A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
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sexta-feira, fevereiro 01, 2008
GOVERNO LULA: CARTÃO CORPORATIVO, PÃO ('CIRCUS') & VINHO

Deve-se a revelação aos repórteres Fábio Portela e Naiara Magalhães. Levaram às páginas de Veja (só para assinantes da revista) detalhes antes restritos ao ambiente da despensa presidencial. As revelações irritaram o general Jorge Félix (Gabinete de Segurança Institucional). Entre as atribuições do general está a de prover segurança a Lula e seus familiares. Para Félix, a divulgação dos dados relativos à compra de mantimentos da família presidencial, com valores e, sobretudo, com os nomes dos fornecedores, põe em risco a integridade do presidente, sujeitando-o a atentados. Segundo a visão do general, os dados, por sigilosos, jamais deveriam ter sido divulgados no Portal da Transparência, um sítio gerido pela CGU (Controladoria-Geral da União).
O Planalto tomou duas providências: 1) mandou retirar da rede as informações que dizem respeito a Lula. 2) determinou a abertura de um processo administrativo, para identificar os responsáveis pela divulgação dos dados que supunha sigilosos. O que chama a atenção em mais este capítulo da crise dos cartões é a desenvoltura com que funcionários do Planalto sacam do bolso o retângulo de plástico financiado com dinheiro do contribuinte. O governo realiza regularmente licitações públicas para comprar, pelo menor preço, os mantimentos e as bebidas que recheiam as despesas e as adegas das duas instalações que servem de residência para Lula em Brasília. O que espanta é que os cartões, que, em tese, serviriam apenas para os gastos “emergenciais”, são usados com notável desenvoltura também na aquisição de gêneros alimentícios para o presidente. Dos três funcionários incumbidos pelo Planalto de ir à feira, dois foram mais comedidos. Gastaram cerca de R$ 90 mil em 2007. Um terceiro, porém, levou aos extratos do cartão presidencial notáveis R$ 115 mil. Chama-se José Henrique de Souza. Está lotado no Planalto. Mas dá expediente no Alvorada e no Torto.
R$ 55.400 foram gastos nos supermercados Pão de Açúcar;
R$ 23.800 foram deixados numa casa de carnes chique de Brasília: Reisman. O estabelecimento é conhecido na Capital por levar às suas vitrines refrigeradas os melhores cortes para churrascos. A picanha argentina sai a R$ 48 o quilo. A carne de coelho, muito apreciada por Lula, custa R$ 26;
R$ 14.800 forraram a caixa registradora do Mercadinho La Palma. Situado na Asa Norte de Brasília, vende vegetais frescos, iguarias e temperos.
R$ 1.200 foram despendidos pelo funcionário da presidência em padarias;
R$ 2 400 pagaram vinhos adquiridos na casa Wine Company.
Na semana passada, submetido a um noticiário acerbo, o governo anunciou um lote de mudanças nas regras que norteiam o uso de cartões. Divulgou-se também a intenção de tornar ainda mais difundida a prática de realizar despesas por meio dos cartões. Alegou-se que, desse modo, o controle dos gastos é mais intenso e a transparência é maior. Descobre-se agora que a disposição do governo de expor os gastos tem limites. Os de Lula devem ser mantidos longe dos holofotes. Em nome da segurança nacional.
Escrito por Josias de Souza às 03h45, Folha Online. 0302. Foto Alan Marques/Folha.
CARTÃO CORPORATIVO: TUDO PELA IGUALDADE SOCIAL (OPS! RACIAL)

De acordo com o "Painel", Matilde usou o cartão corporativo para pagar despesas de R$ 2.969,01 no período de 17 de dezembro de 2007 a 1º de janeiro --quando estaria em férias.
Na véspera de Natal, por exemplo, Matilde pagou R$ 1.876,90 para uma locadora de carros. No dia 17, o primeiro das férias, ela pagou R$ 104 num bar da Vila Madalena, na zona oeste de São Paulo.
As despesas da ministra com o cartão corporativo somaram R$ 171 mil em 2007. Além do pagamento de uma conta em um free shop no valor de R$ 461,16, Matilde gastou mais de R$ 110 mil com aluguel de carros e mais de R$ 5.000 em restaurantes. No caso do free shop, a ministra disse que usou o cartão corporativo por engano e que já teria ressarcido os cofres públicos.
Folha Online, 0102. Foto: banco de imagens Google.
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Painel VERA MAGALHÃES (interina) - painel@uol.com.br
Férias corporativas
Enquanto se desdobra para explicar os R$ 171 mil que gastou no cartão corporativo no ano passado, a ministra Matilde Ribeiro (Igualdade Racial) terá uma tarefa extra: justificar despesas de R$ 2.969,01 de 17 de dezembro de 2007 a 1º de janeiro. O site do ministério informa, sobre o período: "A ministra Matilde Ribeiro está de férias até 1º de janeiro de 2008". Entretanto, o cartão de Matilde não parou de registrar gastos. Só na véspera do Natal, a ministra pagou R$ 1.876,90 para uma locadora de carros. No dia 17, o primeiro das férias, Matilde gastou R$ 600 no aluguel de veículos, R$ 303 de hotel, R$ 86,46 num restaurante e, finalmente, R$ 104 no bar Canto Madalena, notório reduto de petistas na zona oeste de São Paulo.
Cliente antiga. A fatura do cartão de Matilde explodiu no ano passado, mas ela começou a gastá-lo no dia 21 de julho de 2006. E, logo nos seis primeiros meses, desembolsou R$ 55,5 mil: R$ 45 mil para alugar carros, R$ 7,5 mil em hotéis, e R$ 2,5 mil em restaurantes e choperias.
Eu sozinha. A ausência de manifestações de apoio a Matilde no PT tem explicação: a ministra não esteve associada a nenhuma corrente na última eleição do partido, em dezembro. Lançou chapa própria e conseguiu apenas uma vaga no Diretório Nacional petista, que tem 81 cadeiras.
(...)
Tiroteio. "Não adianta vir com a tardia reação após a farra dos cartões, porque a ressaca não absolve as besteiras feitas na bebedeira. Governo não investiga governo, portanto tem de haver CPI."
Do presidente nacional do PPS, ROBERTO FREIRE, sobre os gastos indevidos de ministros com os cartões corporativos do governo.
CARTÃO CORPORATIVO! VISAdo ??? Enviesado ???
[Por Lucas Ferraz, na Folha:]