A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quarta-feira, março 25, 2009
GOVERNO LULA "BY LULISMO"...
Merval Pereira | |
O Globo - 25/03/2009 | |
O presidente Lula continua na firme disposição de passar otimismo para a população, negando a gravidade da crise econômica, como se essa atitude pudesse mudar as coisas. No mesmo dia em que a pesquisa Focus realizada pelo Banco Central com os agentes econômicos reduzia a expectativa de crescimento do PIB no ano para pouco mais que zero, o presidente fazia uma de suas famosas metáforas, dizendo que "cabra macho" não deixa de trabalhar por causa de uma gripe qualquer. -------- |
ELEIÇÕES 2010: "... EU QUERO É BOTAR MEU BLOCO NA RUA..."
Autor(es): Emir Sader |
Jornal do Brasil - 25/03/2009 |
CIENTISTA POLÍTICO O quadro político-eleitoral vai se configurando, conforme nos aproximamos de 2010. Algumas de suas peças não estão claras, entre elas o lugar – ou o não-lugar – de Aécio, se o bloquinho conseguirá manter a candidatura de Ciro Gomes, a posição do PMDB. Outras das incógnitas é a plataforma da oposição. O diálogo mais significativo das últimas semanas se deu entre Serra – pré-candidato presidencial tucano – e um dirigente do DEM. Este cobrava uma postura mais agressiva, de crítica dura ao governo, porque se estaria deixando a passarela livre para que Lula leve Dilma a desfilar sozinha. Serra respondeu dizendo que ele criticava, havia acabado de criticar o Banco Central e sua tímida e lenta política de redução dos juros. O dirigente do DEM o interrompeu imediatamente: "Não, com o Banco Central nós estamos de acordo, é preciso criticar outras coisas". Esse desencontro dá ideia da crise de identidade da oposição diante do governo Lula. Conta com os candidatos melhor situados – o que pode ser vantagem ou desvantagem, conforme a solução da disputa interna entre eles – nas pesquisas, mas não dispõe de uma plataforma. A candidatura de Alckmin foi uma possibilidade: um programa neoliberal puro e duro que, se foi derrotado antes da crise, hoje estaria totalmente deslocado, diante do fracasso da centralidade do mercado e do resgate do papel do Estado. Essa opção favoreceu o segundo turno para Lula, que polarizou pela esquerda e venceu com boa margem. Está claro que Dilma personificará essa política, de forma acentuada. O perfil de Serra é originalmente distinto do de Alckmin. Desenvolvimentista como economista, tentou manter certo espaço próprio dentro do governo FHC – governo coerentemente neoliberal – especialmente quando assumiu o Ministério da Saúde. Mas na prefeitura e no governo de São Paulo se rendeu aos interesses do grande empresariado paulista – é o queridinho da Fiesp – privatizando e se revelando mais um neoliberal que um desenvolvimentista. Aécio, mineiramente, já anunciou uma eventual alternativa: seria um candidato pós-Lula e não anti-Lula. Esta seria uma via de derrota, mas a outra permitiria reivindicar aspectos do governo – especialmente políticas sociais – além de não se comprometer a retomar as privatizações do governo FHC e se distanciar de um governo cuja recordação a oposição tentará ocultar, enquanto a campanha governamental forçará a comparação entre os governos de FHC tucano e petista. Caso mantenha a dianteira, a candidatura opositora evitará maiores definições, qualquer reivindicação do governo FHC, concentrará algumas críticas ao governo Lula – carga tributária, alianças nas políticas internacionais, gastos estatais – sem a necessidade de uma plataforma mais clara. Contam que a crise se prolongue e desgaste o ainda imenso apoio governamental de hoje. O que unifica a oposição é o objetivo de tentar tirar o PT do governo, se reapropriar do Estado, mesmo em um marco de diferenças entre os partidos que a compõem. Mais difícil será se a candidatura governamental, exibindo os sucessos da política governamental e propondo o desdobramento desse horizonte, em um marco de recuperação econômica, avança nas pesquisas, obrigando a oposição a se definir em relação aos projetos do governo. Projetos que a própria oposição considera que deram certo, responsáveis que são pelo apoio ao governo, difíceis de serem atacados. A atitude mesma de que as incorporará, facilita sua legitimidade e dificulta a critica a elas. De qualquer maneira, a oposição só conquista um lugar no espectro político diferenciando-se do governo. Ser pós-Lula é mais um jogo de palavras, porque a plataforma da candidatura governamental será a prolongação e o aprofundamento do governo Lula. Será provavelmente uma versão light do neoliberalismo, adaptada aos tempos de crise desse modelo. |
PETROBRAS: O CLÁSSICO ''VALOR DE USO'' E ''VALOR DE TROCA''
GASOLINA E ÁGUA NÃO SE MISTURAM |
Autor(es): Eduardo Rodrigues e Ramona Ordoñez |
O Globo - 25/03/2009 |
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, descartou ontem qualquer redução, a curto prazo, dos preços dos combustíveis no Brasil, argumentando que a gasolina das refinarias brasileiras custa menos do que água. Muito questionado pelos senadores que comandaram audiência pública sobre investimentos da estatal, Gabrielli afirmou que a companhia não aumentou os preços quando a cotação do petróleo disparou no mercado internacional - chegando próximo a US$150 por barril - e, portanto, não deve repassar às bombas a queda recente do produto, cujo barril está custando hoje perto de US$50. - O preço não vai baixar porque não subiu. O litro da gasolina que sai das refinarias é mais barato que o litro de água engarrafada. O que encarece para o consumidor é a margem de lucro das distribuidoras e os altos tributos - defendeu, na sessão conjunta das comissões de Infraestrutura e de Acompanhamento Econômico. Porém, uma rápida consulta a supermercados e lojas na internet mostra que o preço da água mineral é mais baixo que o da gasolina. Um litro de água custa entre R$0,79 e R$0,90, dependendo da marca (referência a embalagens de 1,5 litro). Nas refinarias da Petrobras, o litro de gasolina sai por R$1,10, segundo as distribuidoras. Apesar dos apelos dos parlamentares, Gabrielli garantiu que reajustes só ocorrerão após a estabilização dos preços internacionais. O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) questionou os argumentos de Gabrielli, que apresentou tabela mostrando que, em 2008, o preço médio do combustível ao sair das refinarias da Petrobras estava no mesmo nível de países como EUA e China, onde o valor final ao consumidor é menor. - Eu quero saber é de 2009. Temos hoje uma defasagem gigantesca em relação à média internacional - protestou o parlamentar, que contestou o argumento de que o lucro dos postos é que encarece o combustível, lembrando que a Petrobras Distribuidora, da estatal, é responsável por grande fatia do mercado brasileiro. Estatal detém 35% da distribuição A Petrobras Distribuidora detém 35% do mercado nacional de distribuição, e o presidente da empresa, José Eduardo Dutra, também estava presente na audiência pública no Senado. Gabrielli enfatizou que a Petrobras não mudará os rumos de sua política de preços para atender a pressões, pois a empresa ainda estaria se recuperando do prejuízo de não ter aumentado os preços no período em que o petróleo alcançou as alturas. Hoje, os preços da gasolina pura - sem a adição de 25% de álcool - nas refinarias da Petrobras estão 20% mais elevados do que o cobrado nas refinarias dos Estados Unidos. De acordo com o vice-presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom), Alísio Vaz, no último dia 23, a gasolina estava sendo vendida nos Estados Unidos a R$0,88 o litro, contra o R$1,10 da Petrobras, sem impostos. Reportagem do GLOBO de 18/3 revelou que essa defasagem já chegou a ser de 33% em meados deste mês. Segundo o vice-presidente do Sindicom, dos R$2,54 pagos, em média, pelos consumidores cariocas pelo litro da gasolina, 40% se referem ao custo do produto, sendo 32% da Petrobras e 8%, o álcool anidro. Os impostos representam 45% do preço final, enquanto as margens da distribuição, revenda e custos de transporte respondem pelos 15% restantes. Hoje, os trabalhadores da Petrobras entram no terceiro dia de greve e, segundo a Federação Única dos Petroleiros (FUP), a paralisação vai até sexta-feira. No fim do dia, a direção da Petrobras e os grevistas retomaram as negociações. Antes disso, no Senado, Gabrielli afirmou que havia a possibilidade de a companhia aumentar a proposta de participação nos lucros e resultados da empresa (PLR). O valor oferecido, de R$1,3 bilhão, é equivalente a 4% do lucro líquido da companhia, mas não agrada aos grevistas. Gabrielli garantiu que a paralisação não causou impacto sobre a produção e o fornecimento de combustíveis. Para evitar cortes na atividade, a estatal conta com equipes de contingência. Ontem, segundo a FUP, a adesão à greve foi grande e teria havido redução na produção. |
ELEIÇÕES 2010: "... NA NOSSA FESTA VALE TUDO..." II
A pedido de Lula, Dirceu tenta conquistar PMDB para Dilma |
Autor(es): Vera Rosa |
O Estado de S. Paulo - 25/03/2009 |
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva incumbiu o ex-ministro José Dirceu de uma missão especial. Em conversa reservada, logo após o aniversário de 29 anos do PT, em fevereiro, Lula pediu a ele que ajude o partido a costurar alianças para sustentar a campanha da chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao Palácio do Planalto, em 2010. O alvo principal é a conquista do PMDB. A tarefa de Dirceu, que já percorreu dez Estados em um mês, é procurar governadores, prefeitos e dirigentes de partidos aliados com o objetivo de formar palanques fortes para Dilma nos Estados, mesmo que para isso seja necessário sacrificar candidatos do PT. Lula quer que o ex-ministro da Casa Civil, cassado pela Câmara na esteira do escândalo do mensalão, em 2005, atue nos bastidores. Dirceu tentará enquadrar petistas que não querem desistir de suas candidaturas para avalizar concorrentes aliados com mais chance. "Deixem que os adversários falem que eu sou contra você, que faço fogo amigo", disse ele à ministra, recentemente. "É melhor para nós que pensem assim." No Rio, por exemplo, o palanque para Dilma deve ser o do governador do Rio, Sérgio Cabral, que é do PMDB. No Paraná, parte do PT quer apoiar o senador Osmar Dias (PDT). Na prática, o presidente acredita que o homem forte de seu primeiro mandato pode fazer por Dilma, informalmente, o que fez por ele em 2002, mesmo agora sendo réu em processo no Supremo Tribunal Federal (STF). Há quase sete anos, então presidente do PT, Dirceu coordenou a vitoriosa campanha de Lula. Agora, porém, o PT vive uma entressafra: o presidente do partido, deputado Ricardo Berzoini (SP), deixará o cargo no início de 2010, já que haverá eleições para renovar a cúpula petista em novembro. O problema do antigo Campo Majoritário, corrente de Lula, Dirceu e Berzoini, é que nenhum líder da corrente, rebatizada de Construindo um Novo Brasil (CNB), quer ocupar o cargo. Na tentativa de pressionar Lula a liberar seu chefe de gabinete, Gilberto Carvalho, para disputar o comando do PT, a CNB promete lançar hoje um movimento propondo candidatura única à presidência do partido. Carvalho é, atualmente, o nome de consenso: até o secretário-geral do PT, deputado José Eduardo Martins Cardozo (PT-SP), do grupo Mensagem ao Partido, admite a possibilidade de retirar seu nome do páreo. SERRA Embates à parte, o presidente acha que as negociações para 2010 não podem esperar a definição da cúpula do PT. Lula está convencido de que o candidato do PSDB à sua cadeira será o governador de São Paulo, José Serra. No cenário traçado por ele, o governador de Minas, Aécio Neves, disputará vaga no Senado. O Planalto fará de tudo para que o vice na provável chapa encabeçada por Dilma seja do PMDB. Por enquanto, os nomes cotados são de São Paulo e Minas, os dois maiores colégios eleitorais: o presidente da Câmara, Michel Temer (SP), e o ministro das Comunicações, Hélio Costa (MG). A preocupação do governo é como "administrar" o deputado e ex-ministro Ciro Gomes (CE), que pretende concorrer pelo PSB e já tem dado leves estocadas em Dilma. A orientação repassada a Dirceu é para que o PT faça menos prévia e mais campanha. Motivo: Lula insiste em que disputas internas racham o partido, muitas vezes de forma irremediável. Em São Paulo, ele deseja que o deputado e ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci seja candidato a governador, pois avalia que ele será absolvido pelo STF da acusação de violar o sigilo bancário do caseiro Francenildo dos Santos Costa. A cúpula do PT resiste. Mesmo o grupo do ex-ministro lembra que ele enfrenta grande rejeição e já articula a pré-candidatura do prefeito de Osasco, Emídio de Souza. FRASES José Dirceu Ex-ministro da Casa Civil e deputado cassado "Deixe que os adversários falem que eu sou contra você (Dilma), que faço fogo amigo" "É melhor para nós que pensem assim" |
ELEIÇÕES 2010: "... NA NOSSA FESTA VALE TUDO..."
TESOURO VAI DAR SUBSÍDIOS DE R$ 16 BI PARA O BOLSA-HABITAÇÃO |
Autor(es): Lu Aiko Otta e Isabel Sobral |
O Estado de S. Paulo - 25/03/2009 |
O governo terá R$ 16 bilhões em recursos do Orçamento para o "bolsa habitação", o programa que subsidiará casas a prestações simbólicas para as famílias com renda de até três salários mínimos (R$ 1.395), informam fontes da área econômica. Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, esse grupo terá "subsídio total", ou seja, a casa poderá até sair de graça. "Será a primeira vez que o Orçamento Geral da União vai aportar um volume tão grande de recursos somente para subsídio." O dinheiro não será todo desembolsado este ano. Ele sairá dos cofres públicos ao longo dos contratos, que durarão 20 a 30 anos. No entanto, o Tesouro terá de fazer uma provisão conforme os contratos forem assinados. A expectativa dos técnicos é que o grosso do provisionamento ocorra em 2010. O pacote da habitação, porém, contempla outras faixas de renda. Ontem, o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou um novo orçamento, que destina um total de R$ 4 bilhões para subsidiar este ano empréstimos habitacionais para os mutuários com renda entre três e seis salários mínimos. No programa inteiro, que pretende construir 1 milhão de casas num prazo indeterminado, os subsídios do FGTS chegarão a R$ 12 bilhões. |
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
25 de março de 2009
O Globo
Manchete: Petrobras: gasolina não cairá pois é mais barata que água
Imóvel poderá ter até R$ 23 mil de subsídio (págs. 1, 20 e Negócios &Cia)
103 mil terão seguro-desemprego extra (págs. 1 e 20)
Senado pode ficar só com 14 diretorias
Sequestro-relâmpago agora é crime
Rocinha cresce 65% e já tem 25 mil casas e 6.300 empresas
Um censo inédito feito pela Secretaria estadual de Ação Social revela que a Favela da Rocinha registrou, em nove anos, umento de 65% no número de casas. A quantidade de domicílios saltou de 16.999 - como consta no último censo do IBGE, em 2000 - para 25.915. Ex-presidente do IBGE, o economista Sérgio Besserman diz que, numa estimativa conservadora - na qual se multiplica por três o número de domicílios -, chega-se à conclusão de que a população da Rocinha pulou de 56.338 para mais de 75 mil.
O censo também levantou que a favela tem hoje 6.317 empresas e estabelecimentos comerciais, entre os quais três bancos, uma agência dos Correios, uma loja de companhia aérea e até uma TV a cabo, a TV Roc, com mais de 30 mil assinantes. A pesquisa constatou que a Rocinha tem 10.700 construções. Uma delas é o Minhocão, um prédio de 22 unidades - que terá seu destino decidido hoje pelo Tribunal de Justiça do Rio. (págs. 1 e 11)
Atas mostram como ditadura cassava (págs. 1 e 10)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Aécio lidera ranking de governadores
No segundo mandato á frente do governo de Minas, Aécio Neves (PSDB) continua na liderança do ranking de avaliação dos governadores feito pelo Datafolha. Os eleitores mineiro deram a Aécio nota 7,6, em uma escala de zero a dez, e seu índice de aprovação é de 77%. A pesquisa, feita do dia 16 ao dia 19 de março, inclui os nove principais Estados do país e o Distrito Federal. O governador paulista, José Serra, que lidera as pesquisas para a Presidência e disputa com Aécio a candidatura do PSDB), perdeu duas posições em relação ao levantamento de 2007. O índice de aprovação a gestão de Serra subiu cinco pontos (de 49% para 54%) e sua nota passou de 6,5% a 6,6% do terceiro para o quinto lugar. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSDB, passou do quarto lugar ao segundo lugar, e o do Ceará. Cid Gomes (PSB), caiu do segundo para o terceiro. Roberto Requião (PMDB-PR), com a mesma nota de Serra, ganha no índice de popularidade e é o quarto. Sérgio Cabral Yeda Crussius (PMDB-RJ) ocupa a penúltima colocação, e a gaúcha Yeda Crussius (PSDB) é a mais mal avaliada. (Págs.1 e A4)
Senado revê outra vez número de diretorias
Presidente do STF nega ser `líder da oposição´
Câmara aprova parcelamento de dívidas com fisco em 15 anos
FMI oferece crédito para países com bons fundamentos
Paulo Rabelo de Castro: Juízo final de pacote americano vai ser adiado, mas virá
Editorias
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo decide subsidiar o bolsa-habitação com R$16 bi
O pacote de estímulo à construção civil que o governo Lula vai lançar hoje prevê o uso de R$ 16 bilhões numa espécie de bolsa-habitação. O programa entregará casas a famílias com renda de até três salários mínimos (R$ 1.395) cobrando prestações simbólicas. O dinheiro não sairá do Tesouro Nacional de uma vez só, mas ao longo da execução dos contratos, que terão prazos entre 20 e 30 anos. O plano inclui medidas voltadas para outras faixas de renda. O Conselho Curador do FGTS aprovou ontem um novo orçamento, que reserva R$ 4 bilhões para subsidiar empréstimos destinados a mutuários com renda entre três e seis salários mínimos. Para que seja cumprida a meta de construção de 1 milhão de casas, em prazo ainda indeterminado, os subsídios do FGTS terão de atingir R$ 12 bilhões. Adiado desde dezembro, o pacote habitacional será lançado com uma grande festa política no Itamaraty. (págs. 1, B1 eB3)
Seguro-desemprego ampliado
O Ministério do Trabalho informou que 103.707 trabalhadores demitidos em dezembro terão direito a duas parcelas extras do seguro-desemprego. Eles receberão sete prestações do benefício. O pagamento extra será destinado a desempregados de 42 setores econômicos mais atingidos pela crise financeira. (págs. 1 e B4)
Lula pede ajuda de José Dirceu para Dilma
O ex-ministro percorreu dez Estados, onde conversou com governadores e prefeitos de outros partidos, em especial o PMDB. Dirceu tentará enquadrar petistas que não queiram abrir mão de candidaturas em favor de aliados com mais chances. (págs. 1 e A8)
Foto Legenda - Presidente: 'Prefeitos comem o pão que o diabo amassou'
MEC propõe um novo Enem para substituir o vestibular
Marcos Sá Corrêa - Adeus, reservas
Senado tinha 150 vagas para parlamentares
Sequestro relâmpago terá pena de até 30 anos
Assembleia de SP tem 67 diretores
A Assembleia Legislativa de São Paulo tem 67 cargos de diretor, para 94 parlamentares, revela o repórter Ricardo Brandt. Entre as diretorias há a de controle de frota, a de painel e a de fotocópias, que recebe o nome de fotomicrografia. Os gastos não são revelados, mas análise da execução orçamentária mostra que, entre 2006 e 2008, a folha de pagamentos cresceu 28%, descontada a inflação. Para o deputado Vaz de Lima (PSDB), presidente da Casa entre 2007 e 2008, o número de diretores condiz com o total de funcionários - 3,6 mil. (págs. 1 e A4)
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Jornal do Brasil
Manchete: Copacabana perde valor
Corretores preveem queda de 40% na procura por residências em Copacabana devido aos recentes tiroteios entre traficantes e policiais pelas ruas do bairro. O preço dos imóveis deverá cair entre 10% e 15%, como ocorreu com o Leme após trocas de tiros no Morro Chapéu Mangueira. Wadih Damous, presidente da OAB-RJ, culpou a polícia de segurança do governo do estado pelos confrontos na Zona Sul. O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, admitiu falhas na inteligência, mas responsabilizou os usuários de drogas pela guerra. (pág. 1 e Tema do dia, págs. A2 a A4)
Burocracia prolonga a crise de crédito
Desmatamento concentrado
Sociedade Aberta - Villas -Bôas Corrêa
Brasiguaios são alvo de protesto
Sociedade Aberta - José Carlos de Assis
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Correio Braziliense
Manchete: E os servidores do Senado ainda querem aumento...
R$ 29 bi para a casa própria
Pena de 30 anos para sequestro relâmpago
O caçador da cura do mal de Parkinson
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Valor Econômico
Manchete: BNDES amplia compras de participação em empresas
Eduardo Rathfingerl, diretor da área de mercado de capitais do banco, não menciona o montante dos investimentos que serão realizados. Em 2008, segundo ele, a carteira de renda variável do banco bateu recorde, girando R$ 21,8 bilhões em compra e venda de ações. Deste total, R$ 14 bilhões foram gastos com operações de aquisição de participações em novas empresas.
A política de investimento em ações do banco hoje dá prioridade a empresas dos setores de infraestrutura e inovação e aos processos de consolidação e internacionalização de empresas. Neste mês, o banco colocou R$ 150 milhões na LLX, empresa de logística do grupo EBX, de Eike Batista, para ter uma participação de 12,05%, pois considera o projeto de construção de dois portos no litoral fluminense muito importante para as exportações brasileiras.
Para Rathfingerl, o setor de inovação está repleto de pequenas e médias empresas que necessitam de mecanismos de financiamento adequados para crescer, tanto de renda fixa quanto de renda variável. E, num ano de crise financeira, as consolidações de empresas estarão no "foco". Os setores de frigoríficos e de etanol são candidatos óbvios.
Desde o início do ano,o BNDES participa de um dos maiores processos de consolidação em curso no país. O da Aracruz e VCP. Segundo Rathfingerl, a instituição terá uma participação importante na nova empresa (um relatório do Goldman Sachs fala em 29%). Também está em processo de definição a fatia do BNDES na nova empresa que resulta da fusão de BRT e ai. "Entraremos com percentual próximo de 17%", disse. (págs. 1 e A3)
Ideias
Múltis perdem ações contra multas de IR
As regras do preço de transferência devem ser seguidas por companhias que têm coligadas no exterior ou fazem operações com outras empresas localizadas em paraísos fiscais. O objetivo é evitar que o lucro que deve ser tributado no Brasil seja disfarçado de exportação e remetido para o exterior, não incidindo Imposto de Renda (IR) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). As empresas autuadas foram as que optaram por calcular o imposto com base na Lei nº 9.959, de 2000, na época em que a instrução normativa entrou em vigor. (págs. 1 e E1)
Indenização de companhia aérea sem teto
Transações correntes
Crise aérea
GVT tenta trocar dívida em dólar por reais
A dívida liquida da GVT era de R$ 285 milhões em dezembro. Apesar de não ser alta, pesa nos resultados porque a empresa não utiliza mecanismos de proteção cambial. Dos R$ 782 milhões de endividamento bruto da GVT, 54% estão atrelados ao dólar. O restante são financiamentos do BNDES. A companhia obteve uma linha de R$ 616 milhões em dezembro, dos quais R$ 250 milhões já foram liberados. (págs. 1 e D3)
Apostas domésticas
Fábrica de sensações
Mais cerveja
Celulose do Brasil ganha mais mercado
A troca da celulose dos países frios pela fibra curta das empresas brasileiras já era esperada, mas parece ter ganhado uma velocidade maior com a redução dos preços no mercado internacional. Com custos de produção acima de US$ 400 a US$ 500 por tonelada, fabricantes da Finlândia, Canadá e até da Suécia estão suspendendo a produção ou fechando suas fábricas. (págs. 1 e B8)
Shopping center atrai investidores
Ações da Redecard
EUA rejeitam "moeda" global
Representantes do governo dos Estados Unidos saíram em defesa do dólar e criticaram a proposta feita pela China, na segunda-feira, e pela Rússia, na semana passada, para que o dólar seja substituído por uma nova moeda internacional de reserva.
O secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geithner, e o presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, rebateram as sugestões durante audiência no Congresso americano, ao responder a pergunta da representante republicana por Minnesota, Michele Bachmann. O ex-presidente do Fed, Paul Volcker, foi na mesma linha. Para ele, a China não vende suas posições em dólar porque não quer afetar sua própria moeda.
A China tem US$ 1,95 tri1hão em reservas e defende o uso dos Direitos Especiais de Saque (DES), criados em 1965 pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), como um ativo de reserva internacional. Mas os DES nunca decolaram. (págs. 1 e C1)
Ideias
Ajuda a montadoras no Japão
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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