PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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segunda-feira, março 04, 2013

XÔ! ESTRESSE [In:] PALANQUE ARMADO e PROMESSAS DE CAMPANHA

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''QUEM QUER DINHEIROOOOOO?"


Atualizado: 04/03/2013 | Por Redação- Forbes Brasil

Número de brasileiros na lista de bilionários do mundo da FORBES aumenta para 46

No ano passado, eram 36 empresários nacionais; Silvio Santos estreia no ranking.





Divulgação
Divulgação































São 46 os brasileiros que somam em seus cofres fortunas acima de US$ 1 bilhão, segundo a lista dos bilionários da FORBES, divulgada nesta segunda-feira (4/3).

No último ano, foram 36 empresários do Brasil. Diferentemente de 2012, o mais bem colocado do ranking não é o empresário Eike Batista. Na lista de 2013, ele caiu incríveis 93 posições, passando do sétimo para o 100º lugar.


Desta vez, o brasileiro mais rico é Jorge Paulo Lemann, na 33ª posição. A revista estima a fortuna do acionista da InBev, a maior fabricante de cervejas do mundo, em US$ 17,8 bilhões. Ele é seguido pelo banqueiro Joseph Safra, na 46ª colocação, com fortuna avaliada em US$ 15,9 bilhões. Completam o top 5 nacional Antonio Ermírio de Moraes e família (74º, US$ 12,7 bilhões), Dirce Navarro de Camargo e família (87º, US$ 11,5 bilhões) e Eike Batista (100º, US$ 10,6 bilhões).

As lista inclui alguns nomes bem familiares aos brasileiros, como o apresentador Silvio Santos (1.107º) e o bispo Edir Macedo (1.268º). De acordo com a FORBES, os dois têm fortunas estimadas em US$ 1,3 bilhão e US$ 1,1 bilhão, respectivamente. Além deles, os irmãos João Roberto (123º), Roberto Irineu (123º) e José Roberto Marinho (128º), da Rede Globo, marcam presença.

Veja a seguir os 46 brasileiros da lista:

1º) Jorge Paulo Lemann (33º no ranking geral)
US$ 17,8 bilhões
73 anos
Brasileiro acionista da InBev, maior companhia da cervejas do mundo.
2º) Joseph Safra (46º no ranking geral)
US$ 15,9 bilhões
74 anos
Banqueiro do Banco Safra.
3º) Antonio Ermírio de Moraes e família (74º no ranking geral)
US$ 12,7 bilhões
84 anos
Dono do conglomerado Grupo Votorantim.
4º) Dirce Navarro de Camargo e família (87º no ranking geral)
US$ 11,5 bilhões
Idade não divulgada
Viúva do cofundador do Grupo Camargo Corrêa.
5º) Eike Batista (100º no ranking geral)
US$ 10,6 bilhões
56 anos
Dono de seis conglomerados.
6º) Marcel Herrmann Telles (119º no ranking geral)
US$ 9,1 bilhões
63 anos
Acionista da Inbev, maior empresa de cerveja do mundo.
7º) João Roberto Marinho (123º no ranking geral)
US$ 8,7 bilhões
59 anos
Dono da Rede Globo, com os irmãos.
7º) Roberto Irineu Marinho (123º no ranking geral)
US$ 8,7 bilhões
65 anos
Dono da Rede Globo, com os irmãos.
9º) José Roberto Marinho (128º no ranking geral)
US$ 8,6 bilhões
57 anos
Dono da Rede Globo, com os irmãos.
10º) Carlos Alberto Sicupira (150º no ranking geral)
US$ 7,9 bilhões
65 anos
Acionista da InBev, maior empresa de cerveja do mundo.
11º) Roberto Civita e família (258º no ranking geral)
US$ 4,9 bilhões
76 anos
Presidente do conselho administrativo do Grupo Abril.
12º) Walter Faria (272º no ranking geral)
US$ 4,6 bilhões
57 anos
Dono do Grupo Petrópolis, de bebidas.
13º) Francisco Ivens de Sá Dias Branco (286º no ranking geral)
US$ 4,4 bilhões
78 anos
CEO da fabricante de alimentos M. Dias Branco S.A.
14º) André Esteves (329º no ranking geral)
US$ 4 bilhões
44 anos
Principal acionista do banco de investimentos BTG Pactual.
15º) Aloysio de Andrade Faria (353º no ranking geral)
US$ 3,8 bilhões
92 anos
Antigo dono do Banco Real e fundador do Conglomerado Alfa.
16º) Abílio dos Santos Diniz (363º no ranking geral)
US$ 3,7 bilhões
76 anos
Presidente do Pão de Açúcar.
17º)Antonio Luiz Seabra (423º no ranking geral)
US$ 3,2 bilhões
70 anos
Fundador da Natura.
18º) Nevaldo Rocha e família (458º no ranking geral)
US$ 3 bilhões
84 anos
Dono da Guararapes Confecções.
19º) Edson de Godoy Bueno (554º no ranking geral)
US$ 2,6 bilhões
69 anos
Fundador da Amil.
19º) Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna (554º no ranking geral)
US$ 2,6 bilhões
57 anos
Acionista do Grupo CCR.
19º) Rubens Ometto Silveira Mello (554º no ranking geral)
US$ 2,6 bilhões
63 anos
Primeiro bilionário do etanol no mundo.
22º) Dulce Pugliese de Godoy Bueno (613º no ranking geral)
US$ 2,4 bilhões
65 anos
Acionista da Amil e ex-mulher do fundador.
22º) Moisés Safra (613º no ranking geral)
US$ 2,4 bilhões
78 anos
Ex-dono do Banco Safra ao lado do irmão.
24º) Eduardo Saverin (670º no ranking geral)
US$ 2,2 bilhões
30 anos
Cofundador do Facebook.
25º) João Alves da Queiroz Filho (704º no ranking geral)
US4 2,1 bilhões
60 anos
Controla a Hypermarcas S.A.
26º) Lirio Parisotto (736º no ranking geral)
US$ 2 bilhões
59 anos
Investidor e fundador da produtora de vídeos Videolar.
27º) Elie Horn (792º no ranking geral)
US$ 1,9 bilhão
69 anos
Fundador da imobiliária Cyrela Brazil Realty.
28º) José Isaac Peres (792º no ranking geral)
US$ 1,9 bilhão
72 anos
Fundador da Multiplan, administradora de shoppings.
29º) Guilherme Peirão Leal (831º no ranking geral)
US$ 1,8 bilhão
63 anos
Vice-presidente da Natura.
30º) Jayme Garfinkel e família (868º no ranking geral)
US$ 1,75 bilhão
66 anos
Dono da seguradora Porto Seguro.
31º) Rubens Menin Teixeira de Souza (882º no ranking geral)
US$ 1,7 bilhão
56 anos
Dono da construtora MRV Engenharia.
32º) Lina Maria Aguiar (931º no ranking geral)
US$ 1,6 bilhão
75 anos
Herdeira do Banco Bradesco.
33º) Victor Gradin e família (974º no ranking geral)
US$ 1,5 bilhão
80 anos
Acionista da Odebretch, com 20,6%.
34º) Júlio Bozano (1.031º no ranking geral)
US$ 1,4 bilhão
77 anos
Ex-dono do Banco Bozano & Simonsen.
35º) Silvio Santos (1.107º no ranking geral)
US$ 1,3 bilhão
82 anos
Dono do Grupo Silvio Santos.
35º) Lia Maria Aguiar (1.107º no ranking geral)
US$ 1,3 bilhão
75 anos
Herdeira do Banco Bradesco.
37º) Antônio José Carneiro (1.175º no ranking geral)
US$ 1,2 bilhão
70 anos
Acionista da Energisa, empresa de energia.
38º) Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela (1.250º no ranking geral)
US$ 1,15 bilhão
39 anos
Uma das maiores acionistas do banco Itaú.
38º) Alfredo Egydio Arruda Villela Filho (1.250º no ranking geral)
US$ 1,15 bilhão
43 anos
CEO da Itaú S.A.
38º) Rosa Evangelina Marcondes Penido Dalla Vecchia (1.250º no ranking geral)
US$ 1,15 bilhão
63 anos
Acionista do Grupo CCR.
41º) Daisy Igel (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
85 anos
Acionista do grupo empresarial Ultrapar.
41º) Liu Ming Chung (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
50 anos
CEO da Nine Dragon Paper, uma das maiores produtoras de papel da Ásia.
41º) Edir Macedo (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
68 anos
Pastor fundador da Igreja Universal do Reino de Deus.
41º) Guilherme Paulus (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
63 anos
Cofundador da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens.
41º) Dorothea Steinbruch (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
Idade não divulgada
Acionista da produtora de aço CSN.
46º) Marcos Antônio Molina dos Santos (1.342º no ranking geral)
US$ 1 bilhão
43 anos
Presidente do conselho de diretores do alimentício MarfrigGroup.


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2013. O ANO QUE FAREMOS CONTATO!


04/03/2013 - 05h30

PSB quer alavancar Campos com palanques nos Estados

DIÓGENES CAMPANHA

LUIZA BANDEIRA
DE SÃO PAULO

O PSB pretende montar pelo menos 12 candidaturas próprias aos governos dos Estados em 2014 para vitaminar a possível empreitada presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos.

A busca por palanques regionais é um dos principais desafios da sigla (que teve nove candidaturas em 2010) para tirar a vantagem da presidente Dilma Rousseff e do senador Aécio Neves, os virtuais candidatos de PT e PSDB.

Na semana passada, petistas e tucanos contaram com os ex-presidentes Lula e Fernando Henrique Cardoso como cabos eleitorais pelo país --em Fortaleza e em Belo Horizonte, respectivamente.

Enquanto isso, Eduardo Campos teve momentos turbulentos no PSB. Sem "padrinho", viu correligionários (Cid Gomes, governador do Ceará, e Ciro Gomes, ex-ministro) se manifestarem contra sua candidatura à Presidência, expondo uma dificuldade que pode enfrentar nos palanques regionais em 2014.

Para manter a sigla com Dilma, grupos petistas falam em negociar a vaga de vice --hoje nas mãos do PMDB.

Na lista de 12 candidatos nos Estados, os carros-chefes do PSB são os seis governadores da legenda (AP, PI, PB, PE, ES e CE) --metade pode tentar a reeleição e os outros tentarão fazer os sucessores.

O principal problema é a ausência de nomes fortes nos três maiores colégios eleitorais: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que, juntos, somam 58 milhões de eleitores, 41% do total no país.

Editoria de Arte/Folhapress


COM TUCANOS

Em SP, a legenda não conta mais com seu candidato ao governo de três anos atrás: Paulo Skaf entrou no PMDB em 2011. O presidente do PSB-SP, Márcio França, não descarta se aliar ao PSDB.

"Pode ser que uma coligação com Geraldo Alckmin [governador e potencial candidato à reeleição] ajude a campanha do Eduardo", diz.

A aproximação do PSB é bem-vista por tucanos --para afastar a sigla do PT.

A relação entre as duas legendas, no entanto, sofreu um abalo nas eleições de 2012. O PSB da capital paulista apoiou Fernando Haddad (PT), em vez do tucano José Serra, para a prefeitura.

Em Minas, Márcio Lacerda (PSB), prefeito de Belo Horizonte, é apontado por dirigentes do partido como a principal aposta para concorrer ao governo do Estado.

Mas ele próprio já comunicou ao presidente do PSDB estadual, deputado federal Marcus Pestana, que pretende cumprir seu mandato inteiro na prefeitura.

Lacerda é afilhado político de Aécio Neves e, no PSB, está mais ligado ao grupo dos irmãos Ciro e Cid Gomes, que defendem apoio a Dilma. O presidente do PSB local, Walfrido dos Mares Guia, é ex-ministro de Lula e ligado ao PT.

No Rio, o PSB integra o governo Sérgio Cabral (PMDB) e, até agora, apoia a eleição do vice-governador, Luiz Fernando Pezão (PMDB).

Colaborou PAULO PEIXOTO, de Belo Horizonte

SINDICALISTAS E SINDICALISMO. A GÊNESE DE GOVERNOS (ou, Tudo por uma esmeralda - o filme)


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Dilma abre a porta para sindicalistas e prepara medidas de reaproximação

Na busca de aliados. Depois de ver relação com centrais estremecida por causa de embates durante greves, presidente segue conselho de Lula, recebe grupos organizados no Planalto e deve anunciar pacote de bondades até o Dia do Trabalho, em 1º de maio

04 de março de 2013 | 2h 06

ROLDÃO ARRUDA - O Estado de S.Paulo

A presidente Dilma Rousseff seguiu o conselho de seu antecessor e padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, e iniciou um processo de reaproximação com as centrais sindicais. A agenda presidencial evidencia a nova estratégia: após dois anos sem muito espaço para reuniões com sindicalistas, Dilma tem tido agora uma série de encontros do gênero.
Só na semana passada, recebeu dois presidente de centrais sindicais - Vagner Freitas, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e Ricardo Patah, da União Geral dos Trabalhadores (UGT). No dia 12 ela deve participar da inauguração da nova sede do Sindicato dos Comerciários de São Paulo, filiado à UGT e representante de um setor com cerca de 400 mil trabalhadores. A data foi acertada diretamente entre o Planalto e os organizadores.
Também não está descartada a possibilidade de, amanhã, ao término da 7.ª Marcha das Centrais Sindicais, em Brasília, Dilma receber os sindicalistas no Planalto. Até ontem a agenda presidencial não registrava o compromisso, mas os sindicalistas não descartavam a hipóteses do encontro.
Em outros anos, Dilma sempre preferiu delegar missões desse tipo ao secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Por causa disso, eram quase invariáveis nas centrais as críticas ao seu estilo. Nos confrontos entre o governo e os funcionários públicos, na greve que estes realizaram em meados do ano passado, eram comuns as comparações entre a presidente e Lula - todas sempre desfavoráveis a ela.
O esforço de aproximação do Planalto com as centrais deve ir além de cumprimentos e reuniões. Paralelamente, o Planalto está reunindo ministros de diferentes áreas para analisar as principais reivindicações dos trabalhadores e verificar quais podem ser atendidas a curto prazo.
De acordo com alguns líderes sindicais, o governo corre para fazer o anúncio de alguma "boa novidade" até o Dia do Trabalho, comemorado em 1.º de maio.
Gentilezas. Filiado ao DEM, o presidente da UGT, Ricardo Patah, sempre integrou o coro dos que criticavam o distanciamento entre Dilma e as centrais. Na quinta-feira passada, porém, ao deixar o Planalto, a opinião dele já era outra. Saiu "encantando" com as atenções que ele e seus acompanhantes, entre os quais quatro deputados ligados à central, receberam da presidente.
O encontro, programado para durar uma hora, estendeu-se por uma hora e meia. Dilma interessou-se particularmente pelos problemas enfrentados pelos motoboys, uma das categorias em que a UGT tem maior penetração, e, ali mesmo, determinou a Gilberto Carvalho a organização de um grupo interministerial para estudar essa questão.
"Eu sempre tive contato com o Lula, que recebia as lideranças sindicais pelo menos uma vez por mês, visitava sindicatos e chegou a ir ao congresso anual da UGT. Com a Dilma sempre foi diferente, mas dessa vez ela nos surpreendeu", diz Patah.
"Ela nos recebeu com muita atenção, ouviu nossas reivindicações e opiniões sobre a política econômica do governo. Dissemos a ela, por exemplo, que não é correto desonerar a folha de pagamento das empresas sem exigir contrapartidas dos empresários, para garantir o nível de emprego. Foi um encontro histórico, na minha avaliação."
Dois dias antes de Patah, a presidente havia recebido Vagner Freitas de Moraes, presidente da CUT, a maior central do País, historicamente próxima do PT. Moraes também notou a mudança, mas não viu nela nenhuma "alteração de rota". "Acho que a presidente está aprimorando as políticas de um governo exitoso. Sempre dissemos a ela que os resultados das ações são melhores quando se fala diretamente com os interlocutores da sociedade", diz. "Não é uma atitude eleitoreira nem oportunista, mas sim uma evolução."
Segunda maior central do País, a Força Sindical, do deputado Paulo Pereira da Silva, é a exceção (mais informações abaixo).
Tendência. Além de tentar se reaproximar dos sindicalistas, Dilma mudou a atitude com outros setores também. Passou a receber mais empresários, além de ter estreitado relações com o MST, outro histórico aliado do PT, ao visitar neste ano um assentamento rural ligado à organização.

QUEM LÊ TANTA NOTICIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

04 de março de 2013

O Globo

Manchete: Cardeais pressionam para ler dossiê secreto
Conteúdo do documento pode ser decisivo na escolha de perfil do pontífice

Ainda sob o choque do mais dramático gesto da História recente da Igreja, a renúncia do Papa, os cardeais começam a chegar a Roma dispostos a cobrar mais transparência nas discussões pré-conclave

O presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Raymundo Damasceno, disse que cardeais do mundo todo já começam a pressionar para conhecer o conteúdo do dossiê secreto entregue ao Papa Bento XVI, pouco antes da renúncia. Damasceno e o cardeal Geraldo Majella já chegaram a Roma. Ontem foi um dia atípico: é o primeiro domingo sem missa em oito anos. E também véspera do início da reunião que começa hoje para a escolha do próximo Pontífice. Circulam rumores de que os três cardeais que escreveram o documento estariam preparando um resumo para apresentar nas discussões, segundo informaram os enviados especiais Deborah Berlinck e Fernando Eichenberg. Também se especula que eles passariam discretamente informações a alguns cardeais. A reunião vai decidir também uma data importante: o início do conclave. A aposta em Roma é de que ele comece em torno dos dias 10 e 11. Só que para tomar essa decisão, todos os 115 cardeais com direito a voto precisam estar presentes. (Págs. 1 e 20)
Combate ao tráfico: Já são 500 mil em áreas pacificadas
A polícia ocupou ontem favelas do Caju e a Barreira do Vasco para a implantação de uma UPP. Na ação, não foi disparado um único tiro. Desde ontem, já é meio milhão de pessoas que vive nas áreas pacificadas. (Págs. 1, 6 e 7)
Balança comercial: Déficit dobra no setor de serviços
Após o déficit da balança comercial de serviços subir 150%, para US$ 41 bi em 2012, o governo criou força-tarefa para ajudar empresas do setor a exportar mais, incluindo construção e turismo. (Págs. 1 e 15)
Confronto agrário: Disputa por terra mata mais no país
O número de assassinatos causados por disputas de terra passou de 29, em 2011, para 32, em 2012, um aumento de 10%. Desde 2000, foram ao menos 458 mortes por questões agrárias. (Págs. 1 e 3)
Bebê é curado de Aids nos Estados Unidos
O anúncio surpreendente da cura de um bebê infectado com HIV pode mudar a trajetória da doença e reduzir drasticamente o número de crianças vivendo com o vírus no mundo. A criança tem dois anos e meio e foi curada por médicos do Centro da Criança Johns Hopkins, de Baltimore, nos Estados Unidos. Se o relatório da doutora Deborah Persaud for confirmado, o bebê, que não teve nome nem sexo revelados, seria o segundo caso de cura no mundo. O primeiro foi Timothy Brown, homem de meia-idade, que ficou conhecido como "paciente de Berlim”. O anúncio foi feito ontem, mas a criança vive há um ano sem os remédios e sem sinal de vírus ativo. Nascido de uma mãe infectada, especialistas, que não estiverem envolvidos diretamente na pesquisa, questionam se a criança tinha realmente contraído a doença. (Págs. 1 e 22)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Após dois anos, Dilma busca apoio de sindicatos
Presidente segue conselho de Lula e recebe a CUT e a UGT; Eduardo Campos reúne-se com a Força Sindical

A presidente Dilma Rousseff, virtual candidata à reeleição, decidiu seguir o conselho do ex-presidente Lula e tentar se reaproximar das centrais sindicais. Nos últimos dois anos, ela delegou os contatos ao secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e os sindicatos se queixavam de falta de espaço no governo. Na semana passada, Dilma recebeu os presidentes da CUT e da UGT. Ela também determinou aos ministros que analisem as reivindicações dos trabalhadores e verifiquem quais podem ser atendidas a curto prazo. Outro possível candidato à Presidência em 2014, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), também tenta se aproximar dos sindicatos. Hoje, ele deve receber a direção da Força Sindical. (Págs. 1 e Nacional A4)
Preço da terra agrícola sobe mais do que o ouro
Com a alta das cotações de milho e da soja, o preço da terra para a agricultura mais que triplicou nos últimos dez anos. Em cinco anos, o valor subiu em ritmo mais rápido e superou as principais aplicações financeiras, incluindo o ouro. A disparada das cotações levou a um freio nos negócios em regiões como Cascavel, Paraná, onde o hectare chegou a R$ 36 mil. (Págs. 1 e Economia B1)
Polícia ocupa o Complexo do Caju
Tomada das 13 comunidades ocorreu sem resistência do tráfico; 16 foram presos

Sem resistência do tráfico e em apenas 25 minutos, forças policiais ocuparam as 13 favelas no Complexo do Caju, onde moram 20 mil pessoas, na zona portuária do Rio, ontem. Cerca de 1.300 policiais militares, 200 civis e 300 fuzileiros participaram da ação. Pelo menos 16 pessoas foram presas. Ali será instalada a 31ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da cidade, ainda sem data definida. A operação nas favelas do Caju é considerada o último passo antes da ocupação do vizinho Complexo da Maré, que tem 15 comunidades e 75 mil moradores. (Págs. 1 e Cidades C5)
Cardeis do Brasil farão pressão por acesso a dossiê
Os cinco brasileiros que votarão no conclave para eleger o novo papa farão pressão para que todos os cardeais tenham acesso ao dossiê sobre escândalos da Igreja, informam os enviados especiais José Maria Mayrink e Andrei Netto. Hoje os cardeais se reúnem para debater temas da Igreja, no primeiro encontro antes do conclave. (Págs. 1 e Vida A12)
Em alta
A cimenteira da Camargo Corrêa já virou o foco principal do grupo e vai receber mais R$ 1,2 bi ao ano. (Págs. 1 e Negócios)
Sem-teto ocupam área contaminada por metano (Págs. 1 e Cidades C1)

Limite do FGTS para casa própria pode subir (Págs. 1 e Economia B3)

Halil M. Karavelli
Turquia, o aliado inútil

Os EUA confiam na Turquia para buscar uma solução pluralista para a Síria. Mas a Turquia usa seu poder em prol da Irmandade Muçulmana. (Págs. 1 e Visão Global A10)
Alfredo Sirkis
Uma outra revolução

A de 1948, na Costa Rica, obteve avanços em educação e saúde e garantiu padrão de vida superior ao cubano, sem sacrificar liberdades. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações
O suspense americano

A economia americana cresceu 14 trimestres consecutivos, mas desempenho no futuro é incerto. (Págs. 1 e A3)
Médicos dos EUA curam bebê infectado com Aids
Médicos americanos anunciaram ontem a cura de um bebê infectado com o vírus da Aids ao nascer. O tratamento começou 30 horas depois do parto e optou-se por uma terapia mais agressiva do que a convencional, pois a mãe não havia sido medicada na gravidez. Hoje com 2 anos e meio, a criança não tem sinais da doença e não é medicada desde os 18 meses. (Págs 1 e Vida A12)
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Correio Braziliense

Manchete: R$ 40 milhões para irrigar a corrupção
Sobre as ruínas de um sistema de irrigação em Três Barras, no município de Cristalina (GO), construído com recursos federal e estadual, e que nunca foi usado, o governo de Goiás anunciou novo projeto para atender os produtores rurais da região a um custo estimado de R$ 66 milhões. O esqueleto milionário foi o que sobrou de um escândalo de superfaturamento, inconsistências no projeto e inviabilidade técnica. O presidente da Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Três Barras, Paulo Antônio Alves, alerta: “Vão fazer besteira de novo, querendo enfiar a (nova) proposta goela abaixo dos produtores”. (Págs. 1, 2 e 3)
Cardeal faz mea culpa por conduta sexual
Às vésperas da escolha do novo papa, o escocês Keith O'Brien confessou: “Houve momentos em que minha conduta sexual desceu abaixo dos padrões esperados de mim enquanto padre, arcebispo e cardeal”. (Págs. 1 e 12 a 14)
Brasil ignora perguntas da ONU sobre violações (Págs. 1 e 6)

Seu bolso: Só parcele o cartão se não houver jeito
Os juros da fatura do cartão de crédito chegam a 60% ao ano. Os do crédito rotativo, 213%. Por isso, a alternativa só vale para quem não tem como quitar o débito. (Págs. 1 e 7)
Violência: Roubar, matar ou morrer ainda jovem
Número de adolescentes envolvidos em delitos aumentou 25,5% em 2012, segundo levantamento da Promotoria de Defesa da Infância e da Juventude. (Págs. 1 e 19)
Fotolegenda: A bola que embala o sonho 
Dezenove jovens participaram de uma seleção para serem gandulas na Copa das Confederações. Os escolhidos atuarão no jogo Brasil x Japão, no Mané Garrincha. A festa, ontem, teve a participação da mascote Fuleco. (Págs. 1 e Super Esportes, 10)
Americanos anunciam cura da Aids em criança
Um bebê tratado 30 horas após o nascimento com antirretrovirais apresentou “cura funcional”. Isso significa que a presença do vírus ficou tão mínima que não é detectada em exames convencionais. (Págs. 1 e 15)
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Valor Econômico

Manchete: Empresas veem riscos em nova concessão de ferrovias
Grupos nascidos na construção pesada iniciaram conversas com empresas especializadas em administração de ferrovias à procura de parceiros para as novas concessões do setor. Apesar do interesse na formação de consórcios, a iniciativa privada tem dúvidas sobre o modelo proposto pelo governo e vê riscos nos aportes bilionários demandados pelo programa de concessões.

Para as empresas, a maior insegurança reside no fato de a Valec ser a responsável por remunerar o investimento. No novo desenho, a estatal comprará do concessionário, ano a ano, a capacidade total de movimentação na ferrovia. O modelo elimina o risco de demanda, mas cria um "risco governo". (Págs. 1 e B8)
País precisa de mais R$ 40 bi para projetos
O Brasil terá de adicionar R$ 40 bilhões ao ano aos investimentos de infraestrutura e, desses, o governo espera que os bancos privados compareçam com até 40%, segundo o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, após participar, em Londres, do Fórum Brasileiro de Infraestrutura 2013, organizado pelo Valor.

Hoje, o país investe cerca de US$ 45 bilhões por ano no setor, disse Coutinho, e terá que elevar esse valor para algo entre R$ 85 bilhões e US$ 90 bilhões se pretende crescer de forma sustentável. Tarefa a ser compartilhada entre os bancos públicos e pelo sistema privado. O BNDES, único financiador de projetos de longo prazo no momento, está chegando ao "limite", admitiu Coutinho. (Págs. 1 e A14)
México quer reduzir o poder de Slim 
Partidos políticos estão se unindo para enfrentar os três empresários mais poderosos do México, incluindo o homem mais rico do mundo, Carlos Slim, ao negociar um conjunto de reformas constitucionais para ampliar a concorrência nos mercados de telefonia e TV do país. Articuladores dos três maiores partidos políticos estão negociando mudanças que vão fortalecer reguladores governamentais, leiloar duas novas redes nacionais de televisão e suspender as restrições de investimento estrangeiro em telefonia fixa. A meta é aumentar a concorrência em dois mercados críticos. A América Móvil SAB, de Slim, controla 75% da telefonia fixa e 70% da telefonia móvel e da banda larga. No setor de televisão, o Grupo Televisa SAB e a TV Azteca SAB formam um duopólio. (Págs. 1 e B5)
Fotolegenda: Cultura em alta
O empresário Luiz Calainho, da holding L21, que atua nos segmentos de teatro, arte, cinema, música e mídia e cujo faturamento foi de R$ 120 milhões em 2012, diz que o risco no setor de cultura é muito baixo, próximo de zero, por causa dos investimentos dos patrocinadores. (Págs. 1 e D4)
Brizola Neto planeja coibir rotatividade no trabalho
Para reduzir a despesa elevada com o seguro-desemprego, o governo federal pretende exigir do trabalhador que solicitar o benefício duas vezes no prazo de dez anos a realização de um curso de qualificação. Desde o ano passado, essa exigência tem sido feita no terceiro pedido, o que levou a um recuo de 5% no volume de benefícios concedidos, afirmou o ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, como publicou com exclusividade o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor.

Outra iniciativa defendida pelo ministro é a regulamentação de um artigo da Constituição que prevê uma alíquota adicional de contribuição ao FAT para empresas com rotatividade maior que a média apurada em seu setor. (Págs. 1 e A3)
BC pode barrar dividendo de banco
O Banco Central ganhou poderes para impedir a distribuição de dividendos por bancos que não se adaptarem às novas regras sobre capital mínimo, anunciadas na sexta-feira para ajustar o arcabouço regulatório brasileiro ao novo acordo internacional de Basileia. O governo editou medida provisória condicionando a distribuição de dividendos ao cumprimento dos novos requisitos prudenciais aprovados pelo CMN.

O BC poderá proibir que sejam pagos, total ou parcialmente, inclusive dividendos mínimos obrigatórios determinados pela Lei das Sociedades Anônimas (25% do lucro), explicou ao Valor o chefe do Departamento de Normas da autarquia, Sérgio Odilon dos Anjos. (Págs. 1 e C14)
Jaguar procura onde instalar fábrica no país
A Jaguar Land Rover começou a buscar um local para instalar fábrica no Brasil. Estão sendo avaliadas oito cidades em quatro Estados. De acordo com o presidente da montadora no país, Flavio Padovan, as negociações estão sendo conduzidas com os governos estaduais. A companhias ainda não procurou as prefeituras e nem visitou terrenos. O projeto ganhou força com a publicação, em outubro, do novo regime automotivo, que concede vantagens às montadoras que produzem no país. (Págs. 1 e B1)
A Suíça vai impedir salários “exorbitantes” para diretores de empresas (Págs. 1 e A10)

Demissões na Gol e na Latam podem chegar a 1.350 pessoas (Págs. 1 e B3)

Importação de bens de capital cresce e afeta a indústria nacional, diz Aubert, da Abimaq (Págs. 1 e A3)

Polêmica na Câmara
Intenção do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), de apreciação de projetos no plenário mesmo sem consenso dos líderes de partidos é criticada pelo PT. (Págs. 1 e A8)
Geração eólica bate recorde
A geração de energia eólica no Brasil atingiu um índice recorde de produtividade no ano passado, segundo a associação do setor. Os parques mais modernos, construídos a partir de 2009, usaram cerca de 50% da capacidade. A média mundial é de 40% a 45%. (Págs. 1 e B9)
Arxo amplia o portfólio
Tradiconal fabricante de tanques para postos de gasolina, a catarinense Arxo diversifica sua atuação e passa a produzir também caminhões-tanque para o setor aeroportuário. (Págs. 1 e B10)
Provale vai produzir cimento branco
A capixaba Provale, que acaba de ter parte de seu capital negociado ao fundo americano de “private equity” Resource Capital Funds, vai construir uma fábrica de cimento branco em Cachoeiro do Itepemirim (SC). A produção deve ter início em 2015. (Págs. 1 e B10)
Mais ações na previdência privada
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) deve propor ao Conselho Monetário Nacional que os fundos de previdência privada aberta possam alocar a totalidade de seus recursos em ações. (Págs. 1 e C1)
Terceirização irregular na Ford
A Ford e a Associação para Valorização de Pessoas com Deficiência (Avape) foram condenadas em ação civil pública pela Justiça do Trabalho ao pagamento de R$ 400 milhões por terceirização irregular e dumping social. (Págs. 1 e E1)
Adicional de transferência
Entendimento do Tribunal Superior do Trabalho é de que o empregado transferido de cidade só tem direito a adicional se o período de estadia não superar dois anos. Caso contrário, a transferência é considerada definitiva. (Págs. 1 e E1)
Ideias
André Nassif e Carmem Feijó

No momento, Brasil precisa urgentemente de soluções keynesianas de curto prazo para retomar o crescimento sustentável. (Págs. 1 e A12)

Gustavo Loyola

O repasse de recursos do Tesouro para os bancos públicos deve cessar, antes que a situação fiscal atinja um ponto crítico. (Págs. 1 e A13)
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