A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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sexta-feira, julho 06, 2007
ÁLCOOL BRASILEIRO: "NA BERLINDA"
Uma reportagem do jornal espanhol "El Mundo" diz nesta sexta-feira que a União Européia não quer "álcool sujo" do Brasil. O termo é uma referência à desconfiança do bloco dos 27 em relação às práticas de cultivo de açúcar brasileiras, vistas por líderes europeus como potencialmente danosas ao ambiente. Em uma conferência internacional sobre biocombustíveis em Bruxelas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva procurou convencer a audiência européia de que o Brasil inspecionará seu álcool de exportação, para certificar que o produto respeita critérios ambientais, sociais e trabalhistas. "O presidente Lula falava ontem em tom idealista sobre 'o cuidado com o planeta Terra'. Mas os europeus não esquecem a queima maciça dos campos no processo de produção do álcool, e a tentação de estender ao Amazonas os cultivos de açúcar para obtê-lo", disse o jornal. "Bruxelas advertiu o país amazônico que não importará seu biocombustível se for produzido de forma insustentável". A desconfiança em relação ao álcool brasileiro foi manifestada também pelo italiano "La Repubblica", que recordou a recente libertação de 1.106 trabalhadores forçados de uma fazenda de cana-de-açúcar no Pará. Segundo o jornal, Lula - descrito como o líder "que faz o papel de apóstolo dos biocombustíveis"-- "não disse [em Bruxelas] que as duas notícias estão interligadas". "A operação de maquiar as condições de trabalho nas plantações de cana-de-açúcar indica que o presidente precisa enfrentar as críticas contra a solução do álcool, que se tornou o próximo grande negócio da economia brasileira." O "La Repubblica" reconhece que o combate ao trabalho forçado no Brasil aumentou nos últimos anos, mas ressalva que o "espetacular aumento da produção de cana-de-açúcar" levanta preocupações em relação ao tema. "Nas plantações de cana-de-açúcar, milhares de camponeses emigrados do nordeste vivem da miserável paga de um euro por tonelada, sujeitos aos abusos dos patrões e da precariedade." Já o britânico "Financial Times" centrou sua matéria nas conseqüências ambientais do cultivo de cana-de-açúcar. Abrindo amplo espaço para os argumentos do governo brasileiro, o diário econômico disse que as novas áreas de plantação de cana-de-açúcar seriam abertas em locais planos, nos quais a automação eliminaria a necessidade da queima da lavoura. "A cana também não seria cultivada na Amazônia por razões climáticas, embora críticos digam que as plantações podem substituis culturas como a soja, que penetrariam na floresta amazônica." Segundo o jornal, usineiros brasileiros disseram que "os principais obstáculos ao crescimento das exportações de álcool não são ambientais, mas a carência de infra-estrutura de transporte e, principalmente, tarifas e subsídios adotados nos mercados desenvolvidos". Folha Online.
GIM ARGELO [In:] "GIN ON THE ROCK"

O Ministério Público do Distrito Federal e a Polícia Civil de Brasília investigam relatos de que o suplente do ex-senador Joaquim Roriz, Gim Argello (PTB-DF), teria recebido R$ 500 mil dos R$ 2,2 milhões sacados a partir do cheque repassado pelo empresário Nenê Constantino a Roriz. Segundo os mesmos relatos, o dinheiro teria sido supostamente entregue a Argello por Valério Neves Campos, assessor de Roriz, no pátio da Nely Transportes, cujo dono é ligado a Roriz. Argello teria sido o portador de uma parte destinada ao ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Tarcísio Franklin, preso na Operação Aquarela. A suposta entrega do dinheiro teria sido feita junto com André Campos do Amaral, ex-advogado do BRB, do deputado distrital Pedro Passos, e atual defensor dos interesses de Franklin em algumas causas. A assessoria de Argello nega que o suplente de Roriz tenha recebido qualquer valor referente ao cheque e que as pistas trilhadas pelos investigadores são inverossímeis. G1, AE. Foto fonte sitio www.cl.df.gov.br/portal/noticias/outdoors-ira...

STF [In:] FORO PRIVILEGIADO DA CORRUPÇÃO!
BRASÍLIA - Um estudo da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), divulgado em Brasília nesta quinta-feira, 5, revela que desde 1988, ano da aprovação da Constituição brasileira, até maio passado, nenhuma autoridade foi condenada no Supremo Tribunal Federal (STF) nas 130 ações protocoladas e apenas cinco de um total de 333 processos sofreram condenação no STF, o que equivale a apenas 1,5% de autoridades punidas. O levantamento apresentado no lançamento da campanha Juízes contra a Corrupção, expõe o tamanho da impunidade das autoridades do País, que, por lei, só podem ser julgados por tribunais superiores. O presidente da AMB, Rodrigo Collaço, atribui a impunidade à existência do foro privilegiado no Brasil, o que garante às autoridades o direito de serem investigadas e julgadas perante órgãos como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na opinião de Collaço, "o foro privilegiado é acima de tudo o foro da impunidade. Não há julgamento. O foro é quase uma linha de defesa". Ele disse que o problema só será resolvido com o fim do foro privilegiado ou com a adoção de medidas que tornem mais rápida a tramitação dessas ações. Participaram do evento da AMB vários parlamentares. O senador Pedro Simon (PMDB-RS) foi um dos que discursaram na solenidade, lembrando que para resolver a situação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), um grupo defende que o caso seja enviado para o STF. "Os juízes e tribunais têm de analisar com prioridade as ações em que há acusação de desvio de dinheiro público", disse Simon. Segundo o advogado Pierpaolo Bottini, responsável pelo estudo, os cinco condenados pelo STJ foram Luís Eustáquio Toledo, conselheiro do Tribunal de Contas de Alagoas, José Henrique Gomes Salgado Martins, procurador de Justiça do Trabalho, Celso Testa, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul, Solange Augusto Ferreira, subprocurador da Justiça Militar, e Manoel Velocino Pereira Dutra, desembargador. Das 130 ações criminais protocoladas no Supremo, 52 estão em tramitação atualmente, o que representa 40% do total. O restante foi transferido para instâncias inferiores da Justiça, foi para o arquivo ou ocorreu a absolvição. Os réus dessas ações respondiam a acusações variadas, como crimes contra a administração pública, a honra, o patrimônio e a fé pública e delitos eleitoral e fiscal. Collaço observa que o STF e o STJ não foram criados para instruir processos criminais. Ele defende a adoção de medidas que tornem mais rápida a tramitação dessas ações, como a transferência para juízes e desembargadores da tarefa de instruir os processos contra as autoridades. De acordo com ele, a legislação permite a delegação de determinados atos instrutórios dos inquéritos e ações. O presidente da AMB defende a convocação de juízes e desembargadores para a realização da instrução dos processos. O foro privilegiado para autoridades está previsto na Constituição Federal. Esse benefício garante o direito de serem investigadas e processadas perante o STF várias autoridades como o presidente da República e seu vice, parlamentares federais, ministros de Estado, procurador-geral da República, comandantes das forças, integrantes do Tribunal de Contas da União e de tribunais superiores além de chefes de missão diplomática e o presidente do Banco Central. No STJ, devem tramitar os inquéritos e processos criminais abertos contra governadores, desembargadores de tribunais e integrantes de cortes de contas estaduais. Enquanto isso, os cidadãos comuns são investigados e processados perante um juiz de primeira instância. Os principais escândalos político-policiais dos últimos tempos terão de ser decididos pelo STF e pelo STJ. Tramitam nesses dois órgãos inquéritos que apuram supostos esquemas de corrupção como o mensalão. No inquérito do mensalão são investigadas 40 pessoas entre empresários, parlamentares, publicitários e ex-políticos. O procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, já denunciou o grupo no STF, mas o plenário do tribunal ainda não decidiu se será aberta ou não uma ação penal contra os suspeitos. Com a eventual abertura da ação, os investigados passarão à condição de réus. Mas isso não significa que serão condenados. A expectativa é de que julgamento sobre o recebimento ou não da denúncia ocorra em agosto. O relator do inquérito do mensalão no STF, ministro Joaquim Barbosa, alertou desde o início da investigação, em 2005, que por causa do grande número de investigados o inquérito teria uma tramitação bem lenta. Mariângela Gallucci, Estadão.
JOAQUIM RORIZ: VIM, OUVIRAM E PERDI!

RENAN CALHEIROS: "DESESPERAR JAMAIS, APRENDEMOS MUITO NESSES ANOS..." *

SÃO PAULO - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), deveria deixar a presidência e o cargo de senador por conta das acusações de que teria despesas pagas por um lobista. Esta é a opinião de 80,76% dos 977 leitores do estadao.com.br que participaram da enquete sobre quais seriam as saídas para Renan. Outros 11,26% acham que o senador deveria deixar a presidência, mas continuar no Senado; e para 7,98%, o senador não deveria ´arredar pé´ do Senado, afinal o caso pode acabar em pizza. Renan responde a processo por quebra de decoro no Conselho de Ética da Casa. O senador nega as acusações e diz que os R$ 12 mil mensais pagos à jornalista Mônica Velloso, com quem tem uma filha fora do casamento, eram recursos próprios e, portanto, não precisava do dinheiro de Cláudio Gontijo, da Mendes Júnior. Segundo Renan, Gontijo apenas intermediava o contato com Mônica por se tratar de um caso extraconjugal. Apesar da pressão de senadores para que deixe pelo menos a presidência do Senado até o fim das investigações, Renan disse em diversas ocasiões que ´fica´. A tropa de choque do senador tentou várias vezes engavetar o processo e na última manobra para arquivar o caso acabou enfraquecendo Renan. Agora, com o processo de volta ao Conselho de Ética, o órgão nomeou três relatores - um deles aliado do senador -, pediu novos documentos a Renan e informou que irá investigar a evolução patrimonial do peemedebista. Com o recesso parlamentar em julho, aumenta o risco de o caso ser retomado apenas em agosto. O tempo pode contar a favor de Renan. Estadão. Chargista, Alecrim.