A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************
“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
----
''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
=========valor ...ria...nine
folha gmail df1lkrha
***
segunda-feira, fevereiro 18, 2013
ARGENTINA: " DÉJÀ VU ''
![]() | |
![]() | 18/02/2013 |
![]() |
Congelamento é arma de Cristina para conter salários
Por César Felício | De Buenos Aires
A contenção dos reajustes salariais é o principal objetivo do congelamento de preços em supermercados por dois meses na Argentina.
A maioria das categorias representadas pelos mais fortes sindicatos começa a negociação entre março e abril e deve homologar seus acordos entre o segundo e o terceiro trimestre do ano.
Como hoje a Argentina conta com cinco centrais, a radicalização das reivindicações cresceu. Mesmo a facção governista da central CGT, comandada pelo metalúrgico Antonio Caló, defende 25% de reajuste como piso para os aumentos a serem negociados nos próximos meses. O chefe da CGT oposicionista, o caminhoneiro Hugo Moyano, que lançou um partido político, defende 30% como piso.
A primeira grande rodada já está em curso: os professores da rede pública recusaram uma proposta de reajuste de 22%.
"Um aumento salarial médio 5% acima da inflação real do ano passado significa 2,5 pontos percentuais a mais de inflação neste ano. Essa é a única âncora que restou para conter uma escalada inflacionária. O governo teve que reajustar tarifas públicas para conter gastos com subsídios e não tem como manter o dólar subvalorizado por tempo indefinido", comentou Marina dal Poggetto, economista da consultoria Estudio Bein.
Este ano ocorre eleições parlamentares no país e desapareceu em 2012 uma das fortalezas do governo: o superávit primário. Mesmo com o uso de recursos do Tesouro para pagar gastos correntes, houve déficit fiscal de 0,4%.
Até o ano passado, a inflação real da ordem de 25% ao ano na Argentina, cerca de duas vezes e meia o número oficial, não causava desgaste para o governo. A forte expansão da economia permitiu aumentos salariais que seguiram a evolução de preços. As empresas repassaram o aumento de custos para o consumidor, sem que a demanda se retraísse.
O esfriamento da economia em 2012 fez com que as negociações salariais se tornassem difíceis e a média dos aumentos ficou em 25%, perto da inflação real, mas dez pontos percentuais a menos do obtido em 2011.
O poder de compra do salário mínimo começou a diminuir em itens básicos. Em dezembro de 2010, o jornal governista "Página 12" publicou um artigo dos economistas Ivan Heyn e Julian La Rocca para comprovar que o salário mínimo argentino tinha mais peso no supermercado do que o brasileiro, o chileno ou o uruguaio. Catorze meses depois, a variação percentual em itens como ovos, açúcar e batatas superou 100%, enquanto o reajuste salarial outorgado pelo governo foi de 65%. A inflação oficial variou 22,8%. Fevereiro e março é a época em que a defasagem salarial está no auge. "Os salários estão desalinhados porque refletem as negociações do ano anterior", disse Dal Poggetto.
Nos últimos meses, a inflação ganhou força entre as preocupações do eleitorado. Segundo pesquisa do instituto Management & Fit, a alta de preços passou de 16,4% para 21,9% como principal preocupação dos entrevistados. Foi a única variável com alteração relevante entre agosto e o final de janeiro e passou o desemprego como segundo maior temor.
"Como o governo divulga um índice de inflação irreal, consolida a impressão de que não está agindo. A informalidade desse congelamento diminui a confiança da população em sua eficácia", afirmou a diretora da empresa de pesquisa, Mariel Fornoni.
O congelamento administrado pelo secretário do Comércio Guillermo Moreno, em relação ao qual nem a presidente Cristina Kirchner nem qualquer outro integrante de sua equipe fez comentários, não é a única medida que o governo tomou para diminuir a pressão sindical. Há duas semanas, a presidente reajustou a tabela do imposto de renda, inalterada desde 2011, diminuindo o desconto na fonte do assalariado.
--------------
|
EQUADOR. NEGÓCIO 'DA' CHINA
![]() | 18/02/2013 |
![]() |
Dinheiro chinês ajuda a reeleger Correa no Equador
Por Fabio Murakawa | De São Paulo
Os bilhões de dólares em créditos concedidos pela China facilitaram a tarefa de Rafael Correa de se reeleger presidente com uma margem folgada nas eleições de ontem no Equador.
Segundo analistas, o dinheiro chinês tornou-se fundamental para o governo Correa depois que o presidente anunciou um calote de US$ 3,2 bilhões em pagamentos de títulos da dívida em 2008. Sem outras fontes de financiamento, foram os chineses que ajudaram a cobrir o déficit causado pela alta dos gastos do governo nos últimos anos. Esses gastos levaram o país a um crescimento sólido do PIB e ajudaram a reduzir a taxa de pobreza de 52% para 32%, desde que ele assumiu o cargo, em 2007.
Com o gasto público em alta, o déficit fiscal do Equador chegou a 5,7% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano passado e deve superar os 7% do PIB neste ano. Esse déficit tem coberto em parte pelos US$ 9,25 bilhões em créditos concedidos pela China, muitos deles tendo o petróleo - principal produto de exportação do país - como moeda de troca. Correa também elevou os gastos com educação de 2,5% para 6% do PIB, concedeu benefícios sociais em dinheiro para famílias mais pobres e tem bilhões de dólares contratados em obras de infraestrutura, que impulsionam o crescimento do país.
"O Equador é hoje um dos países com mais alto índice de investimento na América Latina, com 15% a 16% do PIB", diz uma fonte do governo brasileiro. "Sem o dinheiro chinês, provavelmente esses investimentos não existiriam."
A fórmula deve continuar intacta no novo mandato, de quatro anos. Em dezembro, o ministro das Finanças, Patricio Rivera, anunciou que o governo usará um novo empréstimo de US$ 2 bilhões do Banco de Desenvolvimento da China (BDC) para financiar um déficit orçamentário estimado para este ano em US$ 6 bilhões, cerca de 7,75% do PIB.
Kevin Gallagher, professor de Relações Internacionais da Universidade de Boston e estudioso da atuação da China na América Latina, aponta outro benefício dos empréstimos concedidos pelo país asiático. Ele lembra que só o fato de a China estar financiando os gastos do governo Correa levou a agência Moody"s a aumentar a nota de crédito ao Equador no ano passado. "Isso foi de certa maneira surpreendente, porque eles haviam dado um default em 2008 e não estavam com uma imagem muito boa", disse ele ao Valor. "Eu não sei se a China estava fazendo isso conscientemente. Mas, ao emprestar dinheiro ao Equador, melhorou a credibilidade do país."
Para Gallagher, o relatório da Moody"s sinaliza ao mercado que o Equador tem liquidez para cumprir seus compromissos e pode facilitar a tarefa de Correa para conseguir outros empréstimos no mercado de capitais, apesar do calote de 2008.
Além dos mais de US$ 9 bilhões em financiamentos, a China também é o principal parceiro do país em obras de infraestrutura. Segundo a fonte do governo brasileiro, os chineses tocam hoje cerca de US$ 6 bilhões em projetos como hidrelétricas, irrigação e estradas, entre outros, no país. As empresas brasileiras, também com participação importante, têm hoje contratos que totalizam cerca de US$ 1,5 bilhão no Equador.
Essas obras, dizem analistas, foram fundamentais para gerar empregos e melhorar a renda no país, o que se refletiu na avalanche de votos recebida ontem pelo presidente. Em entrevista à rede britânica BBC nesta semana, Ralph Murphine, que foi consultor de Correa na campanha presidencial de 2006, resumiu: "A campanha de Correa começou um ou dois anos atrás, quando estradas foram pavimentadas e quando as pessoas começaram a receber pagamento em dinheiro."
|
... DO MESMO e REQUENTADO
![]() | 18/02/2013 |
![]() |
Rede pede ajuda ao PSD e PMDB para barrar projeto
Por Caio Junqueira | De Brasília
O partido que a ex-candidata a presidente da República Marina Silva lançou sábado em Brasília propõe uma nova forma de fazer política, mas já recorre a políticos tradicionais para tentar intermediar seus interesses no Congresso Nacional.
O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, e integrantes do PMDB, por exemplo, já foram procurados para auxiliar a barrar a tramitação de um projeto que pode ser fatal para que a Rede de Marina prospere.
Trata-se do projeto de lei 4.470 de 2.012, que veda a partidos que ainda não tenham passado por uma eleição o direito à repartição do fundo partidário e ao tempo de televisão. Isso mesmo que parlamentares tenham migrado para ele.
O projeto, de autoria do deputado Edinho Araújo (PMDB-SP), foi uma resposta do Congresso à criação do PSD, que desidratou diversas legendas país afora.
Só na Câmara, mais de 50 deputados migraram para o partido de Kassab. Suas maiores vitórias, porém, foram decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que reconheceram o direito da sigla ao tempo de rádio e televisão e ao fundo partidário, proporcionais ao tamanho da bancada federal.
Com receio de que novos partidos fossem criados, foi elaborado o projeto de lei de Araújo, do qual Kassab foi grande avalista. Tanto que uma das condições para que sua bancada apoiasse a candidatura de Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) a presidente da Câmara era de que o texto fosse aprovado. Em outubro Alves, então líder do PMDB, apresentou um requerimento em que pede urgência na apreciação do projeto. Eleito presidente, a expectativa é de que articule sua aprovação.
Para evitar esse cenário, a Rede delegou a um dos seus fundadores, o deputado Walter Feldman (PSDB-SP), o papel de articular no ambiente político, em especial no Congresso, a não aprovação do texto. "Se esse projeto for aprovado seria um desastre, seria dramático, seria um golpe. Um golpe com certeza", disse ao Valor. Em razão disso, ele iniciará um ciclo de conversas com lideranças partidárias no Congresso. Já conversou inclusive com Kassab, de quem foi secretário municipal, e com Araújo. "Falei que o partido novo é um movimento que parte da sociedade, que não pode ser barrado. Que não pode haver uma barreira imposta por quem tem interesses específicos que é exatamente a manutenção das suas estruturas." Segundo ele, não houve sinalização dos dois. Ele apenas o ouviram "respeitosamente".
Feldman também disse que tentará neutralizar rejeições a Rede. "Vamos não só divulgar esse novo modelo, mas dar início a um processo de articulação política para que tenhamos sucesso em setembro (prazo final de filiações). Isso significa conversar com o Parlamento para que compreenda a necessidade de oxigenar a democracia."
Alguns obstáculos, contudo, já são avistados. O mais evidente deles é que os simpatizantes da Rede no Congresso -Feldmann inclusive- atuaram contra a eleição de Alves e do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Não à toa, o líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), avalia que a criação da Rede é um estímulo para que o projeto seja aprovado. "Esse lançamento facilita a aprovação, porque ninguém quer criar mais uma oportunidade para dividir tempo de televisão e fundo partidário", afirmou. Disse ainda que a tendência é de que o projeto seja aprovado com uma emenda que estabeleça uma "janela" para troca de partidos. Sem que isso, contudo, afete a distribuição do tempo de TV e do fundo partidário.
Por outro lado, a maior bancada da Câmara é contra o projeto. "Não tem sentido aprovar esse projeto. O que o Congresso precisa é fazer uma ampla reforma política que mexa com todo o sistema. Não podem haver medidas casuísticas que resultem na aprovação de um projeto em cima ou que permitam a criação de partidos em cima da hora e sem programa definido", declarou o líder do PT, José Guimarães (CE).
No sábado, durante o primeiro ato da programação de lançamento da Rede em Brasília, intelectuais da nova legenda deixaram claro a necessidade de rejeitar purismos na política -apesar de todas as críticas feitas ao longo do dia a políticos com histórico ético questionável. Na mesa de debates estavam Ricardo Abramovay, professor de economia da Universidade de São Paulo; Eduardo Viola, cientista político da Universidade de Brasília; Carlos Nepomuceno, jornalista; e a própria Marina.
Coube a Abramovay colocar em questão os grandes desafios da Rede. "Como criar uma sigla a partir de uma tradição em que partidos revolucionários se criam e acabam traindo seus melhores ideais em razão das exigências do realismo político?" Ou: "É possível a formação de coalizões atuando com a ética da convicção ou isso é uma vã ilusão sonhática?" Nas respostas, a redenção à realpolitik. "Não podemos ter a ilusão de sacralização de qualquer organização. Pessoas virtuosas criam instituições virtuosas que corrigem as pessoas quando elas falham. Somos falhos. A sociedade sabe disso. Somos pessoas falhas na busca de uma instituição virtuosa para nos corrigir quando falharmos", disse Marina.
Para Viola, a democracia representativa dos moldes atuais deve ser valorizada. Nepomuceno colocou que o atual modelo político, egresso das revoluções francesa e da independência americana, serviu muito bem ao país, embora esteja em xeque com a chegada da internet.
|
VETOS: SABORES "TUTTI FRUTTI" e HORTELÃ
![]() | 18/02/2013 |
![]() |
Planalto se arma na volta do Congresso
Governo quer evitar derrubada de vetos, e Orçamento pode ter votação adiada
Cristiane Jungblut
-Brasília-
Depois de quase duas semanas de "férias" sem votações, e com o feriado prolongado do carnaval, o Congresso retoma hoje os trabalhos com o impasse em relação à votação do Orçamento da União de 2013 e dos três mil vetos presidenciais. A votação do Orçamento, marcada inicialmente para amanhã à noite, corre o risco de ser adiada pela própria operação do governo, que quer primeiro que o Supremo Tribunal Federal (STF) tome uma decisão final sobre a tramitação dos vetos.
A prioridade do Palácio do Planalto é impedir a votação dos vetos, e por isso o governo marcou uma reunião de emergência para hoje à tarde para discutir os dois temas. Entre os líderes aliados, alguns apostam no adiamento da votação do Orçamento por causa do pedido do governo, mas outros querem fazer prevalecer a autonomia do Legislativo. Já a oposição exige o cumprimento do acordo feito na semana passada, informalmente, com os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN): votar os três mil vetos — em bloco, com votação em separado apenas do veto dos royalties do petróleo — e, em seguida, o Orçamento.
Os líderes governistas devem se reunir hoje à tarde, no Palácio do Planalto, com a ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, para definir a estratégia e cpmo proceder no caso dos vetos e do Orçamento.
A posição do Planalto foi explicitada na última sexta-feira, quando o ministro da Advocacia Geral da União (AGU), Luiz Inácio Adams, pediu ao Supremo que tome uma decisão final, de plenário, sobre a tramitação dos vetos. Ao visitar o Supremo, naquele dia, Adams defendeu que o Orçamento só seja votado depois que o STF se pronunciar.
O governo espera que o Supremo mantenha a decisão do ministro Luiz Fux de que os vetos devem ser apreciados em ordem cronológica. Mas Fux disse, em comunicado posterior, que os vetos não impediam a votação do Orçamento, numa interpretação polêmica do próprio texto da Constituição.
Segundo fontes do Planalto, o governo aposta numa decisão favorável do Supremo, no sentido de impedir a derrubada de vetos primordiais, como o que trata do fim do fator previdenciário e de matérias tributárias. Nestes casos, o prejuízo seria de R$ 471 bilhões com a derrubada dos vetos.
"GOVERNO FAZ TERRORISMO"
Pela oposição, o líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO), disse que o Legislativo não precisa esperar o Supremo para decidir o que fazer.
— O que o governo está fazendo, por meio do ministro Adams, é terrorismo, dizendo que vai haver prejuízo de quase meio trilhão com a derrubada dos vetos. Ninguém é irresponsável — disse Caiado.
Já o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), aposta no adiamento da votação no Congresso.
— Acredito que não votemos. Só devemos votar o Orçamento se houver o destrancamento da pauta pelo Supremo, julgando os recursos do Senado ou da AGU. A bola está com o Supremo.
O governo ainda terá reuniões, entre hoje e amanhã, com líderes aliados sobre a Medida Provisória dos Portos. O Planalto quer evitar que ela seja desfigurada com a enxurrada de emendas que recebeu. •
|
ELEIÇÕES 2014: DIGA-ME COM QUEM ANDAS...
![]() | 18/02/2013 |
![]() |
Estratégia de Dilma é constranger os aliados
No jogo da corrida pelo Planalto, PT promoverá eventos com objetivo duplo: exaltar as realizações dos governos petistas e fazer com que a base aplauda as conquistas. Dessa forma, a presidente terá munição contra quem cogitar desembarcar do projeto da reeleição
DENISE ROTHENBURG
HELENA MADER
Um evento para comemorar os 10 anos de governo do PT nesta quarta-feira é considerado por aliados e até adversários como a largada da campanha reeleitoral de Dilma Rousseff em duas frentes. A primeira, é propagandear as realizações desse período. A outra, começar a constranger os integrantes da base governista que cogitem aderir projetos alternativos.
Em conversas reservadas, estrategistas ligados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a Dilma consideram que, no momento em que um aliado aplaude o que vem sendo feito na gestão petista e tudo é devidamente registrado, fica mais difícil alguém da base sair desse projeto, porque estará sem discurso. E é esse jogo que começa esta semana.
Até agora, há dois potenciais adversários fora da oposição tradicional que preocupam o PT. O governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, e a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, que, no sábado, lançou as bases de seu novo partido — a Rede Sustentabilidade —, num encontro que reuniu cerca de 1,5 mil pessoas em Brasília.
“Marina não nos mete medo. Nossa prioridade é reeleger a Dilma e fortalecer o PT. Quem quiser ser candidato, tudo bem. Marina não tem nada na cabeça, não tem ideologia. Eduardo Campos tem. É nosso aliado. Tem o direito de querer ser candidato. No entanto, precisa saber que o mesmo risco que corre o pau, corre o machado”, diz o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP).
O parlamentar é um dos poucos a dizer abertamente o que pensa a respeito das duas pré-candidaturas. Ele não acredita que petistas migrarão para o partido de Marina, embora muitos tenham desfilado no evento de lançamento da Rede. A aposta de Devanir, entretanto, faz sentido, porque, a esta altura do campeonato, ainda é incerto que Marina consiga vencer os entraves burocráticos para formalizar a Rede até setembro deste ano, ganhando, assim, passe-livre para concorrer às eleições de 2014. O presidente do PT de São Paulo, deputado estadual Edinho Silva, vai na mesma linha de Devanir: “Estou entre os que defendiam que havia espaço no PT para a volta da Marina, porque o debate que ela propõe, de sustentabilidade, é uma das grandes prioridades do PT atualmente. Temos que respeitar a opção dela, mas não acredito que o nosso partido perderá quadros”, avalia. Edinho, no entanto, vê com mais naturalidade do que outros petistas o surgimento de novas apostas na política. “O partido não pode reagir às movimentações políticas. O PT tem a sua lógica, e não deve tomar atitudes que sejam de reação. Nossa prioridade é avançar na construção do governo Dilma e priorizar o fortalecimento nos estados”, garante. Edinho Silva sonha com a manutenção da aliança com o PSB de Eduardo Campos. “Acho difícil que haja uma ruptura entre o PT e o PSB para 2014. O Eduardo Campos deve continuar na coalizão do governo Dilma, porque é uma liderança reconhecida e valorizada pelo PT, uma liderança muito leal a tudo o que o PT construiu, especialmente ao (ex) presidente Lula. Vejo Eduardo Campos como um grande aliado.” O petista nega que o evento em comemoração aos 10 anos do partido no governo, marcado para a próxima quarta-feira, em São Paulo, tenha como objetivo fortalecer a legenda para fazer frente ao crescente número de rivais em potencial. “Isso aqui não tem nada a ver com eleição, queremos comemorar os 33 anos do partido e os 10 anos de governo do PT”, diz. O evento de São Paulo, entretanto, será o primeiro de uma série que o partido fará Brasil afora, com destaque para a Região Nordeste, sede da primeira reunião nacional do PT este ano (leia quadro ao lado). O ex-presidente Lula pretende aproveitar o encontro no Ceará — governado por Cid Gomes (PSB) — para atrelar o socialista à reeleição de Dilma. A iniciativa servirá para tirar fôlego de uma pré-campanha de Eduardo Campos no plano interno. InfiltradosDentro do PT, há o receio de que Eduardo Campos acabe sendo levado a admitir uma candidatura com o discurso do tipo “meu partido deseja e esse projeto não é meu, é do partido”. Para evitar que isso ocorra, a ideia de Lula é cercar o PSB desde já. Iniciativas semelhantes a essa com Cid Gomes devem se repetir ainda no Piauí, também governado pelo PSB. Em breve, deve ser agendada ainda uma visita a Renato Casagrande (PSB), governador do Espírito Santo. Casagrande está no primeiro mandato e é candidato à reeleição no ano que vem. Há quem diga que, embora seja um dos mais próximos a Eduardo Campos, a aposta do PT é a de que Casagrande pode jogará contra a candidatura própria da sigla a presidente em 2014, de forma a segurar seu projeto estadual. Esses três casos indicam que o PT buscará formas de encantar os socialistas nos estados a seguir no projeto da reeleição Dilma Rousseff. Assim, Eduardo Campos passaria a ter, dentro de “casa”, aliados infiltrados especialmente para defender a candidatura da presidente Dilma Rousseff. Os socialistas, entretanto, duvidam que o PT tenha sucesso nessa empreitada, e não tratam a presidente Dilma como adversária. “Não somos adversários da reeleição de Dilma. Os adversários são as circunstâncias que estão aí. O PT precisa saber que tem gente torcendo que ela vá mal, mas não é esse o nosso caso. O PT tem que se preocupar menos conosco e mais com os problemas do Brasil”, responde o líder do PSB na Câmara, Beto Albuquerque (RS), com um alerta direto aos petistas no sentido de trabalhar mais e fazer menos política para manter os aliados.
Pé na estrada
Confira a programação partidária de Dilma e Lula prevista para as próximas duas semanas São Paulo » Na próxima quarta-feira, a presidente Dilma Rousseff desembarca em São Paulo. Ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ela participará de um evento em comemoração pelos 10 anos do PT no governo federal e pelos 33 anos do partido. O encontro vai reunir integrantes do diretório nacional da legenda, além de cerca de mil militantes de todo o Brasil. A celebração do PT é vista como uma oportunidade para reafirmar publicamente a união da legenda em torno de Dilma e refutar as suspeitas de que haveria uma crise ética na sigla por conta do julgamento do mensalão. Ceará » Em 1º e 2 de março, haverá uma reunião do diretório nacional do PT em Fortaleza. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é esperado para a reunião e existe uma grande expectativa de que Dilma também compareça ao evento. Assim como o encontro em comemoração aos 10 anos do PT no governo, que será realizado em São Paulo, o evento de Fortaleza também deve celebrar a data. “Marina não tem nada na cabeça, não tem ideologia. Eduardo Campos tem. É nosso aliado. Tem o direito de querer ser candidato. No entanto, precisa saber que o mesmo risco que corre o pau, corre o machado” Devanir Ribeiro, deputado do PT-SP “Não somos adversários da reeleição de Dilma. Os adversários são as circunstâncias que estão aí. O PT precisa saber que tem gente torcendo que ela vá mal, mas não é esse o nosso caso. O PT tem que se preocupar menos conosco e mais com os problemas do Brasil” Beto Albuquerque, líder do PSB na Câmara;
---
|
DF/TRÁFICO DE DROGAS [In:] ''SÓ CAROLINA NÃO VIU''
![]() | 18/02/2013 |
![]() |
A escalada do tráfico de drogas no Plano Piloto
No primeiro mês de 2013, a polícia efetuou 41 flagrantes de comércio de entorpecentes na área central, que inclui Rodoviária e Esplanada dos Ministérios, e nas asas Sul e Norte. Esse número é 36,6% maior do que o registrado em janeiro do ano passado. Outro dado preocupa: enquanto a taxa desse tipo de crime é de 70,8 casos por 100 mil habitantes no DF, a proporção no Plano é de 159 ocorrências para o mesmo grupo. Especialistas apontam o alto poder aquisitivo e o grande volume de pessoas que circulam nessa região como fatores que atraem os traficantes.
Tráfico avança no Plano Piloto
Total de flagrantes de venda de entorpecentes em janeiro aumentou 36,6% sobre o mesmo período de 2012. Grande circulação de pessoas e alto poder aquisitivo contribuem para as estatísticas
MARA PULJIZ
Os flagrantes de tráfico de drogas no Plano Piloto aumentaram 36,6% em janeiro deste ano. Só nos primeiros 31 dias de 2013, as asas Sul e Norte e a área central contabilizaram 41 casos relacionados à venda de entorpecentes, ou seja, mais de um crime dessa natureza por dia. São 11 ocorrências a mais do que no mesmo período de 2012. No ano passado, Brasília teve 334 registros ou 17,37% do total de 1.922 flagrantes no Distrito Federal (leia ilustração).
Os números indicam ainda uma forte atuação de traficantes no centro do poder: enquanto a taxa de tráfico de drogas no DF é de 70,8 casos para cada 100 mil habitantes, a do Plano Piloto — cuja população estimada é de 209.926 pessoas — é mais do que o dobro, com média de 159 ocorrências. A Asa Sul aparece no levantamento da Secretaria de Segurança Pública como a região com a maior incidência de casos entre as áreas do Plano Piloto, com 191 flagrantes que resultaram na prisão de vários criminosos no ano passado. Em janeiro de 2013, aconteceram 23 detenções. Em relação ao uso e ao porte de drogas, a Asa Sul também se evidencia com 404 registros considerados de menor potencial ofensivo. Dessa forma, os usuários assinam um Termo Circunstanciado se comprometendo a comparecer à Justiça quando forem intimados. Em seguida, são liberados pela polícia. A mancha criminal no Plano Piloto também se destaca na zona central, que compreende a Esplanada dos Ministérios, a Rodoviária, o Setor Bancário, o Conic e a Torre de TV, por onde circulam mais de meio milhão de pessoas todos os dias. As polícias Civil e Militar fizeram 92 flagrantes de tráfico e 201 de uso e porte, em 2012. Na Asa Norte, pelo menos 50 pessoas acabaram presas por vender crack, cocaína, maconha ou entorpecentes sintéticos, como LSD e ecstasy. Outras 176 ocorrências de consumo também fazem parte da estatística da região. Escama de peixe Para o diretor da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), Luiz Alexandre Gratão, a atuação de traficantes no Plano Piloto acontece em razão da grande circulação de pessoas pela área central e pela concentração do poder aquisitivo. Ele ressalta que as drogas mais comercializadas são as sintéticas e a cocaína. No ano passado, inclusive, os investigadores identificaram a chegada do pó escama de peixe, oriundo de cartéis colombianos. Se dividido em porções, o quilo da droga chega a render R$ 100 mil ao traficante. Em março de 2011, a Cord apreendeu dois quilos do produto em uma BMW, na 902 Sul. O traficante acabou preso. O consumo de crack, no entanto, apesar de avançar em todo o Brasil e também de existir no Plano Piloto, seria maior em Ceilândia, em Taguatinga e em cidades do Entorno. Para Gratão, Brasília revela característica diferenciada. “Os grandes carregamentos de drogas chegam às regiões periféricas e se espalham. Os que oferecem crack no Plano Piloto são pequenos traficantes, que fazem um trabalho de formiguinha. A comercialização das outras drogas na Asa Sul, na Asa Norte e na área central é feita, em sua maioria, por traficantes de classe média alta e que têm vida social”, explicou o chefe da Cord. Palavra de especialista “Crime está intenso” “O tráfico de drogas, incluindo o sequestro relâmpago, o roubo e o furto de veículos, aumentaram no Plano Piloto. Esses crimes estão muito unidos e, em 80%, o tráfico de drogas está por trás de tudo. Não há dúvida de que esse crime está intenso no Plano Piloto, mas tenho percebido que a polícia tem feito muitas prisões. Brasília é um prato cheio para os traficantes por causa da concentração dos postos de trabalho e pelo alto padrão de vida das pessoas. O fornecimento de drogas é praticamente garantido. Percebo que, além do crack e da cocaína, a maconha tem sido muito comum, principalmente no meio estudantil, o que nos preocupa muito. Acredito que não seja só um trabalho de polícia combater isso. A sociedade civil também precisa acordar e denunciar mais”. Saulo Santiago é presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Brasília |
JANELAS DE OPORTUNIDADES...
A Teoria das Janelas Partidas
Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.
Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.
É comum atribuir à pobreza as causas de delito.
O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre.
Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como o "vale tudo". Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.
Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling), desenvolveram a 'Teoria das Janelas Partidas', a mesma que de um ponto de vista criminalístico conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.
Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor a criminalidade) , estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.
A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujeira das estacões, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.
Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de 'Tolerância Zero'.
A expressão 'Tolerância Zero' soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia, de fato, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero.
Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.
Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na vila ou condominio onde vivemos, não só em cidades grandes. A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.
Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.
"HOJE QUEM PAGA SOU EU" (ou, A Farra do boi II)
Fachada de hospital inaugurado por Ivete em Sobral desaba
Cantora recebeu cachê de R$ 650 mil por show de inauguração realizado há um mês


TRE/FUNCIONALISMO [In:] A FARRA DO BOI
QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
|
Desde o início da crise de 2008, Brasil reduziu parcela destinada a países como EUA, México e Argentina. China, Peru e Colômbia ocuparam espaço
A apatia da indústria pode fazer com que o Brasil perca a chance de avançar no mercado mundial, no momento em que os emergentes devem tomar a liderança nas vendas externas. Da crise de 2008 até 2011, a falta de competitividade custou US$ 14 bilhões ao país, equivalente à fatia que a indústria perdeu nos principais destinos das suas exportações. Até o ano passado, a participação do setor tinha recuado de 71% para 61% do total vendido. Isso é, em boa parte, resultado de uma taxa de investimento baixa, de 18,9% do PIB, a menor entre as nações dos Brics. (Págs. 1 e 17)
O Tribunal Regional Eleitoral de SP pagou R$ 5,34 milhões a título de vantagem pessoal a 41 funcionários administrativos em dezembro de 2012, informam os repórteres Fausto Macedo e Fernando Gallo. Os dez primeiros da lista embolsaram quantias superiores a R$ 200 mil. A corte decidiu pagá-los mesmo sem que o Supremo Tribunal Federal tenha chegado a entendimento sobre a legalidade do pagamento, contestado pela Advocacia-Geral da União. O TRE alega que a verba liberada no fim do ano teve respaldo em acórdão da própria corte. O tribunal informou que a vantagem foi paga a servidores que exerceram funções comissionadas entre 1998 e 2001. Pelo exercício do cargo de confiança, teriam direito a gratificação. (Págs. 1 e Nacional A4)
R$ 300 mil foi quanto recebeu um servidor, de uma só vez.
No momento, resta ao governo moderar a introdução de novidades e abster-se de fazer previsões exaltadas sobre o andamento da economia. (Págs. 1 e Economia B2)
Com crescentes dificuldades financeiras, elas não recebem a atenção que merecem. (Págs. 1 e A3)
No ano passado, as despesas do Brasil com aluguel de equipamentos, viagens ao exterior, transportes e outros serviços somaram US$ 80,9 bilhões, enquanto as receitas obtidas com esse tipo de "exportação" foram de US$ 39,8 bilhões. Para analistas, a balança de serviços vem acompanhando o aumento da participação desse setor na economia nacional e reflete mudanças no padrão de consumo e na própria atividade doméstica. Assim, ganham peso as viagens das famílias brasileiras ao exterior e o aluguel de equipamentos para a exploração do pré-sal e obras de infraestrutura. (Págs. 1 e A3)
O pacote de ações compensatórias de Belo Monte soma R$ 3,88 bilhões. A Norte Energia informou que R$ 722,7 milhões foram aplicados nos 11 municípios da área de influência da usina. (Págs. 1 e B7)
Essas perdas em relação ao valor nominal dos títulos se acentuaram na virada de janeiro para fevereiro e chegam a ser de 7% em 30 dias no papel mais longo. Os especialistas, porém, ressaltam que as pessoas que já compraram esses títulos não devem vender agora. O momento também não é de claras oportunidades. Boa parte dos consultados só recomenda a compra para aqueles investidores que pretendem ficar com os papéis até a data do vencimento. (Págs. 1 e D1)
Em 2013, a meta do Dnit é lançar editais para a duplicação de 1.038 km de estradas, que deverão somar aproximadamente R$ 7 bilhões em novos contratos. Alguns dos principais eixos rodoviários do país estão incluídos no plano. Entre eles, um dos trechos mais perigosos da BR-381, em Minas Gerais, entre Governador Valadares e a variante sobre o rio Santa Bárbara, com 38,8 km. "Só essa obra deverá exigir investimentos de R$ 1 bilhão", disse ao Valor o ministro dos Transportes, Paulo Passos. (Págs. 1 e A4)
Temer, Eduardo Campos e outros podem bem vir a ocupar o Planalto, mas só por acaso, se uma desgraça ocorrer a Dilma. (Págs. 1 e A8)
David Kupfer
Níveis de uso da capacidade da ordem de 80%, como os atuais, não costumam motivar ciclos relevantes de investimento. (Págs. 1 e A13)