A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, dezembro 14, 2010
DILMA PRESIDENTE/INFLAÇÃO [In:] LEÃO e DRAGÃO
ALIMENTOS AFASTAM DE NOVO A INFLAÇÃO DO ALVO DE 4,5%
De novo, alimentos desviam inflação da meta |
Autor(es): Sergio Lamucci | De São Paulo |
Valor Econômico - 14/12/2010 |
Com uma sucessão de aumentos de preços de dois dígitos, os alimentas serão mais uma vez responsáveis por desviar a inflação do centro da meta de 4,5% perseguido pela Banco Central. Como vilão do regime de metas, eles substituíram os preços administrados (como tarifas de energia elétrica e telefonia), que até 2005 desempenhavam esse papel. A forte alta de alimentos e bebidas levará a inflação ao consumidor a quase 6% em 2010. Em 12 anos do regime de metas, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) só ficou quatro vezes no centro ou abaixo do alvo - em 2000, 2006, 2007 e 2009. A inflação ao consumidor vai subir quase 6% neste ano, mais uma vez acima do centro do alvo perseguido pelo Banco Central, de 4,5%, puxada em grande parte pela forte alta dos preços de alimentos e bebidas. Em 12 anos do regime de metas, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) só ficou quatro vezes no centro ou abaixo do alvo - em 2000, 2006, 2007 e 2009. Em outras cinco oportunidades (1999, 2004, 2005, 2008 e 2010), a inflação superou o centro da meta, mas ficou abaixo do teto do intervalo de tolerância. Já entre 2001 e 2003 até mesmo o teto foi ultrapassado. Se até 2005 os preços administrados (como tarifas de energia elétrica e telefonia) eram as principais fontes de pressão sobre a inflação, os alimentos exercem hoje essa função, um papel que ganhou mais força a partir de 2007. Com o aquecimento do mercado de trabalho, os serviços (como aluguel, conserto de automóveis, condomínio e empregado doméstico) também têm jogado as cotações para cima. Neste ano, os analistas estimam uma alta de 10% do grupo alimentos e bebidas, impulsionada pela forte elevação dos preços de produtos como carne, feijão e açúcar. Com peso de 22,9% no IPCA, um aumento dessa magnitude faz estragos consideráveis na inflação. Márcio Nakane, da Tendências, vê uma pressão estrutural sobre as cotações de alimentos que vêm da alta das commodities no mercado internacional, um processo que ganhou musculatura a partir de 2007, foi interrompido pela crise global de 2008/2009, mas voltou a ocorrer neste ano. Em 2007, os alimentos e bebidas tiveram alta de 10,8% no IPCA, e o indicador só ficou em 4,5%- exatamente o centro da meta - em grande parte por causa do comportamento benigno dos preços administrados, que subiram apenas 1,7%. Em 2008, os alimentos avançaram mais 11,1%, colaborando de modo decisivo para a variação de 5,9% do IPCA. "Houve um fenômeno global de expansão de consumo de alimentos a partir de 2007, o que, combinado com especulação nos mercados futuros, provocou um forte aumento dos preços de commodities", diz o pesquisador Paulo Picchetti, da FGV. Segundo ele, esse movimento se repete hoje. A demanda global por alimentos é forte e, com juros baixos nos países desenvolvidos, movimentos especulativos dão mais gás aos preços de commodities, num cenário de estoques baixos. Nos últimos cinco anos, os preços de alimentos contribuíram para uma inflação mais tranquila em duas oportunidades. Em 2006, houve um choque positivo que fez o grupo aumentar apenas 1,2%, o que foi crucial para a alta de 3,1% do IPCA - a menor da história do regime de metas. No ano passado, como reflexo da crise global, os alimentos e bebidas no IPCA avançaram bem menos - 3,2% -, resultado fundamental para que a inflação ficasse em 4,3% - ligeiramente abaixo do centro da meta. Para 2011, os analistas acreditam que os alimentos continuarão a empurrar os preços para cima, dadas as expectativas de crescimento ainda forte na China. O economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, por exemplo, projeta alta de 8,9% para o grupo alimentos e bebidas no IPCA no ano que vem, número próximo aos 9,9% esperados para 2010, por ver commodities ainda pressionadas. Os preços administrados, por sua vez, passaram a dar um refresco para a inflação especialmente a partir de 2006. Nos sete anos anos anteriores, o grupo era o grande vilão do IPCA. Com peso de quase 30% no indicador, teve alta superior a dois dígitos entre 1999 e 2004, avançando 9% em 2005. O economista Fábio Ramos, da Quest Investimentos, observa que o peso dos Índices Gerais de Preços (IGPs) é hoje bem menor para explicar a variação dos preços administrados, um fenômeno importante para o comportamento mais benigno desse grupo. Tarifas de energia elétrica e telefonia fixa, por exemplo, não seguem mais automaticamente a variação passada dos IGPs, levando em conta fatores como ganhos de produtividade e a estrutura de custos do setor. Os preços de serviços, por sua vez, têm se tornado uma fonte de pressão considerável para a inflação. O grupo responde por cerca de 24% do IPCA, subindo com mais força num ambiente de mercado de trabalho aquecido, como lembra Ramos. "Os serviços são um grande indicador de pressão de demanda", diz Nakane, para quem, justamente por isso, essas cotações devem ser um guia importante para o BC definir os juros. Além do aquecimento da economia, alguns serviços são influenciados pelo reajuste do salário mínimo, como empregado doméstico, e pela inflação passada, como aluguel, que tem o IGP-M como principal referência. Para Vale, o comportamento dos serviços é um sinal claro de que a alta da inflação não se limita aos alimentos. Ele projeta aumento para serviços de 7,5% neste ano e de 6,3% em 2011, um nível ainda salgado. Não é com os alimentos, mas sim com o restante dos preços - que devem explicar 60% da alta do IPCA neste ano - que o BC deve se preocupar, diz ele, que aposta num IPCA de 5,8% neste ano. Os analistas ouvidos pelo BC preveem um número um pouco superior a esse, de 5,85%. Na semana anterior, apostavam em 5,78%. Para 2011, as expectativas para o IPCA ficaram quase estáveis, passando de 5,2% para 5,21%. |
BRASIL/CESTA BÁSICA [In:] MEU REINO POR UMA ''TARJA PRETA'' COM ''GRIFFE'' ...
Renda muda o consumo de remédios
Crescimento muda perfil do consumo de remédios |
Autor(es): Angela Bittencourt | De São Paulo |
Valor Econômico - 14/12/2010 |
O ciclo econômico positivo da última década mudou a relação do brasileiro com seu corpo. A busca por a1ívio para a dor deu lugar à preocupação com a bem-estar e a adequação ao ambiente profissional mais competitivo. O Brasil da inflação a1ta e das tentativas de estabilização monetária doía no bolso e nos ossos. Hoje, prevalece o interesse pela serenidade nas decisões e resistência às pressões decorrentes da concorrência.
O ciclo econômico positivo da última década não mudou apenas a relação do Brasil com os seus parceiros comerciais e financeiros. Mudou também a relação do brasileiro com o seu corpo. A busca para alívio da dor deu lugar à preocupação com o bem-estar. O Brasil da inflação alta e das tentativas de estabilização monetária doía no bolso e nos ossos dos cidadãos. Hoje prevalece o interesse pela serenidade nas decisões e resistência às pressões decorrentes da competição profissional e também de fracassos. Analgésicos cederam lugar a anticoncepcionais, medicamentos contra distúrbios da tireoide e tranquilizantes. Superadas as agruras da convivência com a hiperinflação, que consumiu a década de 80 e parte da década de 90, o brasileiro vibra com a expansão da atividade alçada a quase 8% neste ano. Um mercado interno vigoroso embala esse crescimento com avanços históricos da renda e do emprego que propiciam maior acesso a bens de consumo e também à saúde e aos medicamentos. A velocidade da informação colabora com esse cenário e também acirra a disputa por mais eficiência pessoal e profissional. E desse receituário emergem as preferências de médicos e pacientes. Esses "consumidores privados" brasileiros puxaram as vendas de "remédio de marca" a quase 2 bilhões de unidades em 12 meses encerrados em julho de 2010 - num crescimento de 15% ante os 12 meses anteriores. Mais que o dobro do crescimento registrado pela IMS Health nos últimos anos. A IMS Health, empresa de pesquisa e consultoria para o mercado farmacêutico, atende também a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "A relação dos ciclos econômicos com o consumo de medicamentos ocorre porque o ambiente é de pressão. Exigência de elevada performance, o que leva a consumo de ansiolíticos, como o Rivotril, que ajudam a enfrentar pressões sociais maiores", afirma o pediatra e toxicologista do Hospital das Clínicas, Anthony Wong. O psicoterapeuta Antonio Carlos Amador Pereira lembra que o fracasso na busca pelo poder também mobiliza as pessoas em direção às farmácias. "Foco muito fechado em dinheiro ou em poder é desestabilizador. O poder traz isolamento. E consequências", avisa. Analgésicos e anti-inflamatórios que respondiam por 50% dos dez medicamentos mais vendidos em 1998 caíram a 30% neste ano. Indicativo de maior preocupação das mulheres com as perspectivas profissionais, turbinadas pela ascensão a postos de chefia, a venda de anticoncepcionais e preparados para distúrbios da tireoide agora disputam posição com o tranquilizante Rivotril no ranking que revela prolongada fidelidade dos brasileiros aos "clássicos" Hipoglós, Buscopan e Neosaldina. O Puran T4, preparado para tireóide, ocupa a segunda posição entre os "remédios de marca" mais vendidos de 2009 para 2010. "O uso desses preparados, e o Puran T4 é apenas uma das apresentações que estão no mercado, está diretamente relacionado a uma maior incidência de hipotiroidismo desencadeado por situações de estresse, particularmente, emocional", comenta o endocrinologista Meyer Knobel, chefe da Unidade de Tireoide do Hospital das Clínicas e da Faculdade de Medicina da USP. Ele confirma que as doenças da tireoide prevalecem cerca de oito a dez vezes mais em mulheres que homens. "Não existe uma explicação bem estabelecida, mas parece estar relacionada à questão hormonal e genética", afirma. "A participação reduzida de anti-inflamatórios na demanda dos brasileiros por medicamentos é uma ótima notícia", afirma o ortopedista e professor de Medicina Sérgio José Nicoletti, coordenador do Núcleo de Educação da Saúde da Universidade Federal de São Paulo. Consultor de empresas na área de absenteísmo não planejado de causas médicas (faltas não programadas ou planejadas), Nicoletti afirma que desde os anos 90 o Brasil vem gastando muito com o tratamento e com benefícios previdenciários concedidos a empregados afastados do trabalho em decorrência de diagnósticos de doenças inflamatórias, para as quais não há evidências cientificamente estabelecidas. "Provavelmente, esse tipo de situação contribuiu muito para que a prescrição e o uso de medicamentos anti-inflamatórios, vendidos sem receita médica, tenham mantido esse tipo de medicamento no topo da lista dos mais vendidos nas duas últimas décadas. Como anti-inflamatórios apresentam efeitos colaterais não desprezíveis, a queda de seu consumo é alvissareira e deve diminuir os custos, tanto públicos, quanto privados, decorrentes de tratamento de complicações gastrointestinais e cardiocirculatórias, comprovadamente associadas com esse tipo de remédio", comenta o ortopedista. Wong está convencido de que existe, sim, relação entre os ciclos econômicos e o consumo de medicamentos, mas não vê relação direta entre esse consumo e aumento de renda. "Os medicamentos são relativamente baratos. Quando alguém sente necessidade, comprará o remédio independentemente do preço. Veja o Viagra. Cada comprimido custa de R$ 30 a R$ 40 e tem homem tomando adoidado. Quando as mulheres querem ficar bonitas também gastam muito dinheiro, pouco importando a crise", comenta o toxicologista para quem a relação direta aumento de renda e consumo de remédios pode ocorrer em países pobres como os africanos. "O Brasil nunca foi um país pobre e está, há 40 anos, entre os dez maiores produtores farmacêuticos do mundo. O Brasil tem também grande diversidade. Já chegamos a ter 9 mil produtos farmacêuticos no mercado." Antônio Carlos Amador Pereira, também professor de Psicologia da PUC-SP, pondera que seja pelo crescimento econômico efetivo ou uma "bolha" em alguns setores, a necessidade de consumir medicamentos é tão grande quanto de outros bens. "O consumo de remédios indica que as pessoas estão se cuidando mais, tendo acesso a planos de saúde e tendo condições de pagar. Mas não podemos esquecer que existe a automedicação que pode ser um meio mais rápido para satisfazer a necessidade de consumo", comenta Pereira que alerta para mais um estímulo a essa modalidade de consumo: a crença de que medicamentos mais sofisticados serão necessariamente mais eficientes. "O ácido acetilsalicílico parece pouco, ainda que perfeito para algumas situações", diz. Drogas lícitas ou ilícitas vão atrás de quem tem dinheiro e são associadas, com frequência, a estresse e a status. "É assim com a cocaína", afirma o psicoterapeuta Antonio Carlos Amador Pereira que alerta para o fato de que os pobres estressados vão atrás de bebida. "Ainda assim, com a ascensão social, há uma evolução da cerveja até o uísque. Até o momento em que isso já não é mais suficiente para lidar com ansiedade ou estresse. Esses são os principais fatores que levam ao consumo de medicamentos que foram banalizados. Alguns entram na moda e até caem de moda. É o caso do Lexotan. O Vicodin, por exemplo, é moda nos Estados Unidos. É símbolo de status que é avaliado exatamente pela capacidade de consumo." Wong, do Hospital das Clínicas, explica que o Lexotan e o Rivotril fazem parte do mesmo grupo de benzodiazepínicos considerados bastante seguros. Ambos pertencem à mesma classe do Valium. "O Lexotan ou Bromazepan, que é seu genérico, ajudam a pessoa a dormir melhor. O Rivotril está um passo adiante. Ajuda a diminuir a ansiedade, a enfrentar pressões e a síndrome do pânico e tem excelente efeito para fobia social." Esse toxicologista identifica a urgência das pessoas em buscar saídas para pressões e alerta para os padrões de comportamento praticamente impostos a quem deseja trilhar a escala social. "A Ritalina, um anfetamínico muito consumido, tem o efeito da cocaína, pois propicia condições para a escalada rumo ao sucesso. Profissionais bem sucedidos sabem conviver socialmente, dão risada, sabem falar. Para os tímidos, é ainda pior. Parece que socialmente não há lugar para os tímidos. Nos últimos três anos, o consumo da Ritalina cresceu cinco vezes. Hoje em dia, até professoras indicam Ritalina para crianças com déficit de atenção. Mas o que acontece com frequência são os irmãos mais velhos pegarem os comprimidos para fazer bonito na balada." |
DILMA PRESIDENTE/IMPOSTO DE RENDA [In:] ''A MESMA PRAÇA, O MESMO BANCO, ..." *
Receita eleva limite do IR e mantém tabela
Receita eleva limite de declaração do IR |
Autor(es): Fabio Graner e Adriana Fernandes |
O Estado de S. Paulo - 14/12/2010 |
Somente quem recebeu mais de R$ 22.487,25 terá que prestar contas; em 2011 não serão mais aceitos formulários de papel A Receita Federal aumentou o limite de renda a partir do qual os contribuintes pessoa física ficam obrigados a entregar a declaração de ajuste anual do Imposto de Renda 2011 (ano-base 2010). Somente quem recebeu este ano mais de R$ 22.487,25 terá que prestar contas ao Leão. Abaixo desse valor, não há obrigatoriedade de entrega, embora trabalhadores com carteira assinada que ganham entre R$ 17.989,80 por ano e R$ 22.487,25 tenham que fazer a declaração para receber de volta o imposto retido mensalmente. O prazo de entrega começa em 1º de março e vai até 29 de abril. A Receita espera receber 24 milhões de declarações, cerca de 500 mil a mais do que este ano. Com a elevação do limite para entrega da declaração, o Fisco espera que menos contribuintes sem imposto a pagar ou a receber enviem suas prestações de contas. De acordo com o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir, cerca de 1,5 milhão de pessoas deixarão de enviar declaração em 2011. Adir explicou que o novo limite dá continuidade ao processo de redução dos documentos que a Receita deve receber. Ele disse que, apesar do menor volume de declarações, a Receita espera receber no total mais documentos em 2011 do que em 2010. Segundo ele, isso ocorrerá por conta dos aumentos salariais e porque novas pessoas entraram no mercado de trabalho dentro da faixa de retenção do imposto. Assim, a base de contribuintes aumenta e, consequentemente, o volume geral de prestações de contas. Adir admitiu que os contribuintes que têm retenção de IR na fonte por estarem acima da faixa mensal de isenção (R$ 1.499,15) precisam ficar atentos. E não devem deixar de fazer a declaração para poder ter restituição do tributo mesmo que a renda anual tenha ficado abaixo de R$ 22.487,25 (R$ 1.873,94 por mês). Este valor é uma espécie, na prática, de segunda faixa de isenção para os contribuintes, mas que só vale no momento do ajuste anual. "Quem tem retenção de imposto de renda na fonte terá que fazer a declaração para ter direito à restituição ou porque tem imposto a pagar", disse. O técnico explicou que o novo limite que desobriga os contribuintes de entregarem declaração beneficia pessoas que, por exemplo, recebem salários de duas fontes diferentes, sem retenção na fonte. A medida beneficia também quem recebe renda decorrente de aluguel de imóveis, entre outros casos. Fim do papel. Pela primeira vez na história, a declaração de IR não poderá mais ser entregue em formulário de papel. Só serão aceitas declarações eletrônicas, enviadas pelo site da Receita na internet ou entregues em disquetes, nas unidades do Fisco e agências da Caixa Econômica Federal e no Banco do Brasil. Adir informou também que homossexuais poderão incluir seus parceiros (desde que haja união estável) como dependentes na declaração do IR 2011. "Vale a mesma regra para os casais heterossexuais", disse. O coordenador informou que os limites de dedução por dependente nessa declaração será de R$ 1.808,28 e de educação será de R$ 2.830,84. Para a Receita Federal, a tabela para a pessoa física ficará congelada em 2011. Ao ser questionado sobre a possibilidade de correção da tabela, Adir, respondeu: "Para nós, é essa tabela que está aí." Depois de manter uma política de correção anual de 4,5% dos limites da Receita por quatro anos seguidos, o benefício previsto em lei termina este ano.
Quem tem de entregar 2. Quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, acima de R$ 40 mil. 3. Quem obteve em qualquer mês do ano ganho de capital na venda de bens ou direitos ou fez operações em bolsa de valores, de mercadorias e futuros. 4. Quem teve atividade rural e obteve receita bruta superior a R$ 112.436,25. O valor anterior era de R$ 86.075,40 6. Quem passou à condição de residente no Brasil e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro de 2010. 7. Quem optou pela isenção do IR incidente sobre ganho de capital com venda de imóveis, cujo dinheiro for aplicado na aquisição de imóvel residencial no Brasil no prazo de 180 dias. Opções de declaração 2. Declaração Completa - O contribuinte pode fazer dedução por dependentes. O valor subiu de até R$ 1.730,40 em 2010 para até R$ 1.808,28. Nas despesas com educação, o limite individual de dedução passou de até R$ 2.708,94 para até R$ 2.830,84. Para despesas médicas, não há limite máximo. Multa por atraso |
(*) ''letrinha'' brega dos anos 60.
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TJ/SP [In:] O CHEFE É UM BOM COMPANHEIRO....
Absolvido na Justiça, Maluf tomará posse como deputado
tj reverte condenação de maluf e abre caminho para posse na câmara |
Autor(es): Fausto Macedo |
O Estado de S. Paulo - 14/12/2010 |
Por 3 votos a 2, deputado foi absolvido em ação por improbidade na compra de frango congelado durante gestão na Prefeitura de São Paulo e deixa de ser considerado candidato com ficha suja; ex-prefeito foi o terceiro mais votado no Estado
Contra aquela decisão do TJ, que obrigava Maluf a ressarcir o erário em R$ 21.737, 73 - valor do prejuízo à municipalidade, suficiente para seu enquadramento na lei que veta a candidatura de condenados -, os advogados do parlamentar ingressaram com recurso denominado embargos infringentes. Ontem, em sessão de 4 minutos, dois desembargadores - Nogueira Diefenthäler, juiz convocado que atuou como relator, e Constança Gonzaga Junqueira de Mesquita, revisora - deram seus votos. E Maluf virou o jogo. Cabe recurso, não em tempo hábil de reverter o triunfo do ex-prefeito. Mas resta um obstáculo. Maluf ainda terá que requerer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que autorize de vez seu registro. Ontem mesmo, a defesa já preparou petição ao ministro do TSE Marco Aurélio Mello - relator na corte -, informando-o sobre a decisão do TJ. A alegação principal é que a única causa que gerava inelegibilidade do deputado já não existe. Outro argumento é a urgência para que o TSE se manifeste dada a aproximação da diplomação. O ministro pode decidir isoladamente ou levar a demanda ao plenário. Prejuízos ao erário. O voto do relator tem 19 páginas e derruba acusação do Ministério Público de que em 1996 triangulação entabulada entre a prefeitura e as empresas Ad"Oro e Obelisco "culminaram em prejuízos ao erário, além de favorecer familiares (mulher e uma filha) do então prefeito". Para o desembargador Diefenthäler, "não emerge dos autos a concretização de atos de improbidade administrativa". Ao abordar reajuste de preços apontado pela promotoria, o relator assinalou: "Não há como atestar categoricamente que o dito reajuste tratou-se de manobra dos réus com o fito de favorecer empresa pertencente a familiares (de Maluf). Forçosa a conclusão de que não houve a propalada mancomunação". Ele destacou ausência de prejuízo: "Considerando os valores globais pagos vê-se que o município na verdade economizou cerca de R$ 200 mil ao contratar a Ad"Oro. A grande variação do mercado de commodities e o fato de a empresa ter praticado valor fixo fazem com que em certos meses haja vantagem ao erário e em outros não. Não havendo provas de dolo, ou ao menos de culpa grave, impossível a punição com base na Lei da Improbidade".
Abril Julho Agosto Outubro |
DILMA PRESIDENTE/EDUCAÇÃO [In:] COMPANHEIRAS, UNI-VOS !!!
Dilma escala as petistas
Hegemonia petista | |
Autor(es): Tiago Pariz | |
Correio Braziliense - 14/12/2010 | |
Presidente eleita anuncia mais três mulheres do PT para o primeiro escalão. Pelo menos oito ministérios terão comando feminino na sua gestão. O partido também se fortalece na Esplanada e de ocupar 18 áreas. transição Convites a mais três integrantes do partido para ocupar cargos de primeiro escalão na Esplanada dos Ministérios delimitam o espaço da legenda em pelo menos 16 áreas e restringem os problemas finais à Saúde e ao PSB Dos 16 nomes confirmados, o PT emplacou 8 e outros sete já foram convocados — dependem apenas de oficialização. Para o número fechar, resta saber se o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), será opção definitiva para a Saúde e qual a saída para Cultura. Os petistas queriam comandar 19 pastas, mas tiveram de abrir espaço aos aliados. O partido não desistiu de lutar por Cidades, mas essa é uma briga perdida. Movimentos sociais pressionam o presidente do PT, José Eduardo Dutra, a rejeitar um acordo que acomode o deputado Mario Negromonte (PP-BA). Fazem lobby para, no mínimo, a manutenção do atual titular Márcio Fortes (PP), que tem acordo de não entrar em conflito com as secretarias comandadas por petistas. O temor é que o parlamentar baiano nomeie somente pessoas de confiança para os postos. O PT, por outro lado, parece ter apaziguado — um pouco — a insatisfação interna com esses recentes movimentos da presidente eleita. Iriny Lopes é da tendência radical Articulação de Esquerda, que havia sido desalojada da Secretaria de Pesca para acomodar a senadora Ideli Salvatti (leia mais na página 3). A indicação de Lucia Falcón atende duplamente dois governadores do PT — Marcelo Déda (Sergipe) e Jaques Wagner (Bahia)— e à demanda por maior participação do Nordeste na Esplanada. Lucia é secretária de Planejamento de Sergipe e baiana de nascimento. Com isso, a assessora especial da Casa Civil, Tereza Campelo, fica com o Ministério de Desenvolvimento Social, a pasta que toca o Bolsa Família, como antecipou o Correio. Até agora, são nove mulheres — quatro das quais já oficializadas — no futuro governo (veja quadro). Dilma quer encontrar espaço para outras três: Cultura e Esporte, além da Juventude, cargo de segundo escalão ligado à Secretaria-Geral. No Esporte, que cabe ao PCdoB, é árdua a batalha para emplacar um quadro feminino. Os comunistas não abrem mão da manutenção de Orlando Silva. Na Cultura, Dilma tende a escolher um nome fora do espectro partidário —a mais cotada é Ana Hollanda, ex-diretora da Funarte. Variáveis Para bater o martelo sobre o tamanho dos socialistas, Dilma aguarda uma resposta do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) (leia mais na página 4). A certeza é de que o PSB terá titular na Integração Nacional e na Secretaria de Portos, que deverá ser turbinada com Aeroportos. Nessa equação, está difícil encontrar um espaço para acomodar Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) e devolver a cadeira de senador a José Eduardo Dutra, seu primeiro suplente. Fechado esse desenho, restará apenas a incógnita de pastas auxiliares comandadas hoje por titulares sem filiação partidária: Controladoria-Geral da União (CGU), Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e Advocacia-Geral da União (AGU), que tem status de ministério. ANIVERSÁRIO NO SUL A presidente eleita, Dilma Rousseff, comemora hoje 63 anos ao lado da família e do neto Gabriel, nascido no calor da campanha eleitoral. Ela está desde domingo em Porto Alegre descansando. Na sexta-feira, ela e o vice-presidente eleito Michel Temer (PMDB) serão diplomados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Amanhã, Temer deve renunciar à Presidência da Câmara fazendo um discurso no plenário. Protocola, no dia seguinte, o documento que oficializa sua saída. O novo velho governo A presidente eleita estipulou esta semana como prazo para anunciar toda a composição do ministério. Até agora, 16 nomes foram oficializados. Outros 11 estão praticamente certos: falta apenas o anúncio protocolar. Cinco dependem de acerto político-partidário. Seis estão indefinidos. CONFIRMADOS Fazenda: Guido Mantega (PT) Planejamento, Orçamento e Gestão: Miriam Belchior (PT) Banco Central: Alexandre Tombini Casa Civil: Antonio Palocci (PT) Secretaria-Geral da Presidência: Gilberto Carvalho (PT) Justiça: José Eduardo Martins Cardozo (PT) Comunicações: Paulo Bernardo (PT) Secretaria de Comunicação Social: Helena Chagas Assuntos Estratégicos: Moreira Franco Transportes: Alfredo Nascimento (PR) Minas e Energia: Edison Lobão (PMDB) Pesca e Aquicultura: Ideli Salvatti (PT) Direitos Humanos: Maria do Rosário (PT) Agricultura: Wagner Rossi (PMDB) Previdência Social: Garibaldi Alves Filho (PMDB) Turismo: Pedro Novais (PMDB) DEPENDEM DE ANÚNCIO Ciência e Tecnologia: Aloizio Mercadante (PT) Defesa: Nelson Jobim (PMDB) Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: Fernando Pimentel (PT) Desenvolvimento Agrário: Lucia Falcón (PT) Secretária de Planejamento de Sergipe, Lucia Falcón é baiana de nascimento e entra no governo como cota conjunta dos governadores Jaques Wagner, da Bahia, e do sergipano Marcelo Déda. Foi convidada na semana passada pela presidente eleita. Desenvolvimento Social e Combate à Fome: Tereza Campelo (PT) Assessora especial da Casa Civil, é economista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais e tem longa trajetória de contribuição em prefeituras petistas, como na Secretaria de Fazenda de Porto Alegre. Educação: Fernando Haddad (PT) Meio Ambiente: Izabella Teixeira Políticas Para as Mulheres: Iriny Lopes (PT) Vice-presidente nacional do PT, faz parte da corrente radical Articulação de Esquerda, que foi desalojada do Ministério da Pesca para emplacar a senadora Ideli Salvatti (PT-SC). Foi relatora da CPI das Escutas Telefônicas e sugeriu o indiciamento do banqueiro Daniel Dantas. Trabalho: Carlos Lupi (PDT) Igualdade Racial: Luiza Bairros (PT) A futura ministra é socióloga e ocupa secretaria similar no governo da Bahia, estado com o maior percentual de população negra do país. Foi convidada por Dilma e prometeu construir apoio ao seu nome dentro do movimento social. Relações Exteriores: Antonio Patriota ACERTOS POLÍTICOS Integração Nacional: PSB Portos e Aeroportos: PSB Relações Institucionais: PT Cidades: PP Esporte: PCdoB PENDÊNCIAS Cultura: Saúde: Controladoria-Geral da União: Segurança Institucional: Advocacia-Geral da União: Micro e Pequenas Empresas: |
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
14 de dezembro de 2010
O Globo
Manchete: Empresas já voltam para áreas liberadas do tráficoAs Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) começam a recuperar não apenas a confiança de moradores na polícia, mas também os investimentos que foram abandonados por empresas e indústrias fechadas no entorno de favelas dominadas pelo tráfico. O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Júlio Bueno, confirma o interesse de empresas em se estabelecer naquelas áreas que foram degradadas e hoje são atendidas pela política de pacificação do governo do estado. Multinacionais como a Procter & Gamble (P&G) estão voltando a ocupar as imediações de favelas do Rio, enquanto o Bradesco terá agências em dez morros da cidade, no próximo ano. Segundo o governador Sérgio Cabral, a ida da P&G para a região de Jacarepaguá gerou 500 empregos. No Complexo do Alemão, recém-recuperado, a prefeitura já garantiu o alvará para 87 microempresários que trabalhavam na informalidade. (Págs. 1 e 14)
A desigualdade entre favelas
Uma pesquisa da Firjan em nove favelas com UPPs mostra que elas têm grandes desigualdades sociais entre si. Enquanto o Pavão-Pavãozinho tem renda média per capita de R$ 691,30 mensais, a renda na Providência não passa de R$ 439,10 (36,5% menor). (Págs. 1 e 15)
Gay pode declarar parceiro no IR
TCU fiscalizará contratos tidos como 'varejão'
Frangogate: Justiça de SP livra Maluf
WikiLeaks: Dom Cláudio culpou Dirceu por corrupção
Foto legenda: Confronto na desocupação
Foto-legenda: Adeus ao passado
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Folha de S. Paulo
Manchete: Bingo estimula a ação do crime, diz texto do governoUm grupo que atua contra a corrupção e a lavagem de dinheiro, capitaneado pelo Ministério da Justiça, diz num documento enviado a Câmara que a aprovação da lei que libera os bingos estimula a ação criminosa. Projeto de lei com esse teor pode ser votado hoje.
Para os técnicos, o projeto de lei não permite uma fiscalização para que "a atividade de bingos mantenha-se livre da sanha lucrativa da criminalização organizada". Mesmo com as críticas, o líder do governo na Câmara, Candido Vaccarezza (PT -SP), defende os jogos.
Segundo o texto, seria inconstitucional dar recursos dos bingos para a saúde, o que desmonta trunfo dos defensores. Entidade do setor rebate críticas e nega lavagem de dinheiro. (Págs. 1 e A11)
Análise
Para Luiz Guilherme Piva, Congresso pode liberar, mas Executivo tende a vetar bingos. (Págs. 1 e A4)
Vem chegando o verão...
Tribunal revoga condenação de Paulo Maluf no 'frangogate'
Com a decisão, advogado de Maluf vai pedir a validação dos 497 mil votos que o deputado recebeu nas eleições deste ano. (Págs. 1 e A6)
Ligado a Serra, Calabi vai para a Secretaria da Fazenda em SP
Ligado a José Serra, Andrea Calabi será o secretário da Fazenda. Emanuel Fernandes, do Planejamento. Elival Ramos voltará à Procuradoria-geral do Estado. As nomeações foram antecipadas pelo Painel. (Págs. 1 e A7)
Petista de SE ocupará pasta que cuida da reforma agrária
O PT de Minas indicou Luiz Dulci (Secretaria-Geral da Presidência) para o Ministério da Cultura. (Págs. 1 e A8)
Nizan Guanaes
Nº 3 da diplomacia dos EUA diz estar 'otimista' com relação a Dilma (Págs. 1 e Al3)
Casais gays poderão declarar IR juntos
Ciência
Petrobras se torna mais dependente do BNDES
Segundo a empresa, não há risco de depender demais de uma fonte só. Para críticos, a Petrobras pode se financiar no mercado privado, mas pega no BNDES dinheiro a juro baixo que poderia ir para setores que precisam de fomento. (Págs. 1 e B1)
Boa Notícia
Nota de corte da Fuvest diminui em relação à do exame passado (Págs. 1 e C7)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Crack já se alastra por quase 4 mil cidadesO consumo de crack já se alastrou pelo País, atingindo sem distinção grandes centros urbanos e zonas rurais, aponta pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM) divulgada ontem. O estudo mostra que 98% das 3.950 cidades pesquisadas (71% do total) enfrentam problemas relacionados ao crack. Os dados foram levantados com Secretarias Municipais de Saúde de todo o País. Dos municípios abordados, cerca de 10% executam programas institucionalizados de combate ao crack. Menos de 50% realizam campanha contra a droga. Para a CNM, a principal promessa do governo federal na área, o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, lançado em meio à campanha eleitoral, "não aconteceu". O governo de contesta, dizendo que já investiu mais de R$ 200 milhões. (Págs. 1 e Cidades C1)
Absolvido na Justiça, Maluf tomará posse como deputado
Receita eleva limite do IR e mantém tabela
Sobre o Alemão
Emenda prevê até Copa 2014 em Roraima
Meirelles não terá cargo no governo Dilma (Págs. 1 e Economia B1)
Dora Kramer
O critério para a formação da nova equipe ministerial é tão exótico que atribui uma "cota" à própria presidente. (Págs. 1 e Nacional A6)
David Carr
Será que o WikiLeaks mudou o jornalismo para todo o sempre? Talvez. Ou quem sabe o que aconteceu foi exatamente o contrário. (Págs. 1 e Internacional A15)
Notas & Informações
Por vias tortas, Cancún relativizou um dos maiores entraves a medidas de proteção climática. (Págs. 1 e A3)
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--------------------------------------------------------Valor Econômico
Manchete: Alimentos afastam de novo a inflação do alvo de 4,5%A inflação dos alimentos ganhou força a partir de 2007, em boa parte sob pressão de commodities com preços determinados pelos mercados globais, que foram influenciados pela forte expansão da renda e diminuição da pobreza nas nações mais populosas do mundo: China e Índia. A crise financeira global interrompeu por apenas um ano a tendência de alta, que voltou a manifestar-se com intensidade já em 2009. (Págs. 1 e A6)
Renda muda o consumo de remédios
Analgésicos e anti-inflamatórios que respondiam por 50% dos medicamentas mais vendidos em 1998 caíram a 30% neste ano. Sinal de maior preocupação das mulheres com as perspectivas profissionais, a venda de anticoncepcionais e remédios para distúrbios da tireóide agora disputam posição com a tranquilizante Rivatril no ranking que revela prolongada fidelidade dos brasileiros aos 'clássicos' Hipoglós, Buscopan e Neosaldina. (Págs. 1 e Al4)
Restrições às operações de resseguro
Bloomberg procura novo espaço político
'Metalúrgica dá golpe em horário nobre'
Quase um terço dos professores do país na educação básica não tem curso superior (Págs. 1 e A4)
Batalha das autopeças
Especial/Nordeste
Negócios na infraestrutura
Eficiência portuária
Recuperação nos fertilizantes
Reforma agrária
Brasil deve ir à OMC por cota Hilton
Oportunidades em falências
Ideias
MP que modifica a Lei de Licitações acrescenta novo requisito as compras governamentais: o desenvolvimento nacional. (Págs. 1 e A2)
Ideias
Daqui para a frente, a oferta de trabalho e o aumento da produtividade passam a ser restrições ao crescimento. (Págs. 1 e A13)
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Estado de Minas
Manchete: O que vai mudar no Imposto de Renda
Golpe: Madoff mineiro enfrenta divórcio
Enem será amanhã
Mais três ministras
Calote bate recorde
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