A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quinta-feira, março 03, 2011
TEORIA DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO [In:] É PRECISO LER ''SCHUMPETER'' !!! (*)
Biologia financeira
Autor(es): Monica B. de Bolle |
O Estado de S. Paulo - 03/03/2011 |
Gêiseres fumegantes, formações rochosas estranhas, lagos vulcânicos, o espetáculo das "luzes do norte". É com uma bela fotografia da paisagem da Islândia - cuja economia implodiu em 2008 - que se inicia o filme Inside Job, o documentário sobre a crise financeira global, vencedor do Oscar deste ano. O filme é tendencioso, com ares de Michael Moore, o polêmico cineasta americano. Mas, apesar da diatribe um tanto batida contra os banqueiros e financistas de Wall Street, o documentário é impactante. E força a uma reflexão renovada sobre o modelo que permitiu a expansão excessiva de uma indústria cujos benefícios parecem ter se resumido a ganhos extraordinários para alguns de seus personagens mais proeminentes, os executivos financeiros protagonistas da débâcle de três anos atrás. Ideologias à parte, não se pode minimizar a importância do sistema financeiro para o crescimento e o desenvolvimento das economias modernas. Como disse Frederic Mishkin, ex-membro do Fed, o sistema financeiro está para a economia como o cérebro, para o corpo humano. Desde que não sofra de desequilíbrios capazes de provocar surtos psicóticos e alucinações megalomaníacas, um sistema financeiro sofisticado coordena e distribui os recursos responsáveis pelo bom funcionamento da economia. Sem ele não há a distribuição dos recursos que garantam os ganhos de renda, a produtividade e o bem-estar almejados pelas sociedades modernas. O problema é que a expansão desenfreada e desregulada dos sistemas financeiros aumenta brutalmente o risco de crises com um altíssimo custo social, como retrata a experiência recente dos países avançados. A razão é que, diferentemente dos processos de evolução biológicas, a velocidade das mutações financeiras não permite que se construam as redundâncias que protegem os organismos das disfunções imprevisíveis. As redundâncias orgânicas, mesmo que aparentem resultar em uma perda de eficiência, são uma resposta evolutiva à presença de incerteza. O cérebro humano, para usar a imagem de Mishkin, possui uma plasticidade que permite que os prejuízos motores, sensoriais e cognitivos causados por danos localizados sejam compensados por alterações nas funções de outras áreas. A evolução dos seres vivos não só favorece a criação de mecanismos protetores, como gera condições que estimulam uma maior diversidade dos organismos. Nos ecossistemas, a biodiversidade reduz a probabilidade de que o desaparecimento de algumas espécies gere extinções em cascata aniquiladoras. A evolução desregulada dos sistemas financeiros não progride do mesmo modo. Por causa da rapidez com que as inovações financeiras se multiplicam, há uma tendência tanto de valorizar a eficiência imediata em detrimento das redundâncias corretivas quanto de produzir instituições cada vez mais semelhantes entre si. Os conglomerados financeiros resultados da desregulamentação dos mercados ilustram o fenômeno. Essas características do processo evolutivo dos sistemas financeiros os tornam mais suscetíveis às convulsões paralisantes, como a crise de 2008. Há modos de controlar a evolução financeira, garantindo a criação dos mecanismos de proteção e a maior diversidade das instituições, impedindo que todas exerçam atividades semelhantes, sem estancar o potencial inovador da indústria? Esse é o desafio a ser enfrentado para que a regulação reflita a realidade dos sistemas financeiros modernos. As novas leis e propostas de reforma que surgiram desde 2008 não resolveram os problemas da dinâmica evolutiva do sistema financeiro e, assim, não reduziram as chances de crises futuras. No clássico de Joseph Schumpeter de 1942, Capitalismo, Socialismo e Democracia, o capitalismo industrial foi caracterizado como um processo evolutivo, marcado pela "destruição criativa". O capitalismo financeiro que o suplantou nas últimas décadas, fruto da grande desregulamentação americana, inverte a lógica schumpeteriana. Como ilustra o documentário vencedor do Oscar, abandonou-se a destruição criativa para dar lugar à criação destrutiva. |
(*) ''... querendo meu livro te empresto". (parafraseando ).
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GOVERNO DILMA/BANCO CENTRAL [In:] ''EU JURO, POR MIM MESMO, POR DEUS, POR MEUS PAIS ..." * (que vai aumentar)
BC AUMENTA OS JUROS PELA 2ª VEZ NO GOVERNO DILMA
BC ELEVA JUROS PELA 2ª VEZ NO ANO |
Autor(es): Agência O globo:Patrícia Duarte e Wagner Gomes |
O Globo - 03/03/2011 |
Para conter inflação, Selic vai a 11,75%. Analistas projetam que taxa terá novas altas até junho -------- (*) EU JURO (Leandro, Leonardo). ---------- |
GOVERNO DILMA vs. GOVERNO LULA [In:] Em-PACou !!!
Gasto deixado por Lula deve ser cancelado
Presidente pode cancelar contratos de quase R$ 34 bilhões fechados por Lula |
Autor(es): Marta Salomon |
O Estado de S. Paulo - 03/03/2011 |
A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, orientou os demais ministros a definirem despesas contratadas no governo Lula que não serão honradas pela sucessora Dilma Rousseff, informa a repórter Marta Salomon. Levantamento realizado pelo Estado indica que o cancelamento de contratos incluídos nos chamados "restos a pagar" pode atingir a soma de R$ 33,9 bilhões, equivalente ao custo estimado do trem-bala entre São Paulo e Rio.
A ministra Miriam Belchior (Planejamento) já orientou seus colegas de Esplanada a selecionar despesas contratadas pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva e que não serão honradas pela sucessora Dilma Rousseff. Levantamento do Estado indica que o cancelamento de contratos pode alcançar R$ 33,9 bilhões, valor equivalente ao custo estimado do polêmico trem-bala entre São Paulo e Rio de Janeiro.
No primeiro dia de março, depois de quitar R$ 28 bilhões de contas pendentes deixadas por Lula no ano eleitoral, o governo ainda acumulava mais de R$ 98 bilhões de despesas a quitar, informa levantamento feito pela ONG Contas Abertas no Siafi (sistema de acompanhamento de gastos da União). Isso é quase o dobro do tamanho no corte no Orçamento de 2011 anunciado pela equipe econômica. Obrigados a escolher entre levar adiante gastos autorizados no Orçamento deste ano e pagar as contas deixadas por Lula, tecnicamente chamadas de "restos a pagar", vários ministros procuraram orientação da ministra do Planejamento. Ao Estado, o ministério informou: "Estamos em contato com os ministérios para que eles façam esse trabalho de análise para o cancelamento de restos a pagar". A reportagem perguntou o valor das despesas sujeitas ao cancelamento. "Não existe informação sobre a expectativa de cancelamento", respondeu a assessoria do Planejamento. Oficial. Decreto de Dilma Rousseff publicado ontem no Diário Oficial da União informa, porém, os limites de pagamento dos chamados "restos a pagar" processados e não processados. A diferença entre os dois tipos de contas pendentes é que a primeira refere-se a bens e serviços já entregues. Já na conta de "não processados" estão incluídas despesas que foram objeto de compromisso de gastos (empenhos, no jargão orçamentário), mas não necessariamente são obras ou serviços concluídos. O Estado considerou esses limites fixados a partir de março e o valor das contas de Lula ainda não quitadas. O resultado é que não há previsão para o pagamento de R$ 31,6 bilhões de despesas apenas contratadas, nem para o pagamento de R$ 2,3 bilhões de contratos já executados pelos prestadores de bens e serviços. O maior número de despesas contratadas e não quitadas concentra-se nos investimentos da União. Ainda restava pendente de pagamento uma conta de R$ 51,6 bilhões em 1º de março. A conta inclui obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Entre os programas do governo com o maior volume de contas não quitadas estão obras de saneamento, a urbanização de favelas, a transposição do rio São Francisco e obras para remediar desastres naturais. Também há um volume de mais de R$ 3,5 bilhões de projetos na área de turismo contratados e não pagos, assim como gastos na área de saúde e educação. Histórico. Esse tipo de despesa contratada e não paga no mesmo ano é um problema crescente no governo. Desde 2006, o Tribunal de Contas da União considera "preocupante" o volume de "restos a pagar". A partir desse ano, a conta não parou de crescer até o último ano eleitoral. O cancelamento de despesas já contratadas não será um fato inédito na história. Poucos dias antes de passar a faixa presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso mandou cancelar R$ 26,1 bilhões de despesas pendentes de pagamento. Na época, foi uma grande confusão. Aproximadamente 2.000 contratos administrados pela Caixa Econômica Federal (CEF) na área de saneamento e urbanização no governo Fernando Henrique tiveram o pagamento suspenso. Mais de 1.000 obras foram paralisadas. Em fevereiro de 2003, Lula baixou outro decreto e cancelou mais R$ 18,1 bilhões de despesas deixadas pelo antecessor sem quitação. Desse total, R$ 700 milhões referiam-se a obras supostamente concluídas ou bens e serviços já entregues. |
GOVERNO DILMA/SALÁRIO MÍNIMO/PDT [In:] PT e FORÇA. CUTucando a onça !
CUT e Força abrem disputa por ministério do Trabalho
PT investe para retomar Pasta do Trabalho |
Autor(es): Cristiane Agostine e Caio Junqueira | De São Paulo e Brasília |
Valor Econômico - 03/03/2011 |
A reunião de ontem entre a presidente Dilma Rousseff e os líderes aliados, que excluiu o PDT, escancarou uma disputa que vinha se mantendo nos bastidores em torno do comando do Ministério do Trabalho. É a primeira grande batalha pelo comando de uma Pasta no ministério de Dilma Rousseff. A crise em torno do Ministério do Trabalho é resultado do recrudescimento do embate entre CUT e Força Sindical e de seus respectivos braços políticos, PT e PDT. No Congresso, a base petista tenta isolar a bancada do PDT, desgastada com o governo federal ao não acatar a proposta de R$ 545 de reajuste do salário mínimo. No governo, o PT tenta reduzir o controle do ministro Carlos Lupi, presidente licenciado do PDT e alvo de suspeitas de uso indevido de recursos do seguro-desemprego. No sindicalismo, a CUT encampou como bandeira o fim do imposto sindical e o controle da criação de sindicato, medidas que devem desidratar a Força. No Ministério do Trabalho, o PDT e a Força estão representados não só por Lupi, presidente licenciado do partido, como também na maioria das superintendências regionais. O descontentamento do PT com a influência do PDT sobre ministério não é recente, mas foi reforçado com as suspeitas que pairavam na gestão anterior, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de irregularidades no uso de recursos para cursos de qualificação profissional, com o favorecimento da central ligada ao ministro. No embate sindical, a CUT defende o fim do imposto sindical, que seria substituído por uma taxa negocial, não obrigatória como o imposto, que seria recolhida pelos sindicatos. Essa medida poderia acabar com os sindicatos que foram criados com o único objetivo de engrossar centrais, e aumentar o repasse do imposto. "Não estamos preocupados com quem será prejudicado", disse o dirigente da CUT Jacy Afonso de Melo. "Nós, da CUT, temos sindicatos grandes, com muitos sócios e temos forte contato com nossa base. Quero ver as outras. Muitas vão desaparecer", afirmou o dirigente. A proposta defendida pela CUT ataca, indiretamente, as outras cinco centrais sindicais, que, juntas, dividem cerca de R$ 100 milhões do imposto sindical. CUT e Força são as que mais recebem - em 2009 embolsaram R$ 26,7 milhões e R$ 22,6 milhões, respectivamente. Em 2008, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou o repasse de 10% arrecadado com a contribuição para seis centrais. Junto com essa proposta, foi negociado o fim do imposto sindical até 2009, em compromisso apoiado pelas seis centrais. O término do governo Lula também abriu a expectativa junto à Força de que finalmente mudaria a Secretaria de Relações do Trabalho. O setor é responsável pelo registro de sindicatos e, a pedido de Lula, foi mantido sob comando de Luiz Antonio Medeiros, quando a Pasta foi transferida do PT ao PDT em 2006. Medeiros deixou o cargo em 2010 para se candidatar a deputado federal, mas não se elegeu. Deixou no posto anterior Zilmara Alencar, técnica até hoje alvo de críticas tanto da Força quanto da rival CUT. A Força a acusa de favorecer o registro de sindicatos ligados a Medeiros e a CUT alega que seus registros sindicais enfrentam lentidão e descaso. A vitória de Dilma abriu a possibilidade de um reordenamento interno na Pasta, ainda que sua chefia permanecesse com Lupi. A ideia era substituir Zilmara por uma técnica com perfil mais "independente" (de Medeiros), ou mesmo uma gestão compartilhada entre Força e CUT. Houve, entretanto, resistências. A princípio dentro do próprio ministério, já que Zilmara é uma funcionária de longa data do Trabalho. Depois, da própria Força, que preferiu seguir a CUT e investir na formação do Conselho de Relações do Trabalho. A primeira reunião ocorreu no dia 15 de fevereiro e espera-se que ele seja o fórum de temas ligados a relações de trabalho. Na pauta, os critérios para aprovação de registros de sindicatos -mesma função de Zilmara. O Conselho poderá evitar a pulverização dos trabalhadores em sindicatos pouco representativos, formados para aumentar a base das centrais e ampliar o repasse do imposto. O comando do conselho será composto por dez representantes do governo, dez de empresários e outros dez das centrais. Destes, a CUT indicará quatro e a Força, dois. Ainda antes da votação do mínimo, que selou as desavenças de Paulinho com o governo, o Palácio vetou a maior emenda parlamentar de sua autoria, de R$ 2,6 milhões, para "estruturação da rede de serviços de proteção social básica". No total, foi vetado R$ 1,3 bilhão em emendas, mas o que surpreendeu Paulinho foi o veto na maior emenda de um deputado que até o mês anterior era líder da bancada. |
GOVERNO DILMA/ANA BUARQUE DE HOLLANDA [In:] ''ESSA MOÇA TÁ DIFERENTE..." *
Sociólogo perde cargo por críticas a ministra
Dilma entra em cena e tira Sader |
Autor(es): Agência O globo:Vivian Oswald e Gerson Camarotti |
O Globo - 03/03/2011 |
Presidente aborta nomeação de sociólogo que chamara ministra da Cultura de autista ------------ (*) ESSA MOÇA TÁ DIFERENTE (Chico Buarque de Hollanda). ''Essa moça tá diferente ---------------- |
GOVERNO DILMA/PDT [In:] ESCREVEU, NÃO LEU ... *
Dilma exclui PDT de reunião política
Governo retalia o ""não alinhado"" PDT |
Autor(es): Leonencio Nossa e Denise Madueño |
O Estado de S. Paulo - 03/03/2011 |
Em represália por ter se recusado a apoiar em bloco o Planalto na votação do mínimo, sigla foi vetada em reunião de líderes na Câmara Depois de aprovar com folga no Congresso o salário mínimo de R$ 545, a presidente Dilma Rousseff realizou ontem, no Palácio do Planalto, um encontro com 15 líderes aliados sem a presença de representantes do PDT, partido da base governista que apresentou o maior número de dissidentes nas votações.
Para formalizar o enquadramento do PDT , Dilma recebe hoje no Planalto o ministro do Trabalho, Carlos Lupi. O governo usou o encontro de "confraternização" para marcar posição no momento em que se prepara para levar ao Legislativo um projeto de mudança na tabela do Imposto de Renda. "Foi uma reunião em que a presidente convidou líderes 100% aliados a ela", afirmou o ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, em entrevista. Mais cedo, setores do governo negaram que o Planalto estava no comando direto da retaliação ao PDT. A lista teria sido preparada pelo líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT). Ao deixar a reunião, o petista confirmou que tinha sido autor da lista dos convidados, mas deixou claro que fez os convites seguindo ordens do Planalto. "Eu assumo a responsabilidade pelos convites. Eu só faço o que a presidente manda", afirmou Vaccarezza. "Nós estamos num regime presidencialista. Essa decisão é do governo. A decisão é sempre do presidente." A decisão de Dilma em não convidar o PDT foi visto por auxiliares como um aviso à direção do partido, que não estaria "freando" o deputado Paulinho Pereira da Silva (SP), um dos principais críticos à proposta do governo para o salário mínimo. Esses mesmos assessores disseram que Dilma avisou o comando do PDT que a legenda tem um ministério. O Planalto avaliou que Lupi atuou no partido para aprovar os R$ 545, mas foi neutralizado por Paulinho. Conselho. Em entrevista, o ministro Luiz Sérgio disse que o PDT poderá participar de novos encontros com a presidente. Ele afirmou que o partido vai compor o Conselho Político, órgão que Dilma pretende restabelecer e que reúne presidentes e líderes de partidos aliados. "Não trabalhamos com retaliação", disse o ministro. "Quero reafirmar: o governo convidou os líderes. Foi um primeiro contato." O líder do PR, Lincoln Portela (MG), disse em tom de ironia que a ausência do PDT sequer foi comentada. "A conversa aconteceu tão naturalmente que nem lembramos. Isso quem está me lembrando agora são vocês", afirmou. "O PDT não está fora da base. É um da base, mas quem responde pelo PDT não sou eu." O líder do partido, Giovanni Queiroz (PA), ironizou o encontro, mas preferiu não trombar. "A presidente é uma mulher extremamente inteligente. Ela não me deixou no constrangimento de ter de recusar o convite. Aqueles que foram ao Palácio estavam comemorando o salário mínimo de R$ 545 e eu gostaria de estar comemorando outro valor", afirmou. "Sou um perdedor nessa causa." Ele disse que a bancada atua com uma linha programática. "Não existe alinhamento automático. Somos aliados, e não subordinados." O líder afirmou não ter ressentimento por não ter sido chamado à reunião da base com a presidente e negou que haja uma relação estremecida entre o governo e a bancada. O PDT não deverá dar trabalho ao governo na votação da correção da tabela do Imposto de Renda. O governo defende o índice de 4,5%, mas há propostas da oposição de 10%. DESENTENDIMENTOS NA BASE Caso Lunus Mensalão Salário mínimo |
(*) Algo além dos ''tiriricas''...