A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quinta-feira, fevereiro 07, 2013
XÔ! ESTRESSE [In:] VOSSAS EXCRESCÊNCIAS
# (cana as canalhas).
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N.B.:
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CARTA ABERTA À RENAN (Ricardo Noblat)
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2013/02/04/para-renan-calheiros-por-ricardo-noblat-484997.asp
COMENTÁRIO
Para Renan Calheiros, por Ricardo Noblat

FROM: JOÃO CAPIBERIBE. TO: RENAN CALHEIROS
17.7.2007
| 12h35m
Carta aberta ao senador Renan Calheiros
A MATEMÁTICA DO MAIS FORTE (4 > 5)
Berros n'água
SENADO e SENADORES. PROJETO FICHA LIMPA
Abaixo-assinado por impeachment
de Renan reúne mais de
552 mil nomes
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"DINHEIRO NA MÃO É VENDAVAL..." *
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Investigação suíça contra Paulo Maluf está em 'fase final'
Segundo procurador-geral do país europeu, contas ligadas ao ex-prefeito estão bloqueadas e já existem elementos suficientes para propor uma ação
"¿POR QUÉ NO TE CALLAS?" *
PSB desautoriza Lula a envolver partido na sucessão de 2014
Autor(es): Maria Lima |
O Globo - 07/02/2013 |
Eduardo Campos diz que hora é de obras e não de montar palanque
BRASÍLIA Do projeto político do PSB para 2014, cuida o PSB. O aviso foi dado ontem por interlocutores do governador pernambucano e presidente do PSB, Eduardo Campos. Enquanto o ex-presidente Lula, como articulador do PT, traça todo tipo de cenário com o intuito de tirá-lo da disputa com a presidente Dilma Rousseff, inclusive acenando com o escanteio de Michel Temer e do PMDB na chapa para acomodá-lo como vice em 2014, o governador madrugou ontem em Brasília para se reunir com a cúpula do partido e traçar sua própria estratégia e um plano de trabalho político para 2013.
Como Lula, que pretende retomar suas caravanas pelo país em maio, e Dilma, que já está na estrada, Eduardo Campos percorrerá estados brasileiros a partir de abril, para participar de seminários e debates com setores diversos da sociedade sobre o que pode ser o embrião de um programa de governo. Nas reuniões internas do partido, estes encontros já foram batizados de "Diálogos do Desenvolvimento". E os objetivos começam a ser traçados: além do novo federalismo, propor políticas de industrialização e geração de empregos que possam tirar mais rapidamente os pobres da dependência dos programas assistenciais, marca do governo petista.
Eduardo Campos não admite que esteja numa espécie de pré-campanha. Todo esforço, diz, é para consolidar o crescimento do partido. Mas nas reuniões de ontem com o comando do PSB ficou claro o desconforto dele e de outros dirigentes com o que classificam, reservadamente, como uma tentativa de Lula de atropelar e tumultuar o jogo.
O governador chegou a Brasília às 3h30m da madrugada e teve um café da manhã com colegas da Executiva. Nas conversas políticas, Eduardo Campos mostrou estranheza com as articulações de Lula sem que o ex-presidente tenha falado com ele. À tarde, após sair de uma audiência no Ministério do Planejamento, disse ao GLOBO:
- Não discuti 2014 com ninguém. Tudo que o Brasil não precisa agora é ficar montando palanque e chapa. Podemos ter em 2014 um ano melhor que 2013, mas primeiro precisamos ganhar 2013. O que precisamos montar agora é canteiro de obras, gerar empregos.
À provocação de que petistas tentam empurrar sua entrada na corrida presidencial para 2018, Eduardo Campos joga a cabeça para trás e responde com um sorriso silencioso de quem quer dizer: não posso esperar tanto tempo. Diplomático e cuidadoso, não diz que sim nem que não. Seus colegas de partido, no entanto, estão autorizados a falar.
- Respeitamos o presidente Lula e não temos como controlar o que ele fala. Mas nosso compromisso é o de fortalecer nosso partido. E o nosso propósito, claro, é fortalecer nosso principal líder: Eduardo Campos - afirmou Carlos Siqueira, integrante da Executiva Nacional do PSB, após a reunião com o governador.
A avaliação feita entre os integrantes da Executiva é que o PSB capitalizou politicamente as eleições para os presidentes do Congresso, saindo em vantagem em relação ao PT e ao PSDB, que se aliaram para eleger Renan Calheiros (PMDB-AL) presidente do Senado, e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara. O PSB bancou a candidatura de Júlio Delgado (PSB-MG) na Câmara, contra o favorito Henrique Alves - apoiado por 20 partidos governistas e de oposição -, que obteve surpreendentes 165 votos.
- A votação de Júlio Delgado só não foi melhor porque não ganhou - comentou Eduardo Campos, rindo muito.
Ele disse que não falaria sobre a participação do PSDB no processo, mas ressaltou que o PSB teve uma posição muito clara em defesa da renovação e do fim da velha maneira de fazer política:
- Na Câmara, disputamos com um candidato jovem, que representava a renovação. Tivemos uma votação muito bonita, que surpreendeu muita gente. Lá, expressamos uma posição muito clara em defesa da renovação do jeito de fazer política. Não foi possível vencer. Mas se plantaram ali ideias para o futuro.
Alfinetando o pré-candidato tucano em 2014, Aécio Neves (PSDB-MG) - que no Senado defendeu o voto em Pedro Taques (PDT-MT), mas não fez discurso no dia da eleição -, Campos lembrou que os quatro senadores do PSB subscreveram um documento público defendendo a renovação e foram à tribuna contra Renan Calheiros.
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(*) ¿Por qué no te callas? (espanhol para "Por que não te calas?") foi uma frase dita pelo rei Juan Carlos de Espanha ao presidentevenezuelano Hugo Chávez durante a XVII Conferência Ibero-Americana, realizada na cidade de Santiago do Chile, no final de 2007. "Link'' do vídeo via ''youtube'' abaixo.
--- http://youtu.be/wCcfYwGxocs http://youtu.be/VAmz8MNZdlk -------------------------- |
"FREUD" EXPLICA !
Gurgel manda MPF em Minas apurar denúncia de Valério contra Lula
Autor(es): Carolina Brígido |
O Globo - 07/02/2013 |
Operador do mensalão disse que ex-presidente se beneficiou de esquema
BRASÍLIA
O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, enviou ontem ao Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF) trechos do depoimento de Marcos Valério que acusam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de envolvimento com o mensalão. Gurgel quer que o caso seja investigado junto com outros processos sobre o assunto que tramitam na Justiça de Minas Gerais. Caberá aos procuradores no estado avaliar se há suspeita contra Lula que justifique transformá-lo em alvo de inquérito ou processo judicial.
- Nós constatamos que lá (em Minas) já existe um procedimento decorrente de um desmembramento determinado pelo ministro Joaquim Barbosa que trata de assunto relacionado ao mensalão, mas não foi compreendido na ação penal 470. Provavelmente será juntado a um procedimento relacionado ao esquema do mensalão - afirmou o procurador-geral depois da cerimônia de posse de Sérgio Kukina como ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Na semana passada, Gurgel informara que o documento a ser enviado à primeira instância tinha "três ou quatro páginas". O caso não foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) porque Lula não tem direito a foro especial, por não ocupar mais o cargo público.
Valério prestou depoimento em setembro do ano passado à Procuradoria Geral da República (PGR). Como o julgamento do processo do mensalão já estava em curso, não foi possível inserir o novo fato à investigação.
No depoimento, divulgado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", Valério cita dois pagamentos que ele teria feito a Freud Godoy, então assessor da Presidência da República. A CPI dos Correios comprovou o depósito de R$ 98,5 mil de Marcos Valério para a empresa Caso, de propriedade de Godoy. A CPI também detectou um pagamento feito pela SMP&B, uma das agências de publicidade de Valério, à empresa de Godoy.
Valério também teria dito em depoimento que Lula autorizou a operação na qual o PT se beneficiou de empréstimos concedidos pelos bancos Rural e BMG às empresas do lobista. Para o Supremo, os empréstimos serviram de mecanismo fraudulento para permitir o funcionamento do esquema criminoso.
O operador do mensalão teria procurado a PGR após ser condenado pelo STF a 40 anos, dois meses e dez dias de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas no processo do mensalão. Em troca do novo depoimento e de mais informações sobre o esquema, Valério queria obter proteção e redução da pena. Ele ainda pode conseguir a condição de protegido, mas não obteve a redução da pena.
Por meio da assessoria, o Instituto Lula informou que não se pronunciaria sobre o assunto.
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SIMBÁ, O MARUJO (Título de filme)*.
PT quer controle do Conselho de Ética
Autor(es): Por Caio Junqueira | De Brasília |
Valor Econômico - 07/02/2013 |
O PT já se articula para controlar o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, órgão que deverá analisar os processos contra os deputados condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão.
Os petistas conversaram sobre o assunto com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), responsável pela nomeação da presidência do órgão. Ele sinalizou que nenhuma decisão será tomada sem o aval do PT da Câmara.
Os petistas ainda não sabem o que é melhor: colocar no comando do Conselho um integrante de sua bancada ou um aliado de confiança. Se prosperar a tese de o PT assumir, a tendência é de que o escolhido seja o deputado Sibá Machado (AC).
Ele é considerado dentro da bancada como de extrema confiança para cumprir a missão de coordenar os processos de cassação dos condenados pelo STF, José Genoino (PT-SP), João Paulo Cunha (PT-SP), Pedro Henry (PP-MS) e Valdemar Costa Neto (PR-SP).
Em 2003, quando Sibá assumiu a vaga de suplente da então senadora petista Marina Silva, ele viria a cumprir função semelhante a que se prepara para ele agora dois anos depois, ao participar da CPI dos Correios, que investigou o mensalão. Ao Valor, Sibá confirma a sondagem: "Se for do interesse partidário, eu assumo a função."
Integrantes do PT, porém, temem uma reação negativa em uma aberta articulação para colocar um dos seus quadros nos comandos dos trabalhos. O que abriria espaço para um aliado de confiança, que poderia ser dos outros dois partidos envolvidos, PP e PR.
O problema é que o deputado Ricardo Izar (PSD-SP) está em campanha para assumir o Conselho de Ética, com a promessa de rigor na condução dos trabalhos. "É um órgão importante que infelizmente não tem atuado da forma como se espera", disse Izar.
Os petistas não querem que ele assuma. Alegam, por um lado, que ele é filho de Ricardo Izar, deputado já falecido que coordenou os trabalhos do conselho durante o mensalão, com extremo rigor. Além disso, Izar tem defendido, para arrepio dos petistas, que não haja mais necessidade de relatório preliminar antes de o processo tramitar na Casa. Assim, o julgamento seria mais rápido. Seria votado diretamente no órgão e depois no plenário.
Já a Comissão de Finanças e Tributação, também muito importante na Casa, deve ser mantida com o PMDB de Minas Gerais. O mais cotado para assumir o posto é o deputado João Magalhães (MG), mas Leonardo Quintão e Mauro Lopes também podem se apresentar na disputa. O líder do PMDB, Eduardo Cunha (RJ), disse que a indicação do nome cabe à bancada de Minas. "Vai ser do PMDB de Minas porque é a maior bancada e porque me apoiou."
Ele afirmou que nem mesmo o fato de o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), ter feito acordo para entregar a comissão ao deputado Guilherme Campos (PSD-SP), será empecilho para que o PMDB-MG assuma seu comando. "Quem fez o acordo foi o Henrique, não fui eu." Cunha também anunciou a distribuição de funções na bancada. O deputado Manoel Júnior (PB) cuidará das relações com o governo; Júnior Coimbra (TO) das comissões permanentes; Danilo Forte (CE) das comissões mistas; Eliseu Padilha (RS) do plenário; e Giroto (MS) do Orçamento.
O ex-ministro José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares e os deputados federais José Genoino e João Paulo Cunha foram as estrelas ontem da festa de comemoração dos 60 anos de militância do ex-deputado Ricardo Zarattini, na Casa de Portugal ontem em São Paulo. Dirceu, Delúbio, Genoino e João Paulo discursaram e foram aclamados por uma plateia de deputados, prefeitos, secretários municipais, dirigente petistas e militantes.
Os condenados no mensalão distribuíram beijos e abraços, posaram para fotos, seguraram a bandeira do PT. Dirceu chegou a arriscar passinhos de dança, enquanto uma banda tocava ao vivo. A festa foi regada a cerveja, refrigerantes e salgadinhos. Ao discursar, com a voz enrolada, Delúbio disse que "a experiência do mensalão" ajudará o PT a superar dificuldades e afirmou que o partido é alvo de uma "luta de classes". (Colaborou Cristiane Agostine, de São Paulo).
--- (*) Os Trapalhões [Didi, Dedé, Muçum (Mussum) e Zacarias]. --- |
QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Até ontem, para atender ao PT, que o ajudou a se eleger, Henrique Eduardo Alves dizia que caberia à Câmara decidir sobre o mandato dos condenados pelo Supremo. O discurso mudou após reunião com Joaquim Barbosa
Após se reunir com o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, o novo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), mudou de tom e afirmou que não vai se insurgir contra a decisão do tribunal sobre a cassação dos mandatos dos parlamentares condenados pelo mensalão. “Não há hipótese de não se cumprir a decisão do Supremo. Não há confronto”, disse Alves. Até ontem, ele afirmava que a palavra final caberia à Câmara. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, encaminhou ao Ministério Público Federal em Minas as denúncias de Marcos Valério contra Lula. (Págs. 1 e 3)
O presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), afirmou ontem que a possibilidade de a Casa não cumprir determinação do STF sobre a perda de mandato dos quatro deputados condenados no mensalão é “zero”. “Não há a menor possibilidade. Não há hipótese de não cumprir a decisão do Supremo”, disse o peemedebista. “Nós só vamos fazer aquilo que o nosso regimento determina que façamos: finalizar o processo. Não há confronto.” O tom conciliatório foi adotado durante visita ao presidente do Supremo, Joaquim Barbosa. Em sua posse, na terça-feira, Alves havia defendido que a palavra final ficasse com os parlamentares. Os deputados condenados pelo STF são João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP), José Genoino (PT-SP) e Pedro Henry (PP-MT). Agora, a estratégia da nova Mesa Diretora da Câmara é apostar na demora do Supremo em enviar os pedidos de cassação. (Págs. 1 e Nacional, A4)
Para analistas e representantes do setor, indústrias, agricultores e governo precisariam investir R$ 10 bilhões para zerar o déficit atual e até R$ 29 bilhões para acompanhar o crescimento da produção na próxima década. (Págs. 1 e B16)
Deu certo. Pouco mais de seis anos se passaram e Neymar é hoje o melhor e o mais bem pago jogador do país. Segundo estimativas do mercado, ganha cerca de R$ 3 milhões por mês, sendo 8% como jogador e 92% com sua imagem. (Págs. 1 e B5)
Para analistas, a saída de Mangoni evidencia a confusão no comando da filial brasileira. A empresa tem perdido rapidamente receita com telefonia fixa, na qual começou a apostar no fim de 2009, com a compra da Intelig. E a receita líquida com serviços cresce em ritmo cada vez menor: só 1,1% no último trimestre do ano passado, em relação a igual período de 2011, mesmo com aumento de 10% na base de usuários, para 70,3 milhões. Com o recuo na telefonia fixa, a Telecom Italia decidiu voltar a centrar o foco na telefonia móvel e na banda larga de alta velocidade. No Brasil, começou a reunir as redes da TIM Celular, Intelig e TIM Fiber em um só negócio. (Págs. 1 e B3)
Além de ter feito os estudos de sete novos lotes de rodovias federais que serão transferidos à livre iniciativa, a EBP foi autorizada a preparar a modelagem para a concessão dos aeroportos do Galeão (RJ) e de Confins (MG). A Secretaria de Portos também já obteve autorização do Planalto, segundo apurou o Valor, para entregar à EBP a responsabilidade pelos estudos das concessões no setor e dos arrendamentos de 95 terminais. (Págs. 1 e A3)
Em Salvador, a agência responsável pela captação para o Carnaval arrecadou R$ 17,7 milhões neste ano, 6% mais que no ano passado. Acredita, no entanto, que o modelo atual de captação está próximo do esgotamento. (Págs. 1 e B4)
Segundo o projeto de lei que muda a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), encaminhado ontem ao Congresso, o desconto adicional no superávit primário será por conta das desonerações tributárias já feitas e a fazer ainda neste ano. Como a LDO já permite ao governo reduzir a meta fiscal em até R$ 45,2 bilhões com os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), se o projeto for aprovado o desconto subirá para R$ 65,2 bilhões. (Págs. 1 e A4)