A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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terça-feira, outubro 28, 2008
ELEIÇÕES 2008: O QUE É BOM PARA SP ...
Portal Terra
- A vitória de Kassab significa o fortalecimento do governador de São Paulo, até mesmo porque existe um relacionamento estreito entre os dois. Em Belo Horizonte também deve ganhar o candidato do governador Aécio, isso mostra que o PSDB tem força eleitoral e pessoas que são capazes de mobilizar opinião - afirmou.
Segundo FH, não aconteceu o que se imaginava nas eleições municipais de São Paulo, de que o presidente Lula iria fazer a diferença nas urnas. - É uma coisa muito importante o que estamos fazendo aqui, o que se imaginava, que o presidente Lula ia fazer uma eleição facílima e que elegeria até um poste, não aconteceu - disse.
Ainda de acordo com o ex-presidente, o PT perdeu o controle dos grandes centros do Brasil. - O PT perdeu o controle e substituiu, de certa maneira, o antigo PFL e o antigo PDS, forte em alguns pontos do Brasil que não são os mais dinâmicos.
FH, a exemplo do primeiro turno, foi votar acompanhado do coordenador das subprefeituras, Andrea Matarazzo. Ele chegou às 10h10 no colégio Nossa Senhora do Sion e saiu às 10h30. Questionado se havia votado em Kassab, o presidente confirmou. - Sem dúvida, desde que passou o primeiro turno, caberia a nós eleger o Kassab, que vai ganhar a eleição - concluiu.
ELEIÇÕES 2008: SALVADOS DO INCÊNDIO...
O governo quer financiamento público exclusivo para as campanhas eleitorais, lista partidária, fidelidade, inelebilidade para candidatos com ficha suja condenados em segunda instância, mudanças nas regras de coligação e cláusula de barreira que avalie o desempenho dos partidos.
Prorrogada até 15 de novembro, a campanha da consulta pública aberta pelo Ministério da Justiça já contou com sugestões de cerca de 100 entidades da sociedade civil – entre elas a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – propondo alternativas aos projetos do governo, mas todas favoráveis à reforma política.
– Todos querem a reforma.
O secretário diz que ao final da consulta, o Ministério da Justiça deverá alterar o texto das propostas do governo. Também poderá apresentar projetos para outras sugestões, como as que pedem o fim do atual modelo de escolha de suplentes de senador.
Há consenso de que a escolha dos chamados "senadores sem voto" – nomes são indicados pelo candidato e referendado pelos partidos, mas nem chegam a subir em palanque – está com os dias contados. As sugestões que chegam ao Ministério da Justiça e as propostas que tramitam no Congresso apontam para a necessidade de tornar suplentes os candidatos que perderam as eleições.
Colapso à vista
O ministro da Justiça, Tarso Genro, diz que se depender do governo, as eleições encerradas no domingo foram as últimas pelo atual sistema eleitoral. Segundo ele, a legislação atual entrou em colapso e não sobreviverá até 2010. Genro acha que a reforma é um imperativo e sua necessidade acabará se impondo pela necessidade dos próprios partidos políticos. Na visão do governo, as seis propostas submetidas a consulta pública fortalecem os partidos políticos e, ao brecar o abuso do poder econômico, vão acabar derrubando os altos índices de corrupção, o fisiologismo e o clientelismo.
– O empresário que financia um determinado candidato não faz isso por interesse político ou ideológico. Ele quer impor seus interesses econômicos – diz Abramovai. – A proposta do governo é simplesmente acabar com o financiamento privado de qualquer espécie.
A proposta deixa a definição de valores por conta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas estabelece três patamares de distribuição dos recursos: 1% para todos os partidos, 19% entre os que tiverem representação na Câmara e 80% aos que proporcionalmente tiverem maior número de deputados.
Pelo voto em lista partidária, a população passa a votar na sigla e os nomes dos eleitos saem de convenções com a participação de pelo menos 15% dos filiados. Na proposta de fidelidade, só há três hipóteses para se deixar um partido: perseguição interna, mudança radical no programa ou para fundar um novo partido. As coligações serão proibidas para eleições proporcionais para acabar com o uso de siglas de aluguel para aumentar o tempo de propaganda no rádio e na televisão.
Se depender do governo, 20% do tempo serão distribuídos entre todos os partidos e os outros 80% proporcionalmente ao número de deputados, mas nenhuma coligação poderá contar com espaço maior ao conquistado pela maior legenda. A cláusula de desempenho veda mandato ao partido que obtiver menos de 1% dos votos para a Câmara ou menos de um terço dos Estados e a inelegibilidade alcançará quem estiver condenado na segunda instância do judiciário.
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ELEIÇÕES 2008: LULA E ELEIÇÕES MUNICIPAIS

Gilberto Kassab comemora sua vitória nas eleições de São Paulo neste domingo
Apesar dos números positivos, o PT amargou três importantes derrotas no segundo turno, perdendo a disputa pelas Prefeituras de São Paulo, Porto Alegre e Salvador.
Com a derrota na capital paulista --maior colégio eleitoral do país--, o governador José Serra (PSDB) torna-se um dos principais nomes para a sucessão presidencial em 2010. Principal "padrinho político" do prefeito reeleito Gilberto Kassab (DEM), Serra conseguiu ainda aproximar-se do PMDB --legenda da vice-prefeita eleita, Alda Marco Antônio--, e um dos principais partidos da base aliada de Lula.
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Revés para Lula no segundo turno das eleições municipais
Reprodução

El País
As eleições municipais deste domingo no Brasil provocaram um duro revés para o presidente do país, Luiz Inácio Lula da Silva, que apesar de sua popularidade não conseguiu impedir a derrota de alguns dos candidatos que apoiou, como sua amiga e ex-ministra Marta Suplicy, em São Paulo.
Os comícios realizados em 30 das maiores cidades do Brasil, nas quais nenhum dos candidatos obteve mais que a metade dos votos no primeiro turno, realizado no dia 5 de outubro nos 5.563 municípios do país.
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Brasil: dura derrota do partido governista em São Paulo
Reprodução

Clarín
O atual prefeito, Gilberto Kassab, do opositor Partido Democrata, obteve a reeleição no segundo turno das eleições municipais. Contou com o apoio do governador José Serra, inimigo político de Lula. O PT obteve apenas oito das 30 prefeituras em jogo, com derrota em Porto Alegre, sua antiga base eleitoral, e em Salvador.
O Partido dos Trabalhadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu a disputa pela Prefeitura de São Paulo, o maior colégio eleitoral do Brasil.
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Partido do presidente Lula sofre derrota nas eleições municipais do Brasil
O Partido dos Trabalhadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sofreu uma severa derrota nas eleições municipais, perdendo metrópoles como São Paulo e Porto Alegre. Em São Paulo, maior cidade do país e principal polo financeiro, Gilberto Kassab, do partido conservador Democratas, venceu com a maioria esmagadora de 61% dos votos no domingo, contra o Partido dos Trabalhadores de Marta Suplicy.
Reprodução
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Guardian
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Ex-militante perde eleições para a Prefeitura do Rio
Reprodução

New York Times
O parlamentar brasileiro que ajudou a seqüestrar um embaixador americano durante a ditadura militar do Brasil quase foi eleito prefeito do Rio. O deputado Fernando Gabeira foi derrotado no domingo por Eduardo Paes, um parlamentar aliado de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil. Com 99% dos votos apurados, Sr. Paes obteve 51% dos votos e Sr. Gabeira 49%.
Sr. Gabeira, 67, foi um dos quatro homens que seqüestrou o embaixador C. Burke Elbrick em setembro de 1969, mantendo-o preso por quatro dias antes de libertá-lo em troca da liberdade de 15 presos políticos de esquerda.
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O Partido de Lula foi derrotado novamente em sua antiga base em Porto Alegre
O governista Partido dos Trabalhadores, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, voltou a perder a prefeitura de Porto Alegre, principal cidade do sul do Brasil, que desde 2005 foi uma de suas bases e que governou durante 16 anos.
Reprodução

Los Tiempos
Affaritaliani.it la Itália
Derrota para Lula: São Paulo também perdeu
Derrota para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições municipais. Das 30 principais cidades que foram às urnas no segundo turno, o candidato apoiado por Lula e o Partido dos Trabalhadores ganhou em apenas 8.
A pior derrota foi em São Paulo: durante meses a candidata e amiga pessoal de Lula, Marta Suplicy, liderava as pesquisas sobre seu adversário de uma forma tão convincente que tonava certa a sucessão presidencial. Mas Suplicy teve de ceder perante a avalanche de votos obtidos pelo prefeito Gilberto Kassab.
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A centro esquerda reforçou suas posições nas cidades brasileiras
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, goza de enorme popularidade --em torno de 70% de aprovação, segundo pesquisas--, mas sua simpatia não foi suficiente para obter os resultados esperados nas maiores cidades brasileiras.
Esta é a principal lição das eleições municipais, cujo segunda fase foi realizada neste domingo. Nas trinta cidades com mais de 200 mil eleitores --incluindo 11 capitais estaduais--, em nenhum o candidato obteve maioria absoluta no primeiro turno, realizado três semanas antes.
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
28 de outubro de 2008
O Globo
Promessas descumpridas1. Não faria nomeações políticas: ontem houve reunião de seu vice, Carlos Alberto Muniz, que é dirigente do PMBD, com representantes do PT e de outros partidos em que foi combinado a partilha dos cargos.2. O primeiro ato seria anunciar o secretário de Saúde. Anunciou o futuro chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Carvalho Teixeira, do PSDB.3. As primeiras UPAs seriam no Méier e em Madureira. As duas primeiras serão na Zona Oeste. (pág. 1)
Mantega contradiz BNDES e nega ajuda a empresas em dificuldade
Sinais da recessão
Itaú e Bradesco divulgam lucros
Especialistas avaliam o peso da abstenção
Para analistas, discurso da ética ganhou força (págs. 1 e 8)
Gabeira levanta suspeita de caixa dois pelo adversário (págs. 1 e 9)
Sem caixa, Cesar abre crise na Previ-Rio
Desafios do prefeito eleito. A mancha de esgoto sai do Canal de Sernambetiba, na Barra, e se espalha pelas últimas praias com água limpa do Rio – Macumba, Prainha e Grumari. (págs. 1 e 20)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Banco contraria Lula e segura crédito
Presidente diz que PMDB não ganhará espaço maior
Bovespa cai abaixo de 30 mil pontos
Volks anuncia férias coletivas em fábrica do PR
Editoriais. Leia ''O Pendulo do PMDB'', sobre resultados eleitorais; e ''Pacote argentino'', acerca de efeitos da crise no país. (págs. 1)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Ibovespa cai ao nível de 2005 com perdas de 60% no ano
Capitais se dividem entre Lula e SerraO resultado das eleições nas 26 capitais aponta um equilíbrio de forças entre o governador de São Paulo, José Serra (PSDB), e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o duelo entre os dois partidos em 2010. Se a eleição presidencial fosse hoje, o candidato de Lula teria 13 prefeitos ao seu lado, contra 10 dos tucanos, cujo postulante mais forte é Serra. (págs. 1 e A8)
Ação do BC
FraseMichel Temer: Nada importante para 2010 ocorrerá sem passar pelo PMDB. (pág. 1)
Mantega: especulador pagará
Paraguai reclama da dívida de Itaipu
Saúde privada terá que fazer pesquisas para o setor públicoA partir de novembro, os hospitais filantrópicos que têm tratamentos de ponta não terão mais de reservar 60% do atendimento ao sistema público para manter isenção de tributos. Em troca, eles terão de oferecer pacote que inclui pesquisas de interesse público e treinamento de profissionais. O ministro José Gomes Temporão (Saúde) disse esperar que isso “inicie novo padrão de relacionamento com o sistema privado”. (págs. 1 e A22)
Notas e informações: A última eleição antes da crise
Artigo: O pior dos mundos. Rubens Barbosa: A negociação comercial no contexto de Doha está adiada até 2010. (págs. 1 e A2)
Kassab quer minar PT investindo na periferia
Polícia em greve: semana de protestos
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Jornal do Brasil
Manchete: Paes: ordem é evitar a crise
Mario Marques. Aos inconsoláveis eleitores de Fernando Gabeira na Padaria Rio-Lisboa, do Leblon: saiam da bolha. (págs. 1 e B3)
PMBD vai definir a sucessão
Balanços para derrubar boatos. Depois de verem as ações perder valor na crise, os grandes bancos anteciparam os balanços para frear a desconfiança. O desempenho do terceiro trimestre revelou, no caso do Bradesco e do Itaú, o terceiro e quarto maiores lucros trimestrais na história. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o prejuízo de empresas, quase US$ 20 bilhões, é "perfeitamente absorvível" e negou que o governo vá ajudá-las. (pág. 1 e Economia, págs. A17 e A18)
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Correio Braziliense
Manchete: Dólar em alta tira remédios de farmácias no DF
Condomínios: Jardim Botânico 3 desperta interesseBoa procura no fim de semana faz Terracap projetar ágio de 30% no leilão de lotes, a partir de quinta-feira. (págs. 1 e 36)
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Valor Econômico
Manchete: Montadoras já se ajustam ao ritmo da desaceleração
Idéias. Raymundo Costa: Lula ainda quer testar outros nomes para 2010. (págs. 1 e A6)
FGTS na infra-estrutura
Indústria consome menos. O consumo de energia elétrica no país aumentou 4,8% em setembro em relação ao mesmo mês em 2007, puxado principalmente pelos segmentos residencial e comercial. No segmento industrial, a taxa acumulada em 12 meses foi a menor do ano, primeiro sinal de arrefecimento da produção. (págs. 1 e A3)
Olhos no futuro. Licitação para a comprar de super-computador de R$ 50 milhões colocará o país entre os seis maiores centros mundiais de previsão climática. Estudo mostra que aquecimento global deverá causar perdas de R$ 7,4 bilhões à produção de alimentos em 2020. (pág. 1)
Bradesco e Itaú têm baixa exposição a riscoA divulgação dos balanços dos dois maiores bancos privados nacionais, Bradesco e Itaú (que antecipou os resultados), serviu para acalmar o mercado quanto ao grau de exposição das instituições a eventual inadimplência de empresas que realizaram operações arriscadas com derivativos. Considerados os resultados recorrentes, que excluem ganhos extraordinários, o Bradesco teve lucro de R$ 5,819 bilhões nos nove primeiros meses do ano, ante R$ 5,356 bilhões do mesmo período de 2007. O resultado positivo do Itaú no período foi de R$ 6 bilhões, ante R$ 5,4 bilhões nos nove primeiros meses do exercício anterior. A principal preocupação do mercado era com o Itaú BBA, braço de investimentos do grupo. Segundo o Itaú informou, o Itaú BBA realizou 96 operações do tipo das que trouxeram prejuízos à Aracruz com derivativos de câmbio (“target forward” e swap com verificação, no jargão do mercado). Se todas fossem liquidadas no dia 24 de outubro (com o dólar a R$ 2,30), o banco teria R$ 2,4 bilhões a receber, uma média de R$ 25 milhões por empresa. Com as cinco maiores companhias clientes do banco, o crédito seria de R$ l84 milhões. A exposição total do Itaú nesses produtos é de 1,5% da carteira de crédito e de 0,6% dos ativos totais.O Bradesco não fez operações desse tipo porque o risco não compensava. Com derivativos tradicionais, tinha a receber R$ 973 milhões em 23 de outubro, referentes a um valor nacional de R$ 4,925 bilhões. E tinha a pagar R$ 655 milhões em operações com valor de referência de R$ 3,917 bilhões. "Estamos absolutamente tranqüilos", disse Marcio Cypriano, presidente do Bradesco. (págs. 1 e C12)
Idéias. Delfim Netto: problema real que preocupa os bancos são os esqueletos dos planos de estabilização. (págs. 1 e A2)
América Latina se tornará vulnerável se a crise financeira persistir, diz Ángel Gurria, da OCDE (págs. 1 e B12)
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Gazeta Mercantil
Manchete: Bancos antecipam balanços para demonstrar solidez
Fantasias eleitorais
O sucesso dos marqueteiros nas urnas
Ibovespa. Bolsa cai 6,50% e fecha abaixo de 30 mil pontos. (págs. 1 e B4)
BC faz nova intervenção e injeta liquidez no mercado
Mercado prevê PIB de 3,1% em 2009Analistas consultados pelo Banco Central prevêem IPCA com alta de 5% no próximo ano. A estimativa de expansão do PIB foi reduzida de 3,35% para 3,1% em 2009. (págs. 1 e A4)
Mais R$ 10 bi para infra-estrutura
Brasil tem superávit em arroz
Crise se alastra e atinge os emergentes
Opinião. Ernesto Lozardo: Presenciamos o fim do capitalismo auto-regulado e o surgimento do capitalismo co-responsável, no qual o papel do Estado é fundamental. (págs. 1 e A3)
Consumo de energia já cresce menos
Advogados lucram com turbulência financeira
Um fim de ano com menos vôosNem a queda do preço do petróleo será capaz de reverter a retração no tráfego aéreo mundial no final do ano, prevê a Iata, entidade mundial que reúne as empresas aéreas. (págs. 1 e C5)
Clima ruim pode favorecer trigo
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