A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************
“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
----
''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
=========valor ...ria...nine
folha gmail df1lkrha
***
segunda-feira, maio 16, 2011
GOVERNO DILMA/MEC [In:] ''quero ver quem paga prá gente ficar assim..." *
MEC NÃO VAI RECOLHER LIVRO QUE ACEITA ERRO DE PORTUGUÊS
MEC LAVA AS MÃOS NO CASO DOS LIVROS COM ERROS |
Autor(es): agencia o globo: Cássio Bruno |
O Globo - 16/05/2011 |
Professores condenam distribuição da obra: ‘Mais uma vez, no lugar de ensinar , vão rebaixar tudo à ignorância’
—Não tem que se fazer livros com erros. O professor pode falar na sala de aula que temos outra linguagem, a popular,não erudita, como se fosse um dialeto. Os livros servem para os alunos aprenderem o conhecimento erudito. Na obra “Por uma vida melhor”, da coleção “Viver ,aprender”, a autora afirma num trecho: “Posso falar ‘os livro?’ Claro que pode, mas, dependendo da situação, a pessoa pode ser vítima de preconceito linguístico.” Em outro, cita como válidas asfrases: “nós pega o peixe” e “os menino pega o peixe”. Autor de dezenas de livros infantis e sobreMachado de Assis, o escritor Luiz Antônio Aguiar também é contra a novidade: Segundo ele, o que estabelece as regras é a gramática. |
(*) BRASIL, Cazuza.
---
BRASIL/POLÍTICOS [In:] O SENTIDO DA URNA
Deem-se ao respeito!
Autor(es): agencia o globo: Ricardo Noblat |
O Globo - 16/05/2011 |
“A ignorância sobre o papel da imprensa perdura nos lugares onde há voto de cabresto.”
Aposto que nove em cada dez cariocas, se consultados, repudiariam a decisão da Câmara de gastar R$ 2,3 milhões para que todos os vereadores possam passear por aí em possantes carros novinhos em folha. Somente em duas capitais, vereadores desfrutam de tamanho luxo: Curitiba e Goiânia. Os do Rio perderam tal mordomia há 20 anos e se ressentem disso. Mas recebem um cartão que lhes permite gastar mensalmente por conta da Câmara até mil litros de gasolina. Com mil litros poderiam percorrer 172 vezes os 58 quilômetros da Avenida Brasil. Ou dar um pulo até Manaus com direito à volta. Onde se leu acima “pressão popular” leia-se, na verdade, “pressão da mídia”. Porque foi o barulho produzido por jornais, emissoras de rádio e de televisão que obrigou os vereadores a reverem a decisão da compra dos carros, aprovada por 41 de 43 deles, em sessão no final de abril último. Pegara mal. Em recente encontro do seu partido, o senador José Sarney (PMDB-AP) acusou a mídia de disputar com o Congresso o papel de representar o povo. Disse: “Os deputados não sabem por que foram eleitos, e o eleitor não sabe mais por que os elegeu. A partir daí, a mídia entra ediz: Não, nós passamos a representar o povo.” A mídia não representa o povo. Não tem delegação para isso. Caso queira, porém, corresponder ao que o povo espera dela, deve atuar em sintonia com seus sentimentos. Nem sempre a Outro dia, o Senado anunciou que trocaria sua frota de carros próprios por carros alugados. E que assim economizaria quase R$ 6 milhões. A economia seria feita em cima dos funcionários que administram a frota atual. Só que eles não podem ser demitidos. Serão remanejados. Não haverá economia, portanto. Sarney: os políticos são pouco respeitados porque não se dão ao respeito. Palocci (1) Nos últimos quatro anos como deputado federal, Antonio Palocci, chefe da Casa Civil da Presidência da República, multiplicou por 20 o valor do seu patrimônio, segundo reportagem publicada pela “Folha de S.Paulo”. O que tinha em 2006 valia R$ 375 mil. Há um ano, comprou um escritório em área nobre da capital paulista por R$ 882 mil. Pouco antes de virar ministro, e na mesma cidade, comprou umapartamento de luxo por R$ 6,6 milhões. Como deputado, em quatro anos, recebeu em salários R$ 974 mil, brutos. O que fez Palocci enriquecer tão rapidamente? Palocci (2) Resposta: serviços de consultoria. Quais foram seus clientes? Não diz. Quanto recebeu de cada um deles? Não diz. Qual a natureza da consultoria prestada? Não diz. Seus clientes tinham negócios com o governo? Não diz. Seus clientes passaram a ter negócios com o governo depois que ele lhes deu consultoria? Não diz. Servidor público comum é proibido de exercer cargo de administração em empresa privada. Servidor público eleito pode. Até prova em contrário, Palocci é um político honesto e, agora, rico. Mas que deve explicações ao distinto público. |
GOVERNO PETISTA/PALOCCI [In:] BOM DE ARITMÉTICA (3)
15/05/2011 - 16h53
Oposição cobra que Palocci explique o aumento de seu patrimônio
A oposição pediu esclarecimentos ao ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, sobre sua evolução patrimonial desde 2006.
Reportagem publicada hoje pela Folha mostra que o patrimônio do titular da pasta cresceu 20 vezes nos quatro anos em que ele esteve na Câmara dos Deputados --período imediatamente posterior à passagem dele pelo Ministério da Fazenda, no governo Lula.
Palocci diz que declarou bens à Comissão de Ética Pública
Eliane Cantanhêde: o apartamento de R$ 7 milhões
Em 2010, Palocci comprou um apartamento de R$ 6,6 milhões; um ano antes, um escritório de R$ 882 mil. Ambos os imóveis ficam na região da avenida Paulista, área nobre de São Paulo, e foram adquiridos por meio de uma empresa da qual o ministro é sócio principal (ele tem 99,9% do capital).
Em 2006, quando se elegeu deputado federal, Palocci havia declarado à Justiça Eleitoral um patrimônio de R$ 375 mil, em valores corrigidos pela inflação.
Como deputado, entre 2007 e 2010, Palocci recebeu em salários R$ 974 mil, brutos.
O PPS prometeu acionar o Conselho de Ética da Câmara para apurar a conduta do ex-parlamentar. O PSDB pediu que o chefe da Casa Civil preste esclarecimentos à sociedade. Já o Democratas instou a Receita Federal a se pronunciar sobre o caso.
"É melhor o ministro esclarecer qual a renda da sua empresa, quais os serviços prestados e qual o lucro que obteve com ela. Como homem público, não tem razão para não dar explicações", disse o presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE).
Já o senador José Agripino Maia (DEM-RN) afirmou que "a Receita deve se pronunciar a respeito". "Palocci precisa explicar a origem desse dinheiro", afirmou Rubens Bueno, líder da bancada do PPS na Câmara.
NOTA OFICIAL
Na tarde deste domingo, a Casa Civil soltou uma nota. Diz que a evolução de Palocci, pessoa física, consta de sua declaração de renda e que as atividades da empresa foram reportadas à Comissão de Ética da Presidência da República quando da posse do ministro.
A assessoria de imprensa afirma que a empresa de Palocci, a Projeto, prestou serviços para a iniciativa privada e que os dois imóveis foram comprados com recursos próprios.
A Casa Civil não informou para quem a Projeto trabalhou, quem entrava em contato com clientes, qual foi o faturamento do negócio, como era a rotina de Palocci na empresa e se o ministro relatou à Presidência a compra do apartamento e da sala comercial.
GOVERNO PETISTA/PALOCCI [In:] BOM DE ARITMÉTICA (2)
15/05/2011 - 12h42
O apartamento de R$ 7 milhões
Antonio Palocci é realmente um cara muito especial. Além de principal ministro do governo Dilma, é amado pela esquerda, pelo centro, pela direita e vê-se agora que é também um gênio das finanças. Comprar um apartamento de quase R$ 7 milhões à vista, ou praticamente à vista, não é para qualquer um, não...
Antonio Palocci multiplica por 20 vezes seu patrimônio
Oposição cobra que Palocci explique evolução patromonial
Ministro diz que declarou bens à Comissão de Ética Pública
Em 2006, apenas cinco anos atrás, Palocci declarou à Justiça Eleitoral que tinha uma casa de R$ 56 mil em Ribeirão Preto, onde fora prefeito junto com aquela turma da pesada que ele e o amigo, depois ex-amigo e agora amigo novamente Rogério Buratti lideravam.
Além disso, tinha um terreno e três carros, entre outros bens, num total de R$ 375 mil. Convenhamos que, nesse tempo, o patrimônio se multiplicou que foi uma beleza. De classe média, o homem pulou para a categoria dos ricaços --aquela que, aliás, tanto o apoia. Ele, enfim, está em casa. Ou melhor, no seu apartamento...
Palocci também aprende rápido. Como viu a dor de cabeça que dá ter uma casa esquisitona em Brasília, desta vez preferiu comprar um apartamentão em São Paulo, cidade muitas vezes maior, mais diluída, mais anônima, sem nenhum caseiro abelhudo para dar com a língua nos dentes.
O azar do é que esses repórteres da Folha são mesmo de amargar. Os craques Andreza Matais e José Ernesto Credendio estavam de olho, puxaram o fio da meada e entregaram o novelo na edição da Folha deste domingo. Imperdível.
------------------------

Eliane Cantanhêde é colunista da Folha, desde 1997, e comenta governos, política interna e externa, defesa, área social e comportamento. Foi colunista do Jornal do Brasil e do Estado de S. Paulo, além de diretora de redação das sucursais de O Globo, Gazeta Mercantil e da própria Folha em Brasília.
GOVERNO PETISTA/PALOCCI [In:] BOM DE ARITMÉTICA
Política
Em quatro anos, o patrimônio de Palocci cresceu 20 vezes
Leia a íntegra da reportagem publicada, hoje, na Folha de S. Paulo: Palocci multiplicou por 20 o patrimônio em quatro anos
Atualização das 18h51 - Nota distribuída há pouco pelo ministro Antonio Palocci: "Em relação à reportagem publicada hoje na Folha de S. Paulo, o ministro Antonio Palocci informa que sua evolução patrimonial, pessoa física, consta de sua declaração de renda.
Esclarece que a empresa Projeto foi aberta em 2006 para a prestação de serviços de consultoria econômico-financeira, atividade que realizou até 2010. Em dezembro último, as atividades de consultoria foram encerradas por força da função ministerial a que se dedica hoje.
Em respeito às exigências do código de ética pública o objeto social da sociedade foi alterado de modo a vedar qualquer prestação de serviço que implicasse conflito de interesse com o exercício de cargo público. Por isso, a empresa passou ter como única finalidade a administração de seus dois imóveis em São Paulo. O ministro não mora no referido imóvel.
As atividades da empresa, as alterações de seu contrato social e as medidas tomadas para prevenir conflito de interesses foram registradas junto à Comissão de Ética Pública da Presidência da República quando da posse do ministro.
Ressalta que no período de atividade a Projeto prestou serviços para clientes da iniciativa privada tendo recolhido sobre a remuneração todos os tributos devidos. O patrimônio auferido pela empresa foi fruto desta atividade e compatível com as receitas realizadas nos anos de exercício.
Todas as informações fiscais e contábeis da empresa Projeto são regulamente enviadas à Receita Federal, de acordo com as normas vigentes."
---