CPI o recesso parlamentar, a campanha eleitoral e as eleições de outubro
Os próximos passos em relação a Demóstenes e ao esquema do contraventor Carlos Cachoeira cabem ao Ministério Público Federal, à Polícia Federal, à Justiça Federal e assembleias legislativas e câmaras municipais, no caso dos governadores e prefeitos envolvidos.
O Senado condenou Demóstenes porque a situação do agora ex-parlamentar ficou indefensável e insustentável politicamente. Contra a cassação de Demóstenes votaram 19 senadores, praticamente o mesmo número de votos que teve a seu favor o empresário Luiz Estevão, o primeiro senador da República cassado em junho de 2000, por quebra de decoro parlamentar.
Luiz Estevão era acusado de desviar verbas para a construção da sede do TRT-SP, mas integrava um grande partido (PMDB) e mantinha boas relações de amizade em todos os partidos.
Demóstenes, ao contrário, integrava um partido desidratado e que perdeu influência no Congresso, o Democratas (DEM), e era visto, entrem os colegas, como um senador arrogante. Os poucos amigos que fez nas outras siglas foram os "companheiros" de cruzada moral, que o abandonaram quando se tornou público que o senador goiano apenas encarnava um personagem.
O processo contra Demóstenes não foi partidário. Considerando-se os votos contrários, as abstenções e uma ausência, no limite pode-se dizer que 25 senadores foram contrários a cassação de seu mandato. Pelos mesmos critérios, a conta em favor de Luiz Estevão bate em 28 votos. Esse é mais ou menos o número de senadores que em hipótese alguma consideram aplicar a pena de perda de mandato, por quebra de decoro parlamentar, a um senador eleito, por considerá-la excessiva.
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LUZES DA RIBALTA
Léguas a percorrer
Dora Kramer |
O Estado de S. Paulo - 12/07/2012 |
A cassação do mandato de Demóstenes Torres obviamente não piora, mas também não melhora a imagem do Senado que encerrou a carreira política de um de seus pares sem, contudo, quitar a imensa dívida que acumula com a sociedade.
Em pé, de braços cruzados, acompanhando a sessão com um quase imperceptível sorriso no rosto, Renan Calheiros era a materialização de uma evidência: Demóstenes não caiu em decorrência do rigor ético dos senadores, mas por um conjunto de circunstâncias para ele adversas.
Se o critério predominante fosse o zelo ao decoro parlamentar, Calheiros não teria assistido à cena em posição tão privilegiada
Assistiu porque foi absolvido a despeito de ter tido contas particulares (a pensão da filha) pagas por um lobista de empreiteira, de ter mentido apresentando a seus pares documentos falsos na hora da defesa.
Descontados os detalhes, na essência comportamento tão indecoroso quanto o de Demóstenes, cuja situação se diferenciou basicamente por dois fatores: ausência da rede de proteção – no caso de Renan extensiva do Palácio do Planalto à sustentação de um partido de peso imenso (PMDB) passando pelo receio reverencial de senadores intimidados – e a contradição entre o personagem que encarnava e as ações ocultas que executava.
Ativos importantes com os quais não contou o agora ex-senador. Disso, aliás, deu notícia em seu pronunciamento final recheado de sofismas. Numa desassombrada conversão à lei não escrita da boa convivência na Casa assumiu o que na visão dele foi seu "único erro". Qual? Ser "intolerante" com os demais, perceber que não vale a pena "buscar a fama" em cima do defeito alheio. Pediu perdão aos que "levianamente" ofendeu e a todos aconselhou: "Não entrem por esse caminho".
Como legado do processo deixa uma lição. A austeridade, ainda que estudada e presumida, não compensa.
Certamente não foi essa a intenção, mas quando se viu perdido por um Demóstenes Torres perdeu-se por mil, confessando que seu rigor ético era mesmo artificial, que almejava com ele notoriedade e que deveria ter-se preocupado menos com as causas que defendeu ao encarnar doutor Jekyll e mais com a tessitura dos laços de amizade que garantiriam proteção à sua face mister Hyde.
Foi-se Demóstenes, mas ficou o Senado às voltas com seu passivo. Suas excelências têm desde já uma chance de escolher se o aumentam ou o reduzem na decisão sobre o que fazer com o suplente do senador cassado.
Se valer o critério aplicado ao suplente de Joaquim Roriz, Gim Argelo, Wilder Pedro de Morais será recebido de braços abertos, não obstante seja acusado de ocultação de patrimônio à Justiça Eleitoral e tenha relações notórias com Carlos vulgo Cachoeira.
Calendas
Se já era difícil a Câmara dar continuidade ao trabalho do Senado que aprovou o fim do voto secreto, a cassação de Demóstenes Torres torna a hipótese ainda mais remota.
Saciados os apetites, arrefecerão as pressões e prevalecerá a alegação de que o voto sigiloso, afinal, não foi obstáculo para a cassação.
Lacuna
Lula, CUT, UNE e os demais sócios da versão de que em 2005 não houve um escândalo que revelou a existência de um esquema de cooptação de partidos e desvio de dinheiro público, mas um golpe "das elites" para derrubar o então presidente, todos incorrem em falha grave de roteiro.
Se não houve fatos, por que não denunciaram a conspiração? Lula, por exemplo, pediu desculpas. Isso antes de ir à televisão propagar a história de que o PT fez o "que todo mundo faz" e de usar a autoridade presidencial para defender o crime eleitoral como atividade corriqueira perfeitamente aceitável.
Daí a extemporaneidade das ameaças de manifestações contrárias ao curso (sem que se saiba qual será) do julgamento do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal.
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COMO? REPETE!
DEMÓSTENES PERDE MANDATO E DIZ QUE RECORRE AO SUPREMO
EX-SÍMBOLO DA ÉTICA, DEMÓSTENES TORRES É CASSADO EM VOTAÇÃO SECRETA NO SENADO |
Autor(es): RICARDO BRITO , EUGÊNIA LOPES |
O Estado de S. Paulo - 12/07/2012 |
Três meses após dizer que era só "amigo do empresário" Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o senador Demóstenes Torres (ex-DEM, sem partido-GO) foi cassado ontem sob a acusação de mentir a colegas, receber vantagens indevidas e usar o mandato para defender interesses do contraventor. Em votação secreta de três minutos, após quase três horas de sessão de julgamento, o painel do plenário apresentou o placar: 56 votos favoráveis à perda de mandato, 19 contrários e 5 abstenções. Apenas o senador Clóvis Fecury (DEM-MA) não estava presente, por motivo de licença.
Demóstenes fica agora proibido de disputar cargos públicos até 2027, pena imposta pela Lei da Ficha Limpa, da qual foi o relator.
O ex-líder do DEM, que se notabilizou pelo discurso em defesa da ética e chegou a sonhar com voos presidenciais em 2014, entrará para a história como o segundo senador a ter o mandato cassado por quebra de decoro no País - Luiz Estevão (PMDB-DF) perdeu o mandato em 2000, acusado de mentir sobre seu envolvimento em desvios da obra do Fórum Trabalhista de São Paulo.
No oitavo discurso que fez em plenário desde a semana passada, o senador cassado chegou a pedir clemência. "Quem cassa senador é senador, não é a imprensa. Por favor, me deem a oportunidade de provar minha inocência. Não acabem com a minha vida, nem me deixem disputar outra eleição em 2030", afirmou.
No momento mais ousado do pronunciamento, de 35 minutos, alegou inocência e investiu contra o relator de seu processo no Conselho de Ética, Humberto Costa (PT-PE). Ele lembrou que Costa foi absolvido pela Justiça no caso da chamada máfia dos sanguessugas, um esquema de desvio de recursos da época em que comandou o Ministério da Saúde. "Ele provou que era um homem honrado; por que a minha cabeça tem que rolar?", questionou.
Isolado. Primeiro a chegar ao plenário, Demóstenes permaneceu isolado praticamente durante toda a sessão que culminou com a cassação de seu mandato.
Uma espécie de "cordão de isolamento" foi formado, deixando-o afastado dos demais senadores. Apenas seu advogado, Antonio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, ficou todo o tempo a seu lado. Poucos senadores se aventuraram a cumprimentá-lo - um deles foi Jader Barbalho (PMDB-PA). Apesar de o plenário estar cheio, o silêncio imperou na maior parte das três horas da sessão de cassação.
Conhecido na maior parte dos seus nove anos e meio de mandato por ser implacável na cobrança aos pares, Demóstenes chegou a pedir perdão, no discurso, a quem "levianamente" agrediu.
O senador Renan Calheiros (AL), líder do PMDB, permaneceu de braços cruzados durante o pronunciamento - Demóstenes havia pedido sua cassação em 2007 pela suspeita de ter contas pagas por um lobista de uma empreiteira. À imprensa Renan disse que o momento era "difícil". "É um constrangimento ter que julgar um colega", afirmou.
Credibilidade. Coube ao senador Randolfe Rodrigues (AP), do PSOL, partido que entrou com pedido de quebra de decoro contra Demóstenes em março, fazer uma das defesas mais enfáticas da cassação dele durante os debates. "O que está em jogo não é a condenação de conduta errônea. A votação de hoje é um sinal a milhões de brasileiros sobre a credibilidade de uma instituição centenária, fundamental para a democracia em nosso País."
Após a cassação, Demóstenes deixou rapidamente o plenário. Ele dará lugar ao engenheiro Wilder Pedro de Morais (DEM-GO), 44 anos. Ex-marido de Andressa Mendonça, atual mulher de Cachoeira, Morais tem até 90 dias para tomar posse, a partir da publicação do decreto de perda de mandato de Demóstenes, previsto para sair na quinta.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Acusado de atuar no Congresso como lobista do bicheiro Carlinhos Cachoeira, Demóstenes Torres (sem partido-GO) foi cassado ontem pelo Senado por 56 votos a 19, com cinco abstenções. Demóstenes não foi salvo pelo voto secreto e se tornou o segundo senador cassado na Casa — o primeiro foi Luiz Estevão, em 2000, acusado de desviar verbas públicas. Demóstenes cultivava imagem de defensor da ética, mas não resistiu à investigação da PF mostrando que defendia interesses de Cachoeira, a quem chamava de Professor. Fica proibido de se candidatar até 2027. Membro do Ministério Público, mantém foro privilegiado para ser investigado no Tribunal de Justiça de Goiás. (Págs. 1, 3 a 11 e editorial “Cassação pressiona CPI do Cachoeira”)
O último flash: amparado por seu advogado, o senador deixa o plenário após ser cassado. (Págs. 1)
Diante do ritmo fraco do PIB brasileiro, o Banco Central decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, para 8% ao ano, o seu menor nível. Ao justificar o oitavo corte seguido, o BC disse que a economia global está frágil e há menor pressão sobre a inflação no Brasil. O juro também ao patamar mais baixo (2,3% ao ano), mas ainda é o terceiro maior do mundo. Com o novo corte, 3,5 milhões de pessoas que aplicam em fundos de investimento perdem para a caderneta de poupança. Segundo a Fiesp, a queda foi tímida. Para analistas, a Selic deve terminar o ano em 7%. (Págs. 1, 21 e 22 e Míriam Leitão)
Em meio a protestos de dezenas de milhares de pessoas em Madri, que acabaram entrando em choque com a polícia, o governo anunciou novas medidas de austeridade contra a crise, no total de € 65 bilhões. O pacote inclui aumento de impostos, cortes nos salários e benefícios do funcionalismo, redução de subsídios e auxílio-desemprego, além de reforma nas aposentadorias. Foram presos 17 manifestantes e 76 pessoas ficaram feridas. (Págs. 1 e 24)
Em sessão aberta, por meio de voto secreto, o Senado cassou, por 56 votos a 19, o mandato de Demóstenes Torres (ex-DEM-GO). Ele é acusado de mentir sobre suas relações com Carlinhos Cachoeira e de usar o cargo para beneficiar o contraventor, preso desde fevereiro.
É a segunda vez em 188 anos que o Senado cassa um de seus membros por quebra de decoro — Luiz Estevão perdeu seu mandato em 2000. Demóstenes ficará inelegível até 2027. (Págs. 1 e Poder)
José Simão
Debóchenes pode agora criar a dupla Cascatinha e Cachoeira. (Págs. 1 e Ilustrada E11)
Bernardo Mello Franco
Ex-líder do DEM desmoralizou a moralidade no Congresso. (Págs. 1 e Opinião A2)
Janio de Freitas
Casa também perde; senador foi dos mais ativos e rigorosos. (Págs. 1 e Poder A7)
O senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) foi cassado sob a acusação de mentir a colegas, receber vantagens indevidas e usar o mandato para defender interesses do contraventor Carlinhos Cachoeira, três meses após dizer que era só “amigo do empresário”. Em votação secreta, o placar foi de 56 votos favoráveis à perda de mandato, 19 contrários e cinco abstenções. Demóstenes fica proibido de disputar cargos públicos até 2027, pena imposta pela Lei da Ficha Limpa, da qual foi o relator. Horas depois de seu advogado dizer que não haveria recurso para tentar recuperar o mandato, Demóstenes anunciou que vai ao STF. Após a votação, senadores divulgaram sua posição nas redes sociais. Integrantes da CPI do Cachoeira disseram que a cassação os faz crer na punição de outros acusados de envolvimento com Cachoeira, entre eles o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). A expectativa é de que no relatório final seja pedido o indiciamento do tucano pelo Ministério Público. (Págs. 1 e Nacional A4 a A7)
Demóstenes Torres
Senador cassado
“O que existe contra mim? Nada, nada, nada, nada".
A cassação do mandato de Demóstenes Torres obviamente não piora, mas também não melhora a imagem do Senado. Há uma imensa dívida acumulada com a sociedade. Demóstenes não caiu em decorrência do rigor ético dos seus pares, mas por um conjunto de circunstâncias para ele adversas. (Págs. 1 e A6)
Antonio Patriota
Ministro das Relações Exteriores
“As opiniões de Insulza não constituem uma posição da OEA. É a posição do secretário-geral"
Sobram dúvidas sobre a eficiência de uma provável mudança de ênfase nas políticas de estímulo, do consumo para o investimento. (Págs. 1 e Economia B2)
O padrão degradado da política nacional se materializa no descaramento de seus representantes. (Págs. 1 e A3)
Hoje haverá uma reunião entre os representantes da montadora e do sindicato, na Superintendência Regional do Trabalho, em São Paulo. Foi a pedido dos dirigentes sindicais que o Ministério do Trabalho decidiu interceder nas discussões, que começaram em junho, quando a empresa abriu dois programas de demissões voluntárias. (Págs. 1 e B1)
O que motiva o governo a fortalecer a parceria com os militares são os resultados obtidos até agora em Guarulhos. A terraplenagem do futuro terminal 3, com previsão inicial de entrega em dezembro de 2013, foi antecipada em 15 meses e deverá ser concluída em setembro. Com isso, a nova concessionária do aeroporto - formada pela Invepar e a operadora sul-africana ACSA - fica com o caminho aberto para erguer um terminal com capacidade para 12 milhões de passageiros ao ano até a Copa de 2014. (Págs. 1 e A3)
A Associação Brasileira de Criadores de Suínos calcula o prejuízo em R$ 4 bilhões no país, R$ 1 bilhão só em Santa Catarina, onde mais de 70 municípios, que reúnem 25% da produção nacional, decretaram situação de emergência. (Págs. 1 e B12)
"É preciso compartilhar essa riqueza com o cidadão. O maior desafio é a qualificação", diz o candidato Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), que lidera a última pesquisa divulgada. Há outros problemas a enfrentar, além dos crônicos na saúde, moradia e educação. Até 2011, só 5% das compras comuns da Petrobras para a Bacia de Santos e a refinaria de Cubatão - avaliadas em R$ 200 milhões anuais - foram fornecidas por empresas da região. (Págs. 1 e A14)
A CPI tornou-se um incômodo para os partidos, mas para os políticos é difícil declarar encerrada a investigação sem um bom pretexto. A Comissão já convocou o empresário Fernando Cavendish, um dos sócios da Delta Construções, mas é pequena a expectativa em relação a seu depoimento. (Págs. 1 e A9)
Só forte retomada da economia no segundo semestre e truques fiscais farão o governo cumprir meta de superávit primário. (Págs. 1 e A2)
Fernando Rocha
O investimento público em educação não é baixo e fica acima da média da OCDE, mas é malfeito e ineficiente. (Págs. 1 e D2)