PENSAR "GRANDE":
"OS GRANDES GÊNIOS SÃO AQUELES QUE NUNCA DERAM AO INIMIGO O PODER DE DESTRUÍ-LOS". [Irving Stone].
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ELEIÇÕES 2010 (espero que na próxima nós consigamos!).
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"(...) NÃO ATIREIS AOS PORCOS AS VOSSAS PÉROLAS, PARA QUE NÃO AS CALQUEM COM OS SEUS PÉS, E, VOLTANDO-SE CONTRA VÓS, VOS DESPEDACEM". [Mateus; 7:6]. > "... E 2010 QUE NÃO ACABA! " [NHM].
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''Para que o mal triunfe basta que os bons não façam nada''.
> (Edmund Burke).
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Quarta-feira, Julho 15, 2009
Terça-feira, Julho 14, 2009
XÔ! ESTRESSE [In:] MALANDRO AGULHA: BEM MAIS DE 50 ANOS *





[Homenagem aos chargistas brasileiros];
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G20 OU G8: ''RODADAS'' DE DESTILADOS (OPS!!!)
Promessa de bêbado
| Celso Ming - Celso Ming |
| O Estado de S. Paulo - 14/07/2009 |
| Parece promessa de bêbado, de que jamais voltará a pisar o chão de um boteco. Assim repetem os chefes de Estado em relação ao protecionismo. Todos eles o condenam e prometem fazer de tudo para garantir a abertura comercial. Mas o protecionismo avança. A cada reunião de cúpula, um dos itens assinados por todos os participantes é recomeçar as negociações da Rodada Doha, paralisada desde julho de 2008. Por insistência do presidente Lula, a reunião de cúpula do Grupo dos Vinte (G-20) que ocorreu em Londres, em novembro, garantia que até o fim de dezembro (mês seguinte) recomeçariam as negociações. Ficou o escrito pelo não escrito. Nem se mexeram. Desta vez, a cúpula do Grupo dos Oito (G-8), realizada na semana passada em Áquila, Itália, também se comprometeu não só a reabrir as negociações mas também a terminá-las em 2010. Paralelamente, o Grupo dos Cinco emergentes (G-5, composto por China, Índia, Brasil, México e África do Sul), em comunicado editado separadamente, concordou em que a retomada das negociações contribuiria para a recuperação da confiança. Dá para acreditar? O fato é que o protecionismo aumentou e não foi só em consequência da crise financeira. Os pretextos são os mais surpreendentes. A pandemia da gripe suína, por exemplo, disparou proibições de importação de carne de porco, mesmo se sabendo que a contaminação não é pelo consumo de carne suína. Alguns países chegaram a proibir a importação de qualquer tipo de carne. Às vezes, o protecionismo é bem mais sutil. O estancamento do crédito que se seguiu à quebra do Lehman Brothers aumentou a demanda pelas linhas que se mantiveram abertas. E, no entanto, muitos países, especialmente da Europa, proibiram os bancos locais de seguir emprestando para empresas e instituições de "países estrangeiros". É uma prática que passou a levar o nome de protecionismo financeiro. A Organização Mundial do Comércio (OMC), que atua como xerife planetário do comércio exterior, divulgou ontem um documento em que revela que 83 decisões de política econômica tomadas nos últimos três meses pela União Europeia e por outros 24 países contêm disposições restritivas ao comércio. O diário madrilenho El País avisa que a maioria dessas decisões corresponde ao que vem sendo chamado de "protecionismo de baixa intensidade", que vem embutido nos pacotes de estímulo à produção. Com protecionismo e tudo, a crise está provocando enormes estragos no comércio. As projeções da OMC são de que, em média, os países ricos vão perder 14% de exportações. E os países em desenvolvimento, 7%. Não dá para sustentar que, desta vez, os maiores emperradores de um acordo sejam os países ricos. A China e principalmente a Índia vêm sendo responsabilizadas pelo atual impasse. Ontem, o diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, observava que "é preciso enviar (ao mundo) mensagem clara e crível de que o protecionismo não é a resposta (à crise)". Teoricamente não há quem discorde disso. No entanto, na hora de tomar decisões (ou de omitir-se), prevalece a proteção aos interesses locais, porque dá mais voto e, mais que tudo, garante financiamento de campanha por parte dos sindicatos e dos grupos de lobby. Confira Olha o facão - O jornal The New York Times divulgou ontem que o presidente da Nova GMC planeja demitir mais de 400 executivos entre os 1,3 mil que possui hoje, o que dá 31%. Até agora, a tradição da GM foi manter seus executivos. Se, por uma razão qualquer, não serviam para o posto, outro lhes era oferecido. Mas em princípio ficavam na empresa. Se for confirmada, a demissão desses executivos será proporcionalmente maior do que a demissão de assalariados comuns. Em 2008, a GM tinha 74 mil funcionários nos Estados Unidos e até agora fechou 21 mil postos de trabalho (28%). |
CPI DA PETROBRAS: ATOS, FATOS E VERSÕES
Sobre ratos e fatos
| Autor(es): Carlos Alexandre |
| Correio Braziliense - 14/07/2009 |
| “A tua piscina está cheia de ratos/ tuas ideias não correspondem aos fatos/ O tempo não para.” Vinte e um anos depois, o clássico de Cazuza tocado em rádio confirma a nossa capacidade de nos perpetuar no equívoco, de assistir passivamente aos conchavos entre as camarilhas de Brasília, com o olhar condescendente do Planalto. Hoje, com a instalação da CPI da Petrobras no Senado, seremos testemunhas de mais uma farsa montada no palco da mais importante casa legislativa do país. Somente um crédulo pode esperar que uma CPI controlada pelo governo, instalada no poder no qual o mandatário mor é acusado de se beneficiar de um desvio de R$ 500 mil da maior estatal do país, resulte em alguma medida moralizadora. A CPI da Petrobras já vem natimorta. Não passa de palanque para governo e oposição protagonizarem atos dissimulados e jogo de palavras. Além dos escândalos que pesam sobre os ombros dos políticos, o que corrói o Senado são as práticas — muitas delas secretas — para manter a chamada atividade parlamentar. De cada 10 funcionários de gabinete dos 81 senadores, oito são comissionados e têm indicação política, como contabiliza a Folha de S. Paulo. Os senadores suplentes da Mesa Diretora, por sua vez, dispõem de quase R$ 100 mil por mês para manter uma equipe de assessores não concursados, informa o Correio. A revogação dos 663 atos secretos, determinada ontem por Sarney, por enquanto é mais um gesto político do que administrativo. Quem vai pagar pelas nomeações espúrias feitas à custa do erário? Agaciel? Os ex-presidentes do Senado? Sarney, que está nas cordas? O Brasil não tolera mais tanto fisiologismo. Se o país conseguiu solidificar suas bases democráticas após 21 anos de regime de exceção, se construiu os fundamentos necessários para conquistar a estabilidade econômica e sobreviver à atual crise sem a necessidade de respirar com ajuda de aparelhos, isso se deve à capacidade do eleitor de votar em administradores responsáveis — apesar das indecorosas concessões feitas pelos escolhidos em nome de interesses eleitorais. Chegou a hora de fazer o mesmo com os ocupantes do atual Legislativo. É preciso escolher gente capaz de tirar o Senado do atoleiro. Mais uma vez, está próximo o momento de expulsar os ratos que infestam o Congresso e resgatar a dignidade da casa de Rui Barbosa. O tempo não para, lembra Cazuza. Ou, como já cantava outro poeta roqueiro em 1978, “Nas favelas, no Senado/ sujeira pra todo lado...” |
DANIEL DANTAS [In:] O COFRE DO HOMEM-FORTE
O cofre de Daniel Dantas no exterior
| Informe JB |
| Autor(es): Vasconcelo Quadros |
| Jornal do Brasil - 14/07/2009 |
A bolada bloqueada pelo Ministério da Justiça no exterior alcança a cifra de US$ 3 bilhões. Cerca de dois terços desse montante estão em nome do banqueiro Daniel Dantas e de investidores que, de boa ou má fé, aplicavam seus recursos no exterior através do fundo gerenciado pelo Grupo Opportunity, em paraísos fiscais ou em mercados financeiros tradicionais. O DRCI, órgão central do governo envolvido na recuperação de ativos, e os advogados do banqueiro travam no exterior uma colossal guerra jurídica em torno dos recursos. A fortuna equivale a duas vezes e meia o orçamento do governo federal destinado este ano ao Pronasci, o PAC da segurança e vitrine do Ministério da Justiça. Marolando VácuoO governo vai gostar da pesquisa que será divulgada hoje pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojista (CNDL) e o SPC Brasil. Ela aponta uma tendência de queda no nível de inadimplência, medida num universo de 150 milhões de CPFs. É um indicativo de que, se ainda não está imune, o Brasil está reagindo bem à crise. Os números modestos não autorizam Lula a concluir que a "marolinha" já se dissipou na arrebentação. A bancada de Mato Grosso do Sul abriu guerra contra a Funai por causa da retomada dos estudos para ampliar reservas dos índios guarani-kaiowá. "A Funai está querendo aproveitar-se do vácuo jurídico deixado pelo Supremo depois da decisão sobre a Raposa Serra do Sol", diz o senador Valter Pereira (PMDB). Ao reconhecer os direitos dos índios e autorizar a retirada dos arrozeiros, em Roraima, o STF brecou novas ampliações, mas o acórdão até hoje não foi publicado. Vespeiro Pereira e seu colega peemedebista Romero Jucá (RR) querem reformar a Constituição para que, no caso de demarcação ou ampliação de reservas, o governo indenize os não índios que estão em cima da terra. Os dois defendem os mesmos critérios usados em desapropriações para reforma agrária. Mais polêmico, Jucá acha que teria direito quem ocupa. Pereira defende o pagamento só em caso de terras tituladas pelo próprio governo. CPI do Sarney A novela sobre a CPI da Petrobras termina hoje com a instalação da comissão e confirmação dos integrantes. O governo tem dois terços, pode blindar a estatal, mas não conseguirá evitar que as investigações – como ocorreu em 2005 com a CPI dos Correios, que desembocou no mensalão – acabem se transformando na CPI do Sarney. O presidente do Senado virou um painel de tiro ao alvo. A munição mais potente deve ser produzida pelas investigações sobre a São Luiz Factoring, no Maranhão. Alerta O ministro da Justiça, Tarso Genro, mandou ontem um aviso de duplo efeito: "A Polícia Federal investiga fatos supostamente delituosos, não pessoas nem partidos". Estado de greve Policiais federais param hoje em todo o país. É o último ato antes de uma possível greve nacional. Os federais querem que o ministro da Justiça, Tarso Genro, reenquadre, como prometeu, os agentes, peritos e delegados contratados em 2004 como servidores de terceira classe e que ele retirou da categoria um degrau de cinco anos para ascensão à carreira. O governador José Roberto Arruda já fez o reenquadramento na Polícia Civil do DF, mas quem paga é a União Ouçam os oficiais O ex-deputado Aldo Arantes avisa que, se o general Mário Lúcio Araújo não ouvir os oficiais que participaram da última campanha no Araguaia, as expedições programadas para agosto vão se transformar num fracasso ou terão resultado pífio. |
SARNEY: NINGUÉM VIU, TODOS SABEM...
'Não sei o que é'', dizia senador, há um mês
| Autor(es): Leandro Colon |
| O Estado de S. Paulo - 14/07/2009 |
No dia 16 de junho, o Senado parou para ouvir o presidente José Sarney (PMDB-AP). Plenário lotado e em silêncio. Da tribuna, o senador discursou sobre a revelação de que centenas de atos secretos foram editados nos últimos anos. Sem titubear, ele afirmou que isso jamais existiu dentro do Senado. "Eu só conheço um ato secreto, durante o tempo do presidente Médici, em que ele declarou que iria haver decretos secretos. Eu não sei o que é ato secreto. Aqui, ninguém sabe o que é ato secreto." Emendou em seguida. "O que eu quero dizer é que hoje todos os atos estão na rede. Não existe ato nenhum que não esteja na rede. E, ao contrário do que se pode dizer de ato secreto, ninguém pode tomar posse sem levar a sua nomeação publicada." Uma comissão interna identificou que pelo menos 663 atos administrativos não foram publicados, contradizendo o discurso do senador. Parentes de Sarney, inclusive, tomaram posse sob nomeação por meio de boletim não publicado. Três dias depois do discurso, Sarney convocou a imprensa e anunciou a criação de uma comissão para investigar denúncia do servidor Franklin Paes Landim, de que havia ordens expressas para esconder boletins administrativos. Mesmo assim, Sarney resistiu em admitir a existência dessa prática. "O que houve foi a falta de uma formalidade essencial", disse. A comissão pediu abertura de processo contra os ex-diretores Agaciel Maia e João Carlos Zoghbi. Sem saída, Sarney determinou a abertura da investigação interna. Ontem, rendeu-se ao determinar a anulação dos atos secretos. Agaciel foi indicado pelo senador para a diretoria-geral em 1995. Deixou o cargo em março, após a acusação de ter ocultado a propriedade da casa onde mora. No dia 10 de junho, quando o Estado revelou o caso, Sarney foi padrinho de casamento de uma filha de Agaciel. SARNEY EM QUATRO TEMPOS Discursos e entrevistas de José Sarney entre 16 e 19 de junho Não sei, ninguém sabe ''Eu não sei o que é ato secreto. Aqui, ninguém sabe o que é'' Tempo do Médici ''Só conheço um ato secreto, durante o tempo do presidente Médici, em que ele declarou que iria haver decretos secretos'' Isso não existe ''Como dar posse a alguém sem ter a sua nomeação publicada?! Isso não existe'' Formalidade ''Foi a falta de uma formalidade'' |
CPI DA PETROBRAS: O MELHOR DA DEFESA É O ATAQUE...
Governo já prepara contra-ataque na CPI Governo prepara-se para enfrentar CPI da Petrobras |
Valor Econômico - 14/07/2009 |
A um ano do início da disputa pela sucessão presidencial, governo e oposição preparam suas estratégias para o enfrentamento na CPI da Petrobras prevista para ser instalada hoje, no Senado. O PSDB preparou 40 requerimentos com pedidos de informações sobre a estatal e de convocação de diretores, ex-dirigentes da empresa e até mesmo da ex-secretária da Receita Federal Lina Maria Vieira, demitida após desgaste com o governo por críticas de técnicos da Receita a procedimento contábil da Petrobras. PMDB, a princípio, atuará com o PT e a base governista usará a maioria que tem na comissão para impedir a aprovação de requerimentos e de determinadas investigações. Ministros e líderes do governo passaram o dia de ontem reunidos para traçar a estratégia para blindar o governo e evitar desgaste ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mesmo que a comissão seja instalada hoje, os trabalhos deverão começar de fato apenas em agosto, depois do recesso parlamentar, que deve começar no fim desta semana. Os parlamentares entrarão em recesso só depois que a Lei de Diretrizes Orçamentárias for votada. "Protelar a instalação da CPI agora é um tiro no pé do governo", considerou Álvaro Dias (PSDB-PR), autor do requerimento. "Só vai fazer com que a CPI se aproxime do período eleitoral". Hoje os senadores devem escolher o relator e o presidente da comissão, responsáveis pela condução das investigações. PT e PMDB devem ficar com o comando da CPI da Petrobras. A base indicou oito dos onze integrantes da comissão e o PMDB tem o maior controle da investigação, com três senadores - ligados a Renan Calheiros, líder do PMDB no Senado. PMDB tentará blindar o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AL), envolvido em denúncia de desvio de recursos da Petrobras por meio da Fundação Sarney, da qual é presidente de honra, presidente vitalício e responsável pelas finanças. O PT tentará proteger o governo Lula e a estatal. Os dois partidos indicaram políticos para as diretorias. PSDB e DEM estão se municiando com informações sobre a Petrobras, como patrocínios e convênios firmados pela estatal com ONGs e prefeituras. Autor do requerimento de criação da CPI, Álvaro Dias, criou em seu gabinete uma espécie de "QG" para investigar a Petrobras e deslocou dois funcionários do Senado para coletar informações da estatal. Os tucanos prepararam 15 requerimentos que serão entregues à Mesa Diretora e outros 25 destinados à CPI. A maioria dos requerimentos é para pedir dados da estatal, mas já foram definidos pela oposição quatro pedidos de depoimentos na comissão de inquérito. PSDB quer chamar a ex-secretária da Receira Federal Lina Maria Vieira, Wilson Santarosa, gerente executivo de comunicação da Petrobras, e dois ex-diretores da Iesa Óleo e Gás, acusados de integrar esquema de fraudes em licitações da Petrobras pela Operação Águas Profundas, da Polícia Federal. O ministro da coordenação política, José Múcio Monteiro, reforçou ontem, após reunião ministerial na Granja do Torto, a posição do governo em relação à CPI. Disse que existem todos os pré-requisitos legais para que ela seja instalada e que o governo "exercerá na comissão a maioria que possui". Pela correlação de forças, o governo tem oito dos doze senadores que integrarão a Comissão. Da reunião ministerial, participaram, além dos ministros, os líderes do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), do Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) e do Congresso, Ideli Salvatti (PT-SC). Jucá alertou para o cuidado com as eleições de 2010. Segundo ele, dos 45 votos que a base aliada têm no Senado, 37 são de senadores que disputarão um novo mandato ano que vem. "Eles tendem a pensar mais na própria eleição do que na defesa do governo", completou o pemedebista. (CA, colaborou Paulo de Tarso Lyra). |
SENADO [In:] ''ERA UMA CASA MUITO ENGRAÇADA..."
Uma Casa com 204 copeiros Uma Casa com 717 copeiros e contínuos |
Autor(es): Adriana Vasconcelos |
| O Globo - 14/07/2009 |
Cada um deles custa ao Senado R$ 2.400 por mês; são mais de sete para cada um dos 81 senadores BRASÍLIA. Depois de descobrir que a Casa funcionava com 181 diretores, agora o Senado se depara com outro número surpreendente: pelo menos 20,4% dos 3.500 servidores que prestam serviços terceirizados à instituição são copeiros ou contínuos. |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA...?"
14 de julho de 2009
O Globo
Manchete: Sarney anula atos secretos, mas nomeados não perdem cargos
Na véspera da instalação do Conselho de Ética e da CPI da Petrobras, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-PA), anunciou ontem a anulação de todos os 663 atos secretos baixados nos últimos 14 anos. A medida, porém, não tem efeito prático, e ainda precisará ser analisada, caso a caso, por uma comissão no prazo de 30 dias. Dos 663 atos, 86% referem-se a movimentações de pessoal, e para esses nada mudará. Mesmo após a análise da comissão, eles devem ser mantidos no cargo, por terem direitos salariais e trabalhistas já adquiridos. Outra medida anunciada por Sarney, a devolução de recursos pagos indevidamente, também é de difícil execução, segundo o setor jurídico do Senado. "Factoide é uma maneira elegante de dizer o que significa o ato do presidente Sarney", reagiu o senador Cristovam Buarque (PDT-DF). "Todo ato do presidente do Senado é político, mas tem que ter respaldo jurídico", admitiu o primeiro-secretário, Heráclito Fortes (DEM-PI). Em reunião ministerial comandada pelo presidente Lula, o governo avaliou que a crise do Senado está em fase de superação. (págs. 1, 3 e 4)
Uma Casa com 204 copeiros
Pelo menos 20,4% dos 3.500 funcionár5ios terceirizados do Senado são copeiros ou contínuos. Dá mais de sete para cada um dos 81 senadores. No total, são 717, sendo 204 copeiros e 513 contínuos, que custam ao Senado R$ 2.400 por mês, cada um. A distorção foi constatada em auditoria interna, e só passará a ser corrigida com a realização de novas licitações. (págs. 1 e 4)
Governo adota novo modelo para petróleo
Brasil registra terceira morte por gripe suína
CUT pressiona governo contra as fundações
Sudanesas que usam calças são chicoteadas
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Folha de S. Paulo
Manchete: Manchete: Sob pressão, Sarney revê atos secretos
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ordenou a anulação imediata de 663 atos secretos da Casa e sua posterior revisão.
Uma comissão de servidores analisará cada caso e, em um prazo de 30 dias, apresentará relatório com providências a tomar - inclusive sobre possíveis ressarcimentos aos cofres públicos.
Segundo advogados do Senado, pode haver redução imediata em 20% da verba indenizatória dos senadores e demissão de seis funcionários por gabinete. Para evitá-las, são precisos novos atos.
A decisão segue recomendação do Ministério Público e responde a uma série de acusações contra Sarney e a Casa. Senadores veem no anúncio uma tentativa de tirar o foco dos escândalos e criar debate sobre os atos. Aprovados de 1995 a 2009, eles elevaram benefícios de senadores e definiram exonerações e nomeações, entre outras medidas. (págs. 1 e A4)
Foto-legenda: O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), chega à Casa; ele ordenou o ressarcimento de recursos pagos indevidamente
Presidente do Senado omite da Justiça Eleitoral posse de imóvel
A assessoria de Sarney disse que, antes das eleições, ele doara a casa à sua filha, Roseana - daí ter entendido que não fosse necessário declará-la à Justiça. (págs. 1 e A4)
Marcos Nobre: Lula impôs Dilma, e PT tem de arcar com a defesa de senador do PMDB
Quando foi anunciada a doença de Dilma Rousseff, o preço subiu de novo. A irresponsabilidade de Lula ao dizer que ela "não tem mais nada" teve como contrapartida política impor ao PT a defesa de Sarney. (págs. 1 e A2)
Antiviral é eficaz para tratamento de gripe suína, aponta pesquisa
A Secretaria da Saúde do RS anunciou que um menino da região metropolitana da capital é o terceiro morto pela gripe no país. (págs. 1 e C3)
Foto-legenda: Mal na foto
Governo anuncia estatal e usará pré-sal em CPI
Na véspera da instalação da CPI da Petrobras, o presidente Lula orientou ministros a usar contra a oposição o debate sobre o pré-sal. O governo dirá que os oposicionistas tentam prejudicar a estatal em vez de discutir o futuro do país. (págs. 1, A6 e B1 Leia coluna do Eliane Cantanhêde A2)
Líder golpista de Honduras usa ex-consultor da gestão Clinton
Micheletti é assessorado por Bennett Ratcliff, consultor ligado à gestão Bill Clinton, e por Lanny Davis, que advogou para o ex-presidente e participou de campanha da atual secretária de Estado, Hillary Clinton. (págs. 1 e A9)
Déficit dos EUA passa de US$ 1 tri pela primeira vez
No ano fiscal anterior, o déficit para o mesmo período era de US$ 286 bilhões. A alta deve-se à queda na arrecadação e aos gastos para tentar conter a crise. (págs. 1 e B6)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Sarney anula atos secretos, mas efeito não é imediato
Acuado politicamente, o presidente do Senado, José Sarney, anunciou a anulação de 663 atos administrativos secretos. O anúncio não representa o cancelamento imediato das medidas, pois uma equipe técnica terá 30 dias para avaliar quais delas podem ser anuladas sem produzir problemas jurídicos. A prática de atos secretos foi revelada pelo Estado há um mês e, de início, Sarney negou que eles existissem. Em reunião, o presidente Lula pediu aos ministros que apoiem o senador. "É importante ser leal a Sarney. Há uma campanha pesada contra ele e não se pode individualizar as acusações", disse.(págs. 1, A4 e A7)
Procurador investiga fundação
O procurador federal Tiago Sousa Carneiro decidiu investigar a Fundação José Sarney, suspeita de desviar verbas de patrocínio cultural da Petrobrás. (págs. 1 e A6)
Crédito e compras já voltam ao nível pré-crise
Confirmada 3ª morte por gripe suína no Brasil
Centro-oeste e Norte terão bolsas de pós-graduação
"Herton Escobar. O programa será anunciado na reunião anual da SBPC. (págs. 1 e A15)
Guerrilha: No Araguaia, em busca de respostas
Foto-legenda: Emoção: Maria encontra Zé Catingueiro: "Posso abraçá-lo?
Indicada para Suprema Corte tenta acalmar republicanos
Artigo: Scott Shane
Herança maldita pressiona Obama
As controvérsias relativas à segurança nacional da época de Bush podem desviar as atenções de Obama de suas prioridades. (págs. 1 e A12)
Notas e Informações
Já não se trata de discutir se José Sarney deve se licenciar da direção do Senado ou renunciar ao posto de vez. Ao mentir, Sarney atentou contra o decoro parlamentar. Perdeu, portanto, as condições de continuar senador. (págs. 1 e A3)
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Jornal do Brasil
Manchete: Procura por crédito sobe a nível pré-crise
A demanda por crédito no Brasil já supera o patamar do início da crise internacional. Segundo indicador da Serasa Experian, a procura por crédito a prazo registrou crescimento de 4% de maio para junho, a quarta alta consecutiva neste ano. A retomada foi puxam pelos bancos públicos: o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em reunião ministerial com o presidente Lula que as operações com as instituições estatais cresceram 19,5% entre setembro e abril, contra apenas 2,5% dos bancos privados. Especialistas creditam o crescimento
ao empenho do governo em combater os reflexos da crise. (págs. 1 e Economia A18)
Sarney anula os 663 atos secretos
Gripe em Bangu deixa Rio alerta
EUA podem acabar cozidos
Informe JB
Coisas da Política
Editorial
Sociedade Aberta
Economista Ibmec - Rio
Há risco de que crédito não surta efeito longo. (págs. 1 e A18)
Sociedade Aberta
Vice-governador do DF
Mostrar as contas na internet é sinal de transparência. (págs. 1 e A10)
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Correio Braziliense
Manchete: O perigo do preço baixo nos planos de saúde
Pediatras podem levar boicote a todo o país. (págs. 1 e 25)
Senado: Anulação de atos secretos é insuficiente
Educação convoca
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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Segunda-feira, Julho 13, 2009
XÔ! ESTRESSE [In:] ''BANANAS IS MY BUSINESS''









[Homenagem aos chargistas brasileiros];
(Carmem Miranda, disponível na rede mundial, domínio público).
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JOSÉ SARNEY: ''YES, WE HAVE BANANAS"
| A CONTA SECRETA DE "JS" LÁ FORA |
Veja - 13/07/2009 |
Auditores do BC encontraram uma contabilidade clandestina no falido Banco Santos - e ela indica que o presidente do Senado, José Sarney, tinha um conta no exterior |
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Alexandre Oltramari |
Em junho de 2001, o presidente do Senado, José Sarney, esteve em Veneza, na Itália, ao lado do banqueiro Edemar Cid Ferreira, amigo de mais de três décadas. Eles foram acompanhar a cultuada Bienal de Artes da cidade. Sarney e Edemar visitaram exposições e foram a festas. Semanas depois, já em São Paulo e de volta ao trabalho, o então dono do Banco Santos mandou registrar em seu computador detalhes financeiros da temporada da dupla em Veneza. O registro faz parte dos milhares de arquivos digitais que integram o processo sigiloso de liquidação do banco. O documento tem como título "JS-2". Em sete linhas ele relata a movimentação de uma conta em dólares no exterior. Há um ano, VEJA teve acesso a esse e outros documentos do rumoroso caso de liquidação extrajudicial do Banco Santos. Na semana passada, finalmente ficou claro que JS-2 era o nome-código de uma conta em dólares de José Sarney e que as anotações feitas em 10 de junho de 2001, exatamente no dia da abertura da Bienal, se referiam a movimentações de fundos. Edemar registrou a entrega de 10.000 dólares em Veneza a "JS". Edemar Cid Ferreira se referia ao presidente José Sarney em documentos do banco recolhidos pelos interventores e em poder da Justiça pelas iniciais "JS." Caso encerrado? As evidências são inequívocas, mas à polícia e à Justiça cabe a palavra final.
Procurados por VEJA, tanto Sarney quanto Edemar garantiram desconhecer os fatos apurados pelos interventores e pela Polícia Federal e registrados nos documentos que ilustram estas páginas. Essa é uma questão que cabe à Justiça dirimir. Como também cabe às autoridades determinar se essa conta e os fundos nela contidos são de origem legal e se foram devidamente declarados à Justiça Federal. Não é crime ter conta no exterior. Crime é mandar para fora os recursos sem conhecimento das autoridades e sem comprovar a licitude de sua origem. Por enquanto, o que os documentos significam é mais um grande constrangimento para o presidente José Sarney em um momento em que ele já se encontra assoberbado por uma série de denúncias extremamente graves. A simples proximidade com o controlador do Banco Santos é problemática. Edemar foi condenado pela Justiça, em primeira instância, a 21 anos de cadeia, já passou duas temporadas em uma penitenciária em São Paulo e está com todos os bens bloqueados pela Justiça.
Os documentos referentes à conta de José Sarney estão anexados a outros que os fiscais do BC coletaram no curso de uma investigação bem mais ampla das atividades financeiras clandestinas do Banco Santos. Nos computadores apreendidos foram localizadas trocas de mensagens entre a secretária de Edemar, Vera Lúcia Rodrigues da Silva, e um conhecido doleiro de São Paulo. Eles combinavam pagamentos e entregas a clientes de dinheiro vivo, em dólares e reais – tudo sem nenhum registro contábil oficial. Algumas dessas operações, segundo a polícia, referem-se a comissões que Edemar Cid Ferreira pagava a dirigentes de fundos de pensão de empresas privadas e estatais que, a despeito de ter interventores instalados no banco e dos rumores de quebra, mantinham altas somas aplicadas ali.
O arquivo "JS-2 – Posição exterior JS" foi encontrado nessa má companhia. Ele identifica a movimentação da conta que, em 30 de outubro de 1999, registrava saldo no exterior de 870 564 dólares, o equivalente, então, a 1,7 milhão de reais.
Além da entrega de dinheiro em Veneza, o arquivo "JS-2" expõe outras duas retiradas. A primeira, em 18 de dezembro de 2000, é de 4 717 dólares, ou 10 000 reais, segundo a conversão anotada na planilha, e não especifica o destino dos recursos. A segunda, em 21 de março de 2001, descreve um saque de 2 273 dólares, também convertidos em reais. Especifica-se o destinatário: "Valor entregue na Al. Franca". A família Sarney tem um apartamento na Alameda Franca, em São Paulo, onde, recentemente, se hospedou a governadora Roseana Sarney depois de se submeter, na capital paulista, a uma cirurgia para correção de um aneurisma.
A relação íntima e histórica de José Sarney com Edemar Cid Ferreira, os negócios do ex-banqueiro em áreas de influência política do senador e a coincidência entre as iniciais JS são, repita-se, apenas evidências, quase inequívocas, sim, mas apenas evidências, de que ambos se associaram na prática dos delitos financeiros consubstanciados nos documentos em poder da Justiça. A dúvida sobre se as iniciais JS se referem mesmo a José Sarney não existe. A prova disso está em outro documento em posse da Justiça ao qual VEJA teve acesso: a agenda de Edemar. A letra "J" registra nomes conhecidos como José Serra, Jô Soares, Jayme Sirotsky, Jorge Santana e João Santos. Entre nomes completos está a sigla "JS". Clicando em cima das iniciais abre-se uma página intitulada "Contatos JS" (veja quadro). Nesse arquivo estão armazenados todos os endereços de José Sarney em Brasília e em São Paulo e todos os telefones, inclusive de secretárias, ajudantes de ordens e seguranças do presidente em Brasília, São Luís e Macapá. "As referências a José Sarney em muitos documentos encontrados no banco eram feitas simplesmente pela sigla JS", confirma um dos auditores do Banco Central que participaram do processo de liquidação do Santos e não pode se identificar.
A suspeita de que mantinha uma arca milionária e secreta no exterior, administrada pelo amigo banqueiro, é terrível para o presidente do Congresso porque suas declarações de imposto de renda não registram dinheiro no exterior no período contemplado pela contabilidade do Banco Santos. Além disso, os dólares de "JS" equivaliam a 1,7 milhão de reais em 1999 – 74% do patrimônio total declarado por Sarney à Justiça Eleitoral em 1998, quando concorreu ao cargo de senador pelo Amapá. Questionado por VEJA sobre a existência de recursos de sua propriedade no exterior, entre 1999 e 2001, o senador foi enfático. Por meio de sua assessoria de imprensa, Sarney informou que não manteve recursos fora do país nesse período. Sobre a coincidência entre o repasse de dinheiro exatamente no período em que esteve em Veneza, o senador disse apenas que "isso não me diz respeito". O presidente do Congresso confirmou que fora à Bienal a convite de Edemar com as despesas de passagem e hospedagem pagas pelo ex-banqueiro.
Envolvido em uma espiral de denúncias desde que assumiu o comando do Congresso, o senador também é mencionado de maneira explícita numa agenda em que o ex-banqueiro lista tarefas que precisava cumprir no dia 1º de novembro de 2004 – onze dias antes da intervenção do BC em seu banco. A agenda deixa evidente que a relação entre o senador e o ex-banqueiro não era apenas de amizade ou interação intelectual. Em um dos itens, logo abaixo do nome de Sarney, aparece o nome da estatal Eletrobrás. A empresa, comandada por gestores indicados pelo senador desde o início do governo Lula, é uma das patrocinadoras do fundo de pensão Real Grandeza. Dos cinco maiores fundos de pensão que perderam recursos com a quebra do banco, o Real Grandeza foi o maior prejudicado. Sofreu um prejuízo de 153,6 milhões de reais. O Nucleos foi outro fundo que ficou no prejuízo com a liquidação do Santos. Ele pertence aos empregados das estatais do setor nuclear, uma área notoriamente controlada por pessoas indicadas pela ala do PMDB mais ligada a Sarney.
A relação entre o ex-banqueiro e o senador sempre foi pontuada por episódios estranhos. Há cinco anos, um dia antes da intervenção do BC no Santos, Sarney conseguiu retirar 2,2 milhões de reais que tinha investido no banco do amigo. Entre as centenas de aplicadores no banco de Cid Ferreira, Sarney foi o único que conseguiu salvar suas economias, escapando do bloqueio imposto pelo BC aos outros investidores. O presidente afirmou, então, que mandara sacar o dinheiro por causa dos rumores no mercado dando conta da péssima saúde financeira do Santos. Sarney negou ter recebido informação privilegiada. Em entrevista a VEJA, o ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira disse ter ordenado a transferência por conta própria. "Sarney nunca me pediu para retirar o dinheiro do banco. Eu que o fiz", afirmou. A explicação sobre a origem do dinheiro também não convence muito. Como os 2,2 milhões de reais não apareciam em sua última declaração de bens entregue à Justiça Eleitoral, Sarney afirmou que o dinheiro fora obtido com a venda do Sítio do Pericumã, uma fazenda de 268 hectares que mantinha nas imediações de Brasília. O presidente, porém, continuou a usar normalmente a propriedade que afirmou ter vendido.
Desde que perdeu o banco, Edemar Cid Ferreira vem amargando um período de purgação. O ex-banqueiro garantiu a VEJA que o Santos nunca foi depositário de recursos de terceiros no exterior. E acrescentou: "Desconheço a existência de um arquivo JS-2 em meu computador. Não sei quem criou, quando e com que propósito". O arquivo JS-2, segundo os registros digitais que podem ser verificados no próprio computador do ex-banqueiro, foi criado no dia 3 de julho de 2001, às 10h05, por uma funcionária chamada Vera – mais precisamente Vera Lúcia Rodrigues da Silva, secretária de Edemar, a mesma que, de acordo com a polícia, operava as contas e fazia os pagamentos clandestinos do Banco Santos. Com a palavra final, a Justiça.
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http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2009/7/13/muito-a-explicar
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JOSÉ SARNEY: ''YES, WE HAVE NO BANANAS"
Portal Terra
SÃO PAULO - Reportagem da revista Veja aponta que, segundo investigação da Polícia Federal, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), tem uma conta em dólares no exterior. As transações teriam sido descobertas em documentos referentes ao caso de liquidação extrajudicial do Banco Santos.
Foi encontrado no computador do banqueiro Edemar Cid Ferreira um arquivo chamado "JS-2", que detalharia a movimentação da conta. Em 10 de junho de 2001, por exemplo, Ferreira teria entregue US$ 10 mil a Sarney. Os dois negam a transação.
O arquivo aponta que, em outubro de 1999, a conta tinha um saldo de US$ 870.564. Há também o registro de mais duas retiradas: uma delas em dezembro de 2000, de US$ 4.717 e outra em março de 2001, de US$ 2.273, com "valor entregue na Al. Franca", alameda de São Paulo onde a família Sarney tem um apartamento.
As declarações de imposto de renda de Sarney não registram dinheiro no exterior no período citado, segundo a revista. A assessoria de Sarney afirmou que não manteve recursos fora do País no período de 1999 a 2001.
Sarney tem sido acusado de uma série de irregularidades, sendo a principal delas o envolvimento nos atos secretos do Senado, que foram usados para nomear parentes e aliados em gabinetes de senadores. A mais recente denúncia é a de que recursos públicos repassados pela Petrobras à Fundação Sarney teriam sido desviados para firmas fantasmas e empresas da família do presidente do Senado.
12:12 - 11/07/2009
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http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/07/11/e11079561.asp
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PF/DANIEL DANTAS: UM POÇO SEM FUNDO
Portal Terra
SÃO PAULO - A Polícia Federal (PF) rastreia um total de R$ 700 milhões que o Opportunity, do banqueiro Daniel Dantas, teria investido na agropecuária. As informações constam no relatório final do Inquérito 235/08, da Operação Satiagraha, informou nesta segunda-feira o jornal O Estado de S. Paulo. A investigação sobre suposta ocultação de valores por meio da compra e venda de gado será conduzida pela Superintendência da PF no Pará.
O relatório apontaria que os recursos oriundos de atividades criminosas foram utilizados para realizar 'diversos investimentos, dentre os quais aqueles no agronegócio, na mineração e no ramo imobiliário', diz o jornal. A PF teria indicado ainda como líder da organização criminosa o próprio banqueiro Daniel Dantas, indiciado por lavagem, evasão, gestão fraudulenta de instituição financeira, sonegação e quadrilha.
No documento da Polícia Federal, subscrito pelo delegado Ricardo Andrade Saadi, são descritos negócios de Dantas em um complexo de 43 fazendas administradas pela Agropecuária Santa Bárbara Xinguara. Uma planilha informaria que, em fevereiro de 2008, havia 453.078 animais nos pastos do Opportunity, entre touros, vacas, novilhas, bezerras, bois e rufiões.
07:07 - 13/07/2009
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http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/07/13/e13079793.asp
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SENADORES e SARNEY: QUEBRA DE DECORO PARLAMENTAR. O PRINCÍPIO DO FIM ( ? )
| Quebra de decoro ficou clara, dizem senadores |
Autor(es): Leandro Colon, BRASÍLIA; Rodrigo Rangel, SÃO LUÍS |
| O Estado de S. Paulo - 13/07/2009 |
| Lula discute situação do presidente do Senado Para eles, Sarney mentiu ao negar responsabilidade por fundação A confirmação de que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), é o responsável pela fundação que leva o seu nome abriu caminho para uma investigação por quebra de decoro parlamentar. Para senadores ouvidos ontem, Sarney mentiu em plenário ao afirmar, na quinta-feira, que não tem "nenhuma responsabilidade administrativa" na Fundação José Sarney, suspeita de desviar R$ 500 mil de uma verba da Petrobrás para contas de empresas fantasmas e da família do senador. O Estado revelou no sábado que o estatuto da entidade não deixa dúvidas sobre o comando exercido pelo parlamentar. Como fundador e presidente vitalício da entidade, Sarney assume "responsabilidades financeiras", tem "poder de veto" e preside o conselho curador, formado por amigos e familiares. Um artigo diz que, em caso de morte de Sarney, sua mulher ou alguém da família assumirá o comando. Mais: uma coleção de fotos mostra o presidente do Senado assinando o convênio com a Petrobrás em dezembro de 2005. "A mentira configura quebra de decoro. É coisa para perder o mandato", avalia o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), indicado para integrar o Conselho de Ética. Na quinta-feira, em plenário, Sarney respondeu a uma indagação do senador Álvaro Dias (PSDB-PR) sobre as denúncias de desvios na fundação - que recebeu R$ 1,3 milhão da estatal para um projeto que não saiu do papel. "Quero dizer a Vossa Excelência que eu não tenho nenhuma responsabilidade administrativa naquela fundação", respondeu ele, segundo registro das notas taquigráficas. Dias sugere que a contradição seja investigada pelo Conselho de Ética. "De boa ou má-fé, houve uma falsa informação." PROCURAÇÃO A assessoria de Sarney alega que ele deu poderes para o amigo José Carlos Sousa Silva presidir "em exercício" a fundação. O Estado obteve o documento. O senador não abre mão do controle da entidade nem da presidência vitalícia. Apenas diz que o amigo - indicado por ele para ser juiz no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) - poderá substitui-lo em sua ausência. Na opinião do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, Sarney não perdeu o controle da entidade. "Em tese, ele continua com poder de mando. O representante age em nome do representado", explica. "Ele teria que ter aberto mão da titularidade. A procuração é muito frágil." Sarney agiu recentemente duas vezes em nome da fundação. Além de ter assinado o convênio, ele pediu à Mesa Diretora, em 2007, que entrasse com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para revogar decisão judicial que retirou da fundação a propriedade de sua sede, o Convento das Mercês. Autor de denúncia no Conselho de Ética, o líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), avisou que levará o assunto para a reunião da bancada: "Está caracterizada a quebra de decoro." Ontem, o Estado mostrou que empresa do ramo varejista, a Sousa Premiere, apresentou nota fiscal referente a curso de história da arte para a Fundação Sarney. A atividade foi paga com a verba da Petrobrás. |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?..."
13 de julho de 2009
O Globo
Manchete: Saúde: fundação estatal poderá modernizar 2 mil hospitais
O Ministério da Saúde prevê que a gestão de 2 mil dos 5 mil hospitais públicos vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS), poderá ser modernizada se o Congresso aprovar o projeto que cria as fundações estatais. O ministro José Temporão disse que continuará lutando pela aprovação, apesar da forte resistência dos governistas, inclusive de parlamentares do PT: "Não temos alternativa. O modelo atual é ineficiente e do século passado." Em São Paulo, pacientes elogiam o atendimento no Hospital Geral de Pedreira, um dos administrados pelo novo modelo. (págs. 1 e 3)
Gripe suína: aumentam as chances de surto
Arrecadação federal voltou a cair em junho
Foto-legenda: Crise tour
Ex-vice de Bush enganou o Congresso
Charge: Chico Caruso
- "We are the world... We are the children..."
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Folha de S. Paulo
Manchete: Procuradoria multa doadores eleitorais em R$ 390 milhões
Numa devassa inédita no país, Procuradoria Regional Eleitoral de SP, ligada ao Ministério Público Federal, está cobrando multas de cerca de R$ 390 milhões de financiadores da eleição de 2006. Os doadores, 1.500 pessoas físicas e mil empresas, são acusados de exceder o teto legal de contribuição.
O levantamento foi baseado em trabalho conjunto do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e da Receita Federal. Além da multa, equivalente a dez vezes o valor excedido, os doadores considerados ilegais podem ser proibidos de firmar contratos com o poder público pelo prazo de cinco anos.
Os beneficiados incluem senadores, deputados federais e dois candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva(PT) e Geraldo Alckmin (PSDB). De acordo com a Procuradoria, também serão verificados possíveis doadores fantasmas. As empresas negam ter cometido irregularidades. (págs. 1 e A6)
Presidente do TSE ataca nova lei
Cresce capital estrangeiro em empresas nacionais
São os mesmos investidores que causaram turbulência na Bolsa de SP e no câmbio ao retirar dinheiro do país no segundo semestre do ano passado, quando o cenário econômico internacional se deteriorou. Para analistas, o Brasil se tornou um mercado mais atraente no atual contexto. (págs. 1, Bl e B6)
Busca exacerbada do lucro produziu crise, afirma papa
Foto-legenda: Salvo-conduto no Araguaia
Resultado das 500 maiores dos EUA deve cair 35% no 2º tri
Com a queda no comércio e o corte de salários, os dados põem em xeque a expectativa de recuperação da economia dos EUA. (págs. 1 e B6)
Terceira Grande Depressão atinge economia global, diz historiador
Para o britânico, professor da Universidade Harvard, as medidas iniciais de combate à crise foram bem-sucedidas, mas as ações em discussão agora podem levar a uma nova "década perdida", em escala global. (págs. 1 e A16)
Curso com menos concorrência adere a 'Enem-vestibular'
Editorais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Multinacionais retomam investimentos no Brasil
O mercado consumidor brasileiro virou alvo das multinacionais. Na contramão do investimento total, que vem encolhendo, o investimento estrangeiro direto somou, de janeiro a maio deste ano, US$ 11,2 bilhões, que foram utilizados na indústria, no comércio, na agricultura e no setor de serviços. "É a segunda maior cifra da década para o período", lembra o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), Luis Afonso Lima. A crise mudou o perfil dos investimentos, favorecendo setores cujo mercado não foi tão afetado pela retração da atividade econômica. A indústria automobilística e a metalurgia, por exemplo, concentraram 35,3% dos recursos que entraram no Brasil até maio. No inicio do ano, houve uma “parada tática" no investimento da multinacionais, que aumentaram as remessas às matrizes, sufocadas pela crise global. Agora essas companhias já retomaram os investimentos no País. (págs. 1, Bl e B3)
Cartões de Crédito
A equipe econômica vai encaminhar ao presidente Lula propostas para aumentar a regulamentação e o controle sobre cartões de crédito. (Págs. 1 e B4)
Senadores vêem quebra de decoro em Sarney
Cheney mandou CIA abafar plano
A mando do ex-vice-presidente Dick Cheney, a CIA escondeu do Congresso americano, por oito anos, um plano secreto antiterrorismo. A revelação foi feita pelo atual diretor da ClA, Leon Panetta, que determinou imediata suspensão dos trabalhos. Senadores democratas pedem investigação sobre Cheney. (págs. 1 e A10)
PF rastreia R$ 700 milhões de empresa de Daniel Dantas
Fim do toque de recolher em Honduras
Transfusão ainda é risco para contrair vírus da aids
Restrição ao ônibus fretado pode aumentar uso de carro
Notas e & Informações: Os frutos da reforma da Justiça
Artigo: Barack Obama
Temos que limpar destroços e construir algo melhor, mas sempre existirão os que afirmam que temos que retardar decisões. (págs. 1 e B10)
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Jornal do Brasil
Manchete: A violência desce o morro
Subprefeitos seguem os passos de Paes
Em 93, Cesar Maia convidou um grupo de jovens sem tradição política para subprefeitos. Um deles, Eduardo Paes, hoje comanda a cidade. Agora os novatos no posto correm atrás do mesmo destino de Paes. (págs. 1 e Cidade A12)
Obama descarta um novo plano contra crise
Gripe não fecha escolas municipais
Brasileiro larga talão de cheque
Coisas da Política
0utras páginas
Informe JB
Editorial
Sociedade Aberta
Educador
A educação brasileira precisa de novos caminhos. (págs. 1 e A9)
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Correio Braziliense
Manchete: Senado gasta R$ 1 milhão ao ano com time reserva
Ensino religioso
Ausência de regras para definir o corpo docente de religião na rede pública leva a requisitos subjetivos na hora de selecionar profissionais. Exigências vão de uma “irrepreensível conduta moral”, em Tocantins, à habilidade para promover o ensino do “mistério”, em Santa Catarina. (págs. 1 e 6)
Experts: gripe foi subestimada (págs. 1 e 8)
O sandinismo reciclado na Nicarágua (págs. 1 e 14)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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Domingo, Julho 12, 2009
A HORA DO "ÂNGELUS"
10 Jul 2009 |
Entre os esportistas, sobretudo entre jogadores de futebol, tem aparecido diante dos nossos olhos, exibições religiosas desses profissionais. Lançam-se beijos para Jesus, usam-se camisetas com inscrições de cunho pentecostal (por que em inglês?), há genuflexões, fazem-se rodas de oração vocal, desenrolam-se faixas com letreiros, apontam-se os indicadores para o espaço celeste. Coisas tais vimos, repetidas, no encerramento da Copa das Confederações, na África do Sul. Há respeito para com os adeptos de outras religiões? Por que fariam isso? Vou tentar algumas explicações. Cada leitor vai escolher a que lhe parecer mais próxima da verdade. 1 –Tais atletas fariam exibições de religiosidade superior, considerando-se acima das reles superstições alheias, ou além de expressões religiosas infantis? Assim ensinariam que a expressão religiosa válida seria só a de cunho bíblico. A democracia sente-se bem com isso? 2 – Seria demonstração de que o Pai Celeste tem filhos privilegiados (os do grupo), aos quais concede generosamente todas as vitórias, e os demais deveriam amargar as derrotas? 3 – Seria uma dura afirmação de que Jesus é exclusividade do grupo, e que os resultados positivos nasceram da iniciativa deles, e que portanto, eles tem a capacidade de manipular a vontade divina? 4 – Poderia ser um lance de proselitismo, em favor de seu grupo religioso, uma vez que os meios de comunicação fazem uma cobertura gratuita e universal? (Chegam a privilegiar seus símbolos sobre o esporte). 5 - Estariam procurando demonstrar que os verdadeiros cavalheiros do esporte, os grandes jogadores, os mais disciplinados, e as peças mais decisivas do jogo estão dentro de seu grupo, restando aos demais se considerarem de segunda categoria? Não seria irreal? O caro leitor saberá entender que várias dessas suposições são fracas. Mas outras tem apoio na realidade. Até poderiam ser multiplicadas. Gostaria de dizer que nunca devemos pedir ao Pai Justo, que derrote os nossos adversários, e que nos dê uma vitória retumbante. Todos são seus filhos. O que podemos pedir é que os esforços, a preparação, a inteligência e o bom planejamento sejam recompensados. E que vença o melhor. “Vosso Pai faz nascer seu sol sobre justos e injustos” (Mt 5, 45). ------------------- http://www.cnbb.org.br/ns/modules/articles/article.php?id=807 ------------- |
Sábado, Julho 11, 2009
EDITORIAL: BRAS-ILHA, UMA ''NEVER(is)LAND''
CASO SARNEY Por Luciano Martins Costa em 7/7/2009 | |
| A Folha de S.Paulo trata de recuperar o espaço deixado pela dianteira dos concorrentes, o Estado de S.Paulo e o Globo, na cobertura dos escândalos que ameaçam o cargo do presidente do Senado, José Sarney. Na edição de terça-feira (7/7), a Folha revela, com chamada na primeira página, que, em 2005, Sarney ampliou os poderes do então diretor geral do Senado Agaciel Maia para administrar contas secretas que hoje somam 160 milhões de reais. O Estadão dá uma folga para Sarney na sua primeira página, enquanto o Globo escolheu para manchete a denúncia de que, mesmo depois dos sucessivos escândalos sobre a farra de viagens de parentes, assessores e amigos ao exterior, o Senado gastou no primeiro semestre deste ano, com passagens aéreas, três vezes mais do que havia gasto no primeiro semestre do ano passado. Nas páginas internas, o Estadão preferiu destacar a decisão de José Sarney, de determinar a abertura de processo administrativo contra Agaciel Maia e João Carlos Zoghbi, o outro ex-diretor apontado como autor dos atos secretos. Notícia supreendente Lido isoladamente, o material pode induzir o leitor distraído a entender que o presidente do Senado está tentando moralizar a Casa e que toda responsabilidade cabe aos ex-diretores. Maia e Zoghbi foram apontados, por uma comissão de sindicância criada por Sarney há dez dias, como autores da decisão de omitir do conhecimento público cerca de 600 medidas administrativas nos últimos anos. Eles serão processados por crimes de improbidade administrativa e prevaricação, ou seja, de se valerem de cargo público para obter proveito para si próprios ou para outras pessoas. Ora, a reportagem da Folha, revelando que, quando ocupou a presidência do Senado pela segunda vez, José Sarney ampliou os poderes de Agaciel Maia para gerir o dinheiro do plano de saúde dos servidores, depositado em três contas paralelas, revela de fato a quem o ex-diretor geral prestava contas. Mas essa relação só pode ser feita por quem lê pelo menos dois jornais por dia – o que, convenhamos, é muito raro. Do jeito que as coisas se encaminham no noticiário, ainda seremos surpreendidos com a notícia de que José Sarney foi o verdadeiro moralizador dos costumes políticos no Brasil. *** http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=545IMQ002 ----------- | |
LEITURAS DE VEJA Por Almyr Gajardoni em 7/7/2009 | |
| O título da "Carta ao Leitor" da edição nº 2119 da revista Veja (de 1/7/2009) anuncia com pompa: "Um país melhor que seus políticos". E mostra que, apesar de a vida pública viver em permanente crise – que passou sucessivamente do Executivo para a Câmara dos Deputados e agora para o Senado –, o resto do país estaria dando lições ao mundo "de resiliência, coragem, inventividade, organização, disciplina e arrojo". Alguns desses exemplos: Obama já louvou o papel civilizatório do Brasil em relação aos seus vizinhos e a condução impecável da política econômica dentro de nossas fronteiras; o sistema brasileiro foi lembrado como exemplo a ser imitado quando presidentes de bancos centrais dos principais países do mundo discutiam na Basiléia como regular os mercados financeiros; em todos os fóruns ambientais globais a vanguarda brasileira no domínio dos combustíveis limpos é reconhecida e invejada. "Nesse contexto", diz a revista, "a política clientelista e coronelista de Brasília é um contrassenso em termos, herança de atraso e privilégios que já foi superada em outros campos da vida nacional." Crassa ignorância: no Brasil, votam todos os cidadãos com mais de 16 anos: homens, mulheres, negros, brancos, descendentes de imigrantes de dezenas de nacionalidades, doutores e analfabetos. De eleições assim amplas emerge, inevitavelmente, um retrato perfeito do que é o país e, por tabela, sua população. Moralidade não dá voto O Parlamento, tal como o temos hoje, começou a nascer na Inglaterra, ainda no século 18, quando plebeus ricos proprietários de terras e incipientes estabelecimentos industriais ou comerciais começaram a lutar para ter seus interesses representados e defendidos junto ao governo. Até ali isso era privilégio dos nobres. Pouco mais tarde, as revoluções americana e francesa pintaram com cores mais nobres essa realidade, mas não há porque duvidar: nos Parlamentos, defendem-se interesses de categorias sociais e negocia-se a melhor maneira de harmonizá-los. Se, como podemos constatar diariamente, a pestilenta rotina parlamentar decorre sem a mais leve preocupação com a moralidade pública é porque moralidade pública não é interesse de nenhuma categoria social no Brasil. Trocando por uma linguagem mais rasteira e inteligível: moralidade não dá voto a ninguém. E para que não se duvide, um exemplo: o longo domínio da família Sarney no governo do Maranhão foi interrompido nas eleições passadas por um candidato que, para vencer, precisou lançar mão dos mesmos métodos utilizados pelo adversário ao longo de muitas décadas. E por isso teve o mandato cassado pela Justiça, que devolveu o poder aos seus legítimos donos. -------------------- http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=545IMQ006 --------------- | |
Sexta-feira, Julho 10, 2009
SENADO: EXPOSTO AOS OLHOS DO MUNDO
| ... A CASA DOS HORRORES Caso é tema de ''The Economist'' |
O Estado de S. Paulo - 10/07/2009 |
A longa lista de escândalos do Senado brasileiro chegou às páginas da revista britânica The Economist, uma das mais conceituadas do mundo. Com o título de Casa de Horrores, a publicação relembra o escândalo dos atos secretos, a residência milionária (R$ 4 milhões) omitida pelo presidente José Sarney da Justiça Eleitoral, os negócios no crédito consignado de seu neto José Adriano Sarney, dentro da Casa, - todos revelados pelo Estado -, além da farra das passagens aéreas e a casa de R$ 5 milhões não declarada à Receita Federal pelo ex-diretor Agaciel Maia. Com o irônico subtítulo ''O que os parlamentares britânicos podem aprender com os senadores brasileiros'' - por conta de recentes escândalos na Inglaterra em que deputados foram pegos usando dinheiro público para pagar contas particulares - , a reportagem lembra ainda que há 10 mil servidores para tomar conta de apenas 81 senadores, que o plano de saúde dos parlamentares é gratuito e vitalício e que os auxílios-moradia são generosos. Sarney, na reportagem, é apontado como um "sobrevivente". |
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
10 de julho de 2009
O Globo
Manchete: Nova denúncia contra Sarney ressuscita CPI da Petrobras
Nova denúncia contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), uniu ontem dois escândalos que movimentam a Casa e obrigou os aliados do governo Lula a anunciar para a próxima terça-feira a instalação da CPI da Petrobras. A Fundação José Sarney, do Maranhão, recebeu R$ 1,3 milhão da Petrobras, via Lei Rouanet, e teria desviado R$ 500 mil para empresas fantasmas e de sua família. PSDB e DEM anunciaram que, além de apurar o caso na CPI, vão pedir ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas da União (TCU) que investiguem o presidente do Senado. Como Sarney resiste a se licenciar do cargo, a oposição tentará também instalar logo o Conselho de Ética para agilizar a análise da representação contra ele e o líder do PMDB, Renan Calheiros. Em nota, Sarney, que é o presidente de honra da Fundação, alegou que não administra a entidade e não tem responsabilidade sobre eventuais irregularidades. (págs. 1, 3 e 4)
Obama pede a Lula ajuda com o Irã
Em encontro durante a reunião do G-8 na Itália, o presidente dos EUA, Barack Obama, pediu ao presidente Lula ajuda para convencer o Irã a não usar energia nuclear para fins bélicos. Segundo o porta-voz da Casa Branca, o Brasil, por sua boa relação com o Irã, tem uma “oportunidade única" de fazer chegar a mensagem do G-8 ao país. O presidente da França, Nicolas Sarkozy, deu tom de ultimato, dizendo que há seis anos o Irã recebe alertas. Lula deu uma camisa da seleção brasileira a Obama, mas o modelo é antigo. (págs. 1 e 29)
Foto legenda: Obama recebe de Lula a camisa da seleção: modelo é antigo
Poluidores não fazem acordo
Servidor pode ter salário na internet
Saúde: governo Lula desiste de modernização
Yeda perde secretário de Transparência
Chávez fecha cerco a rádio e TV a cabo
Merval Pereira
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Folha de S. Paulo
Manchete: Sarney recorreu ao Senado em defesa de fundação no MA
Apesar de afirmar que "não tem responsabilidade" sobre a fundação com seu nome no Maranhão, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pediu em 2005 que a advocacia da Casa contestasse no Supremo lei estadual contrária a seus interesses. Há suspeitas de desvio de recursos da Petrobras destinados à fundação.
Em nota, Sarney disse ser só "presidente de honra" da entidade, sem participar da gestão. Há quatro anos, porém, ele pediu que o Senado entrasse "o mais breve possível" com ação contra lei que devolvia o Convento das Mercês ao Maranhão. No lugar fica a sede da fundação, que garantiu sua permanência graças a liminar do STF. (págs. 1 e Brasil)
Senador ordena instalação de CPI (págs. 1 e A6)
Foto legenda: Queima de estoque
Emergentes têm de puxar retomada, afirma Obama
A avaliação, feita em cúpula do G8 + G5 e Egito, ecoa consenso sobre a dificuldade de recuperação dos países ricos. O comunicado final fixa a conclusão da Rodada Doha de liberalização comercial em 2010. (págs. 1 e B1)
Países fecham acordo por clima
É preciso cortar à metade a emissão de gases até 2050. Para cientistas, é o mínimo necessário para evitar resultados catastróficos. (págs. 1 e A12)
Governo quer reajustar em até 69% multas de trânsito no país
A alta proposta fica abaixo dos 78% de inflação acumulada desde o último aumento, em 2000. A projeto do governo também vincula as multas ao IPCA, o que permitirá que sejam constantemente reajustadas. (págs. 1 e C1)
Vice-presidente passa por 6 horas de cirurgia em SP
Foi a 14ª cirurgia do vice, que luta contra o câncer desde 1997. Dez tumores foram removidos na operação. Ele deve ficar internado por ao menos uma semana. (págs. 1 e A8)
Licença para obra na Amazônia é negada pelo Ibama
Segundo o parecer, a obra, que opõe os ministros Carlos Minc (Meio Ambiente) e Alfredo Nascimento (Transportes), é "inviável". (págs. 1 e A8)
Tentativa de reunir rivais em Honduras falha
Na Costa Rica, cada um se reuniu com o presidente e Nobel da Paz Oscar Arias, mediador das negociações. Arias pediu que Zelaya seja reconduzido ao posto. (págs. 1 e A9)
Cotidiano: Supremo permite que Prefeitura de SP ponha salários na internet (págs. 1 e C5)
Cotidiano: Reservas de hotéis em Buenos Aires caem 40% após gripe suína (págs. 1 e C7)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Para sair do foco, Sarney destrava CPI da Petrobras
Acuado por uma série de acusações, o presidente do Senado, José Sarney, marcou a instalação da CPI da Petrobras para a próxima terça-feira. O senador decidiu agir para desviar o foco da série de denúncias geradas pelo escândalo da edição de atos secretos. Um grupo de senadores esteve com Sarney, na noite de quarta-feira, e avaliou que os petistas não queriam a CPI e seguiriam pedindo o seu afastamento. “Se não fizermos a CPI, a oposição não vota a Lei de Diretrizes Orçamentárias, o Congresso não entra em recesso e o senhor não vai aguentar a pressão", disseram. A propósito do desvio de verbas da Petrobras na Fundação Sarney, revelado pelo Estado, a assessoria do senador informou que ele "não participa de sua administração, nem tem responsabilidade sobre ela". (págs. 1 e A4)
'A Casa dos Horrores'
A revista britânica The Economist relata, em reportagem intitulada
"Casa de Horrores", os escândalos do Senado brasileiro. O subtítulo é irônico: "O que os parlamentares britânicos podem aprender com os senadores brasileiros". (págs. 1 e A4)
Fracassa tentativa de acordo entre hondurenhos
Recuperação dos EUA vai demorar, diz Obama
Foto legenda: Agrado - Obama ganha de Lula camisa da seleção: presidentes conversaram sobre medidas contra a crise global adotadas nos dois países
Conflito deixa rastro de medo na China
Corregedoria indicia 14 policiais por achaque
A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo fez 14 indiciamentos de policiais em quatro inquéritos, informa o repórter Marcelo Godoy. Os policiais são acusados de terem extorquido pelo menos R$ 2,7 milhões dos traficantes colombianos Juan Carlos Ramires Abadía e Ramón Manoel Yepes Penagos, conhecido como "El Negro". Outros três policiais são suspeitos. Ao todo são investigados cinco episódios de extorsão contra os colombianos e integrantes de suas quadrilhas. (págs. 1 e C1)
Número
R$ 2,7 milhões teriam sido pagos a policiais
Política: José Alencar passa por 14ª cirurgia
Foto legenda: 09 de julho: Celebração
Notas & Informações: Caso de polícia
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Jornal do Brasil
Manchete: Para BNDES, pior da crise já passou
Aquecimento global...
As vidas perdidas em vão na China
Gripe suína tem casos subnotificados
Sob pressão, Sarney faz CPI da Petrobras
Coisas da Política
Informe JB
Sociedade Aberta
Deputado federal
A Petrobras não pode ser intocável. (págs. 1 e A4)
Sociedade Aberta
Deputado federal
CPI da Petrobras visa eleição de 2010. (págs. 1 e A9)
Sociedade Aberta
Executiva
Responsabilidade social na crise. (págs. 1 e A19)
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Correio Braziliense
Manchete: Grileiros atacam no Park Way
Dinheiro Público: Agências de Lula sabem como gastar
Governo: Construção de cisternas a conta-gotas
Foto-legenda: Brasil de encher os olhos
Senado: Sarney usa CPI para sobreviver
Concursos: DNPM e saúde têm 1.532 vagas
Justiça garante as provas para promtor (págs. 1 e 32)
Quinta-feira, Julho 09, 2009
CADE E FUSÕES: ''COM JEITO VAI..."
Folha de S. Paulo - 09/07/2009 |
Acordo fechado com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) vai permitir que a Perdigão faça uma injeção de capital ou renegocie dívidas com os credores da Sadia, mesmo antes de aprovada a fusão entre as duas empresas. O entendimento entre o órgão de defesa da concorrência e as duas antigas competidoras foi assinado anteontem e oficializado ontem pelo plenário do Cade. |
TERRA BRASILIS...
| Cláudio Humberto - Cláudio Humberto |
| Jornal de Brasília - 09/07/2009 |
Dilma terá mês de agosto difícil, no hospital A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) enfrentará em São Paulo, no mês de agosto, os 30 dias mais difíceis de sua vida: permanecerá a maior parte do tempo no Hospital Sírio-Libanês, submetendo-se a radioterapia. A aplicação deverá ser feita durante períodos de cinco dias seguidos e pode causar efeitos colaterais diversos. Um escritório será instalado no quarto ao lado, no hospital, onde Dilma poderá despachar com auxiliares. Vai encarar? A assessoria de Dilma precisa saber: a radioterapia pode deixá-la insone, irritadiça, agitada. Quem conhece a fera sabe o que isso representa. Monitoramento Na Europa, Lula recebeu informes diários sobre o tratamento de Dilma, mas o deixaram mais preocupado as notícias sobre o vice José Alencar. Enxugar é preciso Dos dez mil funcionários do Senado, seis mil estão lá sem concurso. Contaram apenas com a força dos padrinhos. Grana na veia O governo usa argumento infalível para o Congresso aprovar projetos do seu interesse: liberou R$ 1 bilhão em emendas parlamentares. Lula diz a Sarkozy que comprará caças Rafale O presidente Lula deu ao colega francês Nicolas Sarkozy a informação privilegiada, pela qual muitos lobistas se matariam: anunciará em setembro a decisão de fazer o Brasil adquirir os caças Rafale para reequipar a Força Aérea Brasileira. Lula observou que o Rafale "transfere tecnologia". É um negócio de cerca de R$ 12 bilhões. A confidência do presidente brasileiro foi vazada pelo governo francês ao jornal La Tribune. Dinheiro na lavoura Será de R$ 39,5 bilhões o orçamento do Banco do Brasil para financiar a safra agrícola 2009/2010. É 30% superior ao montante da safra passada. Show da morte Para complementar o "espetáculo" da morte, só falta agora Michael Jackson ressuscitar no terceiro dia. Montanha de reais O patrimônio global do Sistema de Poupança e Empréstimos da Caixa somou R$ 282,19 bilhões em junho. É dinheiro saindo pelo ladrão. Neverland Com obras estimadas em R$ 1,3 bilhões, mais R$ 100 milhões em mobiliário, o Centro Administrativo de Minas Gerais já ganhou um apelido: "Neverland do Aécio Neves". CPI no Supremo A CPI da Conta de Luz, na Câmara, uniu contra ela DEM, PT e PSDB, que não indicaram representantes. As tarifas subiram 400% desde o início da privataria tucana. O presidente da CPI, Eduardo da Fonte (PP-PE), pediu ontem ao STF que os obrigue a indicar representantes. Má companhia Com a chegada do embaixador Arnaldo Carrilho a Pyongyang, o Brasil é o segundo nas Américas, depois de Cuba, a reconhecer o lamentável governo do lixo atômico Kim Jong-il, ditador da Coréia do Norte. Recado ao celular O senador-celular Tião Viana (AC/foto) não contou à revista Veja seus esforços, como líder do PT, para tentar blindar ACM, no caso do grampo na Bahia. Por causa da entrevista, Tião já foi avisado que não poderá contar com o presidente Lula em seu palanque no Acre, em 2010. Blairo em campo O governador Blairo Maggi (MT) aproxima Dilma Rousseff do agronegócio, do qual é expoente. Rivaliza com a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da CNA e crítica do governo e da candidata. Mão de gato Estudo do IPEA, órgão do governo, indica que apenas um de cada R$ 3,00 arrecadados é investido em educação, saúde, segurança etc. Os demais R$ 2 pagam juros da dívida (bancos) ou programas como Bolsa Família. Pró-emprego O governo tem pronto um projeto, a ser enviado ao Congresso, reduzindo a contribuição patronal para a Previdência. Destina-se a incentivar empreendimentos com uso intensivo de mao de obra. Quem se habilita? Um parque britânico oferece vaga de bruxa por cerca de R$ 14,5 mil mensais, diz a BBC Brasil. Precisa "agir como bruxa e fazer o que as bruxas fazem". Aos leitores fica a sugestão de candidatas brasileiras. Ele voa, eu danço O presidente Lula também tem sua Neverland, a Terra do Nunca. É o Brasil, onde ele nunca está. Poder sem pudor Mistérios de quadrúpede O ex-presidente Fernando Henrique sempre conta, com graça, o momento em que o então ex-senador José Serra (PSDB) foi apresentado a um animal no pasto, durante a visita que os dois fizeram à fazenda de um amigo, no exílio do Chile. Na ocasião, Serra confessou, encantado: – Fernando, sabe que é a primeira vez que vejo uma vaca de perto? Quando todo mundo ri do relato, Fernando Henrique complementa: – Era um touro. |
SARNEY, SENADO E PT [in:] UM TEATRINHO MAMBEMBE...
| PT adota saída intermediária e "sugere" licença para Sarney |
Autor(es): Vera Rosa |
| O Estado de S. Paulo - 09/07/2009 |
Após terem sido enquadrados pelo presidente Lula, que se empenha para manter José Sarney no cargo, os senadores do PT adotaram uma solução ambígua. Reafirmaram a “sugestão" para que o presidente do Senado se licencie do posto, mas decidiram não se movimentar para tirá-lo do cargo. Bancada resiste a enquadramento de Lula, mas não se moverá para tirar senador do posto |
FUNDAÇÃO SARNEY: (A)FUNDAÇÃO
| Fundação de Sarney dá verba da Petrobrás a empresas fantasmas |
Autor(es): Rodrigo Rangel e Leandro Colon |
| O Estado de S. Paulo - 09/07/2009 |
Verba de convênio cultural vai para firmas de fachada e da família do senador Prestadoras de serviço com endereço fictício ficaram com R$ 500 mil de R$ 1,3 milhão destinado a projeto |














