A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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segunda-feira, junho 04, 2007
TSE/EMPREITEIRAS [In:] ... OU FINANCEIRAS?

LULA NA ÍNDIA [In:] "GANDHI" E A INSPIRAÇÃO PELA PAZ

Lula afirma que Gandhi foi ´inspiração´ para sua vida política.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez nesta segunda-feira a tradicional oferenda floral aos pés do memorial de Mahatma Gandhi, e assegurou que o pai da nação indiana foi uma "inspiração" para sua vida política. "A primeira vez que li Gandhi foi para mim uma inspiração para a política", afirmou o presidente, que acrescentou que Gandhi "é inspiração para qualquer pessoa que queira realizar mudanças sociais em paz". Em seu segundo dia de visita oficial à Índia, Lula foi recebido no palácio presidencial pelo primeiro-ministro Manmohan Singh e pelo presidente do país, Abdul Kalam. Em seguida, visitou o Rajgat, um pequeno memorial de mármore negro que lembra o local onde Gandhi foi cremado antes que suas cinzas fossem espalhadas pelo rio Ganges. Lula, que encabeça uma delegação de aproximadamente cem pessoas, destacou que Índia e Brasil são "aliados importantes nos fóruns internacionais", e citou como exemplo disso o impulso conjunto da "democratização" da ONU, já que ambos os países compartilham o desejo de que o Conselho de Segurança amplie os cinco membros permanentes que tem atualmente. O presidente afirmou que Brasil e Índia "são duas grandes democracias, dois países com grandes expectativas econômicas". "Antes de 2002, eu disse que a Índia era um importante foco estratégico", indicou Lula ao lembrar que esta é sua segunda visita ao país asiático em três anos. Além disso, afirmou que "a Índia tem muito a ensinar ao Brasil, e o Brasil à Índia, em todos os campos, incluindo o científico e o tecnológico". O presidente insistiu em seu desejo que "em 2010 os intercâmbios econômicos (entre ambos os países) cheguem aos US$ 10 bilhões", e apostou por um "desenvolvimento das relações comerciais, políticas e culturais" indo-brasileiras. "Esta visita é um passo extraordinário. Espero voltar ao Brasil mais convencido de que Índia e Brasil estão ainda mais unidos", afirmou. Efe, Estadão.
ENERGIA NUCLEAR: OPÇÃO EM DEBATE
Encarregada de coordenar um plano nacional para enfrentar o aquecimento global, a nova secretária de Mudanças Climáticas, Thelma Krug, assume o cargo do Ministério do Meio Ambiente disposta a levar adiante debates polêmicos, como a energia nuclear. A retomada das obras da usina de Angra 3 é condenada pela chefe, a ministra Marina Silva. "Vamos ter de encarar, botar isso na balança. Entre uma [usina] nuclear, uma térmica a carvão e você não ter um esforço de mitigação [da emissão de gases de efeito estufa] à altura, vamos ter de colocar tudo isso na mesa. Serão decisões muito difíceis", prevê Krug. Quando foi convidada, já na condição vice-presidente do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), Thelma Krug perguntou à ministra qual seria o nível mínimo de desmatamento a que o Brasil poderia chegar sem conter o desenvolvimento do país. A pergunta ficou sem resposta, conta em entrevista à Folha. A secretária não acredita em "desmatamento zero" por ora. Krug avalia que o plano para enfrentar as mudanças climáticas ainda deverá consumir dois anos de estudos no governo. Antes disso, ao lado de outras medidas destinadas a reduzir a emissão de gases de efeito estufa, a secretária defende o zoneamento da expansão do cultivo de cana-de-açúcar destinado à produção de etanol. As mudanças climáticas são "um ponto de agenda que não vai se perder nunca mais. Até porque os eventos externos previstos com maior periodicidade, maior freqüência, não vão deixar ninguém esquecer", avalia. Krug atribui a pressões da Índia, país que o presidente Lula visita, o esvaziamento da proposta brasileira de criar um fundo com dinheiro de países ricos para recompensar países em desenvolvimento pela redução do desmatamento. Marta Salompm, da Folha de S.Paulo, em Brasília.
PROÁLCOOL: "À CÉSAR O QUE É DE CÉSAR..."
CHÁVEZ & LULA [In:] "O CHÁVEZ É UM BOM COMPANHEIRUUUU ...!!!"
VLADIMIR PUTIN: DEMOCRACIAS & DEMOCRATAS *

"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA"
A reportagem informa ainda que Maria Cristina circulava com um motorista em um Gol branco, registrado em seu nome, mas cujo proprietário anterior é a Pollet Advogados Associados --o advogado Márcio Pollet é um dos 43 acusados de negociar sentenças para favorecer bingos e empresas. Às vésperas de proferir decisões de interesse do grupo, de acordo com a Folha, a juíza foi a reuniões nos escritórios de Pollet e de Pardo. Folha Online.
VEREADORES/SP [In:] "RALLY SÃO PAULO/DÁ-CAR(RO)".
Uma distância de 1.121 quilômetros separa as cidades de Rosana e Bananal, nos extremos oeste e leste do Estado de São Paulo. Em abril, a Assembléia paulista gastou em combustíveis um total de R$ 131.213, o que permitiria fazer essa viagem, ida e volta, 238 vezes. Ou, quem sabe, dar 13 giros ao redor do Planeta Terra. Por meio da prestação de contas disponível no site da Casa, a reportagem do Estado fez um levantamento sobre o uso da verba mensal a que os 94 deputados estaduais paulistas têm direito. Juntos, eles pediram um reembolso total de R$ 1.019.962, entre os vários tipos de despesa permitidos pelo Legislativo paulista. Os parlamentares recebem salário de R$ 11.800, mas ainda contam com uma verba extra de R$ 17.787,50 mensais para despesas com gabinete, hospedagem e exercício do mandato. A cota pode ser utilizada em dez tipos de rubricas - de combustíveis à expedição de cartas e telegramas -, mas nenhuma pode exceder R$ 10.814. Esse é o teto, também, para combustíveis - mais do que o dobro do valor disponível hoje para os deputados federais. Após inúmeras denúncias de fraudes, a Câmara decidiu limitar o gasto mensal com combustíveis a R$ 4,5 mil por mês, mas mesmo assim o Tribunal de Contas da União (TCU) vem apontando irregularidades. Quando o deputado não gasta toda a verba a que tem direito, o restante dos R$ 17 mil fica acumulado para os meses seguintes, desde que não estoure o limite anual. As informações são do Núcleo de Fiscalização, responsável pelo controle dos ressarcimentos aos parlamentares - que são liberados após a comprovação dos gastos. A prestação de contas pode ser conferida pela internet, a partir do dia 15 do mês seguinte. De acordo com o levantamento, o deputado Roberto Engler (PSDB) gastou R$ 6.242,59 com combustíveis em abril. Na seqüência, aparecem os deputados Said Mourad (PSC), com R$ 5.666,36; Analice Fernandes (PSDB), R$ 4.979,43; o ex-presidente da Assembléia Legislativa Rodrigo Garcia (DEM), R$ 4.077,91, e Luciano Batista (PSB), R$ 4.040,24. Esses foram os valores já reembolsados, mas, em alguns casos, o total gasto foi maior. Como as notas fiscais foram apresentadas após a data-limite, porém, a diferença ainda não foi ressarcida aos deputados. Para explicar o gasto elevado com combustíveis, a maioria dos deputados alega que não usam apenas o carro oficial fornecido da Assembléia. Dizem que carros particulares de assessores também circulam custeados pela Casa. O maior gasto global foi apresentado pelo deputado Vicente Cândido (PT) - ele pediu um reembolso total de R$ 22.952,92 em abril. Na seqüência, aparecem Jorge Caruso (PMDB), com R$ 20.453,61; Uebe Rezeck (PMDB), R$ 19.601,13; Said Mourad (PSC), R$ 19.400,41; e Ed Thomaz (PMDB), com um total de R$ 19.139,86. Outros 14 deputados não declararam nenhuma despesa em abril. Entre os que declararam alguma cifra, o deputado Vitor Sapienza (PPS) apresentou a menor: requisitou reembolso de apenas R$ 1.044,17. O tipo de despesa que mais pesou nos cofres foi a categoria D - "materiais e serviços gráficos, cópias e reprodução de documentos" -, com R$ 246.451. A principal justificativa é que, no início da legislatura, é preciso preparar material para começar o exercício do mandato. Em segundo lugar na lista de gastos custeados pela Assembléia, ficaram os "serviços técnicos profissionais", como pesquisas e consultorias, totalizando R$ 176.914. Em terceiro, aparece a despesa com combustíveis. De acordo com o levantamento, 35 parlamentares estaduais declaram uma despesa individual superior a R$ 15 mil - teto de verba indenizatória oferecida pela Câmara para os 513 deputados federais. No caso do Legislativo federal, a verba indenizatória é considerada cobertura de despesas relativas ao exercício do mandato no Estado de origem do parlamentar. Para o TCU, porém, é um aumento disfarçado de salário, que evita o desgaste público. Levantamento do Estado revelou em abril que os deputados federais pediram ressarcimento de R$ 11,2 milhões nos dois primeiros meses da atual legislatura - R$ 2,5 milhões só de combustível, suficientes para dar 255 voltas ao redor do planeta. Os cálculos, tanto no caso dos deputados federais como no dos estaduais, foram feitos com base na cotação de combustível feita pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Estadão, Guilherme Scarance e Silvia Amorim.