A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************
“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
----
''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
=========valor ...ria...nine
folha gmail df1lkrha
***
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
SARNEY [In:] DESPENSA ou ''DISPENSA'' ?
13/02/2011 Carrinho de Compras: Senado gasta R$ 64 mil com açougue, frios e frutas para casa de Sarney |
Amanda Costa Do Contas Abertas |
Em comemoração ao “fico” na presidência do Senado Federal, o tetrapresidente José Sarney (PMDB-AP) não economizou no supermercado. Na última semana, foi autorizada pela Casa a reserva de recursos no orçamento da ordem de R$ 64 mil para a compra de produtos de açougue, frios e frutas in natura. Todo o material será entregue na residência oficial da presidência da Casa, portanto, no endereço do próprio Sarney. Banquete à vista! E as compras para a residência do presidente do Senado não param por aqui. Outros R$ 5,1 mil foram programados para garantir a limpeza da casa. Quem também está de olho no esfregão é o Grupamento de Infraestrutura e Apoio de São José dos Campos, da Força Aérea Brasileira. O órgão comprometeu R$ 7,8 mil para a aquisição de 75 panos de limpeza, nas cores verdes e azuis. Sempre a postos, a ordem agora é “limpeza, senhor”. Mudança de poder, mudança também de prioridades. O Judiciário resolveu gastar, e gastar bem, com a contratação de empresas para a prestação de serviços de locação de veículos blindados de representação. O custo da contratação e do aluguel será a bagatela de R$ 72,8 mil. Ministros bem protegidos não têm preço! Já a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) vai despender R$ 5,4 milhões para a compra de 150 veículos da Ford Brasil, que atenderão a divisão de transportes da PCDF. Serão 100 carros modelo Fiesta Hatch 1.6, zero quilômetro. Os outros 50 são modelo Focus Sedan 2.0, também zero quilômetros. Uma frota digna da produção cinematográfica “Corra que a polícia vem aí”. Mas nem só de carros viverá a administração pública. A Secretaria do Superior Tribunal de Justiça autorizou a compra de 7 m² de couro de porco para encadernação, na cor natural. A aquisição será para o laboratório de conservação. Com procedimentos mais requintados, assim segue a vida... Clique aqui para ver as notas de empenho citadas no texto. |
GOVERNO DILMA [In:] PAC. OLHOS DE LINCE ou OURO DE TOLO ?
As obras preferidas de Dilma
--------
SENADO/CCJ [In:] OS MANDATÁRIOS...
Renan e Sarney avançam sobre CCJ
Autor(es): Raquel Ulhôa | De Brasília |
Valor Econômico - 14/02/2011 |
Com 81 anos de idade completados em 31 de janeiro e exercendo seu quarto mandato como senador, Pedro Simon (PMDB-RS) ficará, pela primeira vez em 28 anos, de fora da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Assim como Jarbas Vasconcelos (PE) - um dissidente do PMDB -, Simon não foi indicado pelo líder da bancada, Renan Calheiros (AL), para compor a principal comissão da Casa. A decisão de Renan, combinada com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), segue a estratégia de preencher os espaços do partido na Casa com pessoas alinhadas ao grupo e negar palanque a senador que possa criar problemas - tanto para a gestão de Sarney quanto a uma eventual candidatura de Renan à sua sucessão. Com a bancada sob controle, eles mostram ao governo força no Senado. A preocupação de Renan e Sarney de tentar controlar o PMDB é agravada pela relação de desconfiança do partido com o PT nesse início do governo Dilma Rousseff. A própria Dilma mostrou, nas nomeações do setor elétrico, que não vai se dobrar à cúpula pemedebista. O PMDB quer valorizar seu papel no apoio ao governo no Legislativo. Desde o início da legislatura, Renan faz gestos de aproximação a ex-governadores que foram eleitos senadores em 2010 e chegam ao Senado com atuação independente, como Roberto Requião (PR) e Luiz Henrique (SC). Além de outros afagos (mediar contato de Requião com o Palácio do Planalto e visitar Luiz Henrique no gabinete, para ouvir suas reivindicações), ambos foram indicados para compor a prestigiada CCJ. Essa é a comissão mais cobiçada do Senado, porque a ela cabe decidir todas as questões de constitucionalidade, legalidade e juridicidade, e por ela passam todos os projetos em tramitação na Casa. "A CCJ é o Supremo Tribunal Federal do Senado", afirma o ex-presidente da comissão, senador Demóstenes Torres (GO), que agora será suplente no colegiado. A única vaga de titular do DEM é ocupada por Kátia Abreu (TO). "A CCJ foi uma trincheira importante para a oposição", diz Demóstenes. Na gestão passada, os votos do PSDB e do DEM, somados aos de dissidentes de partidos governistas, chegavam a ter maioria dos votos, dependendo da situação. Na gestão atual, a oposição terá apenas cinco dos 23 votos da CCJ. Renan também está empenhado em acomodar o ex-governador Eduardo Braga (AM) na presidência de uma comissão ou outro cargo importante. Após ser eleito, Braga mostrou vontade de ocupar espaço. Colocou seu nome à disposição para uma vaga no ministério ou para a presidência do Senado, se Sarney não disputasse. A única comissão permanente instalada no Senado foi a CCJ, por causa da necessidade de aprovação da indicação de Luiz Fux para o Supremo Tribunal Federal (STF). Indicou Eunício Oliveira (CE) para presidente. Ex-deputado e ex-ministro do governo Lula, Eunício deixou claro que também quer projeção. Na próxima semana, será decidida a disputa entre PT e PSDB pela presidência da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI), que adiou a instalação das outras. O PT não aceita o critério da proporcionalidade partidária, pelo qual o PSDB, como tem a terceira maior bancada, tem direito à terceira escolha e optou pela CI. O PT defende que o tamanho dos blocos partidários e não dos partidos seja considerado. Nesse caso, o partido teria duas escolhas antes do PSDB: a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e a CI. Se não chegarem a um acordo, a decisão poderá ir a voto no plenário da comissão. Simon e Jarbas ainda não sabem como atuarão no Senado, fora da CCJ. Em 2007, quando Renan presidia o Senado e sofria processos por suposta quebra de decoro parlamentar, os dois defenderam seu afastamento do cargo e, por isso, foram retirados da CCJ. Mas logo foram reintegrados. O pernambucano apoiou José Serra (PSDB) na eleição presidencial e tem ocupado a tribuna para defender a unidade das oposições. Simon, por sua vez, deixa claro que seu problema é com a cúpula do partido e não com o governo. Na sexta-feira, reiterou a "simpatia" por Dilma Rousseff. "Estão me convidando a sair do PMDB. Mas eu não saio, porque o partido não é deles. O que parte do Renan, para mim soma. Eu boto na minha biografia", disse. "Na guerra civil espanhola, quando todo mundo estava lutando, descobriram na floresta um cidadão com metralhadora. Queriam saber que grupo era o dele. E ele respondeu: "Eu tenho minha metralhadora, sou independente e luto por conta própria". Eu vou ter que fazer isso." |
CÂMARA ''DOS'' DEPUTADOS [In:] ''HOTEL CALIFORNIA'' *
Com casa no DF, deputado paga hotel
Autor(es): Alana Rizzo |
Correio Braziliense - 14/02/2011 |
Eleito primeiro-secretário da Mesa Diretora da Câmara, o deputado federal Eduardo Gomes (PSDB-TO) gastou mais de R$ 5,8 mil em verba indenizatória com despesas de hospedagem em Brasília e cidades do Distrito Federal. O valor representa quase a metade do total gasto pelo parlamentar com diárias de hotel no ano passado (R$ 12 mil). No entanto, Gomes — que terá entre as novas atribuições supervisionar atos administrativos da Casa e ratificar compras e contratos — já recebe auxílio-moradia. Servidor licenciado do governo de Tocantins, Gomes mora em uma casa alugada com o dinheiro da Câmara, segundo informações do gabinete. ---- (*) EAGLES. ''Welcome to the Hotel California. Such a lovely place (2x). Such a lovely face. Plenty of room at the Hotel California. Any time of year (2x). You can find us here...". ----
|
GOVERNO DILMA [In:] PETROBRAS. GOLFO DO MÉXICO.
Plataforma da Petrobras causa polêmica
Petrobras inicia operação no Golfo e gera temor em ambientalistas |
Autor(es): Alex Ribeiro | De Washington |
Valor Econômico - 14/02/2011 |
A Petrobras começa a produzir petróleo no Golfo do México, ainda neste trimestre, em poços perfurados em águas duas vezes mais profundas e quatro vezes mais distantes do litoral que a da plataforma da BP que registrou um grave vazamento há menos de um ano. A Petrobras começa a produzir petróleo no Golfo do México ainda neste trimestre, em poços perfurados em águas duas vezes mais profundas e quatro vezes mais distantes do litoral que a da plataforma da BP que registrou um grave vazamento há menos de um ano. É grande a expectativa em torno do uso de navios-plataforma, muito usados no Brasil mas ainda inéditos nos Estados Unidos, que podem ser desconectados dos poços e deslocados para águas mais tranquilas quando ocorrem furações, muito comuns nessa região. Uma influente entidade ambiental americana, porém, afirma que essa tecnologia, conhecida pela FPSO (em inglês, Sistemas Flutuantes de Produção, Armazenamento e Transferência) pode causar desastres naturais ainda mais davastadores do que os das plataformas marítimas tradicionais. "Os FPSOs são enormes tanques cheios de petróleo na superfície do oceano", afirma John Amos, presidente da SkyTruth, entidade ambientalista que, a partir da análise de imagens de satélite, revelou que o governo dos Estados Unidos subestimada o tamanho do vazamento da BP. "O que acontecerá se um desses FPSOs não escapar a tempo de um furacão?", afirma. Os FPSOs, que são petroleiros adaptados para operar como plataformas, só receberam autorização nos Estado Unidos em 2001. Eles acumulam petróleo extraído no fundo do mar e, a cada uma ou duas semanas, transferem a carga para petroleiros, que transportam o produto para o litoral. Até agora, a produção de petróleo na parte americana do Golfo do México se resumia às plataformas tradicionais. Nelas, grandes estruturas montadas na superfície do oceano operam a extração de petróleo, que é enviado ao litoral por meio de uma rede de oleodutos. "O uso de FPSOs [naquela região do Golfo do México] se deve aos riscos [econômicos] de perfurar poços em águas muito profundas e áreas distantes da costa", afirma o consultor independente Peter Lovie, que assessorou a Devon Energia no uso de FPSOs. A empresa foi sócia da Petrobras em um dos campos no Golfo o México, o de Cascade, mas vendeu sua participação à companhia brasileira depois que decidiu suspender sua produção no mar. "A experiência de produção nessa região [do Golfo do México] é muito pequena, e os FPSO diminuem os riscos em caso de fracasso", afirma. O navio-plataforma da Petrobras, que chegou ao Golfo do México em abril de 2010, tem capacidade para produzir 80 mil barris de petróleo por dia e pode armazenar um volume de 500 mil barris de petróleo. Ele vai servir aos campos de Cascade e Chinook, com poços perfurados a 2,5 quilômetros de profundidade, localizados a 250 quilômetros ao sul da costa do Estado da Louisiana. A produção deveria ter iniciado em fins de 2009, mas já foi adiada três vezes. A exploração no Golfo do México está entre as prioridades da companhia na área internacional, embora o plano recente de negócios da companhia tenha decidido concentrar suas operações na camada do pré-sal no Brasil. Amos, um geologo que trabalhou por anos como consultor da indústria de petróleo e gás até fundar a SkyTruth in 2001, diz que não advoga a interrupção da exploração no Golfo do México. "A sociedade escolheu que vai continuar perfurando poços no oceano", afirma. Ele defende o uso de tecnologias mais seguras e avançadas tanto para minimizar o risco de vazamento como para responder adequadamente ao próximo vazamento. "Vazamentos são eventos muito raros, mas não podemos achar que o risco é zero." Para Amos, os navios-plataforma são menos seguros e oferecem menos recursos para responder a emergências. O acidente da Exxon Valdez no Alasca em 2009, sustenta, foi muito pior do que o da BP porque era um petroleiro. "Quando o petróleo vazou, toda a carga foi ao mar em poucas horas, perto da costa", afirma. "Petroleiros são o jeito mais perigoso de transportar petróleo." O movimento repetitivo de carregar e descarregar navios, argumenta, está sujeito a falhas. "Há o risco de colisão entre navios, de quebrar os tubos que alimentam os navios, de vazar petróleo", afirma o ambientalista. Amos diz que os navios-plataforma têm menos equipamentos para responder rapidamente a um eventual vazamento, quando comparados a plataformas tradicionais. "Se você tem apenas um navio flutuando, não tem a "caixa de ferramentas" para responder a acidentes", afirma. "Tudo fica muito difícil quilômetros abaixo da superfície do oceano." A Petrobras recusou pedido de entrevista para essa reportagem, assim como proposta de visita à sua subsidiária em Houston, Texas, a Petrobras America, e às suas operações no Golfo do México. Mas sua assessoria de imprensa respondeu a algumas questões por e-mail. "A produção de petróleo por FPSOs é tão segura quanto a produção por plataformas", afirma a companhia. "Essa comparação já foi extensivamente analisada pela indústria do petróleo mundial." A Petrobras diz que é a empresa que usa a maior quantidade de FPSOs no mundo, sem nenhum acidente relevante. Ainda segundo a empresa, os equipamentos para combate a vazamentos localizados em FPSOs são equivalentes aos utilizados em outros tipos de plataformas. "O transporte de óleo por navios aliviadores é semelhante ao realizado, sistematicamente, por navios de grande porte em todo o mundo", afirma a Petrobras. "Os riscos operacionais de oleodutos são equivalentes aos riscos de navios aliviadores." A Petrobras diz ainda que o seu plano de contingência foi validado pelas autoridades americanas e já contempla a localização dos poços e as profundidades de água do projeto, diz a companhia brasileira. O consultor Peter Lovie diz que a indústria petrolífera acompanha com expectativa o início da produção da Petrobras, mas não acha que outras companhias necessariamente vão seguir o mesmo caminho. "Essa tecnologia é bem conhecida", afirma ele. "Seu uso depende do estilo de cada empresa e do risco [econômico] de cada área explorada." |
EX-GOVERNO LULA & LULISMO [In:] MP. ... A REVISAR O CONCEITO DE ''HERANÇA MALDITA''
MPs de Lula complicam governo Dilma
MPs de Lula complicam governo Dilma |
Autor(es): Agência o globo:Cristiane Jungblut e Isabel Braga |
O Globo - 14/02/2011 |
A presidente Dilma Rousseff terá que administrar uma herança pesada do governo Lula no Congresso: 21 medidas provisórias, muitas aumentando gastos e criando cargos, na contramão das medidas de austeridade do governo.
Medidas provisórias editadas no governo Lula se chocam com orientação para cortar gastos A presidente Dilma Rousseff recebeu uma pesada e antiga herança do governo Lula no Congresso Nacional. Entre as 24 medidas provisórias que tramitam na Câmara eno Senado, 21 foram editadas no governo passado, sendo que dez estão trancando a pauta de votações da Câmara. Muitas dessas medidas vão na contramão do corte de R$ 50 bilhões anunciado na semana. passada, pois implicamna criação de cargos e no aumento dos gastos públicos. Aliados acreditam que o Congresso votará até maio propostas antigas, anão ser que se use a janela inaugurada agora por Dilma para enviar por projeto a matéria que trata do salário mínimo. Otemor éque ajanela, criada na gestão do ex-presidente da Câmara e hoje vice-presidente Michel Temer, uma vez aberta, sirva para os parlamentares colocarem projetos explosivos em votação. Uma dasMPs que poderá gerar polêmica na votação, inclusive entre integrantes da base aliada, é a que cria a Autoridade Pública Olímpica (APO), ratificando o protocolo assinado entreUnião, oestado do Rio de Janeiro eo município do Rio, que cria o consórcio de ação para garantir a preparação e realização das Olimpíadas de 2016. A MP cria 484 cargos em comissão. Entres eles, 184 com salários que variam de R$ 18 mil e 22,1 mil. A oposição está pronta para bombardear a criação demais cargos federais e a falta de fiscalização da estrutura.Mas aMP também provoca briga na base aliada. O cargo a ser criado é pleiteado pelo PCdoB, mas Dilma pretende nomear o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, justamente para dar maior visibilidade e garantir o cumprimento dos prazos das obras. Na herança de Lula também há uma MP que cria uma empresa para administrar hospitais universitários, ligada ao Ministério da Educação. A empresa será administrada por um conselho de administração e uma diretoria executiva. A MP estabelece que a empresa terá sede em Brasília, mas poderá manter escritórios, representações, dependência e filiais em outros estados. Para que a empresa seja implantada, autoriza acontratação, por tempo limitado e sem licitação, de pessoal técnico e administrativo, até que seja feito concurso público. A oposição vai apontar, além do aumento de gastos, a inconstitucionalidade da medida, alegando que fere a autonomia universitária. Variedade de temas abre brecha para emendas ● Ogoverno Dilma Roussefftambém deverá enfrentar problemas com a bancada ambientalista na votação de MP que, entre outras coisas, institui o Regime Especial de Incen- tivos para o Desenvolvimento de Usinas Nucleares (Renuclear). Antes mesmo de conseguir no Congresso aautorização para a instalação de usinas, oministro de Minas e Energia, Edison Lobão, já oferece incentivos, na tentativa de induzir investimentos nesse tipo de energia. Já há estados brigando para sediar as novas usinas. A mesma MP que institui o Renuclear trata de outros 12 temas diferentes.Mesmo caso da MP 513/10, com oito assuntos distintos. Isso sempre abre margem para a apresentação de emendas por parte dos parlamentares, que Na lista de MPs do governo passado, estão ainda a liberação de crédito para o BNDES. Sobrou para o governo Dilma umdívida de R$ 30 bilhões pela concessão de novo crédito ao |
PT [In:] ... É DANDO QUE SE RECEBE
Dízimo do PT cresceu 700% na Era Lula
Dízimo do PT acumula aumento de 700% desde chegada à Presidência |
Autor(es): Marta Salomon |
O Estado de S. Paulo - 14/02/2011 |
Partidos. Arrecadação mensal de 2% a 20% do salário dos filiados, sob contestação no Tribunal Superior Eleitoral, aumenta este ano e deve chegar a R$ 3,6 milhões; entre os petistas sem cargos públicos, porém, coleta diminui pela metade desde 2007
O PT espera arrecadar R$ 3,6 milhões neste primeiro ano de governo Dilma Rousseff só com as contribuições de parlamentares e ocupantes de cargos de confiança filiados ao partido. O valor é um pouco superior ao que foi amealhado no último ano de mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar da eleição de um número maior de deputados e senadores e do aumento da participação de integrantes do partido no primeiro escalão do governo. Os R$ 3,6 milhões mostram, porém, que a arrecadação cresceu mais de 700% em relação ao valor arrecadado em 2002, antes da chegada do PT ao Palácio do Planalto. O partido cobra contribuição entre 2% e 20% de todos os eleitos pela legenda e também dos filiados em cargos de confiança. O porcentual varia de acordo com o valor do salário e é maior para os parlamentares. A cobrança do dízimo pelo PT vem sendo contestada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde 2005. Naquele ano, foi proibido o desconto na folha de pagamento. Mas o estatuto do partido foi alterado em 2007 e mantém a obrigatoriedade do pagamento mensal. Os inadimplentes ficam sujeitos até a serem expulsos da legenda. Mas essa inadimplência é "pequena", garante o tesoureiro petista, João Vaccari Neto. O Estado consultou as prestações de contas do PT, apresentadas ao TSE para verificar quanto o partido vem arrecadando nos últimos anos. Ficou evidente que a contribuição dos parlamentares e ocupantes de cargos de confiança cresceu durante o segundo mandato de Lula. Mas os pagamentos feitos por filiados sem postos públicos - igualmente obrigatórios, segundo o estatuto do partido - caíram, nesse mesmo período, de R$ 3,5 milhões, em 2007, para R$ R$ 1,8 milhão, em 2010. Restrições. O tesoureiro atribui a queda a restrições impostas por resoluções do TSE, embora o tribunal tenha considerado ilegal apenas a contribuição por parte de ocupantes de cargos de confiança no serviço público, que o partido manteve obrigatória. A cobrança é feita com base no salário líquido dos filiados com postos e cargos públicos e por meio de débito automático, informa o estatuto do PT. A alíquota maior - de 20%, no caso dos eleitos, e de 10% para quem tem cargo de confiança - incide na faixa de rendimentos acima de 20 salários mínimos (R$ 10.800). É do próprio João Vaccari Neto a previsão dos R$ 3,6 milhões que o partido arrecadará dos parlamentares e ocupantes de cargos de confiança em 2011 - uma conta feita antes mesmo de o governo Dilma Rousseff completar a nomeação de cargos de segundo escalão. Esse valor representa 11% da dívida que o partido registrou no tribunal, no último dia de 2010. ----------------- |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
14 de fevereiro de 2011
O Globo
O conselho militar que governa o Egito atendeu ontem a duas das principais demandas dos manifestantes que derrubaram a ditadura de Hosni Mubarak: dissolveu o Parlamento e suspendeu a Constituição, prometendo a realização de eleições democráticas em seis meses. O estado de emergência, no entanto, não foi levantado. Manifestações e greves por melhores salários continuaram. No Iêmen e na Argélia, os governos reprimiram novos protestos. (págs. 1 e 23 a 26)
Entrevista
O cientista político Jean-Pierre Filiu, da Universidade de Columbia, diz que a revolução egípcia é uma “catástrofe para a al-Qaeda”. (págs. 1 e 25)
Foto-legenda: Funcionários retiram quadro de Mubarak do gabinete presidencial: pressão para que ele seja julgado por crimes e devolva bens do Estado.
Allan acusa delegado que ajudou a PF
MPs de Lula complicam governo Dilma
------------------------------------------------------------------------------------
Folha de S. Paulo
Manchete: Comando militar susta leis e fecha Congresso egípcioA junta militar dissolveu o Parlamento egípcio, disse que ficará no poder por seis meses ou até haver eleições, suspendeu a Constituição e criou grupo para reformá-la.
Enquanto não se realizam eleições gerais, a junta governará o Egito por decreto. (pág. 1 e Mundo, pág. A10)
Foto legenda: "Fora": No Iêmen, cerca de mil pessoas foram até o palácio presidencial para pedir a saída de Ali Abdullah Saleh, no poder há 32 anos. (pág. 1 e Mundo, pág. A12)
Governo aceita reajuste de 4,5% na tabela do IR
Após a correção, contribuintes pagarão menos IR. Isso agrada a centrais sindicais, que também querem um mínimo de R$ 580. (pág. 1 e Poder, pág. A4)
País já tem 20% das linhas com celulares clandestinos
Entrevista da 2ª: David Neelman: Concorrência faz falta ao Brasil, diz fundador da Azul
Americano nascido em SP, ex-missionário mórmon, pai de nove filhos, o dono da Azul já criou quatro empresas aéreas. (págs. 1 e A14)
Melchiades Filho: Dilma limita campo de ação do PMDB fisiológico
Deputados clonam relatório ao prestar conta após viagens (pág. 1 e Poder, pág. A6)
------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo
Manchete: Militares egípcios dissolvem Parlamento e anunciam eleiçãoA junta militar, à qual o presidente deposto Hosni Mubarak transferiu seus poderes na sexta-feira, atendeu a uma das demandas dos manifestantes e anunciou a dissolução do Legislativo, desmoralizado por denúncias de fraude e com 95% das cadeiras atribuídas ao Partido Nacional Democrático, do governo. O conselho diz que ficará no poder durante seis meses ou até a realização do pleito presidencial, originalmente previsto para setembro. Afirmou ainda que a reforma da Constituição, a ser conduzida por juristas para garantir eleições justas e liberdades civis, será submetida a referendo popular. (pág. 1 e Internacional, pág. A10)
Melhora da economia global ofusca brilho do Brasil
Dízimo do PT cresceu 700% na Era Lula (pág. 1 e Nacional, pág. A4)
Foto legenda: ‘A Itália não é um bordel'
Marco Antonio C. Teixeira: A gestão Dilma e o governo Lula
José Roberto de Toledo: Freio de arrumação
Visão Global: Com poder, sem herdeiros
Notas e informações: Impostos antecipados
------------------------------------------------------------------------------------
-------------------------------------------------------------Valor Econômico
Manchete: Bertin atrasa usinas e não deposita R$ 405 milhõesAlgumas medidas para contornar o problema do atraso no depósito das garantias estão sendo estudadas pela empresa e por órgãos governamentais. Em vez de fazer um dos depósitos, no valor de R$ 155 milhões, o Bertin poderia usar um contrato de energia fechado no ano passado com a Chesf, mas também neste caso a empresa privada está inadimplente junto à subsidiária da Eletrobras. A companhia ainda pede uma prorrogação do cronograma oficial de outras seis usinas, pelas quais deveria ter depositado R$ 250 milhões na quarta-feira. Consultados sobre os atrasos, o grupo Bertin e a CCEE preferiram não se pronunciar. (págs. 1 e B10)
Transporte sobre trilhos ganha impulso
Plataforma da Petrobras causa polêmica
É grande a expectativa em torno dos navios-plataforma - muito usados no Brasil mas inéditos nos Estados Unidos -, que podem ser desconectados dos poços e deslocados para águas mais tranquilas quando ocorrem furações, comuns na região. Uma influente entidade ambiental americana afirma que essa tecnologia, conhecida como FPSO (Sistemas Flutuantes de Produção, Armazenamento e Transferência, na sigla em inglês), pode causar desastres naturais piores que os das plataformas tradicionais. A assessoria da Petrobras disse que “a produção de petróleo por FPSO é tão segura quanto a produção por plataformas”. (págs. 1 e B1)
Foto-legenda: Ênfase na inovação
Sem juros especiais do BNDES, exportadores voltam aos ACCs
Os juros entre os mais baixos da história dos ACCs são um outro atrativo, segundo Allan Simões Toledo, vice-presidente do Banco do Brasil. As maiores empresas do país tomam linhas à exportação de seis meses com juros de 1% s a 1,5% ao ano. E conseguem investir no mercado interno a 2% ou mais. É uma is diferença de 0,5 a 1 ponto percentual, sem risco cambial. “A arbitragem está positiva”, diz Marlene Millan, diretora do Bradesco. No BB, o total contratado em janeiro foi a US$ 1,4 bilhão, recorde histórico para o mês. No Bradesco, chegou a US$ l bilhão, 30% a mais do que a média mensal de 2010.(págs. 1 e C1)
No Egito, longo prazo ainda é preocupante
Embora a população esteja ansiosa em relação às intenções de longo prazo dos militares, líderes da oposição receberam bem as mudanças, mas suas enormes expectativas podem bater de frente com a realidade do Egito, assolado por problemas econômicos e sociais após décadas de desgoverno. A liderança juvenil que organizou os protestos também fez declarações, em geral positiva. Os manifestantes dizem que conseguiram gerir tão bem a Praça Tahrir que poderiam administrar o país inteiro. A não ser pelo fato de o Egito ter 40% da população vivendo abaixo da linha da pobreza. (págs. 1 e A11)
Shell eleva investimento em poços
A Shell encerrou o ano passado produzindo 95 mil barris de óleo equivalente (medida que inclui petróleo e gás) por dia no Parque das Conchas e Bijupirá-Salema, nas áreas capixaba e fluminense da Bacia de Campos. A produção no Parque das Conchas superou em 30% sua estimativa inicial, levando a empresa à decisão de iniciar a segunda fase do projeto, que prevê a perfuração de mais sete poços até 2013, que serão conectados à plataforma Espírito Santo. (págs. 1 e B1)
Pará planeja fundo para infraestrutura
A indústria teve queda da produtividade e alta do custo do trabalho no final de 2010 (págs. 1 e A2 )
Demanda firme mantém pressão sobre preços do etanol (págs. 1 e B14)
Concorrência com asiáticos
LG constrói fábricas em Manaus
Serviços alternativos no turismo
Fusões impulsionam bolsa-empresa
Taxa de cartão fora do PIS/Cofins
Ideias: Sergio Leo
Idéias: Fabio Giambiagi
----------------------